BUSCAR O CONHECIMENTO PELO
CAMINHO, VERDADE E A VIDA.
Boa Conduta
“(§031) Os seis pontos da Conduta,
que são especialmente requeridos, são
dados pelo Mestre como:
1. Domínio da mente;
2. Domínio da ação;
3. Tolerância;
4. Contentamento;
5. Unidirecionalidade (unidade de
propósitos, perseverança);
6. Confiança.
(Sei
que alguns destes pontos de Conduta são com frequência traduzidos
diferentemente, assim como o são os nomes das qualificações; mas em todos os
casos estou usando os nomes que o próprio Mestre empregou, quando os explicou
para mim.)
(§037)
Preserva a tua mente do orgulho, pois o orgulho provém somente da ignorância. O
homem que não sabe pensa ser grande; imagina ter feito esta ou aquela grande
coisa; mas o homem sábio sabe que só
Deus é grande, que toda boa obra é feita somente por Deus”. [1]
Jiddu
Krishnamurti.
1
– INTRODUÇÃO:
Evidente,
que cada qual necessita com eficiência e bom desempenho realizar à boa obra,
por meio da consciência reta, pelo conhecimento é contade de chegar no topos
que estiver à Luz, cujo fim é dr rnconntrar com o Pai que está no filho, e
aquele que conhece o Verbo de Deus, igualmente, também conhece e vê o Pai. Por
isto, à nobre e digna premissa estabelecida por Jesus Cristo, em sua vida
pública, e assim, disse:
“6
Jesus lhe respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.
7
Se me conhecêsseis, também
certamente conheceríeis meu Pai; desde
agora já o conheceis, pois o tendes
visto”. (São João 14:6-7).
Com
certeza, eis às razões que faz à razoabilidade pela mente e
o coração, em face de cada qual no caminho da Luz que ilumina o caminho do
reino, cujo objetivo é usufruir, e gozar a glória, com felicidade – mérito de
virtudes -, pela graça do Pai eterno, e dons do Espírito, e estar em substância
e potência à presença do Pai e Filho, em Unidade na plenitude, e semelhança com o homem, por meio do da anunciação
do Arcanjo Gabriel à Virgem, que a disse: “Ave, cheia de graça, o Senhor está
contigo....” Depois de ouvir à justificação do Arcanjo, Maria, dá o seu Sim, em
dar humanidade ao Filho de Deus. Logo pela virgem veio ao planeta terra e dá
personalidade como Filho do Homem, e então:
“38
Maria disse: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.
E, o anjo se retirou” (São Lucas 1:28-38).
Logo,
com extrema justiça e sabedoria, com generosidade peculiar, Jesus arremata com
lucidez, e simplifica sua unidade com o Pai ao sentenciar com dignidade e
humanidade, que: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, pois quem me segue não
andará em trevas, e veja como elucida o fato, a seguir:
“É
como se disse: “Eu sou o caminho por onde
queres ir; eu sou a verdade omde queres chegar;
eu sou a vida onde queres permanecer”. A verdade e a vida todo homem
alcança; o caminho, porém, nem todo
mundo encontra. Que Deus seja algum tipo
de vida eterna, alguma verdade conhecível,
mesmo os filósofos do mundo o perceberam. Por isso o Verbo de Deus, que é a verdade e a
vida junto do Pai, ao assumir a forma de homem fez-se o caminho. Caninha pelo
homem, chegarás a Deus. É melhor,
afinal, vacilar no caminho que marchar bravamente fora dele”. [2]
Santo
Agostinho.
Não
há dúvida, que dificuldades existentes, como soberba, cobiça, e orgulho, e o
apego à matéria expressa em poder e dinheiro, que exprime o fulgor do egoísmo,
também, à violência e crueldade, usada como fruto da covardia contra os seres
fragilizados, denota pujança das trevas, descumprimento do mandamento universal
e de Deus, que é justiça, sublimidade, solicitude, sobriedade, e amar com
sabedoria o próximo, dentro da inigualável Fraternidade, capaz de conduzir à
paz e harmonia, com dignidade e fé, pelo exercício prático de caridade.
2
– O QUE JUSTIFICA O BEM, E POR QUE O PROFETA
NUNCA É BEM QUISTO EM SUA TERRA?
No
entanto, sabe-se que os aquinhoados sobrevivem de aparência, e de esnobação, também,
em regra dormem mais que à cama, e sua riqueza possuem para desfilar ser rico,
e cobrir de ouro e prata, aquela que melhor o agrada, elas não são nada de
excepcional, mas, sentam na cadeira financiada com dinheiro do cofre público,
desde que, depois do expediente dê afeito ao trem pagador.
Na
verdade, não existe altruísmo, nem carinho, como amor, o que existe é: “Dando que se recebe” (CPMI da
década de 1.990 - no Congresso Nacional,
que investiga como funcionava o acerto dos parlamentares no Paralamento, e um
deles disse: É dando, que se recebe!).
Logo
se deduz à causa de um Profeta, não ser bem visto na sua pátria, como expressa
Jesus, no Evangelho da Liturgia deste dia como se vê:
24 “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido
em sua pátria”. (São Lucas 4:24).
