CAMINHO SEMPRE ESTÁ POSTO,  E: “CONTUDO, OS DITAMES DA RAZÃO DEVEM SER RECEBIDOS COM HOSPITALIDADE E TRATADOS COM RESPEITO”.  (cf, CAIBALION) ENTÃO, SIGA O CAMINHO!

1.0            – Está evidente, cuja clarividência é inoportuno escondê-la em face de existir em mundos reais, incontroversos que atuam sobre o pensar e capacidade de  se construir ideia – cópia no dizer Platão -, nascidas da virtude e dom, irradiados e emanados pelo UNO universal, em axiomas e paradigmas manifestados em meios vivos e qualificadoras presentes em “discernimentos, inteligência e sabedoria, também, conhecimento universal e difuso”, como “modus faciendi e operandi, habilitam pela aptidão, entrar e participar conjuntamente aos iniciados, discípulos e adeptos por meio do poder de argumento válido, o silogismo de premissa maior, e alicerce em conteúdo fundado em ciência, em tradição sedimentada pelos milênios  visto e praticados em processo civilizatório, que darão vida às nações e apogeu de povos, originados de perigeus, aniquilamentos,  crueldades destrutivas, que poucos saem do nadir à necessidade de  ingressarem na bonança deo zênite, cujo aprendizado nem descreve à autora Romana, ligada ao comportamento humano, Angela Maria  La Sala Batá, ao enunciar o que segue:

“O período da velhice é vivido de maneira mais ou menos serena e madura,  segundo o grau de liberdade e de consciência alcançado nas fases precedente da Vida.  E a morte somente se apresentará como um acontecimento natural de libertação e transformações sucessivas para aqueles que tiverem alcançado a verdadeira liberdade interior.

Para compreender o grau de liberdade alcançado, cada um de nós deveria examinar às várias etapas da própria vida, verificando se o desenvolvimento de sua autoconsciência  e de sua capacidade de liberdade ocorreu de maneira gradual e harmoniosa na sucessão das várias fases.

Não estamos faando aqui de se conquistar a liberdade transpessoal que provém do Eu, mas da formação de um sentimento autônomo, estável do eu,  apaz de ser o centro direcional da personalidade.

Falando em termos gerais, essa liberdade que o homem procura, por meio do seu pessoal é realmente impossível de ser alcançada. Ela pode ser considerada uma liberdade ilusória, uma vez que é condicionada pelo determinismo a que estão sujeitos seus veículos físico, emocional e mental,, que são formados e estruturados pelas influências vindas do ambiente, da educação e das suas necessidades inconscientes não superadas. Na verdade, têm razão aqueles que  afirmam que o homem nunca poderá ser ivre, na medida que o consideram somente a personalidade, a qual é realmente um conjunto de mecanismos, hábitos e condicionamentos. Por outro lado, aqueles que crêem ou intuem que no homem existe um nível de consciência mais elevada e transpessoal afirmam a liberdade humana colocando-a no nível que as doutrinas espirituais denominam “individualidade”. ´É como se  homem fosse composto de duas partes, uma livre e outra não livre: a individualidade e a personalidade; elas, através do processo evolutivo, acabarão por integrar-se em uma realidade total, o Eu.” (cf.  La Sala Batá, Angela Maria, O CAMINHO PARA A IBERTAÇÃO DO SOFRIMENTO, pp. 52-53, Editora Pensamento-Cultrix Ltda., publicação em Milão – Itália 1.958, Roma em 1.975, publicada no Brasil pela Editora Pensamento em1.983, e às seguintes Reimpressão, atualização)

2.0 - Evidente, que do ponto de vista da existência humana, e de sua responta consegüênte aos imperativos exigidos pelo bom procedimento, hábitos dignos, e atitudes humanas pelo paradigma de Ser, apto e habilitado pelo batismo em água, e no Espírito Santo, que cada qual necessita de fé e boa obra, especialmente, discernimento, tolerância, índole do bem, sem dúvida, testemunhado o crescimento e doado ao próximo, amor e sabedoria,  prudência e bom senso, e como vigiante incessante, possibilitar dedução de capacitado  e qualificado à obter para si mesmo à glória do Senhor em justiça e santidade, então, compreenderemos o formidável ensinamento de São Paulo, dito com coerência e dignidade ao irmão Timóteo, como se vê a seguir:

- “Caríssimo, censina e recomenda  estas coisas. Quem ensina doutrinas estranhas e discorda das palavras salutares  de nosso Senhor Jesus Cristo e da doutrina conforme à piedade, é um obcecado pelo orgulho,  um ignorante que morbidamente se compraz em questões e discussões de palavras. Daí é que nascem invejas, contendas, insultos, suspeitas,  porfias de homens com mente corrompida e privados da verdade que fazem da piedade assunto de lucro.

