O DESEJO SINCERO E VERDADEIRO DE CADA QUAL EM SUA EXISTÊNCIA ESTÁ EM SABER QUE: “ONDE ESTÁ SEU TESOURO, TAMBÉM LÁ ESTÁ O SEU CORAÇÃO” (SÃO MATEUS 6:21), E TER CONSCIÊNCIA DE QUE A ENERGIA DIVINA DERIVA NO PRÃNA (SÃNSCRITO). Princípio vital; o sopro da Vida.
1.
Evidente, que o desenvolvimento da
humanidade, acontece por meio de
Processo Civilizatório em milênios de da busca do conhecimento. Com certeza,
nada ocorreu por acaso, nem pela fatalidade, mas sim, pea necessidade e
exigência ddas Leis universais, difusas,
emanadas da eletricidade – energia emanada da entidade Uma e o Logos, que regem
à ordem do Sistema Solar e cósmico -, sem descuidar da fonte da
Espíritualidade, do ponto que origina-se
o conceito da inteligência, dons de
sabedoria, ciência e discernimento à conduzir-nos, indubitavelmente, à Luz,
pela existência de trevas que pairava sobre às águas, como se lê:
“2. A terra estava informe e vazia; as trevas
cobriam o abismo e o Espírito de Deus paraiva sobre às águas.” (cf. Gênesias
1:2)
Não
há dúvida alguma, que a Cadeia
Planetária, que está incluído o Planeta Terra nasceram pela vontade e desejo de
Ser, tanto às existências vitais, como as demais, existem pela ação lógica dos
construtores, ordenadas pelo Uno – Senhor Deus, em três em um só Ser,
igualmente, pelo Logo que são setes, que no caso, estão em quatro, e inclui-se
a Mãe, sendo por aí que derivam toda energia existente na natureza, como nos ensina à
sabedoria antiga:
“(a)
Os Mundos são construídos “à semelhança
das Rondas (que quer significar Ciclos) mais antigas”, isto é, das que: existiram nos Manvantaras precedentes e
entraram no Pralaya; pois a Lei que rege o nascimento, o crescimento e a morte
de tudo o que há no Cosmos, desde o Sol até o vagalume que voa sobre a releva,
é Uma. Há um incessante trabalho de perfeição em cada coisa nova que
surge; mas a Substância-Matéria e as
forças são sempre as mesmas. E essa Lei opera em cada planeta por meio de
várias Leis menores.
“Os
“Centros” (Laya) Imperecíveis” têm grande importância, e é preciso que a sua significação
seja bem compreendida, se queremos possuir
um conceito claro da Cosmogonia arcaica, cujas teoria são hoje apresentada pelo
Ocultismo Neste Momento, uma coisa pode afirmar-se: os Mundos não são construídos
nem sobre os Centros Laya, nem por cima, nem dentro deles, pois o ponto zero é
uma condição e não um ponto matemático.
b)
Tenha-se presente que Fohat, a Força consntrutora da Eletricidade Cósmica,
conforme se diz metafisicamente, brota -
como Rudra da cabeça de Brahmâ – “do cérebro do Pai e do seio da Mãe”, e depois
se metamorfoseou em macho e fêmea, ou seja:
polarizou-se em eletricidade positiva e negativa. Ele tem sete Filhos, que são
seus irmãos. Fohat vê-se obrigado a nascer mais de uma vez: sempre que dois de
seus”Filhos-Irmãos” se deixam aproximar demasiado um do outro, quer seja para
se abraçarem, quer para se combaterem. Para evitá-lo, ele une e consocia aqueles cujas naturezas são opostas, e separa os de
temperamentos semelhantes. Como é fácil perceber, isto se refere à eletricidade
gerada pela fricção, e à lei de atração entre dois objetos de polaridade
contrária, e de repulsão entre os de
polaridade idêntica.
Os
Sete “Filhos-Irmãis”, no entanto, representam e personificam as as sete formas de magnetismo cósmico
denominadas em Ocultismo prático os “Sete Radicais”, e cujos resultados
cooperativos e ativos são, entre outras energias, a Eletricidade, o Magnetismo,
o Som, a Luz, o Calor, a Coesão, etc. A
Ciência Oculta os define como efeitos supra-sensíveis em seu aspecto oculto, e como fenômenos
objetivos no mundo dos sentidos; os primeiros requerem faculdades anormais para
que possam ser percebidos; os últimos são cognoscíveis pelos nossos sentidos
físicos ordinários. Todos eles são emanações de qualidades espirituais ainda
mais supra-sensíveis, não personificadas, mas pertencentes a causas reais e
conscientes. Tentar uma descrição de
tais Entidades seria mais do inútil.
