POIS
O MAIOR MANDAMMENTO E LEI UNIVERSAR: “É AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO”. (Mt.
22:39). LOGO O TERCEIRO OLHO EM FUNCIONAMENTO SERIA ÓTIMO, MAS O LIMO DA
MATÉRIA O RETIROU, AÍ ESTÁ ATROFIADO. NOSSA SENHORA ESTÁ EM JÚBILO, À CÂMARA
DOS DEPUTADOS APROVA O PROJETO DE LEI, QUE TRANSFORMA O DIA DO ROSÁRIO DIA
NACIONAL – 7/10. DIA NOBRE AOS DEVOTOS DE NOSSA SENHORA. À UNIDADE E O AMOR
AGRADECEM!
É
certo que à existência de cada qual no ciclo sobrevivido neste Planeta, trouxe
consigo lições Kármicas – Lei universal – necessárias à realização condicional
com objeto de obter pelo mérito de
virtude, morada na casa do Pai eterno,
por meio da fé e obra viva (cf. Tiago 2:16-17), conquistar pelo “amor ao
próximo como a si mesmo” (cf. São Marcos 22:31 e São Mateus 22:39, também
Levítico 19:18). Logo o pressuposto como premissa e axioma está na harmonia e
unidade da mente com o coração, porque da mente deriva o pensamento e parte da
centelha Divina emanada da Substância e
inspirou-lhe nas narinas um “Sopro de
Vida” e o homem se tornou um ser vivente
(cf. Gênesis 2:7). Evidente, que pela natureza humana justificar-se-á suas
ações como meio indispensável ao alcance de graça e benção, cujo plantio
acertado e de hora e dia, certamente, no tempo oportuno há de realizar com
êxito sua digna colheita. Eis o significado da bondade e de bem querer, é
empenho e eficiência.
O
conhecimento só se obterá pelo esforço e vontade, pela necessidade de
libertar-se do mau proceder manifestado pelo vício da ignorância, que nada
aflora e brota sem empenho e conteúdo formal e obtido pelo estudo esforçado e
meritório, comprometendo-se como justo, íntegro, e de caráter reto (probo e
honesto), a fim de alcançar o meio sóbrio da justificação do justo, como bem
leciona São Paulo, ao sacramentar à verdade:
“Irmãos,
eu não me envergonho do Evangelho, pois ele é uma força salvadora de Deus para
todo aquele que crê, primeiro para o Judeu, mas também para o grego.
Nele,
com efeito, a justiça de Deus se revela da fé para a fé:
-
“O justo viverá pela fé.”
Por
outro lado, a ira de Deus se revela, do alto do céu, contra toda impiedade e
iniquidade dos homens a verdade. Pois o
que Deus se pode conhecer é manifesto aos homens: Deus mesmo lho
manifestou.....” (cf. Romanos
1:16-17-25)
Com certeza, à ciência da metodologia utilizada por Jesus
de Nazaré para alcançar bons resultados, é constatada pela boa ação, como se
verifica a seguir:
Está razoável, naquele tempo, enquanto Jesus falava,
um fariseu convidou-o para jantar com ele. Jesus entrou e pôs-se à mesa. Pois o
fariseu ficou admirado ao ver que Jesus não tivesse lavado as mãos antes da
refeição. O Senhor disse ao fariseu:
- “Vós fariseu limpais o copo e o prato por
fora, mas o vosso interior está cheio de
roubos e maldades. Insensatos! Aquele
que faz o exterior não fez também o
interior? Antes dai esmolas do que vós possuís e tudo ficará puro para vós”.
(cf. São Lucas 11:37-41)
Logo como se verifica como atitude prática, que a
premissa da fé – Pistis em Grego -, é necessário também estar também cuidado e limpo interiormente,
pois o exemplo do fariseu não é adequado ao bom procedimento do seguidor e
discípulo do Mestre. Pois é imprescindível pratica todoa boa ação sempre com às
“Mãos limpas” – é atitude humana, de boa educação formal e caráter, aí se
justifica à lição de Romanos 1:17, que: “O justo vive da fé!” E, por isso, que
o que está em Romanos 1:16-17-25 e em
Substância à palavra explicitada por São
Lucas 11:37-41 está como Liturgia do dia
17/10/2.023.