Sem dúvida, grande fonte de lucro é a piedade,  maa quando acompanhada de espírito de desprendimento. Porque nada trouxemos ao mundo como tampouco nada podemos levar.  Tendo alimento e vestuário, fiquemos satisfeito. Pois,  os    que desejam enriquecer caem em tentação e armadilhas, em muito desejos loucos e permissiosos que afundam os homens na perdição e na ruina, porque a raiz de todos os males é a cobiça do dinheiro. Por se terem deixado levar por ela, muitos se extraviaram da fé e se atormentam a si mesmos com muitos sofrimentos.

Tu, Timóteo, que és um homem de bem, foge das coisas perversas,  procura a justiça, a piedade, a fé, o amor,  a firmeza, a mansidão. Combate o bom combate da fé,  conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e pela qual fizeste tua nobre profissão de fé diante de muitas testemunhas.”  (cf. 1 Timoóteo 6:2 c-12)

Não se possui dúvida, à “Booa Nova” anunciada pelo Mestre, que possui discípulos, iniciados e adeptos, pois no dizer de Hermes Trismegisto -  três vezes grandne, e amigo pessoal do formidável \governador do Egito,  que conjuntamente, escrevem: O Caibalion – Edição Difinitiva e Comentada - , livro que adiquiri, e j´usufrui muitas páginas de seu saber, mais à grande lição de Hermes é quando ensina: “Que quando o  discípulo cresce em conhecimento, o Mestre aparece”, eis porque, em sua Vida Pública, Jesus de Bazaré, ensina aos discípulos lições universais e difusas, que permanecem à existência dos que seguem o discipulado, iniciados e adeptos, logo é gratificante ouvir e ler às lições expressas em discurso Filosófico e locução exprimida  em argumentos válidos, eis aí a questão, a saber:

É certo, que naquele tempo, dias, e anos, que já estava como Imperador Tibério, Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os doze iam com Ele; e também, algumas mulheres que haviam sodo curadas de  de maus espíritos e doenças:

- “Maria chamada  Madalena, da qual tinha saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, alto funcionários de Herodes; Susana, e várias outras mulheres, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e seus discípulos com os bens que possuíam”. (cf. São Lucas 8:1-3)

Então, está evidente, e salutar que os seguidores, que buscava à “iniciação” no discipulado e catecumenato, cujo objeto está na eleição (escolha), por meio da contemplação intelectual, sintonia e afinidade de mente e coração, às mulheres, que seguiam o Mestre, passaram pela tradição e história à nominação e conhecidas com “Às Santas Mulheres, entra elas estavam às irmãs de Lázaro, Marta e Maria, Maria, mãe de João Marcos, à mãe de João e Tiago, em algumas obras, noticiam que Verônica, que enxuga o rosto coberto de sangue de Jesus, no caminho do Calvário, e àquela, que dá seu depoimento ao Imperador, fazendo a pedido do Imperador à “Deleção premiada”, levado Pilatos à condenação à morte de Cruz, mas, o mesmo não quis se submeter à cruz, e suicidara-se, tanto que, jogoaram seu corpo no rio Eufrates ou no outro, mas, os peixes não o quiseram degustar, e Tibério mandou jogar o corpo em gruta sombria. Então, há autores que escrevem que Verônica faz parte do grupo de mulheres seguidoras, com Cláudia Procla, mulher de Pilatos, que ele a mandou executá-la no sábado, porque ela se dirigia para falar com o grupo da mãe de Jesus, e outra, também, que fazia arte do grupo à mulher de Barrabás, que fora morta e executada, na hora em que Barrabás obtém a liberdade, e o executam porque seu testemunho  deveria ser fatal aos interesses de Anás e Caifás, genro e sogro, e mais tarde, Barrabás, na primeira condenação contra Pedro, por Néro, Barrabás morreu crucificado no lugar de Pedro. Pois são fato, que nos mostram o significado da Comtemplação Intelectual, como está descrita no Livro a seguir:

“Contemplação  Intelectual:

Além disso, a felicidade pede contemplação intelectual,  salienta Aristóteles. O sujeito feliz é aquele que faz da atividade filosófica um hábito e age sob a luz da razão,   ou seja, livra de paixões,  instintos e desejos. A possibilidade de empregar a racionalidade, aliás, é o que diferencia a espécie humana dos animais.  Embora nasçamos como folhas em branco, segundo Aristóteles, a chance de usar a razão é uma característica  inata da humanidade.

O SEGREDO DA FELECIDADE:

O objetivo da ética é descobrir o propósito da vida.

O propósito da vida é ser feliz.

Para ser feliz é preciso viver de maneira virtuosa.

“A FELICIDADE É O MELHOR, MAIS BELO E MAIS AGRADÁVEL DOS BENS”. Aristóteles.

