COM CERTEZA, É À FRATERNIDADE HUMANA, QUE NOS FAZ CADA QUAL EM TODO DIA E HORA ESTAR EM UNIDADE COM DEUS, POR JESUS CRISTO E ESPÍRITO SANTO, QUE FEZ-NOS IRMÃOS PELA HUMANIDADE, ORIGINADA DA MÃE MÃE MARIA, E NOS DEU PELA PRIMÍCIA DA RESSURREIÇÃO, UNIDOS COMO IRMÃOS – FRATER – ENTÃO, NÓS SOMOS! (EX 3:14).
“P245: Mas como pode se
estabelecer a Fraternidade da Humanidade?
Se olharmos em volta, não nos
parece que os homens sejam irmãos, pois nos vemos pronto para agredir uns aos
outros!
A fraternidade da humanidade não é
algo que necessite ser estabelecido. A fraternidade é, cobstitui um fato na Natureza; já
existente, e requer unicamente ser realizada.Ninguém pode fazer uma declaração
mzix ximples ou mais perfeita sobre ela que o Cristo quando disse: “Um é vosso Pai, ou Deus, e todos vós soiis irmãos”.
As pessoas enganam e matam umas às
outras porque esquecem a verdade da Fraternidade, mas a ignorância dos homens
não altera as Leis da Natureza nem faz
variar sua marcha irresistível. Suas Leis aniquilam os que se opõem a
ela. Nenhuma nação nem civilização alguma que ultrajam a fraternidade podem
perdurar; e temos de afinar nossas vidas
em harmonia com essas Leis.” [1]
P. Pavri
Teosofia Explicada-
Em perguntaS e
Respostas.
Evidente,
que há, indubitavelmente, entre
encontros e desencontros se procura razoavelmente à Unidade, como ensina
Plotino, em face de termos nascidos e originados do sopro – Vida –, dado na
narina do boneco de barro, pelo Criador – Pai eterno - fê-lo uno consigo, imagem e semelhança, criados para
sobreviver em glória perene no seio do Pai (Gênesis 2:7), como se lê:
“7
O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas
narinas o sopro da Vida e o homem se tornou um ser vivente.”
Logo
às gerações vindouras estariam irmanadas harmonicamente em razoável
Fraternidade Humana, porque estariam em constante busca da paz - Shalom
= Paz. Olá, como vai? -, pois só existe, efetivamente, à paz, quando a
realiza, por meio, da Fraternidade. Por isto, é justa o dizer a seguir:
“Não
existe caminho para a paz. A paz é o
caminho.”
-
Mahatma Ghandi.
Logo
está no pecado praticado por ambos os desobedientes, Adão e Eva, que comem o
fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, que a serpente, disse: Vós não
morrereis, somente os olhos abrir-se-ão. E depois que[GGC5nt1] [GGC5nt2] se deleitara pelo apetite da fruta, aí os
olhos ficaram abertos em demasia. Pois assim, comeram o fruto da morte, de
enfermidades, e ter de trabalhar o cultivo das terras seu pão de cada dia. Com
esse comportamento segue à existência humana (Gênesis 3:4-5-6-7-8) até a morte
e ressurreição do Verbo de Deus – seu filho Jesus Cristo, que homem nascido da
Mãe Maria, vence à morte, e nos concede a Vida Eterna (1 Coríntios 15:20-22;
São Marcos 16:1-2-3-4-5-6-7).
Como
se percebe, no momento em que recebe o beijo traiçoeiro de Judas, e pedro tira a espada da bainha e feriu um servo do
Sumo Sacerdote, de nome Malco, decepando-lhe a orelha. Jesus, no entanto, lhe
disse: “Embainha a tua espada, porque
todos aqueles que usaram da espada, pela espada morrerão, mas Jesus cura o
ferido, e repõe a oorelha no lugar (São Mateus 26:51-52), então reflitam sobre
o que está dito pela Patrítica:
“O
Senhor desaprova a ação de Pedro e proíbe de ir além; daí que siga: Porém,
Jesus disse a Pedro: “Mete a tua espada na bainha”. Pedro, afinal, devia ser
advertido a manter a paciência, e isso foi registrado para o entendimento dos
leitores.” [2]
Santo
Agostinho.
Na
verdade, com o que fizeram com nosso irmão maior e nosso Mestre de Luz, sempre
nos causa profunda dor e sofrimento pelo constrangimento, em exutar
sumariamente, e pena capital, Ser do bem, e o mais grave, inocente, e
fizeram-no comparecer perante o Tribunal Tirano e Autoritário, sem que o mesmo
estivesse acompanhado de Defensor, Advoogado assemelhado a Lúcio Anneo Sêneca, fato
inexistente, cuja ação de Pôncio Pilatos, fê-lo nulo com base no Direito Romano
em vigor, o Processo Criminal, que submete nosso amado Filho do Homem, por ter
sido gerado pelo Sim de sua Santa Mãe Maria – Miriam, e Verbo de Deus, por ser Filho
único do Pai eteno, em unidade e natureza, por isso: Eu sou! Poir é o Pai que
me gerou e me envou, pois vejamos como está à história:
“Pilatos
começou por um longo preâmbulo, em que se referiu com mais pomposos títulos ao
Imperador Cláudio Tibério. Depois expôs a acusação contra Jesus, que fora
condenado À morte pelos Sumos Sacerdotes, e cuja crucificação tinha sido exigida unanimemente pelo povo, por ser
um rebelde, perturubador da paz pública, violador da lei judaica, por se fazer
chamar Filho de Deus e rei dos Judeus. Quando, porém, acrescentou ainda que achava essa Sentença justa, - ele que por
várias horas continuara a declarar Jesus inocente, quase não pude conter-me
mais, à vista desse homem infame e
mentiroso. Ele disse ainda: “Por isso condeno Jesus Nazareno, rei dos Judeus, a
ser pregado na Cruz.” Depois deu ordens aos carrascos que fossem buscar a Cruz.
