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O HUMILDE CONNHECIMENTO DE SI
PRÓPRIO.
“Os conhecedores querem, de bom grado, aparecer como doutos e ser chamados de sábios
(cf. Eclo 7:5). Muitas coisas há cujo conhecimento em pouco ou nada aproveita à
alma. E muito insipiente é quem atenta mais para algumas coisas do que as que são úteis à sua salvação. As muitas
palavras não saciam a alma, mas uma vida boa refrigera a mente, e a consciência
pura grande confiança deposita em Deus. Quanto mais e melhor conheces, tanto mais gravemente hás de ser julgado
depois, a menos que tenhas vivido santamente.
Não te exaltes por arte ou por
ciência alguma; teme antes, pelo contrário, em razão do conhecimento que te foi
dado. Se te parece que muito conheces e muito bem o entendes, hás de saber,
todavia, que muitas mais são as coisas que ignoras. Não te ensoberbeças
(Romanos 11:20; cf. 12:3), mas confessa, antes, tua ignorância. Por que te
queres ter em mais do que alguém, quando muitos há que são mais doutos e mais
peritos na lei do que tu? Se quiseres conhecer e aprender com utilidade algumas
coisas, ama ser ignorado e tido em onta
de nada. É esta uma altíssima e utilíssima lição: “o ferdadeiro conhecimento e
o desprezo de si próprio”.
Nada reter de si e pensar sempre
bem e elevadamente de outros grande sabedoria é e perfeição. Se vires que alguém peca abertamente, ou
perpetra algumas ações graves, não deves, todavia, estimar. Todos somos
frágeis, mas a ninguém terás tu mais
frágil do que a ti mesmo”. [1]
TOMÁS DE KEMPIS.
“Guarda sempre forças em reserva,
a fim de que ningém possa conhecer os limites de teu poder”.[2]
Cardeal Mazarin.
1 – INTRODUÇÃO:
Evidente, que há esforços e
concentração, com meditação e reflexão, cujo objeto está em humildade e serenidade como meio eficaz de
obter à Unidade de espírito ligados em substâmcoas, que pela vontade e bondade
do gerente o Universo, dispensar-nos potência ao Ser, pela via da graça, e em
atendimento às boas obras e fidelidade, sempre, em súplica de vigilância e
oração (Mateus 26:41), porque devese aprender à
estar manso e humilde de coração, como se pode deduzir:
“29 Tomai meu jugo sobre vós e recebei a minha
doutrina, poque eu sou manso e humilde de coração, e achareis repouso para
vossas almas”. (São Mateus 11:29).
Logo está na humildade o
desenvolvimento e o crescimento, com evolução ao ingresso na glória do reino de
Deus.
Certamente, o que à palavra nos
ensina, está explíitamente, em virtude de humildade, cujo ordem nos dá forças e coragem, para galgarmos os degraus
da escada, por cumprirmos com predicado à bondade, prudência, toterância,
discernimento, justiça, amor com sabedoria, e consciência de fraternidade.
2 – OBSERVARMOS À PALAVRA E OS
MANDAMENTOS É DEVER DE CONSCIÊNCIA, PORQUE SABEMOS QUE NENHUMA LETRA, VIRGULA
DA LEI SERÁ SUPRIMIDA OU TIRADA:
Todavia, está oportuno o enunciado
do Evangelho deste dia, pois é instrução e conhecimento possuirmos consciência
no exercício necessário e prático da palavra anunciada por Jesus Cristo em sua
vida pública.
Sabe-se os mandamentos, pecados
mortais, e conteúdo prático da palavra exposta nos Evangelhos e cartas dos
Apóstolos.
Logo não se pode e nem se deve
legitimar à violência, crueldade, furto, apropriação, extorsão, calúnia,
difamação, pois as vedações se encontram expressas na Lei, especialmente, à
editada pela União Federal, que regulamenta à Covenção dos Direitos da Pessoa
com Deficiência da ONU de 2.007, no seu Parágeafo único, do Art. 1º, da Lei nº
13.146, de 6 de julho de 2.015.
Pois com base no exposto no Evangelho (São Mateus 5:17-19), é prudente e
urgente o cumprimento daquele que está exposto no Evangelho do Senhor, e pela
consciência respeitarmos à criança, o adolescente, à mulher, e o idoso com deficiência,
Parágrafo único do Art. 5º, da Lei nº 13.146/2.015.
Pelo amor, solidariedade, e
respeito ao vulneráveis, devemos em nome do exposto na palavra vivia do Senhor,
abolirmos todas às formas de violência, desrespeito, e insensibilidade, porque
à Palavra de Deus é viva, e à Lei Maria da Penha, existe, dentro do
ordenamento Jurídico Nacional, e está
compatível com à Doutrina Social da Igreja e os postulados de humanidade, de amor ao próximo, e fraternidade Cristã.
Eis a palavra viva!
— Glória a Cristo, palavra eterna
do Pai, que é amor!
— Senhor, tuas palavras são
espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna! (cf. Jo 6,63c.68c).
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus:
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse
Jesus aos seus discípulos:
17 Não penseis que vim
abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno
cumprimento.
18 Em verdade, eu vos
digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula
serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra.
19 Portanto, quem
desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros
a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os
praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus.”
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.
3 – DITO ISTO, que todos nós, indistintamente, tenhamos
responsabilidade social, e cumpramos os mandamentos do Senhor, e fé e obra
vivas (Tiago 2:16-17), e cada qual deve colher o que tiver plantado (Gálatas
6:7), e que se liberte do pecado da preguiça. Porém, com nossa devoção
suplicamos ao Pai, Filho e Espírito, na Quaresma da Paixão, pedimos que a alma
de Cristo nos santifique, que recebamos em graças auxílio para vencermos inimigos e perigos, e
que sejam eliminadas do nosso cotidiano à maledicência da violência, quaisquer
formas de exploração contra os vulneráveis, e que contemos com à intercessão da
sempre Virgem Maria, Mãe de Deus, e também, das almas em estado de justiça e
santidade, e então, deixa-se nossa gratidão e nosso cordial abraço a todos e à
todas.
Criciúma (SC), 15 de março de
2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB/SC nº 003978.
Bibliografia:
1) Kempis, Tomás de, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 60.61.62,
Paulus, 2.019;
2) Mazarin, Cardeal, BREVIÁRIO DOS POLÍTICOS, p. 75,
Editora 34, 3ª Reimpressão 2.007.
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