Metafísica Aristotélica:

Aristóteles descreveu sobre suas ideias sobre Metafísica em 14 livros, que mais tarde foram agrupados. Mas, antes de sintetizar essas ideias, é preciso esclarecer o conceito de metafísica à luz da filosofia.  Metafísica é uma parte da filosofia que estuda o Ser enquanto Ser, independentemente de suas atribuições particulares. Também cabe a metafísica investigar o que ou quem gerou o mundo, a vida e todos os seres vivos. Os temas mais abordado por esse ramo da filosofia são a possibilidade de existência de uma entidade criadora (Deus), da alma humana, além da essência e do sentido do universo.

Corpo e Alma:

Ao contrário de Platão, que situava a Metafísica no mundo das ideias,  considerando o mundo dos sentidos passível de distorções, Aristóteles defende uma conxão entre esses dois mundos. Ele diz que a alma é a forma do corpo, ou seja, sua essência.  O corpo, que para Platão era inferior à alma, não é visto assim por Aristóteles, para quem a alma é o elemento que confere unidade e sentido ao corpo, sem que um seja  mais ou menos importante do que o outro.

Ato e Potência:

O filósofo ainda tratou das transformações das coisas à nossa volta nos seus estudos sobre Metafísica. Para explica-las, concebeu os conceitos de Ato e Potência. Imagine uma semente de maçã. No interior dessa semente, pulsa uma potência, ou seja, a possibilidade de vir a ser uma macieira. Ato, por sua vez,  é a realização da potência, ou seja, a própria macieira. E naus: é preciso considerar que a semente de maçã nasceu de algo que já era ato, ou seja, outra macieira.

Ao engendrar essa teoria,  Aristóteles aplica o conceito de ato e potencia a um criador do universo: Deus. Mas ele não exerga Deus como potência, porque não haveria uma entidade superior a Deus. Assim, designa Deus como “Ato Puro” ou “Primeiro motor móvel”, responsável pela existência do   mundo, do cosmos e todos os seres.”  (cf. Coleção Saberes, 100 MINUTOS PARA ENTENDER ARISTÓTELES, pp. 42-43-44, Editora Alto Astral – 2.020)

Logo, como está posto acima em compreendermos seu significado no dito por São Paulo na 1ª Carta a Timóteo 6:2 c-12 e à Boa Nova, extraída do Evangelho de São Lucas 8:1-3, expresso na Liturgia do dia 22/09/2023.

3.0 – Ninguém pode fugir da realidade que está cotidianamente e, cada hora, no caminho, então, eis porque é necessário executar esta lição sem escrúpulo ou medo, pois o conteúdo é que está no interior do ser, quando emanar do coração, à digna prece que diz:

- “Buscai o Senhor, enquanto pode ser achado;  invocai-o (avocai-o – chamar), enquanto ele está perto. Abandone o ímpio seu caminho,  e o homem injusto,  suas maquinações;  volte para o Senhor, que terá piedade dele,  volte para nosso Deus, que é generoso no perdão.

Meus pensamentos não são como os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são como os meus caminhos, diz o Senhor.  Estão meus  caminhos tão acima dos vossos caminhos e meus pensamentos acima dos vossos pensamentos, quanto está o céu acima da terra”. (Cf. Isaias 55:6-9)

É necessário para o crescimento inteligência e compreensão para  alcançar o visto pelo Profeta Isaias, sendo imprescindível observarmos o conselho dado por São Paulo, ao lecionar que:

- “Irmãos: Cristo, vai ser glorificado no meu corpo, seja pela minha vida, seja pela minha morte. Pois, para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro. Entretanto, se viver na carne significa  que meu trabalho será frutuoso, neste caso, não sei o que escolher.

Sinto-me atraído para os dois lados: tenho o desejo de partir, para estar com Cristo  - o que para mim seria de longe o melhor – mas para vós  é mais necessário que eu continue minha vida neste mundo. Só uma coisa importa: Viver à  altura do Evangelho de Cristo”. (cf. Filipenses 1:20c-24-27 a.

Então, como é parte da didática e pedagogia do mestre, Ele, como lição conta uma Parábola, e diz:

Naquele tempo, jesus contou uma parábola a seus discípulos:

- “O Reino dos Céus  é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar  trabalhadores para a sua vinha. Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata  por dia, e os mandou para a vinha. Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados,  e lhes disse: “ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo”.  E eles foram. O patrão saiu de novo ao mei-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa.

E, saindo  outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: “Por que estais aí o dia inteiro desocupados?” Eles responderam: “Porque ninguém nos contratou”. O patrão lhes disse: “Ide vós também para a minha vinha”.

Pois, quando chegou a tarde, o patrão disse ao Adminsitrador:  “Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!”

Então, vieram os que tinham sido contratados  às cinco da tarde e cada uma recebeu uma moeda de prata. Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que ira receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata.

