COM O PERDÃO,
PELA TRANSFORMAÇÃO DO CORAÇÃO HUMANO, HABILITA
PELO PERDÃO À PRATICAR O – AMOR – INCONDICIONAL, EM UNIÃO COM DEUS, E VERDADEIRO.
(§50) De todas qualificações, o Amor é a mais
importante, pois se for bastante forte em um homem, impele-o a adquirir todas
as demais, e todas as demais sem o Amor nunca seriam suficientes.
Freqüentemente é expresso com um intenso desejo pela libertação da roda de
nascimentos e morte, e de união com Deus.
Porém, entende-lo deste modo parece egoísta, e transmite apenas uma
parte de seu significado. Não é tanto
desejo como vontade, resolução, determinação. Para produzir seu resultado, essa
resolução deve preencher de tal modo toda a tua natureza que não deixe lugar
para qualquer outro sentimento. É, na verdade, a vontade de ser uno com Deus,
para que possas escapar para à fadiga e
ao sofrimento, mas para que, por causa de teu profundo Amor por Ele, tu possas
agir com Ele, e como Ele age. E porque Ele é Amor, tu, se quiseres tornarte uno
com Ele, deves também estar pleno de perfeito altruísmo e Amor.
(§51) Na vida diária isto significa duas coisas: primeira, que deves ser cuidadoso para não
causar dor a nenhum ser vivo; e segunda, que deves estar sempre vigiando por
uma oportunidade de prestar auxílio.
(§52) Primeiro, não causar dor. Há três pecados que
causam mais dor do que todos os outros
no mundo – a maledicência, a crueldade e a superstição – porque são pecados
contra o Amor. Com esses três pecados, o homem que quiser encher seu coração
com o Amor de Deus, deve vigiar incessantemente”. [1]
Jiddu Krishnamurti
Certeza do Amor como Qualificação:
Evidente, que o Amor como Lei do Universo, e
dignifica à afeição existente entre os seres, em unidade
amorosa com Deus, expressa na prática, como critério de verdade existente,
entre ambos os já na senda do ser, realizar-se-á em plena
harmonia e e unidade, em razão de terem abolidos: - A maledicência, crueldade,
e violência, cobiça, inveja, e vaidade, e terem alcançaso pela senda o reino de
Deus, como explicitado está em São Mateus 5:43045.22:38-39-40; São Marcos
12:31; São João 13:34.15:12; São Lucas 6:35; 1 João 3:18. 4:7-8-19-20; Hebreus 13:1; Romanos 13:8; 1 Coríntios 4:7-9; Efésios 5:25; Tito 2:4;
Colossenses 3:20; Provérbios 17:17; Levítico 19:34; Eclesiastes 9:9; Êxodo
20:12; 1 Pedro 1:22.
1 – INTRODUÇÃO:
È verdade, que somente pelo Amor incondicional que
se concretizam ações de bondade, em obras de fe, em razão de que o justo
expressa suas obras como o justo viverá pela
fé, como está em (Romano 1:17), como se lê, a seguir:
“17 Porque nele se revela a
justiça de Deus, que se obtém pela fé e
conduz à fé, como está escrito: O justo
viverá pela fé”. (Romanos 1:17).
E, como se crê que só realiza a justiça como boa
ação, aquele que amar, efetivamente, com eficiência, empenho, e coragem, e
estiver apto ao cumprimento do mandamento expresso:
”6 Bem-aventurados os que têm
fome e sde de justiça, porque serão saciados!” (São Mateus 5:6).
39 E o segundo, semelhante a
este, é: Amarás teu próximo como a ti
mesmo.
40 Nesses dois mandamentos se reunem
toda a Lei e os Profetas.” (São Mateus 22:39-40).
Logo está aí toda nossa capacidade e habilidade de
realizarmos o bem, e ingressarmos no
número dos escolhdidos à obter à graça de felicidade – mérito de virtudes -,
também, encontrarmos a porta aberta do reino pelo merecimento, e estado de de
justiça e santidade, em vigília incessante,
e, oração previdente para que não entrar em tentação (São Mateus 26:41).