Deve
o leitor atentar em que, segundo os nossos ensinamentos, que consideram este Universo fenomenal como uma grande ilusão, quanto mais próximo
um corpo se encontre as Substância
Desconhecida, tanto mais ele se acerca da Realidade, por estar mais distanciado deste mundo de Mâyâ. Consequentemente,
embora a constituição molecular de tais corpos não possa ser deduzidas de suas
manifestações neste plano de consciência, possuem eles, do ponto de vista do
Adepto ocultista, uma estrura nitidamente objetiva, se não material, no Universo
relativamente numérico, oposto ao
fenomenal ou externo. Podem os homens de ciência, se lhes aprouver, chama-los
força ou forças geradora pela natureza, ou ainda “modos de movimento” da
matéria; o Ocultismo vê nesesses efeitos
os “Elementais” (forcas), e, nas causas diretas que os produzem, Obreiros
Divinos e inteligentes. A conexão intima dos Elementais, guiadas pela mão infalível,
dos Regentes – a correlação, poderíamos dizer -, com os elementos da matéria
pura manifesta-se como fenômenos terrestres, tais como a luz, o calor, o
magnetismo, etc. É verdade que nunca estaremos de acordo com os substancialistas
americanos, para quem toda força ou energia, seja luz, calor, eletricidade, ou
coesão, é uma “entidade”: seria o mesmo que dizer que o ruído produzido pelo
rodar de uma carruagem é uma entidade – confundindo e identificando assim o “ruído” com o “condutor”
que está fora ou com o Dono,, a “Inteligência Diretora”, que se acha dentro do
veículo. “Mas damos, certamente, aquele nome aso “Condutores” e as
“Inteligências diretoras” os Dhyân Chohans regentes, já dissemos.” (cf. Bllavatsky, Helena P., A DOUTRINA SECRETA
– Síntese da ciência, da religião e da filosofia – Volume I, pp. 189-190-191,
Editora Pensamento-Cultrix Ltda, 1ª Edição 1.980, 23ª Reimpressão – 2.017)
O
significado dos Étimos:
Manvantara
(Sânscrito). Período de manifestação, em
oposição a Pralaya (dissolução ou repouso); termo aplicado a vários ciclos, em
particular um Dia de Brahmâ, 4.320.000.000 anos – e a reinado de um Manu – 308.448.000.
(ver A Doutrian Secreta Vol II, p. 83). Literalmente, Manuantara – entre Manus.
Laya
ou Layam (Sânscrito). Da raiz “Li”, que
significa “dissolver, desintegar\”; ponto de equilíbrio (ponto zero) em física
e química. No ocultimos, é o ponto onde a substância se torna homogénea ou é
incapaz de agir ou de diferenciar.
Chohan
)Tibetano). “Senhor” ou “Mestre”, um líder: assim Dhyân´Chohan responderia
a “Lider dos Dhyãnis”, ou Luzes
celestiais – que em Inglês se traduz como “Arcanjos”.
Adepto
(Latim). Adeptus, “Aquele que alcaçou”. No ocultismo, aquele que atingiu o nível de iniciação aquele que tornou um
Mestre na filosofia esotérica.
Pois
no conhecimento da sabedoria antiga se encontra
informação que o Mestre Jesus de Nazaré, e companhia do notável de seus
seguidores, José de Arimatéia, dirigiu-se ao Tibet, lugar que adquiriu
conhecimento que aplica em sua pregação ensinamentos extraído de Mantra, e por
essta razão Fernando Pessoa, fez a tradução do livro orinário do Tibet, A Voz
do Silêncio, quando nos diz:
“133. Não julgues que partir os ossosrasgar a carne
e os músculos te unirão ao teu Ser silencioso. Não julgues que quando estão vencidos os pecados de tua forma
grosseira, ó vítima das tuas sombras, o
teu dever está cumprido para com a
natureza e o homem.
144. Viver para beneficiar a humanidade é o
primeiro passo. Praticas as seis gloriosas virtudes é o segundo.” (cf. Blavatsky, Helena P., A VOZ
DO SILÊNCIO – Versão em português de Fernnando Pessoa -, pp. 150-157, Editora
Teosófica – DF – 3ª Edição – 2.018).
Na
verdade, hoje como não pode ser diferente, é data que se celebra o dia da
Eucaristia, pois \corpus Christi é uma comemoração que faz parte da Igreja
Católica, e sua criação remonta ao
século XIII, durante o Pontificado de
Urbano IV (cf. Aquino, Prof. Felipe, HISTÓRIA DA IGREJA – Idade Média -. P.
295, Editora Cleófas, 5ª Edição – 2.021)..
Logo
“A Savedoria Antiga”, existe, e não se pode desprezar e nem fingir que a
esqueceu, porque se trata de instrução e de conhecimento formidável que nos
conduz ao aperfeiçoamento do conhecimento, crescimento e desenvolvimento humano
e social, igualmente, conduz-nos ao desejo e vontade de alcançar os predicados
de adepto e discipulado, em fraternidade humana, baseado na perfeição do Ser, no
conceito Metafísico de Aristóteles, comentado pelo Doutor Angélico – Santo Tomás
de Aquino, que nos põe no caminho de “justiça e santidade”, e nos
transforma em seres humanos melhores em aptidão e habilitação ao ingresso na
senda do reino de Deus, em cumprir o mandamento legal milenar entre os Antigos,
sacramentado poo Nosso Senhor Jesus Cristo, também conhecido pela doutrina
indiana e Tibetana, cujo o maior bem está em amar o próximo como a si mesmo (cf.