Como é visto sempre, ao receberem o pagamento,  começaram a resmungar contra o patrão: “Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço  e o calor o dia inteiro”.

Então, o patrão disse a um deles:  “Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, os últimos serão os primeiros, eos primeiros seão os últimso”.  (cf. São Mateus 20:1-16a)

Logo é fundamental a noção de que: “Os primeiros serão os últimos, e os últimos são os primeiros”; sim, não é fatalidade, nem casualidade, mas sim, realidade  universal, pois cada passo na existência que dermos com plena consciência do poder da palavra, fé e a obra, então, filosoficamente,  possuirá base e alicerce de boa formação para fazer à ação com prudência, sensatez, reflexão, responsabilidade civil e penal à realização efetiva, e consequente em causa e efeito, a bem do próximo, objeto incondicional  de seu amor. Por isto, à palavra de Deus trazida pela Profecia de Isaias 55:6-9,  Filipenses 1:20c-24.27ª e o Evangelho de São Mateus 20:1-16a, sendo a Liturgia deste domingo, dia 24/09/2.023.

Neste momento, vamos ingressar no pensamento exarado pela antigüidade e colhermos a instrução existe na obra  O CAIBALION,  produzida por José do Egito e o três vezes grande, Hermes Trismegisto, que passa-se a reproduzir a seguir:

“As máximas, os axiomas e preceitos originais de o O CAIBALION são aqui impresso  em tipo diferente do tipo geral geral da nossa obra, como a atribuição dos devidos créditos. Esperamos que os estudantes a quem oferecemos esta pequena obar possa tirar muito proveito do estudo des suas  páginas, como  o fazem tantos outros que  o precederam nos Caminhos da Mestria, nos séculos decorridos deste o tempo de HERMES TRISMEGISTO, o Mestre dos Mestres, o Três Vezes Grande, nas palavras de O  CAIBALION:

“Em qualquer lugar que estejam os vestígios do Mestre, os ouvidos daquele que estiver preparado para receber o seu Ensinamento se abrirão completamente”.

“Quando os ouvidos do  discípulo estão preparados para ouvir, então vêm os lábios para enchê-lo de Sabedoria”.

Os  Sete Princípios  em que se baseia toda  Filosofia Hermética são os seguintes:

I. O Princípio do Mentalismo.

II. O Princípio da Correspondência.

III. O Princípio da Vibração.

IV. O Princípio da Polaridade.

V. O Princípio do Rítmo.

VI. O Princípio de Causa e Efeito.

VII. O Princípio de Gênero.” (cf. Atkinson, William Walker, O CAIBALION – EDIÇÃO DEFINITIVA E COMENTADA – Um Estudo da Filosofia Hermética -, pp. 71-72-73, Editora Pensamento-Cultrix Ltda – 2.018)

4.0 – Certamente, o exílio traz marcas referente ao  costume que manifestavam os fariseus contraditórios e paradoxais ao ensinamento de Mestria  expresso em Boa Nova, meio de deseunvolvimento humano, em pregação  em sua Vida Pública, cujo mau procedimento deriva-se do “Exílio da Babilônia”, aaraigado  na classe dos fariseus, como se vislumbra a seguir:

“Que nos dizem as versões Babilônias da “criação”, segundo se vêem nos fragmentos ladrinhos assírios, essas mesmas versões em que se basearam os fariseus para construir sua Angelologia?  Vejam-se as obras Assyriam Discoveries, p. 308, Chaldean Acount of Genesis, p. 107, do Sr. George Smith. A Tábua com a história dos Sete Deuses ou Espíritos  malignos contêm a seguinte versão (sublinhamos as passagens mais importantes):

1.     Nos primeiros  dias os Deuses maus,

2.     Os anjos rebeldes que na parte inferior do céu

3.     Haviam sido criados,

4.     Realizaram sua obra maligna,

5.     Tramando com suas perversas cabeças...etc. (cf.  Blavatsky, Helena P. A DOUTRINA SECRETA – Síntese da ciência, da religião e da filosofia – Volume III – ANTROPOGÊNESE -,    p. 76, Editora Pensamento- Cultrix Ltda., 1ª Edição 1.980,  15ª Reimpressão 2.015)

Evidente, que à descrição  posta por Esdras, ao contar os fatos da libertação do povo Hebreu  executada pelo Rei Dário da Pérsia, que relata com lucidez e acerto ao dizer:

- Naqueles dias, o Rei Dário escreveu ao governador do território  da outra margem do rio Eugrates:

- “Deixa que prossigam os trabalhos no templo de Deus. Que o governador de Judá e os anciãos dos Judeus edifiquem a Casa de Deus no seu lugar.  Também ordenei como se deve proceder com aqueles anciãos dos Judeus que constroem aquela Casa de Deus: com os bens do rei, deveis reembolsar religiosamente e sem interrupção aqueles homens por tudo o que gastam. Eu, Daria,  deis esta ordem.  Que ela seja pontualmente executada!”