Logo aparência, interesse e conveniência não
equaciona o pecado, já que se trata de infração objetiva contra o próximo e
Deus.
Não se deve acolher a ilusão, e nem opinião, porque
opinião é, exclusivamente, sua (cf.
Platão A República), sem nada construir de útil à humanidade. O caminho é estar sempre em busca de verdade, interior,
fluida da mente ao coração. Por isto, não há opinião que leve consigo ao rei de
Deus. Só verdade liberta e realiza o bem, pela obra e pela fé.
2 – O PERDÃO É ESSENCIAL AO BEM, POR RESTAURAR À
SAÚDE E O MAU ESTAR DE CONSCIÊNCIA E CORAÇÃO:
Pois, não se conhece melhor caminho que o perdão às
sytocidades, insolência, soberba, orgulho, utilização de palavras caluniosas, e
má fé, daquele que não possui humildade para discernir o bem do mal, certo e
errado, cujo elmento só age pelo amor à matéria, seu ego conhece, o que
significa poder e dinheiro. Pois o mau só conhece à extorsão, apropriação
indevida, praticar violência e crueldade malecidente contra à mulher, criança e
adoleste, e o idoso com deficiência.
Então, estes so enxergam pela cobiça, inveja (doença do olho gordo como
escreve Santo Tomás de Aquuno).
No entanto, não se pode deixar ter esperança, pois
é necessário à conversão, e fazer penitência, porque não exercitar a humildade,
e não tiver desejo de se transformar à existência neste ciclo terrestre será
´nutil, porque se retorna à roda das vidas e mortes, então, urgente e retoa fazer da existência o Dharma, que significa
transformar o mau procedimento em bondade, por meio da escolha, como se pode
observar no diz Raul Branco a seguir:
“Perdoar equivale descartar o lixo
psicológico da mesma forma que fazemos com o lixo orgânico depois das
refeições. Todo lixo acumulado deixa um cheiro ruim no ambiente. O lixo
psicológico é uma clara indicação que há algo podre em nossos sentimentos
que, por ignorância, insistimos em
guardar no nosso coração.
O discernimento é necessário
no perdão, como em todas as situações da vida. Ao perdoar não preciso concordar e nem apoiar o
comportamento prejudicial ou antissocial do outro. O perdão é uma atitude interior e não um ato
externo, muitas vezes teatral. O objetivo do perdão não é mostrar que temos uma
natureza superior e magnânima. Tampuco tem o propósito de mudar ou envergonhar
o outro, mas simplesmente mudar nossa maneira de ver o mundo e, com isso, mudar
os pensamentos negativos ou de discórdia que nutrimos em nossa mente. Dessa
forma, alcançaremos seu verdadeiro propósito que é trazer paz para nossa
mente, abrir caminho para o amor
incondicional e permitir que venhamos sentir a verdadeira alegria e livrar-nos
dos venenos do pecado” [2]
Raul Branco.
Logo à lição que nos oferece Jesus ao perdoar à
mulher, que os fariseus desejam apedrejá-la, o que diz Raul Branco está
compatível com a doutrina do mestre quando disse à mulher: “Nem eu te condeno;
Vai e não tornes a pecar.” (São João 8:7-9-10-11).
O perdão é generosidade e coração que deseja estar
limpo, assim, como às mãos, e se deduz estar como marco existencial e
situacional da prática e exercício de amor incondicional, de amar o próximo
como a si mesmo, é a segunda lei do universo, e principal, que fecha à lógica
do raciocínio, por meio da premissa fundamental e maior: O Amor!
Certamente, como à Palavra do Senhor todo dia é
alimento ao coração, e abre-nos horizontes com luz viva e fulgurante, que nos acalanta em nova
perspectiviva no reino do céu azul.