Também me lembro, mas não tenho plena certeza, que ele quebrou uma vara
comprida, cuja metade era visível, e lançou
os pedaços aos pés de Jesus.
A
essas palavras a Mãe de Jesus caiu por
terra sem sentidos e como morta; agora
então estava decidida, era certa a morte de seu Santíssimo e Amantíssimo Filho e Salvador, morte horrível, dolorosa, ignominiosa. As companheiras e João levaram-na
para fora da multidão, para que aqueles homens cegos de coração não pecassem,
insultando a dolorosa Mãe do Salvador;
mas Maria não podia deixar de seguir o caminho da Paixão de Jesus; as
companheiras viram-se obrigadas a leva-la outras vez de lugar em lugar;
o culto misterioso de unir-se-lhe
nos impelia a Santíssima Mãe à oferecer
o sacrifício de suas lágrimas em todos os lugares onde o Redentor, seu Filho,
sofrera pelos pecados dos homens, seus irmãos; e assim a Mãe do Senhor consagrou com suas lágrimas todos esses
santos lugares e tomou posse deles par a futura veneração pela Igreja, Mãe de todos nós, como Jacó erigiu uma pedra, ugindo-a com
óleo, consagrou-a em memória da
promissão, que ali recebera.” [3]
ANNA CATHARINA EMMERICH.
Com
certeza, a dor e sofrimento está expresso e visível na Santa Mãe de Deus,
porque é ela que oportuniza à execução
do Plano do Pai, em nos perdoar os pecados, restabelecer à Unidade com o Pai da
humanidade, em nascer Filho do Homem, pela geração materna, e por fim, vencer à
morte deixada por Adão, por meio da ressurreição.
Por
isto, hoje, como novos seres revistos em Jesus Cristo, como novo homem e
mulher, devemos pelo mérito da graça de luz recebida abolirmos à criminalidade,
e pecado e vício mortal como violência, crueldade, lesão corporal, cobiça,
inveja, insolência, orgulho, avidez, mau procedimento, maus tratos, praticados
contra os vulneráveis, mais frágeis, e limitados como: Criança, adolescente, à
mulher, e idoso com deficiência, amparados pelo Parágrafo único, do Art. 5º, da
Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015.
Dito
isto, que tenhamos compreensão sobre à Paixão e morte de Nosso Senhor Jesus
Cristo, que pela sua generosidade e amor que nos dedica em nome do Pai eterno,
que sejamos gratos e retos no caminho do Senhor, e tenha conosco sempre
compaixão em razão das ciladas do demônio e do diabo, dos inimigos e do perigo;
E,
com nosso apreço e, certeza de cumprirmos o dever legal e Cristão, deixamos
nosso cordial e afetuoso abraço, a todos e à todas.
Criciúma
(SC), 23 de março de 2.023.
Gilson
Gomes
Advogado
e Filosofia.
OAB/SC
nº 003978.
Bibliografia:
1) Pavri, P, TEOSOFIA EXPLICADA – EM PERGUNTAS
E RESPOSTAS, pp. 363.364, Editora Teosófica – DF, 2.018;
2) De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA,
VOL. 4, EVANGELHO DE SÃO JOÃO, p.
500, EDITORA ECCLESIAE, 1ª edição, junho
de 2.021;
3) EMMERICH ANNA CATHARINA, VIDA, PAIXÃO E
GLORIFICAÇÃO DO CORDEIRO DE DEUS, p. 266, MIR EDITORA, 19ª edição, São Paulo
2.022.
Bibliografia:
1) Pavri, P, TEOSOFIA EXPLICADA Em perguntas e
respostas, pp. 363.364, Editora Teosófica, 2.018;
2) De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA, VOL.
4, EVANGELHO DE SÃO JOÃO, p. 500, Editora ECCLESIAE, 1ª edição, junho de 2.021.
[1] Pavri, P, TEOSOFIA EXPLICADA – EM PERGUNTAS
E RESPOSTAS, pp. 363.364, Editora Teosófica – DF, 2.018.
[2] De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA, VOL.
4, EVANGELHO DE SÃO JOÃO, p. 500, EDITORA ECCLESIAE, 1ª edição, junho de 2.021
[3] EMMERICH ANNA CATHARINA, VIDA, PAIXÃO E
GLORIFICAÇÃO DO CORDEIRO DE DEUS, p. 266, MIR EDITORA, 19ª edição, São Paulo
2.022.
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