A JUSTIFICAÇÃO DA
GRQÇA E LOUVOR AO CRISTO RESSUSCITADO, ACONTECE POR MEIO DO DISCERNIMENTO E
CONSCIÊNCIA, EXPRIMINDO-SE PELO CONHECIMENTO PÍSTES – FÉ -, E OBRA, EM JUSTIÇA
E SANTIDADE!
“(§04) Mas mesmo
quando a escolha foi feita, deve ainda lembrar-te que do real e do irreal hã
muitas variantes, e o discernimento deve ainda ser feito entre o certo e o
errado, o importante e o não importante, , o útil e o inútil, o verdadeiro e o
falso, o altruísmo e o egoísmo”. [1]
“2. A CONSCIÊNCIA DE VDIGILIA
A consciência de vigília
é aquela atuando nos planos mental e astral, usando matéria astral e mental
como veículo, sediada no cérebro físico
como autoconsciência, usando esse cérebro como sistema nervoso a ele conectado
como seu instrumento para desejar, conhecer
e agir no plano físico. Na consciência de vigília, o cérebro está sempre ativo,
sempre vibrando; sua atividade, como órgão de transmissão, pode ser estimulado do
exterior, através dos sentidos, ou pela consciência, a partir dos planos
internos, mas ele está incessantemente ativo, respondendo ao que é externo e aos que é interno. No homem comum, o cérebro
é a única parte em quem a consciência definitivamente tornou-se
autoconsciência, a única na qual ele se sente como “eu” e se afirma como uma unidade individual separada. No entanto,
a consciência ainda está tateando vagamente, respondendo a impactos externos,
mas não os definindo ainda; perceptiva
quanto às mudanças em suas próprias condições. Mas ainda não perceptiva de “outros” e de “eu
mesma”. [2]
1 – INTRODUÇÃO:
Evidente, que nossa
caminhada neste planeta, está sedimentada em pressupostos, derivados pela mente
e o coração.
Ora, ninguém pode
servir dois senhores ao mesmo tempo, ou amará um e desprezará o outro (São
Mateus 6:24).
Á existência de cada
qual, em seu ciclo terrestre, é realizada
pela escolha, também: – Eleição. Pois
está conceituado por Santo Tomás de Aquino, em sua obra à Suma Teológica.
Contudo, o ciclo que
estamos inseridos no Planeta Terra, como palco de nossa evolução, no sentido,
da execução das lições proposta na origem, e cada qual possui o dever ético de realiza-la,
com objetivo de subir à escada r, alcançar pelo mérito da virtude à porta do
reino de Deus, que está próximo, pela conversão e penitência, cujo reino somos conduzidos
por termos revestidos do homem novo, imagem e semelhança do criador, em justiça
e santidade (Efésios 4:23-24), devidamente habilitados pelo discernimento e
consciência.
Certamente, à evolução
está relacionada com o caminho, e adequação à retidão no exercício da bondade no caminho; e à
transformação, significa o milagre em transformar àgua em vinho, milagre
realizado pela intercessão da Sempre Virgem Maria, em Bodas de Camá da Galileia
(São João 2:1-10).
2 – Nossa Justificação
se opera pela Senda:
Com certeza, como
descreve Santo Inácio nos Exercícios Espírituais, começa à justifica desta
forma:
“201 Aque recordarei
como Cristo Nosso Senhor desce com os
doze discípulos do Monte Sião, onde acabara de celebrar a Ceia, ao vale de
Josafá. Deixou lá oito deles e os três
ficaram no parte do Jardim. E pondo-se em oração, começou a transpirar um suor
como gotas de sangue. Depois de ter, por três vezes, orado ao Pai, disperta os
três discípulos. OS SEUS INIMIGOS CAEM POR TERRA SO SOM DA VOZ. Judas dá-lhe o beijo da paz. São Pedro corta uma orelha a
Malco e Cristo repões curada no seu lugar. É preso como malfeitor, arrastam-no
descendo o vale, e depois subindo à encosta, até a casa de Anás”. [3]
Eis o esforço para
dimensionarmos a dor de Nosso Senhor Jesus Cristo, na sexta-feira dia que se
medita à obediência do filho ao Pai, como está (São Mateus 26:35-56). Pois é
nesse mesmo lugar que Jesus ora ao Pai, e disse: “39 Meu Pai, se é possível
afasta de mim este cálice! Todavia, não
se faça o que eu quero, mas sim,
o que tu queres.”