1.0.
METANÓIAS E INICIAÇÕES: As iniciações, como são
conhecidos os cinco grandes estágios do Caminho da Perfeição, são mencionadas
apenas de forma velada em P.S. Percebe-se as suas implicações ao longo das
treze metanoias e das onze subsequentes canções de louvor, como passam a ser
chamadas as invocações de Pistis Sphia.
Como vimos anteriormente, Pistis Sophia clma
insistentemente pela ajuda da Luz do
Alto, para livrá-la do assédio das
paixões (os regentes) que retiram sua
luz interior. Essa demonstração constante de esforço para vencer sua natureza
inferior faz com que, após a sexta metanoia, a Luz perdoe seu pecado de descer
ao caos e, após a sétima metanoia, Jesus, por sua própria conta (o poder de
Manas), leve Pistis Sophia a uma região mais espaçosa do caos. Como o caos
simboliza as perturbações e os condicionamentos da mente, como região mais espaçosa, ou menos conturbada,
pode ser uma indicação da Primeira Iniciação.
Mas os “regentes” voltam a assediar Pistis Sophia,
oprimindo-a através de suas emanações, enquanto ela continua a proferir suas
metanoias, pedindo ajuda à Luz, até que sua nona matanoia é parcialmente aceita
e Jesus é enviado pelo Primeiro Mistério para ajuda-la secretamente a sair do
caos. Ela tinha sido iludida pelo Autocentrado
(a personalização egoísta) e cometido seu pecado de descer ao caos por ignorância. A essa atura,
Pitis Sophia percebe Jesus como uma Luz que brilha intensamente, numa alusão à abertura de sua luz espiritual, ou expansão
de consciência. Esses fatos parecem indicar a Segunda
Iniciação.
Mas os desejos e as emoções despertadas pelas coisas
materiais continuam. Pistis Sophia
prefere sua décima segunda metanoia, lembrando que havia proferido uma para eon
(Subplano) que havia descido de sua região original, e pede perdão por sua
transgressão. Com a décima terceira metanoia, ao pedir que lhe seja concedido o
batismo para o perdão de seus pecados, cumpre-se o tempo para ela ser levada
para fora do caos. Jesus, então, por sua própria conta (o poder de Manas
superior), envia um poder de Luz para retirá-las da regiões profundas e leva-la
para as regiões elevadas do caos. O
processo iniciático continua até que, com sua décima quarta invocação, um Poder
de Luz é enviado pelo Primeiro Mistério (o
Poder da Pura Luz de Buddhi), que se junta ao poder enviado por Jesus
(Manas), tornando-se uma efusão de luz que forma uma coroa protetora sobre a
cabeça de Pistis Sophia. Essa coroa de
luz serve como proteção contra as
emanações do Autocentrado e como elemento purificador, destruindo as
matérias impuras em Pistis Sophia e lançando-as de volta ao caos. Essa parece a
descrição do inebriante estágio de iluminação alcançado na terceira iniciação,
um estágio em que ocorrem períodos de consciência da Unidade, alternados com
retorno à consciência da dualidade do mundo.