Os Anciãos dos Judeus continuaram a construir, com êxito, de acordo  com a profecia de Ageu, o Profeta, e de Zacarias, filho de Ado, e puderam  terminar a construção conforme a ordem de Deus de Israel e as ordens de Círo, de Dario e de Artaxerxes (pe bom cibgecer e saber que Artaxerxes é o  esposo e marido da Rainha Ester),  Reis da Pérsia. Esta casa de Deus foi concluída no terceiro dia do mês de Adar, no sexto ano do reinado de Dario. Os filhos de Israel, os sacerdotes, os Levitas e o resto dos repatriados, celebraram com alegria a   dedicação  desta casa de Deus. Ofereceram, para a inauguração  desta Casa de Deus, cem touros,  deuzentos carneiros,  quatrocentos cordeiros e, como sacrifício pelo pecado de todo o Israel, doze bodes,  segundo o número das tribos de Israel.

E estabeleceram também, os sacerdotes, segundo suas categorias, e os Levitas, segundo as suas classes, para o serviço de Deus, em Jerusalém, como está escrito no Livro de Moisés. Os deportados celebraram a Páscoa no dia catorze do primeiro mês. E, como todos os Levitas se haviam  purificado, juntamente com os Sacerdotes, estavam puros;  e, assim imolavam a Páscoa  para todos os filhos do cativeiro, para os sacerdotes seus irmãos e para eles próprios”  (cf. Esdras 6:7-8.12b.14-20)

Indubitávelemente, casa passo dado à existência é desafio que cada qual há que realizar sua escolha, pois perceba à qualidade do sinal que no crescimento, desenvolvimento humano, e por fim, ao alcançar o degrau da escada que  conduz ao estágio de Ser – glória de ingressar no Reino de Deus, de justiça e santidade, qual é o modus operandi  e de êxito no empreendimento, é o que observaremos a seguir:

Pois naquele tempo, à mãe e os irmãos de jesus sptoximstsm-dr, mas não podia chegar perto dele, por causa da multidão. Então anunciaram a Jesus:

-“Tua mãe e teus irmãos estão aí fora e querem te ver”.

Jesus respondeu:

- “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus, e a põem em prática”. (cf. São Lucas 8:19-21)

Logo, o silogismo pronto sobre  à Lógica preceituada didaticamente pelo  raciocínio  estabelecido por Jesus, ao responder à indagação vinda de fora dos arautos dos fariseus, com certeza, à premissa estabelecida por Jesus possui duas naturezas, à de ordem objetiva e à subjetiva. A premissa válida objetiva é: - Aquele que ouve a palavra de Deus e pôr em prática; e a subjetiva está em “ouvir a palavra de Deus, como também, em lê-la os  enunciados – argumento válido – em livro da Palavra – e, está de fato, em unidade e sincronizado com sintonia entre a mente e o coração, pois o subjetivo é conteúdo e bem interior, e de dentro, conhecimento que não se desgasta, e nem possui o ledo engano, aparência e falsidade, mostrados pelo hipócrita e cínicos (Diógenes: de Sinope, que acreditava que os homens viviam artificialmente de maneira hipócrita e poderia ter proveito  ao estudar o caã”, e  conceitua da derivação de “Kynikos, forma de “Kynon’, que significa “cão”): “Raça de víboras, maus   como sois, como podeis dizer coisas boas? Porque a boca fala do que lhe transborda do coração.” (cf. São Mateus 12:34). Pois a qualidade da palavra está no coração de cada qual, e aprendida a lição, executar em pensamento, palavras e obras, sempre bom exemplo e atitude, e evitar de ser transformado em caniço agitado pelo vento. Logo  à descrição de Esdras  6:7-8.12b.14-20 e  à palavra é extraída de São Lucas 8:19-21, que se encontra  na Liturgia do dia 26/09/2.023, desta terça-feira de setembro.