Logo, nada mais
razoável que a meditaão e reflexão da
paixão do Senhor Jseus, pois é verossível que Pedro com sua espada retirs s
orelha de Malco, e Jesus, generoso com sempre, repôs à orelha no lugar.
Pois neste dia, à
Liturgia nos traz à Parabola que Jesus conta, sobre o vinhateiro, que arrendara
a vinha, e depois mata os empregados do Senhor, pois isso está no Evangelho (São Mateus 21:33-43.45-46)
— Jesus Cristo, sois
bendito, sois o Ungido de Deus Pai!
— Deus o mundo tanto
amou que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que nele crer, encontre
vida eterna. (Jo 3,16)
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo +
segundo Mateus.
— Glória a vós,
Senhor!
Naquele tempo,
dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes:
33 “Escutai esta outra
parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu
uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o
estrangeiro.
34 Quando chegou o
tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para
receber seus frutos.
35 Os vinhateiros,
porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro
apedrejaram.
36 O proprietário
mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles
os trataram da mesma forma.
37 o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles
vão respeitar.’
38 Os vinhateiros,
porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos
matá-lo e tomar posse da sua herança!’
39 Então agarraram o
filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. 40Pois bem, quando o dono da
vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?”
41 Os sumos sacerdotes
e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento
esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os
frutos no tempo certo”.
42 Então Jesus lhes
disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores
rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é
maravilhoso aos nossos olhos?” 43Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será
tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos.
45 Os sumos sacerdotes
e fariseus ouviram as parábolas de Jesus, e compreenderam que estava falando
deles.
46 Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo
das multidões, pois elas consideravam
Jesus um profeta”.
No entanto, o exemplo
descrito por Jesus e descrito por São Mateus, possui mérito, já que, se sabe, que há prática e ações de crueldade
e violência contra aqueles que são encontrados em estado de fragilidade, com
abuso, extorsão, e apropriação indevida de bens e dinheiro.
No caso, é só olhar às
notícias veiculadas nos jornais e todo meio de comunicação, que farta notícia
veiculada no mínimo, semanalmente.
Com certeza, contra à
maledicência, violência, e exploração contra o idoso om deficiência, à mulher,
criança e adolescente, como inclusão, e proteção está disciplinado no Parágrafo único, do art.
5º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015.
3 – Dito isto, concluímos nosso trabalho de exame da paixão
de Nosso Senhor Jesus Cristo, com seu exemplo de obediência ao Pai eterno, pois
pela fraternidade, amor com sabedoria, discernimento, prudência, e
solidariedade, podemos sair do atraso que nos inserimos, e avançarmos na graça,
e desenvolvimento humano, como meio de realização e bem estar à cada qual dos
Brasileiros;
Logo na esperança de
que, todos alcancem à graça de paz, e unidade, cada vez mais plausível na
existência dos bons;
E, com paz e
sobriedade, deixa-se a todos e à todas
nosso cordial abraço, e tenhamos um existência consciente e de paz e
fraternidade.
Criciúma (SC), 10 de
março de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB/SC nº 003978.
4 - Bibliografia:
1) Krishnamurtil, Júddu, Aos Pés do
Mestre, p. 19, Editora Teosófcia – DF, 8ª edição, em português 2.10.
2) Besant, Annie, Um Estudo Sobre a Consciência,
pp; 129.130, Editora Teosófic –
DF – 2.014;
3) De Loyola, Santo Inácio, EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS, p. 112 Edições Loyola, 14ª edição, 2.015.
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