A alegria de Pistis Sophia com seus louvores à Luz
passa a ser, então, o tema central de suas canções, em qe reitera a determinação
de nunca se afastar da Luz. Essa alma já tinha sido descrita na tradição
Judaica: “Venha e veja, quando a alma alcança aquele lugar chamado o Tesouro da
Vida, ela se diverte com um espelho luminoso e brilhante cuja luz procede do
céu superior. A Alma pode não ter esta luz, mas o manto luminoso que veste a
possui. Pois da mesma forma como a alma, quando enviada a esta Terra, coloca
uma roupa terrena para preservá-la aqui, também ela recebe de cima uma veste
luminosa, a fim de ser capaz de olhar, sem prejudicar-se, do espelho cuja Luz
procede do Senhor da Luz. Moisés também não podia, sem colocar uma veste
etérea, aproximar-se para contemplar a Luz superior que vira; o que está
escrito ‘Moisés, etrando no meio de uma nuvem (Êxodo 20:18), deve se entendido
como uma nuvem com a qual ele se
envolvia, como se vestido com uma roupa. Naquele tempo Moisés quase se
livrou de sua natureza mundana; como está escrito: ‘E Moisés permaneceu na
montanha quarenta dias e quarenta noites' (IBID); então aproximou-se daquela
nuvem escura onde Deus está entronizado”. (Sohar i, 56b, 66ª., citado por
Geoffrey Hodson em A Sabedoria Oculta na Bíblia Sagrada, Editora Teosófica, p.
187).
Porém, os poderes das trevas não desistem, e novas
emanações mais violentas do Autoconcentrado (provavelmente o orgulho e a
ambição, considerados os principais
percalços dos discípulos avançados) juntam-se às outras, que mudam de forma, e voltam a oprimir Pistis Sophia, levando-a
de volta ao caos. Em sua décima sexta canção, solicitdo a ajuda que lhe havia sido prometida, é salva
mais uma vez pela ‘efusão da Luz’, com a
ajuda de Gabriel e Miguel. Jesus (o poder de Buddhi-Manas) também desce
ao caos para ajudar Pistis Sophia,
fazendo-a pisar na principal emanação malévola do Autocentrado, a serpente com sete cabeças. Esse ritual
simbólico expressa o fato de que, a
partir desse momento, toda matéria
(condicionamento) dessas emanações é
esmagada, para que não reste nenhuma semente, evitando que voltem a si manifestar.
Essa parece uma referência ao processo da Quarta Iniciação, que liberta o
discípulo do mundo da matéria, torando-o um Arhat. (citação de rodapé=termo
Sânscrito que quer dizer ‘aquele que merece a honra divina’, usando tanto pelo
hinduístas quanto pelos budistas para designar os homens sagrados que se
emanciparam da necessidade de renascer, que podem entrar e permanecer no
Nirvana – reino de Deus – até o final do Kalpa, como o fazem os Pratyeka-Buda,
ou continuar reencarnando no mundo para ajudar compassivamente a humanidade
sofredora, até alcançarem a Iniciação Final que os torna ‘Homens Perfeitos’.)
Prosseguem as canções de louvor de Pistis Sophia e,
após a vigésima primeira canção, Jesus conduz a uma região logo abaixo do
décimo terceiro eon, sua região de origem, aguardando o término dos Três
Tempos, quando as portas da esquerda do
Tesouro da Luz (mental abstrato)
serão abertas diretamente para a região da esquerda do Plano Psíquico (mental
concreto). Essa declaração é uma
provável referência à construção do antakharana refereido anteriormente, a pnte
entre esses dois níveis que possibilita uma consciência permanente da Luz (ou
da Unidade). De acordo com Blavatsky, os
Três Tempos são as Três Rondas ou passagens da onda da Vida que faltam para
completar o processo evolutivo, pois atualmente estamos na Quarta Ronda. Do ponto de vista mítico, o término dos Três Tempos
poderia ser interpretado como a
libertação da limitação do passado,
presente e futuro, que ocorre quando o Adepto alcança a consciência do
Eterno.
Com a vigésima segunda canção, Jesus alerta Pistis
Sophia para o fato de que o Autoconcentrado e Adamas estão furiosos com ela e
vão procurar atormentá-la e vão leva-la
ao caos. Então, surpreendentemente, o Salvador retira-se para o Alto,
abandonando-a. E, como o previsto, Adamas envia duas emanações tenebrosas e
violentas (provavelmente depressão e
desespero) para atormentá-la e leva-la ao caos. Essa aprece ser a
descrição do que os místicos chamam de A Noite Escura da Alma, em que o
discípulo sente-se sozinho e abandonado por tudo e por todos. Com isso a Alma, apesar de suas realizações anteriores, passa
invariavelmente por um processo de
depressão, chegando até mesmo ao desespero. Esse tormento psíquico só termina quando o discípulo renuncia os últimos
laços que ainda existem com seu sentimento de ser um – “eu” – separado, antes da união final e
permanente com a Luz. (Divina, o Uno, pela vigilância e oração, para não cair
em tentação, cf. Mateus 26:41) (cf.
