DEVE-SE SABER O PREÇO DO MAU
FEITO, E POSSUIR CONSCIÊNCIA PLENA, QUE NOSSA LIBERTAÇÃO DA MORTE, SEU PECADO,
VEIO PELA PAIXAO E MORTE DE CRUZ DE NOSSO SENHOR JESUSCRISTO.
DEPOIS DE LEVAREM AO CONSELHO E
ANCIÃOS, E ENTREGARAM AO GOVERNADOR PILATOS, QUE LHE PERGUNTOU: TU ÉS O REI DOS
JUDEUS? SUBMETERAM AO FLAGELO, E COROARAM COM COROA DE ESPINHOS E SE AJOELHARAM
NA SUA FRENTE E DIZEM: - SALVE O REI DOS JUDEUS. E PILATOS SOLTA BARRABÁS, PELA
ESCOLHA DA TURBA QUE ESTAVA LÁ, DIZENDO: CRUCIFICA! LEVA-O À SER CRUCIFICADO E
CARREGA SEU MADEIRO NOS OMBROS, E CHEGA NO CALVÁRIO, É CRUCIFICADO, E DIZ À SUA
MÃE: MULHER, EIS AÍ TEU FILHO. E OLHA
PARA O LADO, E DISSE: EIS AÍ SUA MÃE. E DEPOIS ENTRE O ESPÍRITO, MORRE.
NO TERCEIRO DIA RESSUSCITA, E VENCE A MORTE (SÃO JOÃO 19:17-26-27-38-39-40-41-42).
LOGO, À SÍNTESE DO PLANO DE DEUS, ABERTO PELA ANUNCIAÇÃO DA VIRGEM MARIA
CONSOLIDA-SE, EFETIVAMENTE, PELA OBEDIÊNCIA GENENEROSA, DO FILHO QUE CONHECIA À
HRA DE VOLTAR AO LUGAR DE ONDE
VEIO, E A REMISSÃO DE TODOS, PERDÃO DOS PECADOS, E RESSUSCITAR DA MORTE, COM
PRIMÍCIAS EM VENCER À MORTE DE ADÃO, E REVESTIR-SE DO NOVO HOMEM, IMAGEM E
SEMELHANÇA DO CRIADOR, PELA JUSTIÇA E SANTIDADE, JESUS CONHECENDO À VERDADE
DISSE SOBRE O QUE É A VERDADE LIBERTADORA DEESSA FORMA:
“13 NINGUÉM TEM MAIOR AMOR DO QUE
AUELE QUE DÁ VIDA PELOS SEUS AMIGOS”. (SÃO JOÃO 15:13; 1CORÍNTIOS 15:20-22-26;
EFÉSIOS 4:23-24).
“(§52) Primmeiro, não
causar dor. Há três pecados que causam mais dor do que todos os outros no mundo
– a maledicência, a crueldade e a superstição – porque são pecados contra o
amor. Contra esses três pecados, o homem que quiser encher seu coraçãocom o
amor de Deus, deve vigiar
incessantemente.”. Conf. Krishnamurti, Jiddu (Alcione), Aos Pés do Mestre, p.
81, Editora Teosófica, 8ª edição em
Português, maio de 2.010.
Os planos do Altíssimo Senhor dos
céus e da terra, conhecido à História da Salvação, como - PLANO DE DEUS -,
conduz-nos pela dedução construída ao longo dos séculos, e mil\ênios desde
Adão, e sua desobediência em Éden, pela
astúcia da serpente, que convence
ardilosamente, Eva, à comer da fruta apetitosa do meio do Jardim, do bem e do
mal e do conhecimento, sutil, di-lo que,
não morreriam, jamais, cujo efeito, é
que:
- Os olhos abrir-se-iam.(Gênesis
3:3-4-5-6-7-8).
É desse fato, que deriva às gerações
futuras da humanidade, congênitamente, o pecado da morte.
Logo com fundamento na existência
do pecado (pecado, cujo étimo existente
na antiguidade, trata-se da violação e transgressão de princípios retos, e
probos, moralmente aceitos pela sociedade existente, e consolidados, também, as
Leis universais, explicitdas na Lei de Deus e seus mandamentos, Êxodo 20:12-17)
original, de nascimento como nação e povo, está à morte, já que em Adão todos
morrem, e em Jesus Cristo, ressuscitado todos viverão, como ensina o Apóstolo Paulo (Romanos 5:12-17-19; 1Coríntios
15:22-26), como se pode ler:
“12 Por isso, como por
um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim a morte
passou a todo o gênero humano, porque todos pecaram.
19 Assim como pela
desobediência de umm só homem foram todos considerados pecadores, assim pela
obediência de umm só todos se tornarão justos.
22 Assim como em Adão
todos morrem, assim em Cristo todos
reviverão.
26 O último inimigo a
derrotar será a morte, porque Deus sujeitou tudo debaixo dos seus pés.”
