“4 – TERRA, FOGO, AR E ÉTER, VIDA, INTELÉCTO E ESPÍRITO – TUDO ISSO SÃO REVELAÇÕES DE MEU SER.

5 – TUDO ISSO SÃO ASPECTO FINITO DA MINHA INFINITA REALIDADE; MAS NADA DISSO É MINHA ESSÊNCIA CÓSMICA,  QUE É A CONSCIÊNCIA VITAL PELA QUAL TODO  ESSE UNIVERSO VISÍVEL É SUSTENTADO.

6 – TUDO AQUILO SÃO CÓRREGOS NO MUNDO DAS EXISTÊNCIAS – EU, PORÉM, SOU A ESSÊNCIA DE TUDO QUANTO EXISTE; EU SOU O PRINCÍPIO DOS MUNDOS E SOU  SEU FIM.

 

7 – NADA EXISTE    MAIS ALTO QUE EU, Ó PRÍNCIPE, NEM HÁ OUTRO SENHOU OU CRIADOR”.[1]

 

 

1 – Nada no universo há por casualidade, pois existem no sistem solar sete planetas – astros -, com o satélite da terra, conhecidíssima – Lua -, que gira ao redor do planeta Terra, e pelos ciclos lunares já chegou a  estar como  à colenda, e por ela, desde a travessia do mar Vermelho ao saírem do Egito, e guiados por Moisés, como está descrito em (Êxodo 3:7-14), os Hebreus contam para deduzir-se à festividade de Pàscoa – passagem -, os ciclos da lua, e com isso,  está escrito na sentença de Pilatos, seu Processo criminal e sua crucificação ocorreu no dia 25 de março, sexta-feira, porque à Pascoa aconteceria no sábado, o que está registado, como se observa na sentença escrita pelo cruel Pôncio Pilatos:

A sentença de cristo

A sentença de cristo:

Roberto Parentoni e Advogados , Advogado

Publicado por Roberto Parentoni e Advogados.

CÓPIA AUTÊNTICA DA SENTENÇA DE PILATOS, NO PROCESSO DE JESUS CRISTO, EXISTENTE NO MUSEU DA ESPANHA.

"No ano dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo  o mundo, monarca invencível   na Olimpíada cento e vinte e um, e na Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro de Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS; regente na baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magnos do templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME e SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente,

EU, PÔNCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-residência,  julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus, chamado pela plebe - CRISTO NAZARENO - e galileu de nação, homem sedicioso, contra a Lei Mosaica - contrário ao grande Imperador TIBÉRIO CÉSAR.

Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI DE ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém.

Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores, e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO, onde crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENO, REX JUDEORUM.

Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano.

Testemunhas da nossa sentença:

Pelas  dozes tribos de Israel: RABAIM DANIEL; RABAIM JOAQUIM BANICAR; BANBASU; LARÉ PETUCULANI.

Pelos fariseus: BULLIENIEL; SIMEÃO; RANOL; BABBINE; MANDOANI; BANCURFOSSI.

Pelos hebreus: MATUMBERTO.

Pelo Império  Romano e pelo Presidente de Roma: LÚCIO SEXTILO E AMACIO CHILICIO."[2]

Estas verdades, estão relatadas nos Evangelhos de São Marcos 15:1-47 e 16:1-19, São Mateus 26:1-75; 27:1-66; 281-28; São João 19:1-42.20:1-31, como se verifica Sant Inácio de Loyla, tio do nosso São José de Anchieta,  escreve nos Exercícios Espirituais: Oração Alma de Cristo -, para dar  à aquele que realiza os Exercícios, meio de meditar sobre à Paixão de Cristo, e também se verifica  à demonstração ímpar que nos dá Santa Teresa de Jesus, também, conhecida como  D’ ´´Avila,  em Caminho da Perfeição:

“Notai agora: quando queremos o amor de alguém, sempre temos em vista um interesse de proveito ou contentamento nosso. Ora, essas almas perfeitas  já trazem tudo debaixo dos pés:  bens, regalos e prazeres  que o mundo lhes pode dar; chegaram a tal ponto, que, por assim dizer, ainda que queiram não se podem deleitar senão em Deus, ou em tratar de Deus. Sendo assim, que proveito lhes pode resultar de serem amadas?”[3]

Evidente, que é salutar à leitura da obra de Santa Teresa de Jesus, especialmente, Caminho da Perfeição, por nos oferecer subisídios e ferramentas fundamentais à nossa evolução e conhecimento espiritual. Igualmente, eleva ao ser por meio da fraternidade humana, e amar o próximo como a si mesmo (São Marcos 12:31 e São Mateus 22:39). Ora, em sede filosófica à obra é uma das mais lidas no início da Idade Moderna,  sendo alavanca com sua outra, Castelo Interior, alavanca à educação, e abre didaticamente, o pressuposto do Renascimento. Está como obra importante no racionalismo, quando no iluminismo, que nos deixa pela sua qualidade, com retidão de caráter, sinceramente, com guadio, e felizes como obra nascida de uma mulher comprometida com à  oração mental, efetivamente, vigilante, e dera a São João da Cruz seu formidável apoio, quando encarcerado por um ano pelo tribunal Espanhol, e perseguição implacável com aquele comprometido com à palavra do Senhor, e praticasse boa obra com fé. Santa Teresa o levara na cárcere alimento para nutrir-se. Ela é exemplo, como doutora da Igreja, e no dia 15 de outubro, como ela é patrona da Educaçaõ, e neste dia também é dia de sua festa, então, é justo que seja celebrado o dia do Professor.