Comentário de Blavatsky, Helena, Tradução e Interpretação de Raul Branco,
PISTIS SOPHIA – Os Mistérios de Jesus -, pp. 56-57-58-59, Editora Teosófica –
Brasília – DF – 2.009)
Logo é bom saber que toda reflexão e meditação,
mesmo à vigília e oração, pois os grandes adeptos, iniciados e santos, também
os seguidores pelo testemunho à palavra viva de Jesus seguem em espiritualidade
e conhecimento o grande amigo de Santa Teresa D’ Ávila ou de Jesus, São João da
Cruz, que deixa-nos à obra “Noite Escura” e a lida hoje, está elaborado o livro por Jesús M. Ballester, que cita a seguir
dito por São da Cruz:
“2. Primeiro sinal: A Alma não encontra gosto nem consolo nas coisas de Deus, mas tampouco
nas do mundo.
3. O segundo sinal de que estamos na noite escura é
que continuamente nos lembramos de Deus com Diligência com precaução dolorosa,
acreditando que não glorificamos a Deus, mas antes retrocedemos, pelo fato de
nos vermos com aquela insipidez para as coisas de Deus.
4. A causa desta secura é que Deus muda os bens e a
força do sentido para o espírito e, como
os sentidos e as forças naturais não têm capacidade para recebê-los, ficam em
jejum, secos e vazios, porque a parte sensitiva não tem capacidade para receber
o espírito puro e, assim, ao satisfazer o espírito, desgosta-se a carne e
enfraquece-se para agir.
5. Aqueles quem Deus começa a conduzir por estas Solidões do deserto são como os
Israelitas que, quando Deus começou a
dar-lhes no deserto manjar do céu, que em si possuía todos os sabores, “pois servia ao desejo de quem o tomava e se
convertia no que queria” (Sb 16:21), assim mesmo, sentiam mais a falta dos gostos e sabores
das carnes e cebolas que antes comiam no
Egito – porque tinham o paladar afeito e
acostumado a carne -, do que da delicada dçura do maná angélico, e choravam e gemiam por falta das carnes ainda que estando entre
os manjares do céu (Nm 11:4-6).” (cf. Ballester, Josias M, SÃO JOÃO DA CRUZ –
NOITE ESCURA LIDA HOJE, PP. 62-63-64,
Editora Paulus, 1ª Edição 1.993, 8ª Reimpressão 2.015)
Pois é de fato e direito o que está em cada qual dos
humanos e:
“Irmaos, estou ciente de que o bem não habita em
mim, isto é, na minha carne. Pois
eutenho capacidade de querer o bem, mas não de realiza-lo:
- “Com efeito, não faço o bem que quero, mas faço o
mal que não quero. Ora,, se faço aquilo
que não quero, então já não sou eu que estou agindo, mas o pecado que habita em
mim. Portanto, descubro em mim esta lei:
Quando quero fazer o bem, é o mal que se me apresenta.”
Como homem interior ponho toda a minha satisfação na
lei de Deus, mas sinto em meus membros outra lei, que luta contra a lei da
minha razão e me aprisiona na lei do pecado, essa lei que está em meus membros.
Infeliz que eu sou! Quem me libertará deste corpo de morte? Graças sejam dadas
a Deus, por Jesus Cristo, Nosso Senhor.”
