LOGO
É SUBSTÂNCIA E POTÊNCIA,
A
ESSÊNCIA QUE:
A
TERCEIRA IDEIA É A DE QUE O HOMEM É O
MICROCOSMO.
ASSIM
SENDO, TODAS AS HIERARQUIAS DOS CÉUS
EXISTEM NELE.
NA
VERDADE NÃO EXISTE NEM MACROCOSMO NEM MICROCOSMO,
MAS
UMA EXISTÊNCIA. O GRANDE E O PEQUENO
SÓ
EXISTE COMO TAIS QUANDO VISTO POR
UMA
CONSCIÊMCOA LIMITADA.
A
QUARTA
E
ÚLTIMA IDEIA
É
AQUELA
EXPRESSA
NO
“GRANDE
AXIOMA” HERMÉRICO QUE,
NA
VERDADE,
RESUME
E
SINTETIZA TODAS AS OUTRAS:
COMO
O INTERNO, ASSIM É O EXTERNO; COMO O GRANDE, ASSIM É O PEQUENO; COMO É ACIMA,
ASSIM É ABAIXO; - ÚNICO. NADA É INTERNO, NADA É EXTERNO,
NADA
É GRANDE,
NADA
É PEQUENO,
NADA
É ALTO,
NADA
É BAIXO
NA
ECONOMIA DIVINA. [1]
EIS,
PORQUE Pedro,
HUMILDEMENTE,
DISSE:
“SENHOR,
LAVAI
MEUS PÉS, MINHAS MÃOS
E
A CABEÇA” (SÃO JOÃO 13:9).
6.
O Lava-Pés
“Levantaram-se
da mesa e, enquanto mudavam e arranjavam
as vestes, como costumavam fazer antes da oração solene, entrou o
mordomo, comm dois criados, para levar a mesa, tirá-la do meio dos assentos que
a cercavam e pô-la ao lado. Yendo feioto
isso, recebeu ordem de Jesus para trazer
água ao vestíbulo e saiu da sala, com os dois criados, Jesus, em pé no meio dos Apóstolos, falou-lhes muito tempo
em tom solente. Mas tenho até agora visto e ouvido tantas coisas, que não é
possível relatar com exatidão a matéria de todos os discursos. Lembro-me que falou do seu reino, de sua ida
para o Pai, prometendo-lhes deixar tudo o que possuía, etc. Também pregou sobre a penitência,
exame e confissão das faltas,
arrependimento e purificação. Tive a
impressão de que essa instrução se relacionava com o Lava-Pés e vi também que
todos conheceram os seus pecados e se arrependeram, comm exceção de Judas. Esse discurso foi longo e solene. Tendo terminado, Jesus mandou João e Tiago o menor trazerem a a´gua do
vestíbulo, ordenando ao Apóstolos que
colocassem os assentos em semicírculo, Ele próprio foi ao vestíbulo, despiu o
manto e arregaçando a túnica, cingiu-se
com um pano de linho, cuja
extremidade mais longa pendia para baixo.
Durante
esse tempo tiveram os Apóstolos uma discussão, sobre qual deles devia ter o
primeiro lugar; como o Senhor lhes anunciara claramente que os ia deixar e que o seu reino estava perto, surgiu denovo
entre eles a opinião de que Jesus tinha aspirações secretas, um triunfo terrestre, que se realizaria no último
momento.
Jesus,
que estava no vestíbulo, deu ordem a João para trazer uma bacia e Tiago o Menor
para trazer umm odre cheio de água, transportando-o
diante do peito, de modo que o bocal pendesse sobre o braço. Depois de ter derramado á águra do odre na
bacia, mandou que os dois O seguissem à sala, onde o mordomo tinha posto no
meio outra bacia maior, vazia.
Entrando
pela porta da sala, de forma humilde,
Jesus censurou os Apóstolos em poucas palavras, por causa da discussão havida
antes entre eles, dizendo, entre outras
coisas, que Ele mesmo queria servir-lhes de criado, que tomassem os assentos,
para que os lavasse os pés. Então se sentaram, na mesma ordem em que foram
coloxados à mesa, tendo sido os assentos dispostos em semicírculos. Jesus, indo de um a outro,
derramou-lhes sobre os pés água da bacia, que João sucessivamente colocava sob
os pés de cada um. Depos tomava o Mestre a extremidade da toalha de linho, com
que estava cingido e enxugava-lhes os pés com ambas as mãos. Em seguida se aproximava, com Tiago do
Apóstolo seguinte. João esvaziava de cada vez a água usada, da grande bacia que
estava no meio da sala, e Jesus, enchia de novo a bacia, com água do odre que
Tiago segurava, derramando-a sobre os
pés do Apóstolos e enxugando-lhos.