Por isso, devemos possuir mãos
limpas, com consciência formada dentro dos fundamentos da Razão – Logos –
porque no dizer de Immanuel Kant, na sua obra Crítica da Razão Pura, em face da
consciência ser na à notável juíza das
escolhas feitas pelo homem, e pelo que se deduz do expresso na obra em Kant,
como está posto pela percepção, intuição, e passar no crivo e julgamento da consciência,
sendo daí que se origina à razão.
Observa-se ao ler o Apóstolo
Paulo, pelo fato de ter escrito suas Cartas dentro do contexto da Grécia, e de
posse das obras de Platão e Aristóteles, também Heráclito de Éfeso, e outros, o
mesmo Apóstolo escreve com base filosófica, pelo fato de ler Paulo, é ler boa
educação, e o que escreve está consoante com a disciplina, com bom senso, e
dentro da pedagogia necessária ao bem para se conviver, dignamente, em grupo.
Logo, eis a importância de Paulo para nosso conhecimento de doutrina exposta,
publicamente, por Jesus Cristo.
Surpreende-nos ao lermos o
Evangelho de São Mateus e, somos deparados com o tentador molestando o Mestre,
quando entra em meditação no deserto por quarenta dias, e o tentador se
aproxima, e disse-lhe: “3 Se és filho de Deus, ordena que estas pedras se
transformem em pães”. E Jesus respondeu-lhe:
“4 Jesus respondeu: “Está
escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de
Deus”. (São Mateus 4:3-4).
Logo à consciência nos dá a
cautela para lidar com situações íngreme com a tentação, pois à tentação nos pões
em estado de dificuldade. Às vezes, em estado de enfermidade, então, é oportuno
aprendermos com a obediência de Jesus, qundo em Getsêmani, disse aos
discípulos: Minha alma está triste de morte. E ficai aqui e vigiai comigo. E,
novamente, fala aos discípulos: Vgiiai e orai, para não cairdes em tentação. (Sâo Mateus 26:38-41) Daí, o meio
de não estar no sofrimento e na dor, pode ser obtida por meio da vigilância e
da oração, como forma de entrar como ser na justiça e santidade no reino, e
evitar o dano que enfermidades causam física e mentalmente.
Certamente, não se possui nenhuma
dúvida à evolução humana está relacionada com o pensamento proposto pela
consciência, que se percebe à importância da Luz – conhecimento -,
especialmente, aquele vindo do alto expresso por Santo Agostinho:
“Com efeito, se a
natureza da verdade é simples, no filho são mesmo o Ser a conhecer. Assim, pois, do mesmo modo que o Pai, gerando-o
deu-lhe o ser, gerando-o, deu-lhe o conhecimento.” Conf. De Aquino, Santo Tomás, Catena Área, Vol. 4 – Evangelho de São João,
pp. 285.286, Editora Ecclesiae, 1ª edição – junho de 2.021.
É evidente, que a consciência está a nós dar o mais importante, o
conhecimento transformador daquilo que ainda pensa como carne bruta, em Ser,
sujeito e autor na existência deste ciclo
vital com eleo de ligação com o
Universo, e seres lá existentes com objetivo de contribuir com à alma atual,
com princípios e ações formadores da essência do Kárma, de todos os ciclos, que pela boa ação e conhecimento, obtido pela
espiritualidade, com meditação, vigilância e oração, construído passo a passo o
Dharma, por isso, Annie Besant, reflete sobre a questão, e consolida desta
forma:
“Quais são as
características da consciência? A
mudança e a certeza fundamental de que ela existe. A consciência de existir é
invariável; para além dela tudo varia, e a mudança só pode transformar a
consciência em Eu-consciência. A consciência desloca-se incessantemente,
mas tem por centro da sua órbita uma ideia
imutável, a do Eu-existência. A própria consci^rncia não é afetada por nenhuma
mudança de posição ou de lugar; ela sofre apenas modificações interiores.”
Conf. Annie, Besant, Introdução ao Yoga, p. 38, Editora Pensamento, São Paulo –
2.010.
Dito isto, à consciência nos abre
o caminho para à solidariedade aos oprimidos, e àqueles inrdcrupulosamente são
explorados como os vulneráveis: Criança, adolescente, mulher, e idoso com
deficiência, contemplados pela proteção do Parágrafo único, do art. 5º, da Lei
nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, e como o mau procedimento está inerente ao
comportamento humano, que devemos trabalhar pela abolição de todas às formas de
violência e crueldade, contra os limitados, e rogarmos ao Pai eterno, e ao
Filho misericórdia, como está no Salmo nº 51:1-2-3, que diz
“1 Tem misericórdia de
mim, ó Deus, segundo a tua benignidade;
apaga as minhas transgressões. Segundo a multidão das tuas misericórdias.
2 Lava-me
completamente da minha iniquidade, e purifica-me do meu pecado.
3 Porque eu conheço as
minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim”.
Logo que todos sejam libertados da
maledicência, da crueldade e da superstição, que na prática sua ação esteja
conforme: ” Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelo seu amigo”
(São João 15:13);
Que tenhamos no decrrer do
domingo, o último de fevereiro, solidariedade, prudência, e fé, e que, não perdamos
a esperança, em sobreviver com dignidade e no amor, deixa-se a todos cordial e
abraço fraterno.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB/SC nº 003978.
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