(cf. Romanos 7:18-25a)
Pois Paulo nos faz refletir sobre o significado do homem na origem, o que
é ter recebido potência pelo – Sopro de
Vida -, recebe potência, imagem e semelhança do Criador (creador), mas, pela
escolha entra a queda, apeto ao limo da matéria, desobedece, peca, e come o
fruto da árvore do meio do Jardim do Éden, e perde 3º Olho, e o Pai criador, envia
o Filho único, nascido da Mãe, para pela paixão e morte, perdoar os pecados,
redimir e vencer à morte pela ressurreição, a fim que à humanade restaure o status de filho do
Pai, e não morra mais. Então, saberemos à causa dr ter perdido o 3º Olho,, como
se verá a seguir:
“(d) ‘Então o terceiro olho cessou de funcionar”, diz o sloka, porque o
HOMEM se deixara mergulhar demasiado
profundamente no Limo da Matéria.
Qual o significado dessa estranha declaração do
sloka 42 com referência ao Terceiro Olho da Terceira Raça, que, atrofiado,
deixara de funcionar? (p. 306)
E segue:
“Quando nos ensinaram que o Terceiro Olho foi outrora
um órgão fisiológico, e que mais tarde, devido o desaparecimento gradual da
espiritualidade e ao aumento da materialidade, suplantada a natureza espiritual
pela natureza física, se converteu emm
um órgão atrofiado, hoje ainda tão pouco compreendido pelos fisiólogos (tal
como o baço); quando chegamos a perceber isso, a relação se mostra evidente. Durante
a vida humana, maior obstáculo ao desenvolvimento espiritual e, sobretudo, à
aquisição dos poderes do Ioga e a atividade
dos nossos sentidos fisiológicos.
Estando de igual modo à função sexual estreitamente relacionada, por
interação, com a medula espinal e a matéria cinzenta do cérebro, é inútil
entrar em maiores explicações. Naturalmente, o estado normal ou anormal do
cérebro e o grau de atividade da medula Oblonga reagem fortemente sobre a Glândula
Pineal, pois, em razão do grande número de “centros” dessa região, que governam
a maior parte das funções fisiológicas, na economia animal, e devido também à
estreita e íntima vizinhança dos dois órgãos, a medula Oblongada tem que exercer uma ação “indutiva” muito poderosa
sobre a Glândula Pineal.” (cf. Blavatsky,
Helena P, A DOUTRINA SECRETA – Síntese da ciência, da religião e da filosofia –
Volume III – ANTROPGÊNESE -, pp 306-314, Editora Pensamento-Cultrix Ltda, 1ª
Edição 1.980, 15ª Reimpressão – 2015)
Logo, eis o preço que à humanidade paga em seu
processo civilizatório em conhecer predicados, e o sentir de coração, para
sintonizar à mente com coração, e exercitar para usufruir de clarividência e
vidência que podem derivar da naureza evoluída, dom recebido pelo mérito de
virtude e graça, e pelo exercício da espiritualidade pela aquisição ativa de
conhecimento doutrinário, como à Doutrina de Santos, especialmente, Caminho da
Perfeição e Castelo Interior ou Moradas de Santa Teresa de Jesus ou D’ Ávila,
Santa Catarina de Sena Às Cartas e Orações, São João da Cruz A Noite Escura, e
meditar os Exercícios Espirituais de Santo Inãcio de Loyola, igualmente, ler
sobre à Fé, em Santa Teresinha do Menino Jesus e, Os Sermões de Santo Antônio
de Pádua, e outras obras importantes sobre meditação, especialmente, em
publicações relacionadas com Teosofia, e
Indiana.
Tomemos consciência e ciência que o mal que instiga
o coração possui origem e natureza no pecado, pela força
da carne – à carnalidade, corrupção ensinada pelos Filósofos da Patrística, entre
os quais, São João Crisóstomo, Gregório, Alcuino, ministro de Carlos Mágno,
Origenes, Plotino, e Santo Agostinho, e o ensinamento de São Paulo é sensato e
real, porque: “Às vezes, procuro fazer o
bem que quero, e faço o mal que não quero.” (Romanos 7:19), igualmente, possuir
noção, que receber o pagamento pelo mau procedimento é lei universal e
razoável, porque: “ninguém sairá do lugar que escolher pelo pecado, pelo mal em
pensamento, e pelo mau procedimento” (Lucas 12:58-59), que é ação sem pagar o
último centavo. É a lógica da sentença divina. Tudo é escolha, nada e
fatalidade ou mera casualidade.