São Marcos 12:31 e São Mateus 22:39), e a Voz do Silêncio, tradução de Fernando
Pessoa, diz:
“113.
Mas mesmo a ignorância é preferível à erudição da cabeça sem à Sabedoria da Alma para iluminar e guiar.
120.
A “Grande Peneiradora” é o nome da “Doutrina
do Coração”, ó fidcípulo.” (cf. obra citada, A Voz do Silência, pp. 141-145).
Ora, para obter
conhecimento da Sabedoria Antiga e à obra A Doutrina do Coração, existe entre
às obras da amiga pessoal de Gandhi, e
que criou o grande Krishnamurti, é Annie Besant, com obras disponível à
disposição e venda, publicado também pela Editora Teosófica – Brasília.
Evidente, que a
Palestra dada ontem na ACIC, em Academia de Filosofia sobre a matéria é
importante, por levar cada qual a sua busca, especialmente, tomar consciência
que Filosofia nascida entre os Gregos, expressa em Platão e Aristóteles, vem
como forma de consolidar o conhecimento já existente em culturas Antigas como a
Hebraica, Indiana e Tibetano, e a deixada no Egito por Hermes Trimegisto,
também, não se deve esquecer, os Persas por meio de Zoroastro., e Caldeus, e
depois os Latinos, por meio de Roma, no campo do Direito.
Não há dúvida que o
crescimento humano está na base construída pelas civilizações, não podemos
negar que o Estado organizado nasce com o Rei Daví,, e lição de exploração e cativeiro de uma população se energa em
Bsbilônia, comentada e dita pelos Profetas Isaias, Jeremias, Ezequiel e Daniel,
cuja notícia nos são relatada pro Daniel
e Esdras, e o Livro descrito pela Rainha Ester, que fora grande Rainha da
Pérsia, e depois, à opressão realizada contra os Gregos pelos trinta e seis Tiranos, que levaram Sócrates
à morte por meio da cicuta.
2. Então, eu
suplico ao Corpo de Cristo, neste dia, em reverência e dignidade, porque:
“Estou
onde está meu pensamento; e o meu
pensamento frequentemente está onde se
encontra o que amo. O que mais facilmente ocorre é o que naturalmente deleita
ou agrada por costume. Por isso tu,
Verdade eterna, disseste de modo claro: “onde está o teu tesouro, aí está
também o teu coração.” (Nateus 6:21, antiga Vulgata). Se amo o céu, penso com
agrado no que é do céu. Se amo o mundo, regozijo-me com as felicidades do mundo
e contristo-me com suas adversidades. Se amo a carne, imagino com muita frequência
o que é da carne. Se amo o espírito,
deleito-me em meditar sobre realidades espirituais. Pois de todas aquelas
coisas que amo, falo e ouço de bom
grado, e levo comigo a imagem delas para casa.
Mas
bem-aventurado aquele homem que por causa de ti, Senhor, permite que todas as
criaturas dele se afastem, que faz violência à natureza e crucifica à
concupisciências da carnne com o fervor do espírito (cf. Gálatas 5:24), a fim
de que sua serenada consciência te ofereça uma oração pura e seja ele digno de
tomar parte nos coros angélicos, uma vez desembaraçado por dentro e por fora de
tudo o o que é terreno.” (cf. De Kempis,
Tomás, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 349-350,
Editora Paulus, 1ª Edição 2.019, 1ª Reimpressão – 2.021).
3. Diante de todo o
exposto, que com fundamento na Sabedoria Antiga, cresçamos no respeito ao
Direito, originado no Direito Romano, no ensinamento do Estpico Marco Túlio Cícero
e Lúcio Anaeo Sêmeca, sempre observa a Lei, usos e costumes, e não pratica os
vícios e pecados mortais, tipificados em crimes de violência, crueldade,
estelionato contra idoso, exploração, lesão corporal, assédio, injúria,
especialmente a racial, egoísmo, exploração do homem, cobiça e egoísmo,
especialmente à calúnia, contra à criança, adolescente, à mulher e a pessoa
idosa com deficiência. Expressamente a ação vedada em Lei, como está no Art.
5º, Parágrafo único, e Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, e do
art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, combinado com a Lei nº 14.423, de 22 de julho
de 2.022, e contra a violência domestica contra à mulher nos termos da Lei
Marinha da Penha – Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2.006, combinado com a Lei
nº 14.550, de 19 de abril de 2.023, e pelo estelionato contra pessoa idosa com
base no §4, do Art. 171, do Código Penal Brasileiro;
Que afinal, sejamos
dignos em exemplo, e vençamos nossas dificuldades, e ação dos inimigos, e de todos os perigos, sempre suplicando ao
Senhor Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, e com o auxílio da Bem-aventurada
sempre Virgem Maria, Mãe do Filho e nossa mãe.
E, com nosso carinho
e apreço, e pela nossa afeição, e reconhecimento de unidade recíproca, deixamos
nosso cordial e fraterno abraço a todos e à todas.
Criciúma (SC), 8 de
junho de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e
Filosofia.
PAB nº SC 003978.
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