2. Com certeza, à Liturgia nos apresenta à nossa reflexão e meditação, exemplo de bela mulher, ser com temor a Deus, e de oração pessoal, também, rainha da Pérsia, que nascera órfã de pai e mãe, sendo criada e educada pelo tio Mardoqueu, que dera à Hadassa – aquela que protege -, nome de: Ester – à oculta -, pois fora seu tio que à fizera participar da escolha entre muitas mulheres, e que acaba por escolher à Hebreia  Ester, pela beleza, conhecimento, dignidade, sendo importante por contribuir como Rainha no retorno do povo Hebreu exilado no cativeiro da Babilônia, contribuindo, com às necessidades de seu povo, por isso, que Gaza é étimo Persa, signidica: Riqueza.

Então, sentimo-nos realizados em ter neste dia, à matriarca rainha, bela, inteligente,  conhecimento, mulher de oração, que nos alegra:

“16 Vai reunir todos os Judeus de Susa. Jejuai por mim sem comer e nem beber durante três dias e três noites.  Eu e minhas servas também jejuaremos.  Depois disso, apesar da lei,  irei ter com o rei. Se for preciso morrer, morrei.

17 Nardoqueu se retirou  e fez o que Ester Pediu.” (Ester 4:16-17).

Na verdade, o ensinamento que nos dá o Mestre, deve ser exercido sempre com humuldade, porque não abre à porta do reino, àquele que busca somente bens materiais – poder e dinheiro -, pois aí está o comprometimento com o egoísmo, e o egoísta não será atendido pelo Senhor Deus, quando pedir um bem material para si, pois nada está posta por acaso, e sim, pelo crer e ter sido bativado, que será salvo (São Marcos 1616.

Logo, observemos a generosidade e compaixão, com sua misericórdia que possui com os necessitados, e humildes de coração  e de procedimentos, como se constata a seguir:

“7 Pedi e se vos dará. Buscai e achareis.  Batei e vos será aberto.

8 Porque todo aquele que pede, recebe.  Quem busca, acha. A quem bate, se abrirá.

9 Quem dentre vós dará uma pedra a seu filho, se este lhe pedir pão?

10 E, se lhe pedir um peice,  lhe dará uma serpente?” (São Mareus 7:7-10).

Pois,  eis aí, a responsabilidade social de cada qual possui com criança, adolescente, mulher, e idoso com deficiência, deve-se abolir do seu coração à violência, crueldade, exploração do homem pelo homem, e o desrespeito à diferença,  e não ficar dando de abutre, ave de rapina, que procura à carniça, e só deseja vantagem para si e para outrem, expressa em -  poder e dinheiro -,  contra os sofredores com limitações e deficiências, previstos como VULNERÁVEIS, com direito à inclusão social, e à observação do previsto no art. 2º,  §1º, incisos I, II, III, IV,  §2º, art 3º, incisos I,  II, III, IV letras a), b), c) d), e), f), V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV,  art. 4º §§1º, 2º, e Parágrafo único, do art. 5º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, e nos termos do caput, do art. 5º, §3º, da CF/88, e da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU de 2007, que vige no Brasil como Emenda Constitucional por tratar de Direitos Humanos.

3. Dito isto, que nosso exemplo seja capaz de nos conduzir na escada e nos levar até o reino de Deus, pela humildade, solidariedade, amor com sabedoria, sempre com fraternidade, então, podemos pedir sempre se estivermos conforme à vontade e desejo do Mestre, em fé e obra, capaz de nos possibilitar a pedir nos termos contidos em São Mateus 7:7-10;

E sempre  desejarmos êxito no caminho da dignidade, e deixarmos a todos e todas nosso cordial abraço, com realização e felicidades duradouras.

Criciúma (SC), 2 de março de 2.023.

 

Gilson Gommes

Advogado e Filosofia.

OAB/SC nº 3978.

 



[1] [1]  Krishna,  Bhagavad Gita, p. 71, Editora Martin Claret  Ltda, 4ª  reimpressão 2.015.

[2]  A sentença de cristo

A sentença de cristo

Roberto Parentoni e Advogados , Advogado

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[3] De Jesus, Santa Teresa,  Caminho de Perfeição, p. 47,  Editora Vozes, 23/97/1.951.

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