Pois à solução no dizer dos Gregos “práxis”, é estar
como Ser – Eu sou – E, por fim, amar em sintonia de mente e coração, por isso,
o sentimento da atração pelo bem é dádiva do alto. Pois não se sente o que não
é.
Eis à força da palavra:
É verdade, pois naquele tempo, Jesus, dizia às multidões:
- “Quando vedes uma nuvem vinda do Ocidente, logo
dizeis que vem chuva. E assim acontece. Quando sentis soprar o vento do su,
logo dizeis que vai fazer calor. E assim
acontece.
Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da
terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? Por que não
ulgais por vós mesmos o que é justo?
Quando, pois, tu vais com o teu adversário
apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto
estais a caminho. “Senão ele te levará
ao Juiz, o Juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia,
enquanto não pagares o último centavo”. (cf. São ucas 12:54-59)
Evidente, que os degraus da caminhada de cada qual à
senda do Reino - topos da Luz, originada em novo homem criado pela colheita
da primícias da - “Ressurreição” –
vencido à morte – em Jesus Cristo, imagem e semelhança, e viver à Vida eterna
em justiça e Santidadr (cf. 1 Coríntios 15:20-22 e Efésios 4:23-24). Porém,
para perscrutar o degrau da escada e graça divina é, necessário que o seguidor
pelo seu mérito aptidão, habilitação, harmonia, eficiência e empenho e sua
tarefa de agir referente à boa obra e fidelidade em se aplicar como adepto à iniciação, a fim
de perceber e intuir meios fundamentais à predicação do – Ser -, à prática do
pensamento, palavr e obra harmonizada e sintonizada da Mente com o coração,
veja o significado de:
“Iniciado. Do Latim, Initiatus. Designação que se dá a qualquer pessoa que tenha
sido recebido e lhe tenham sido revelados os segredos e
Mistérios, quer da Maçonária, quer do Ocultismo. Nos tempos antigos, aqueles
que tinham sido iniciados no Conhecimento arcano, ensinado pelos Hierofantes
dos Mistérios. Nos nossos tempos
modernos, aqueles que foram iniciados pelos adeptos da sabedoria mística no
conhecimento dos mistérios que, não
obstante o lapso de tempo decorrido, ainda tem alguns verdadeiros seguidores na
Terra.” (cf. Blavatsky, Helena, Glossário Teosófico – A versão original e póstuma
de 1.892, editada por George Mead -, p. 180, Editora: CLUC - CENTRO
LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL – Lisboa – Portugal, distribuído no Brasil pela
Editora Teosófica – Brasília – DF, anos de 2.022 e 2.023)
Reitera, que para obter conhecimento é necessário
está a observar à Lei de Ajuste, e cumprir e atender
princípios, postulados, e premissas e paradigmas consolidados pela tradição e
contexto social, e consistência formal e intelectual, capaz de vibrar como energia viva emanada pela mente ao Coração. Por isso, São
Paulo, conhecedor da doutrina obtida de Gamaliel, conhecedor de Filosofia por
conviver desde cedo na Grécia, pois é natural de Tarso, por isso, cidadão
Romano, depois da morte de Estevão, e Jesus o encontra no caminho de Damasco, e
lhe pergunta: “Saulo, Saulo por que me persegues?” E, depois com Ananias, discípulo de Jesus, leva-o
voltar à enxergar. Eis a força da luz. (cf. Atos 9:4-10) Mas, concretamente,
objetivamente, ser transformado no formidável Apóstolo das cidades da Grecia,
mais que iniciado, com comportamento de
discípulo, eis porque nos dá magistral
lição focada com humildade, verdade, e
simplicidade a teor do Evangelho pregado, acertadamente. Logo a à explicitação
de Romanos 7:18-25ª e à proclamação da Palavra de Jesus Cristo segundo São
Lucas 12:54-59, é Liturgia cuja lição
nos ensina que: Às vezes procuro fazer o bem que quero, mas faço o mal que não
quero, e Jesus consolida ao sacramentar
ao que estiver na cadeia: “Daí tu não sairás, enquanto não pagares o último
centavo”. Então, é à Liturgia do
dia 27/10/2.023, sexta-feira.