5.0         - Pois, é imprescindível, que os aspirante à obtenção do topos verdadeiro, e alcançar pels senda do caminho da virtude e fé – fidelidade -, boa obra, incessante vigilância em abolir à maledicência, superstição, mau procedimento pela mé-fé – deslealdade – contra seu próximo, precisamente, ao destinatário do exercício efetivo, metódico, prático à executar o atributo e dever legal, com abolição  do mal. Pois o lado negativo se manifesta de muitas maneiras  também.  São os costumes morais e pecaminosos, que se resumem nos sete vícios  causadores de todos os outros: 1. Soberba; 2. Avareza; 3.  Luxúria; 4. Ira; 5. Gula; 6. Inveja;  e 7. Preguiça. Esses vícios capitais, verdadeiras doenças. Curam-se, com as virtudes contrárias:  1. Humildade; 2. Generosidade; 3. Castidade; 4. Paciência; 5. Temperança; 6. Solidariedade;  e 7. Diligência. Contudo, em visibilidade e aparência comportamental e se caracterizam como má-fé, o mau procedimento, já que à bipolaridade da natureza de bem e do mal está na origem, cujo  cobiça está no homem em potência, criado – ou creado –pelo “Soporo de Vida”, transformado pela potência em “Seres Viventes”, e pela adulação da serpente ao aliciar-lhe à Eva, disse-lhhe: “Óh, não morrereis!” Pois transformados em “Elohim”, Deus sabe, que não morrereis. (cf. Gêbesis 3:4-5-6-7-8); Então, em Mestria, didática e pedagogia, Jesus, ensina aos discípulos e seguidores que o Tetrarca Herodes, por João Batista, denuciá-lo como adultero, pela relação marital com Herodíades – conhecida como Salomé -, sobrevivia como mulher do irmão de Herodes – Felipe -, mas estava no “amancebamento” com o tetrarca, e João Batista, condenava o comportamente, em sua pregação, e então, Herodiades  disse à filha, que o presente desejado é: “A cabeça de João Batista num prato” e, é o que mando  o sodade fazer, herodes, e a filha de Salomé a entregou a Herodes. Isto é o que mostra Jesus, aos discípulos, para  abolirem à cobiça e a inveja de Herodes, e disse também: “que não comecem o pão feito com fermento de Herodes, e desta forma  está os fatos da história da salvação, que se vislumbra a seguir:

“Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu falar de tudo o que estava acontecendo, e ficou perplexo porque alguns diziam que João Batista, tinha ressuscitado dos mortos. Outros diziam que Elias tinha aparecido;  outros ainda, que um dos antigos  profetas tinha ressuscitado.  Então Herodes disse:

- “Eu mandei degolar João. Quem é esses homem, sobre ouço falar  essas coisas?”

Procurava  ver Jesus.”  (cf. São Lucas 9:7-9)

Logo eis aí a notável questão em exemplo de humanidade, pois pelo fato de Herodes estar posto com a manifestação inequívoca da dualidade humana, e escolher o bem e o mal, mas pelo interesse e conveniência, opta pelo mal interior, e o mau procedimento escancarado, já que, atuaente, não há necessidade de procurar terapia contra transtorno de bipolaridade, pois o pecado e à infração penal são executadas em bipolaridade, pois o pecador deseja dormir para por meio da  aluscinação sonhar com aquisição em liquidação com morada em cobertura no inferno, e só deseja aquilo que o dá parazer fisicamente, no dizer nos filósofos da Patrística São João Crisóstomo, Orígenes e Santo Agostinho, exercer com pompa toda: “Força da carnalidade.” Por isto, que cada qual quando estiverem no estágio evolutivo de Ser, não agirão assemelhados a Herodes, mas, para pensar em bondade, expressam em boa-fé, lealdade,  melhor, e praticar na boa ação à fraternidade humana. Logo o Evangelho descrito por São Lucas 9:7-9, está na Liturgia desta Quinta-feira, dia 28/09/2.023.

6.0 – Evidente, que a notícia veiculada no dia de ontem, que o nome “Tesouro Educa”. É real. Pois o Tesouro Nacional lança na próxima terça-feira o Tesouro Educa, mas, um novo Título de Renda Foxa que visa o custeio da educação dos filhos. A ideia é incentivar a poupança de longo  prazo da família, desde o inicio da vida escolar até à Universidade.  Mas, também,  poderá ser utilizado  para outras despesas Pois está no Tesouro Direto: - PLANEJE A EDUCAÇÃO DAS PESSOAS QUEM MAIS VOCÊ AMA!

Logo à proposição Governamental noticiada  neste quarta-feira, dia 27/09 está como formidável iniciativa da União Federal em favor da Educação Nacional, para fazer de fato, à Pedagogia do Oprimido (cf. Freire, Paulo PEDAGOGIA DO OPRIMIDO, pp. 39-251, Editora Paz e Terra Ltda – 2.016), e Educação como prática da Liberdade, e com isto, proporcionar realização, aptidão, habilitação, evolução, crescimento e desenvolvimento humano, e livrar-nos de vez da exploração do homem pelo homem. Iniciativa com qualidade, dignidade, e amor à causa da criança nos eleva em dignidade à correspondermos os princípios enunciados no Sermão da Montanha, em construir seres  com um coração  pobre;  os que choram porque serão consolados;  os mansos de coração;  os que tem fome e sede de justiça; os misericordiosos; os pacíficos; os perseguidos por causa da justiça; e quando vos caluniarem, e andarem faando mal, e disseram todo mal contra voós, aí sentireis alegria por estar no reino dos céus. (cf. São Mateus  5:3-12).