Então, o perdão, é bem, e à sabedoria é dom vindo do Espírito criador e doador
de dons e graças, sendo por isto, que estamos aqui com fé, esperança na palavra
viva, que está posta na descrição do
cego curado por Jesus, e que os fariseus e os demais n\ão aceitam, e Jesus mandou o cego lavar-se
na piscina de Siloé, que significa – enviado -, e homem cego saiu curado, e
enxergando e o que se lê no Evangelho (São João
9:1-41)
— Louvor e honra a vós, Senhor Jesus.
— Pois eu sou a luz do mundo, quem nos diz é o
Senhor; e vai ter a luz da vida quem se faz meu seguidor! (Jo 8,12)
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo +
segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo:
1 ao passar, Jesus viu um homem
cego de nascença. 2Os discípulos perguntaram a Jesus: 'Mestre, quem pecou para
que nascesse cego: ele ou os seus pais?'
3 Jesus respondeu: 'Nem ele nem
seus pais pecaram, mas isso serve para que as obras de Deus se manifestem nele.
4 É necessário que nós realizemos as obras
daquele que me enviou, enquanto é dia. Vem a noite, em que ninguém pode
trabalhar.
5 Enquanto estou no mudo, eu sou a luz do
mundo.'
6 Dito isto, Jesus cuspiu no chão,
fez lama com a saliva e colocou-a sobre os olhos do cego.
7 E disse-lhe: 'Vai lavar-te na piscina de
Siloé' (que quer dizer: Enviado). O cego foi, lavou-se e voltou enxergando.
8 Os vizinhos e os que costumavam
ver o cego — pois ele era mendigo — diziam: 'Não é aquele que ficava pedindo
esmola?'
9 Uns diziam: 'Sim, é ele!' Outros
afirmavam: 'Não é ele, mas alguém parecido com ele.' Ele, porém, dizia: 'Sou eu
mesmo!'
10 Então lhe perguntaram: 'Como é
que se abriram os teus olhos?'
11 Ele respondeu: 'Aquele homem
chamado Jesus fez lama, colocou-a nos meus olhos e disse-me: 'Vai a Siloé e
lava-te'. Então fui, lavei-me e comecei a ver.'
12 Perguntaram-lhe: 'Onde está
ele?' Respondeu: 'Não sei.'
13 Levaram então aos fariseus o
homem que tinha sido cego.
14 Ora, era sábado, o dia em que
Jesus tinha feito lama e aberto os olhos do cego.
15 Novamente, então, lhe
perguntaram os fariseus como tinha recuperado a vista. Respondeu-lhes: 'Colocou
lama sobre meus olhos, fui lavar-me e agora vejo!'
16 Disseram, então, alguns dos
fariseus: 'Esse homem não vem de Deus, pois não guarda o sábado.' Mas outros
diziam: 'Como pode um pecador fazer tais sinais?'
17 E havia divergência entre eles.
Perguntaram outra vez ao cego: 'E tu, que dizes daquele que te abriu os olhos?'
Respondeu: 'É um profeta.'
18 Então, os judeus não
acreditaram que ele tinha sido cego e que tinha recuperado a vista.
Chamaram os pais dele
19 e perguntaram-lhes: 'Este é o
vosso filho, que dizeis ter nascido cego? Como é que ele agora está
enxergando?'
20 Os seus pais disseram: 'Sabemos
que este é nosso filho e que nasceu cego.
21 Como agora está enxergando, isso não
sabemos. E quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Interrogai-o, ele é
maior de idade, ele pode falar por si mesmo.'
22 Os seus pais disseram isso,
porque tinham medo das autoridades judaicas. De fato, os judeus já tinham
combinado expulsar da comunidade quem declarasse que Jesus era o Messias.
23 Foi por isso que seus pais
disseram: 'É maior de idade. Interrogai-o a ele.'
24 Então, os judeus chamaram de
novo o homem que tinha sido cego. Disseram-lhe: 'Dá glória a Deus! Nós sabemos
que esse homem é um pecador.'
