A BOA OBRA E A FÉ SÃO PRESSUPOSTOS QUE ELEVAM EM DIGNIDADE CADA QUAL NO COTIDIANO, POR MEIO DA VIRTUDE E DA PRÁTICADO AMOR E SABEDORI AO PRÓXIMO, LEVANDO-O PELA SENDA À GLÓRIA DE JUSTIÇA E SANTIDADE, ENTÃO,  SABERÁ   QUE PISA  OS VENTOS  POR SOBRE AS ONDAS, CUJO PASSO NÃO TOCA AS ÁGUAS!

 

“38. Não dexes que o  teu “Nascido do Céu”, submerso no mar de Mãya (ilusão), se desprenda do Pai Unniversal (ALMA), mas que o poder de fogo ( O “Poder de Fogo” é Kundalini) se retire para a câmara mais íntima, a Câmara do Coração” (A Câmara Interna  co Coração, chamada, em sânscrito, Brahma-pura) e a morada da Mãe do Mundo (o “Poder” e a “Mãe do Mundo” são nomes dados à Kundalini – um dos  poderes mais místicos dos Yogues. É Buddhi, considerado como princípio ativo e não passivo -  como geralmente compreendido, considerado como simples veículo ou receptáculo do Espírito Supremo, Ãtman.

39; Então do coração esse poder ascenderá atá a sexta região, à região mediana, o lugar entre os teus olhs, quando se torna a respiração da ALMA UMA, a voz que tudo preenche, a voz do teu Mestre.

40.  Só então podes tornar-te um “Caminhante do Céu”  (Khachara, o “Caminhante do Céu”, ou “andarilho do Céu”. Conforme se explica no sexto Adhiâya, sobre o rei das obras místicas), que pisa os ventos por sobre as ondas, cujo passo não toca as águas”.  [1]

A VOZ DO SILÊNCI0

Versão em Português de Fernando Pessoa.

Helema P. Blavatsky.

 

Não há dúvida, que a compreensão da existência de cada qual neste ciclo para cumprir às lições obrigacionais descumpridas em outros ciclos sobrevividos em palco da evolução e conhecimento, planeta nominado como Terra, não há como se deixar de existir, e nem se omitir – prevaricar -, referente às obrigações previstas como lições, existentes, desde o sopro – vida -, em substância e potência, dado pelo Espírito criador, por meio da Luz energia – Fohat -, que em potência nos outorga à Alma – Psique, já na condição de Ser – Eu sou! (Êxodo 3:14) Em Unidade com o Pai eterno, Verbo de Deus (São João 1:1-2-3-4-14), que está em Filosofia, como: Logos e Razão, (cf. Em  Heráclito de Éfeso;  e Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant).

Evidente, que o Ser é sábio, e possui conhecimento  das experiências no planeta em vários outros ciclos, que o corpo matéria, como possui ambição, cobiça, vaidade, orgulho, e egoísmo, escolhe persistir no pecado, por considerar o pecado meio para obter e satisfazer seus desejos do ego, com efeito, unir-se à sedução e encantos propostos pelas ciladas do Espírito maligno como está em (1 João  3:4-8).

Logo  à ação maligna  está na concepção de que, nada há além do poder e dinheiro, e aquele que o tem, possui tudo, inclusive morada na casa do Pai. De fato, não acontece desta forma, porque o mau procedimento é pacto como aliado com o demônio e diabo, cujo resultado está em dormir e fazer necessidades biológicas, simplesmente, sonhar com seu famoso sócio, e garantir   sua morada calefada em liquidação no, pelo quinto do Inferno.

Logo à escolha é sua, não há interesse e conveniência, vantagem material, egoísmo satisfeito, vaidade, orgulho, nem trabalho escravo, calúnia, injúria, difamação, não adiante falar o que não é, nem explorar o próximo, para ingressar  pela Senda no Reino de Deus é necessário e imprescídivel justificar pela fé e obra viva (Tiago 2:16-17), pelo mérito de  virtudes de tolerância, fortaleza, sabedoria, discernimento, conselho, ciência, piedade e temor a Deus, concretizadas no  Amor e Sabedoria, porque revestido do novo hoem, imagem e semelhança de Deus, em justiça e santidade (Efésios 4:23-24), pois o mérito está em colher aquilo que estiver plantado, porque o que plantar isso msmo colherá (São Lucas 8:4-15; Marcos 4:1-9; Mateus 13:4-23, Gálatas 6:7).