6.0 – Evidente,  que é pelo conhecimento com execução de lições cármicas que fazem-nos pela inteligência – dom divino e do Espírito Santo – discernimento – igualmente, outro dom divino -, também – sabedoria -, harmonizada pela compreensão -, neste caso, está em sintonia eficaz da mente e o coração, capacita o discípulo, adepto, iniciado na condição de servo – operário da mese do Senhor, cujo objeto está em realizar o trabalho adequado e eficiente pela vida da escada, que todos devem subir e descer, ao ecionar a Natanael, quando o disse:

Naquele tempo, Jesus viu Natanael  qe vinha para ele e comentou:

- “Aí vem um Israelita de verdade, um homem sem falsidade”.

Natanael pergunta:

- “De onde me conheces?” 

Jesus, respondeu:

- “Assim que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”.

Natanael, respondeu:

- “Rabí, tu és o filho de Deus, tu és o Rei de Israel”.

Jesus, disse:

- “Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da Figueira?” Coisas maiores que esta verás!” E Jesus, continuou:

- “E verdade, em verdade eu vos digo: Vereis o céu aberto  e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”.  (cf. São João 1:47-51)

Logo o significado de subri e descer à escada  sobre o Filho do Homem, então, vamos  nos deter em seu significado,  a saber:

“Escada.  Existem muitas “escadas”,  nas filosofias e sistemas místicos;  todas elas foram utilizadas, e algumas ainda são, nos respectivos mistérios de algumas nações.  A escada Brahmânica simboliza os Sete Mundo ou Sapta Loka; a Escada Cabalítica, as Sete Sephiroth inferiores; a Escada de Jacob é mencionada na Bíblia; a Escada Mithra é atambém a “Escada Misteriosa”. Depois há a Escada Rosacruz, a Escandinava, a Escada da Borsippa, etc., etc.,  e finalmente a Escada Teológica que, segundo o irmão Kenneth Machenzie, consiste nas quatro virtudes cardeais e nas três virtudes teológicas.”  (cf. Blavatsky, Helena,  Glossário Teosófico -  Versão original póstuma de 1.892, editada por George Mead -,             p.139, Edição: CLUC – CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL – Lisboa – Portugal. A edição distribuída no Brasil pela Editora Teosófica – Brasília – DF, anos de 2.022 e 2.023)

Pois subir e descer à escada é necessidade à evolução pela fé e obra, com boa formação, especialmente, relacionada pela compreensão das necessidades do próximo, efetivamente, praticar a virtude, em conceito oferece sinfonia com coerência entre à prática e à teoria, por isso, Jacó pela sua missão e  desempenho em ter produzir diretrizes à condução da nova Nação como se enxerga em Gênesis 28:12-15, pois “Sonho o mesmo viu uma escada que descia do céu, anjos desciam e subiam’,  pois está aí nosso exemplo de perseverança na seda do Senhor, com coerência, e eficiência, habilitar-se sempre, e mostrar aptidão incessante em vigilância,  e está ligado pelo fio de ouro ao conteúdo doutrinário e desejo do Senhor Deus, pelo bom procedimento e boa-fé, o êxito deve ser fonte de graça e realização permanente, daí  à necessidade eficaz de agir com retidão sem falsidade. Logo o Evangelho de São João  1:47-51, que está como à Liturgia desta sexta-feira -29/09/2.023.

7.0 - Considerações Finais:

Está na verdade, à ação razoável quando praticada conforme preceitos existentes e consagrados culturalmente, já consagrados como axioma e paradigma à premissa maior exposta pelo raciocínio  construído e, fundado em pensamento consagrado como meio pelo grupo social presente, e parte do alicerce da humanidade, como delineou  à seus discípulos à verdade em palavra viva explicitadas, como se deduz e se constanta a seguir:

Naquele tempo, isto quer dizer, quando Tibério  já estava no cargo de Imperador Romano, todos estavam admirados com todas as coisas que Jesus fazia.  Então, Jesus disse a seus discípulos:

- “Prestai bem atenção às palavras que vou dizer:

- O Filho  do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens”.

Mas os discípulos não compreenderam o que Jesus dizia. O sentido lhes ficava escondido, de modo que não podiam entender;  e eles tinham medo de fazer perguntas sobre o assunto”. (cf. São Lucas 9:43b-45)

Ora, o entendimento de cada qual é dom do Espírito Santo, porque deriva da “Inteligência” – e a inteligência  está conexa com ciência -, e só a pode possuir àqueles que tiverem obtidos e recebidos por emanação e irradiação Luz Divina – que os Tibetanos conheciam com o étimo de “Fohat (Tibetano). Termo que designa à potência ativa (masculina) de Sakti    (potência produtora feminina) da Natureza. A essência da eletricidade cósmica.  Termo ocuto tibetano empregue para designar Daiviprakriti, a luz primordial;  e, no Universo manifestado, é a energia elétrica sempiterna e a potência incessantemente formadora e destruidora.  Esotericamente, tem o mesmo sentido:  Fohat é força Vital propulsora universal, sendo, simultaneamente, a impulsionadora, e o resultado do impulso.”. (cf. Blavatsky, Helena, Glossário Teosófico – Versão original e póstuma  de 1.892,  editada por George Mead -,  p. 149, Edição: CLUC -  CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL, Lisboa – Portugal, disponível e distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – Brasília – DF, 2.022 e 2.023)