25 Então ele respondeu: 'Se ele é pecador, não
sei. Só sei que eu era cego e agora vejo.'
26 Perguntaram-lhe então: 'Que é
que ele te fez? Como te abriu os olhos?'
27 Respondeu ele: 'Eu já vos
disse, e não escutastes. Por que quereis ouvir de novo? Por acaso quereis
tornar-vos discípulos dele?'
28 Então insultaram-no, dizendo:
'Tu, sim, és discípulo dele! Nós somos discípulos de Moisés.
29 Nós sabemos que Deus falou a
Moisés, mas esse, não sabemos de onde é.'
30 Respondeu-lhes o homem:
'Espantoso! Vós não sabeis de onde ele é? No entanto, ele abriu-me os olhos!
31 Sabemos que Deus não escuta os
pecadores, mas escuta aquele que é piedoso e que faz a sua vontade.
32 Jamais se ouviu dizer que
alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.
33 Se este homem não viesse de Deus, não
poderia fazer nada'.
34 Os fariseus disseram-lhe: 'Tu
nasceste todo em pecado e estás nos ensinando?' E expulsaram-no da comunidade.
35 Jesus soube que o tinham
expulsado. Encontrando-o, perguntou-lhe: 'Acreditas no Filho do Homem?'
36 Respondeu ele: 'Quem é, Senhor,
para que eu creia nele?'
37 Jesus disse: 'Tu o estás vendo;
é aquele que está falando contigo.' Exclamou ele:
38 'Eu creio, Senhor'! E
prostrou-se diante de Jesus.
39 Então, Jesus disse: 'Eu vim a
este mundo para exercer um julgamento, a fim de que os que não veem, vejam, e
os que veem se tornem cegos.'
40 Alguns fariseus, que estavam
com ele, ouviram isto e lhe disseram: 'Porventura, também nós somos cegos?'
41 Respondeu-lhes Jesus: 'Se fôsseis cegos,
não teríeis culpa; mas como dizeis: 'Nós vemos', o vosso pecado permanece.”
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Na verdade, verifica-se o exposto no presente
Evangelho à forma que a sociedade da época tratava os doentes e limitados como
o cego, pois apareceu Jeusus na vida do mesmo, e o cura da enfermidade, e a
classe dominante acha ruim, então, o que
devemos deduzir daquilo que é realizado atualmente com a utilização da
violência, crueldade, exploração, cobiça dos bens, e maus tratos existentes dia a dia, porque com advento da
Lei que protege os vulneráveis, como criança, adolescente, à mulher, e idoso
com deficiência, tipificado no Parágrafo único, do Art. 5º, da Lei nº 13.146,
de 6 de julho de 2.015,
Conclui-se, está urgente e necessário à abolição da
nossa cultura este comportamento maléfico, e doloso contra à mulher e o idoso
com deficiência. O direito assegura o bem e o cumprimento de Direitos Humanos.
3 – DITO ISTO,
que neste domingo, tenhamos conosco sempre a graça do perdão, a fim de
garantirmos o verdadeiro amor incondicional, e respeiro a todos os seres
humanos com alguma forma de limitação;
Por isto, supliquemos humildemente e de coração
aberto ao Senhor Deus que nos dê a graça da paz, e proteção contra os perigos e
os espírito malignos que praticam o mau procedimento da violência contra os
fragilizados;
Que, deixa-se com reflexão e meditação, nosso
cordial e afetuoso abraço a todos e à todas.
Criciúma (SC), 19 de março de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia
OAB/SC nº 003978.
4 - Bibliografia:
1)
Krishnamurti, Jiddu, AOS PÉS DO MESTRE, pp. 78.79.80.81,
Editora Teosófica, 8ª edição em
Português, maio de 2.010;
2)
Branco, Raul, A ESSÊNCIA DA VIDA ESPIRITUAL, pp. 86.87,
Editora Teosófica, 2.018.
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