E, Jesus conta também, o que
aconteceu com o profesta Elias, conhecido como o Profeta de Fogo, pois em
Israel não chovia mais trê anos, então,
chamavam o Profeta Elias, a fim de rogar ao Pai eterno: Chuva. Pois nas agruras
da escassez de água, à única que se lembra do Profeta é uma viúva, como se vê,
o dito do Direito em Latim está apto, dentro da doutrina do Mestre, como se vê:
“Dormientibus
non succurrit jus - O Direito não socorre aos que dormem”.
Desta
forma, é prudente e solícito não pedir nada quando já levou consigo bens
materiais, mas que há, é cobiça, o gôsto da ação diabólica, porque à vadiagem é
cultura, e não trabalhar, também, como existe o hábito do olho, com inveja,
pois tudo que enxergar na frente, levará consigo em bolsa, debaixo da roupa, ou
amarrado no suvaco, porque se perguntar o que
fazem naquela hora, dirão:
- Dormindo...
E, estarão no banheiro, pois ficam mais de hora para
maltratar o próximo, e ficar com coisa alheia.
Experimente, e verá.
Logo nossa compreensão e boa
vontade necessita de contemplar à generosidade de nosso Mestre, e praticarmos à
palavra viva e que mata nossa sede de justiça, como está no Evangelho (São Lucas
4:24-30)
— Jesus Cristo, sois bendito, sois
o ungido de Deus Pai!
— No Senhor ponho a minha
esperança, espero em sua palavra. Pois no Senhor se encontra toda graça e
copiosa redenção. (cf. Sl 129(130),5.7)
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo +
segundo Lucas.
—
Glória a vós, Senhor!
Jesus,
vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga:
24
“Em verdade eu vos digo que nenhum
profeta é bem recebido em sua pátria.
25
De fato, eu vos digo: no tempo do
profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande
fome em toda a região, ‘’---havia muitas viúvas em Israel.
26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado
Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia.
27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos
leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”.
28
Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos.
29
Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até o alto do monte sobre o
qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício.
30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o
seu caminho.”
—
Palavra da Salvação.
—
Glória a vós, Senhor.
Evidente,
que com à palavra psota do Mestre, devemos agir previdentemente, com cautela, e
dar dignidade e respeito ao ser humano vitimado pelas limitações causadas pelas
sequelas que persistem, entre milhares de Brasileiros, sendo injustiçados,
oprimidos, com violência e crueldade, também, explorados pelo homem, pelo olho
gordo demais, não podem ver nenhum bem, porque precisam, e furtam, e praticam
ardorosamente à extorsão, não há paz e nem sobriedade, com serenidade aos seres
vulneráveis, como criança, adolescente, à mulher, e o idoso com deficiência,
porque à discriminação está psota, exatamente, como sempre, dentro da injúria
racial, Art. 140, §§ 2º e 3º, do Código Penal do Brasil, combinado com o Art. 66, regulamento da Convenção pelo
Art. 1º, Parágrafo único, e sobre os vulneráveis nos termso do Parágrafo único,
do Art. 5º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, e regulamente a infração do Art. 5, da Convenção dos Direitos
da Pessoa com Deficiência da ONU de 2.007, que vigora no Brasil no direito
interno como Emenda Constitucional nos termos do §3º, do Art. 5º, da CF/88,
promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2.009, como se pode
verificar a seguir:
“Artigo
5
Igualdade
e não-discriminação
1.
Os Estados Partes reconhecem que todas as pessoas são iguais perante e sob a
lei e que fazem jus, sem qualquer discriminação, a igual proteção e igual
benefício da lei.
2.
Os Estados Partes proibirão qualquer discriminação baseada na deficiência e
garantirão às pessoas com deficiência igual e efetiva proteção legal contra a
discriminação por qualquer motivo.
3.
A fim de promover a igualdade e eliminar a discriminação, os Estados Partes
adotarão todas as medidas apropriadas para garantir que a adaptação razoável seja
oferecida.
4.
Nos termos da presente Convenção, as medidas específicas que forem necessárias
para acelerar ou alcançar a efetiva igualdade das pessoas com deficiência não
serão consideradas discriminatórias.”
3
– DITO ISTO, vamos nos eforçar no caminho,
da verdade e da vida, e andarmos na luz para não caminhrmos em trevas, com
efeito, darmos respeito, serenidade, amor, sabedoria, e dignidade aos
vulneráveis sem preconceito e discriminação, para ferirmos os Direitos Humanos,
e contarmos com a graça, bondade e proteção, compaixão do Pai, do Filho e do
Espírito Santo, com intercessão da Mãe do Filho, à Bem-aventurada sempre Virgem
Maria, e deixase nosso sincera gratidão, e o cordial abraço a todos e à todas.
Criciúme
(SC), 13 de março de 2.023.
Gilson
Gomes
Advogado
e Filosofia.
OAB/SC
nº 003978.
4-
Bibliografia:
1) Krishnamurti, Jiddu, AOS
PÉS DO MESTRE, pp. 53.54.61, Editora Teosófica, 8ª edi. Maio de 2.010;
2) De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA Vol.
4 EVANGELHO DE SÃO JOÃO, p. 416, Editora
Ecclesiae, 1ª edição – junho de 2.021.
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