Como Homenagem razoável e, conforme o sentimento do povo Cristão, dentro das celebrações inefáveis e dignas
consagradas à mais de dez séculos pela Igreja Católica Romana, à devoção
como oração do Santo Rosário, cujo dia está canonicamente anotado com dia 7 de outubro, dia consagrado
à celebração de Nossa Senhora do Rosário.
Com louvor e graça, se dá ênfase ao acontecimento,
realizado pelo Plenário da Câmamra dos Deputados que:
“Que a Câmara dos Deputados aprovou nesta
quarta-feira (25) o Projeto de Lei 4943/23,
que cria o DIA NACIONAL DO ROSÁRIO DA VIRGEM MARIA a ser celebrado em 7
de outubro de cada ano. A proposta será enviada ao Senado.”
À proposta que enobrece e dignifica à Devoção Mariana
no Brasil, possui nota merecedora de consideração ao reiterar que: “Esta data
irá unir todos os Católicos Apóstolicos Romanos de nosso País e iremos resgatar
nossa fé.,” afirmou.
O Projeto de Lei é de autoria da Deputada Simone Marquetto (MDB-SP) e, Relator o
Deputado Luiz Gastão (PSD-CE).
O significa o Rosário?
O Rosário nasceu do amor do cristãos por Maria ns época Medieval, talvez no tempo das
Cruzadas à Terra Santa. O objeto da recitação desta Oração, o terço, é de
origem muito antiga. Os anacoretas orientais
usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Nos conventos
medievais os irmãos leigos, dispensados da recitação do Saltério, pela pouco
familiaridade com o Latim, completavam as suas práticas de piedade com a
recitação dos Pai-nossos, e para
contagem, São Beda, o Venerável, sugerira a adoção de vários grãos enfiados num
barbante. Depois, narra uma lenda, s própria Nossa Senhora, aparecendo a São Domingos, indicou-lhe a recitação do
Rosário como armaa eficaz para debelar os hereges albigenses.
Nasceu assim a Devoção do Rosário, que tem o significado
de grinaldas de rosas oferecidas à Nossa
Senhora. Os promotores dessa devoção foram os dominicanos, que também criaram
as confrarias do Rosário. Foi o papa dominicano, São Pio V, o primeiro a
encorajar e a recomendar oficialmente a recitação do Rosário, que em breve se
tornou a oração popular por excelência, uma espécie de breviário do povo, para
ser recitada à noite em família.
Aquelas Ave-Marias
recitadas em família estão
animadas de autêntico espírito de
oração: “Enquanto se prossegue na doce e monótona cadência das ave-marias, o
pai ou a mãe de família pensam nas preocupações familiares, o menino que
atendem, ou nos problemas provocados pelos filhos mais velhos. Este emaranhado
de aspectos da vida familiar sofre então a iluminação dos mistérios salvíficos
de Cristo, e é espontâneo confiar tudo à Mãe do milagre de Caná e de toda a
Redenção” (Schillbeeckx).
A celebração da festividade hodierna foi instituída por
São Pio V, para comemorar a vitória de 1571 em Lepanto contra a frota turca
(inicialmente, dizia-se: Santa Maria da Vitória). A festividade do dia 7 de
outubro, que naquele ano caia no domingo. Foi estendida em 1716 à Igreja
universal e fixada definitivamente por São Pio X emm 1913. A festa do
Santíssimo Rosário, como era chamada antes da Reforma do calendário de 1960,
resume, em certo sentido, todas as festas de Nossa Senhora. (cf. Sgarbossa,
Mario, SANTOS para cada dia, pp.