O que nos mostra é que o medo deles de “fazer perguntas”, diante da realidade e contexto situacional daquele momento, e ter passado pela degola de João Batista, decidida por Herodes, por pedido à filha pela conhecida Salomé – Herodíades – manceba de Herodes -, pela percepção da realidade, no leciona Immanuel Kant, que inibe à intuição da Psique – mmente – Ânima – Alma -, e o juízo de consciência – suprema juíza –conduz os discípulos ao medo, porque a dedução se encontra no mundo de fato. Evidennte, que à narrativa se refere ao medo – temor -, pelo fato, de se tratar de predicado e conceito já visto pelo Estoicismo de Marco Túlio Cícero, que desenvolve esse conceito ainda, quando Júlio César estava como Imperador. Pois o Logos, razoabilidade, e o império da razão, só aflora na Idade Moserna, nos séculos XVIII e XIX, com a edição da Crítica da Razão Pura, obra do formidável Immanuel Kant. Logo o Evangelho de São Lucas 9:43b-45, é a Liturgia deste sábado, 30/09/2.023.

Pois, concretamente, sentiremos o significado da boa ação,  quando dentro do bem geral e comum, como se enxerga a seguir:

“91. Nunca Agir com  Imprudência.

A suspeita de malogro em quem age  é certeza para quem observa, ainda mais tratando-se de um rival. Se seu discernimento duvida no calor da emoção, condenará quando a situação esfriar. É perigoso empreender algo quando se duvida da própria prudência. É mais seguro, simplesmente, se omitir. A sensatez se recusa a jogar com probabilidades; caminha sempre sob a luz meridiana da razão. Como pode algo terminar bem se a cautela começou a conden-a-lo apenas concebido? Mesmo as rosoluções aprovadas com nenine discrepante no exame íntimo muitas vez malogram; sendo assim, o que esperar daquelas das quais a razão desconfiou e que critério judicioso considerou temerário?” (cf. Gracián, Baltasar, A ARTE DA PRUDÊNCIA,  p. 59, Editora Martin Claret, 2ª Edição – 1º Reimpressão – 2.008)

Logo é necessário saber e compreender o significado da imprudência como conduta dentro da espiritualidade, melhor, dentro do predicado exigido como ser evoluído, é oportuno está consciente e apto à realizar boa ação e atitude concernente ao bom senso, refletir sobre o significado da situação de fato. Pois a prudência exige discernimento, pensar com conhecimento e lucidez, e sempre evitar para não beneficiar o infrator, especialmente, quando à vítima estiver à mulher, criança e idoso com deficiência, amaprados pelo Parágrafo único, do Art. 5º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015.

O que se deseja de mente e coração, é evitar o mau procedimento, à má-fé, ausência de lealdade, sempre violação da do Art. 5º, do NCPC – Lei nº 13.105, de 16 de março de 2.015, no CPC revogado, no inciso II, do Art.14. Não se deve crer na boa intenção, porque como ensina Santo Agostinho,  diz: “De boa intenção o interno está cheio”.

A lição que devemos  acolher e, coloca-la sempre presente, está em abolir o mau procedimento, como violência e crueldade, e evitar sempre maledicência, deixar de institucionalizar o mau hábito maligno, como se estivesse na pratica do bem.

7.1 – Diante  de todo o exposto, que nossa existência seja sempre dentro da boa consciência, fundada em princípios de solidariedade, amor, e sabedoria, cada atide seja em prol do bem, que cada um creia que à virtude gera bom resultado, e abrir o coração em unidade com à mente, pois o ser é estado de evolução e bom senso;

Que cada qual esteja apto, e habilitado para predicar, e incessantemente vigilante e em oração, para não cair em tentação, que é grande, e sempre arrepia, e suplicarmos  ao UUno que nos proporcie saúde e prosperidade, e proteçãi de todos os perigos como as catástrofes, acidentes, e todos os  males que acontecem involuntariamente, sempre com a intercessão da digna mãe do filho, que pela universidade e difusão, garanta-nos proteção;

Então, como tudo segue, pela afeição, e desejo de encontrarmos sempre bom caminho, e crescermos no bem geral e comum, deixa-se com sinceridade a todos e à todas nosso cordial abraço.

Criciúma (SC), 30 de setembro de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

 

 

 

 

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