No entanto, não há como  iludir – Mãya – o próximo, com falsidades, e demagogias, próprias dos insensatos, porque à condição de servo está de bom tamanho, pelo fato, de o servo, está para servir, e  realizar o melhor. Quanto a submissão ao regime de escravidão é degração, humilhação do outro,  e não o trata-lo como ser – gente -, mas sim, como explorado imoralmente, contra o Direito, e infringe à Lei de Deus, porque deve amar o próximo como a si mesmo (Marcos 12:31 e Mateus 22:38-39).

Deve-se por meio da consciência plena, e lucidez, observar o significado da ressurreição de Jesus Cristo – Verbo de Deus -, enviado do Pai, e igual o Pai, pois pela sua morte de cruz nos transforma por vencer à morte em Adão, riscar do nosso passaporte ao reino o pecado original, tendo nos redimido, e pela primícias da ressurreição, pelo Sim (São Lucas 1:28-38) de sua Santíssima Mãe Maria, põe-nos de fato e direito, em unidade com o Pai, porque todo aquel que nele crê nele e na sua palavra, e  tiver sido  batizado pela água e o Espírito Santo, não será condenado (Marcos 16:16), jamis será submetido aos grilhões da morte, porque em Cristo é vida eterna, e à colheita dos frutos de sua plantação.

Em sede de Direito, à prática do bem e a crença na plavra do Mestre e Luz do Mundo – Jesus de Nazaré, e observar os mandamentos da lei de Deus, inibirá à criminalidade hostensiva existente, atualmente, em boa parte do planeta, especialmente à violência, crueldade, maledicência, exploração do homem pelo hoem, cujo mau procedimento o Direito doutrinariamente e pelo ordenamento Jurídico  veda  tais ações malignas, conhecidas como vriminosas, ofensiva à Lei, e à paz pública, também, faz com que à bondade do Senhor Deus criador, extrapole o razoável, e sua energia com à graça de proteção contra o mau procedimento permaneçam escassas, pela ausência de meditação, vigilância e oração, e como ensina  Renê Descartes: “Se penso, então,  Eu sou!”

Logo se quiser Ser, por pensar deve observar  à proteção em favor dos Vulneráveis, a saber:

“Art. 5º.....

Parágrafo único. Criança, adolescente, à mulher, e idoso com deficiência”. Definido   expressamente  no Parágrafo único, do Art. 5º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, combiando com o disposto no Código Civil Brasileiro – LEI Nº 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE   2.002, e às infrações penais previstas no Art. 129 §13º, trata de  lesão corporal praticada contra a mulher, no contexto de violência doméstica.  Art. 238. Art,139, Art. 140 §§ 2º 3º, Art. 146, Art 147-B, violência contra a mulher.  Art. 158. Art. 159, todos do Código Penal Brasileiro, como também a innfração contra o direito fundamental e humano, estabelecidas no Art. 5º, seus incisos e parágrafos, da Constituição Federal da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro  de 1.988.

Dito isto, mostremos ao Pai eterno, e seu Filho – Jesus Cristo, ambos são Um, que estamos de consciência ajustada e engajadas na compreensão e na dor da humilhação imposta a nosso irmão e Mestre, como flagelo, coração de espinhos, e escárnio   executados pelos soldados, que o deram uma vara na mão direita, vestiram-no com púrpura vermelha, e ajoalhos dizem:  - Salve, o Rei dos Judeus! Depois, na hora da Leirua da Sentença cruel de Pilatos, trouxeram-lhe à cruz, para o mesmo a carregasse até o Calvário – monte da Caveira -, e é crucificado no meio de dois condenados;

Diante disso, vamos  refletir e meditar sobre o que significa à morte de cruz de um ser de mãos limpas e inocentes;

Igualmente, suplicar ao Pai e ao Espírito Santo, que nos dê proteção, e que com nosso srdor do coração, suplicar que recebamos sempre sua generosa bondade, po4que estamos incluídos na dor e no sofrimento em favor do bem da humanidade, e particularmente, do nosso, com a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Verbo de Deus feito carne, para viver e habitar entre nós;

Deixase, também, nosso terno e cordial abraço a todos e a todas, com afetiva fraternidade.

Criciúma (SC), 22 de março de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB/SC nº 003978.

 

Bibliografia:

1)       Blavatsky, Helena P, A VOZ DO SILÊNCIO – VERSÃO EM PORTUGUÊS DE FERNANDO PESSOA,  pp. 105.106,  Editora Teosófica –DF, 3ª edição, 2.018.



[1]   Blavatsky, Helena P, A VOZ DO SILÊNCIO – VERSÃO EM PORTUGUÊS DE FERNANDO PESSOA,  pp. 105.106,  Editora Teosófica –DF, 3ª edição, 2.018.

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