O
Senhor, que durante toda ceia pascal se mostrara singularmente afetuoso,
desempenhou-se também desta humilde função com o mais tocante amor. Não o fazia
como uma cerimônia, mas como um ato santo de caridade, exprimindo nele todo o
seu amor.
Quando
chegou a Pedro, este quis recusar, dizendo: “Sehor, Vós me quereis lavar
os pés?” Disse, porém, o Senhor: “Agora
não entendeis o que faço, mas entende-lo-ás no futuro”. Pareceu-me que
lhe disse em particular: “Simão, tens merecido aprender de meu Pai quem sou eu,
donde venho e para onde vou; só tu o tens conhecido e confessado; por isso,
construirei sobre ti a minha Igreja, e
as portas do inferno não prevalecerão contra Ela. O meu poder há de ficar
também com os teus sucessores, até o fim do mundo.” Jesus indicou-o aos outros,
dizendo-lhes que Pedro devi substituí-lo na administração e no governo da
Igrejaj, quando Ele tivesse saído deste mundo. Pedro, porém, disse: “Vós não me
lavareis jamais os pés.” O Senhor respondeu-lhe: “Se eu não tos lavar, não
terás parte em mim.” Então lhe disse Pedro: “Senhor, não me lavareis somente os
pés, mas também as mãos e a cabeça.” Jesus respondeu: “Quem foi lavado, é puro
no mais, não é preciso lvar senão os pés. Vós também estais limpos, mas não
todos.” Com estas palavras referiu-se a Judas.
Jesus,
ensinando sobre o lava-pés, disse que era
purificação das faltas quotidianas (diariamente), porque os pés,
caminhando descuidamente na terra, se sujavam continuamente.
Esse
banho dos pés era Espíritual e uma espécie de absolvição. Pedro, viu nele apenas uma humilhação muito grande para o
Mestre; não sabia que Jesus, para salvá-lo e a outros homens, se humilharia na
manhã seguinte até à morte ignominiosa
da Cruz.
Quando
Jesus lavou os pés de Judas, mostrou-lhe uma afeição comovedora; aproximou o
rosto dos pés do Apóstolo infiel, dissi-lhe muito baixo que se arrependesse,
pois que já por um ano pensava em tornar-se infiel e traidor. Judas, porém,
parecia não querer perceber e falava com João. Pedro irritou-se com isso e
disse-lhe: “Judas, o Mestre fala-te.” Então disse Judas algumas palavras vagas
e evasivas a Jesus, como: “Senhor, tal
coisa nunca farei.”
Os
outros não perceberam as palavras que Jesus dissera a Judas, pois falara baixo
e eles não prestaram atenção; estavam oucupados em calçar as sandálias. Nada,
em toda a Paixão, aflingiu tão profundamente o Senhor como a traição de Judas.
Jesus lavou depois ainda os pés de João e Tiago. Primeiro, se sentou Tiago e
Pedro segurou o odre de água, depois se sentou João e Tiago segurou a bacia.
Jesus
ensinou ainda sobre a humildade, dizendo
que aquele que servia aos outros, era o maior de todos e que dalí em diante
deviam lavar humildemente os pés uns dos
outros; tocou ainda na discussão sobre qual deles havia de ser o maior, dizendo
muitas coisas que se encontram também no Evangelho.
“Sabeis
o que vos fiz? Vós me chamais de Mestre e Senhor e dizeis bem, porque o
sou. Se eu, sendo vosso Senhor e
Mestre, vos lavei os pés, logo deveis
também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu
fiz, assim façais vos também. Em verdade, em verdade vos digo: não é o servo
maior que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Se
sabeis estas coisas, bem-aventurados seres se também as praticardes. Não digo isto de todos vós; sei os que tenho
escolhido; mas é necessário que se cumpra o que diz a Escritura: “O come o pão
comigo, lavantará contra mim o calcanhar.” Desde agora vos digo, antes que
suceda; para que quando suceder, creais que sou eu. Em verdade, em verdade vos
digo: O que recebe aquele (que eu enviar, a mim me recebe; e o que me recebe a
mim, recebe Aquele que me enviou.” (João 13:12-20).
Jesus
vestiu de novo as vestes. Os Apóstolos desenrolaram também as ves, que antes
tinham arregaçado, para comer o cordeiro pascal.” [2]
Anna Catharina
Emmerich.
VIDA, PAXÃO
E GLORIFICAÇÃO
DO CORDEIRO
DE DEUS.