300-301, Editora Paulus, 1ª Edição
1.983, 19ª Reimpressão 2.022)
Prestamos nossa reverência e nosso apreço em saudosa
memória, nosso amigo, e colaborar em levar à devoção Mariana em todos os
lugares, e exerceu à Coordenação Marina
no Brasil e em SC, Engenheiro de profissão, e se torna Padre da Companhia de
Jesus S.J, segundo contou-nos, ainda, chegou a ter sido aluno do notável Padre
João Batista Reus S.J (cuidar com a pronúncia do nomem alemão “Reus”), e nos
deixou duas obras, uma ainda tenho autografada por ele: Padre Valério Alberton
S. J. EFICÁCIA DO ROSÁRIO EM NOSSO SÉCULO XX, Edição Loyola; OS PAPAS E O
ROSÁRIO, Edições Loyola.
Sem dúvida, é indubitável e gratificante aos que
cultivam em família, pessoalmente, à prática de devoção continuada do Rosário,
especialmente, o terço. Cuida-se de notável escolha de cada qual em realizar
com fé à devoção Mariana, especialmente, lembrar do pedido feito em Fátima em
1.917, que: “Rezem para acabar a guerra, mas não deve esquecer de rezar sempre
pela conversão dos pecadores, e disse aos Santos Francisco, Jacinta e também à
Lúcia, que: “São a existência de muito pecado grave, que darão origem aos
conflitos e guerras.”
Pois não se pode protelar o bem, e o mandamento está
posto, já que os fariseus sempre estavam dispostos a criar controvérsia com
Jesus, o perguntaram “qual o maior dos mandamentos?” E, Jesus respondeu,
certamente, mas, disse qual é o maior e o mais importante de todos, e disse:
- “O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás a teu
próximo como a ti mesmo’. Toda lei e os profetas dependem desses dois
mandamentos.” (cf. São Mateus 22:34-40). Logo o Evangelho de São Mateus
22:34-40, está na Liturgia deste domingo, 29/10/2.023.
Considerações Finais:
Evidente, que nosso dever é o desenvolvimento, crescimento,
e realização pela coerência boa obra, dentro do primado da fé e da palavra.
Possuir
existência cotidiana em vigilância, meditação, e oração, realizar toda
boa ação com consciência plena, e agir com responsabilidade.
O fundamental é abolir o pecado, e o mau
procedimento como o crime da violência, crueldade, egoísmo, cobiça, estelionato
contra idoso, em fim, abolir o pecado como má ação criminosa, praticados contra
à criança, à mulher e o idoso com deficiência, considerados vulneráveiws pelo
Parágrafo único, do Art. 5º, e art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de
2.015.
Diante de todo o exposto, vamos escolher o caminho
do bem, de amar o próximo como a si mesmo, e não permitir que o mau da carne
atrofie o coração, para não realizar o mal que não quer, e ter consciência que
não se sai da prática do mal, sem pagar o último centavo, pois é o efeito do
mau proceder;
Que esteja sempre apto, habilitado, e agir com
harmonia para obter o lugar no reino e na casa do Pai, e continuadamente esteja
em vigilância e oração, e supliquem ao Uno, que nos dê saúde, prosperidade, que
vençamos a corrupção de todas as formas, extorsão, furto, e estelionato, com
calúnia, injúria e difamação, que sejamos pela graça defendidos de todos os
perigos como sinistros, catástrofes, e tempestades, e tudo supliquemos a
intercessão da Bem-Aventurada Santa Mãe de Deus, sem esquecer que ela é intercessora;
Por fim, que todos estejam na paz do Senhor, com
nosso apreço e afeição, deixamos nosso cordial abraço a todos e à todas com
graça do Pai eterno.
Criciúma (SC), 29 de outubro de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
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