É
indubitável, razoável com evidência da Lógica – Organom – de Aristóteles, a
lição de Mestre enviado – Siloé -, pela
bondade generosa do Pai, em Unidade com seu Filho, e criador e doador de graças
e dons pelo Espírito Santo – Paráclito, advogado e consolador, que envia seu
Filho único, gerado como homem pela sempre bem-aventurada Virgem Maria Mãe, que
pelo – Sim – gerou com sangue e DNA, em substância divina, Verbo que se fez
carne humana, para habitar entre nós (João 1:14).
Logo à Santíssima Mãe do Filho de Deus e nossa
está como ser e Mulher, com “Alama de
Ouro” como humanidade (cf. Platão, A República, Livro III, §415 a-e, pp. 109.
110, Editora Martin Claret, 18ª Reimpressão, 2.016).
Logo
Jesus Cristo que nos revestiu do novo homem, pela ressurreição, imagem e
semelhança consigo e o Pai, em justiça e santidade (Efésios 4:23-24), que
dá-nos exemplo de humildade com notável fraternidade, quando à Liturgia desta
quinta-feira, proclama o Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 13:1-15,
que cuida do Lava-Pés, ato fraterno e humilde, realizado como exemplo pelo
Mestre, que ensina aos Apóstolos, e recomenda, que devem fazer o procedimento
uns aos outros.
É
dever ser, dar sempre bom exemplo e abolirmos o pecado e a criminalidade, pois
e triste e inconcebível à existência em nosso Estado, psicopata, que ceita a
vida de criança em creche, como está veiculada na imprensa do Estado de Santa
Catarina, pois à ação é deplorável, hedionda, e satânica. Logo, como se
justificar à existência de elmento com nome humano, assemelhado aos monstrengos
de Tloglódia, conhecidos com o étimo de: - Troglodita.
Então,
do ponto de vista do bom direito, justificados pela fé e pelo sangue de Nosso
Senhor Jesus Cristo (Romanos 5:1-12).
Logo
por força de nosso comprometimento com à palavra anunciada – nunciada – pelo bom
exemplo de humildade em lavar-pés dos Apóstolos, inclusive, o traidor e falso
judas, e que Pedro disse: “Senhor, não laveis apenas os pés, mas as mãos e a
cabeça (São João 13:9).
Eis o caminho para nos livrarmos da maledicência
macabra, praticada ordinariamente, contra vulneráveis e fragilizados, como:
Criança, adolescente, à mulher e idoso
com deficiência, atrocidades como violência, crueldade, vaidade, inveja,
extorsão, apropriação indevida, egois, e
exploração do homem pelo hoem, como se deduz no previsto em Parágrafo
único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, com
binado com o Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro
de 2.003, conforme à nova redação a alguns dispositivos dado pelo Lei nº
14.423, de 22 de julho de 2.022.
Desejo
neste momento prestar nossas homenagens ao Senhor Pedro Vico, residente e
prestar de seus serviços no Balneário Campo Bom, Jaguaruna – SC, como Literatura
de Cordel – Vida Comunitária de Campo Bom – Jaguaruna -, publicado e apresentado em reunião de
Filosofia, pelo ilustre Professor Celso de Oliveira de Souza, que discorreu com
sobre a questão prática no dia ontem: O ETINOCENTRISMO.
Diante
do exposto, e com coração consternado com o triste exemplo que nos dá Judas,
pela cruel traição, como escarnecido beijo traidor, entregara no dia que na
ceia, Jesus em substância e potência institui-nos à Eucaristia, junto com
Lava-Pés, pois isso, nos faz com igual humildade seguirmos o bom exemplo, e
generosidade de Jesus de Nazaré, e rogarmos que nos dê à graça, e força do
Espírito Santo – Paráclito -, para de fato, eliminarmos e abolirmos toda sorte
de maledicência e concupiscência de nosso meio, sempre com a intercessão da
Boníssima e Santa Mãe de Deus e nossa, e dixa-se nosso mais fraterno e cordial
abraço a todos e à todas.
Criciúma
(SC), Quinta-feira Santa - 6 de abril de
2.023.
Gilson
Gomes
Advogado
e Filosofia.
OAB
nº SC 003978.
Bibliografia:
1) Blavatsky,
Extraido da obra de Helena P, FUNDAMENTO DA FILOSOFIA ESOTÉRICA, pp 24.
25, Editora Teosófica –DF, 3ª edição,
2.011;
2)
Emmerich, Anna Catharina, VIDA, PAIXÃO E GLORIFICAÇÃO DO CORDEIRO DE
DEUS, pp. 126. 127. 128. 129, MIR
EDITORA, 19ª Edição 2.022;
3)
Platão, A República, Livro III, §415
a-e, pp. 109. 110, Editora Martin Claret, 18ª Reimpressão, 2.016.
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