CONTEMPLAÇÃO DE TODA PAIXÃO DE
CRISTO, E PERCEBER PROCEDIMENTO INJUSTO, DESUMANO E ILEGAL, JÁ QUE O ACUSADO
PELOS SUMO SACERDOTES E, A TURBA DO POVO, HUMILHARAM, E MATARAM NA CRUZ O SER
DE MÃOS LIMPAS E, INOCENTE. LOGO O QUE DEVE SER
A SENTENÇA DE PILATOS LAVRADAS PELOS ESCIBAS E FARISEUS!
292 Mistérios realizados desde a casa de
Annás, inclusive Mt. 26; Mc 14; Lc 22;
jo 18.
1º. Levaram-no atado da casa de
Anás à de Caifás, onde S. Pedro o negou duas vezes. Mas, tendo-lhe o Senhor
lançado um olhar, o Apóstolo saiu e chorou amargamente.
2º. Jesus esteve atado durante
toda aquela noite.
3º. Além disso, os que o haviam
prendido zombavam dele, feriam-no e, vendam-lhe o rosto, davam-lhe bofetadas,
dizendo: - “Profetiza quem te
bateu, e preferiram contram Ele blasfêmias semelhantes”.
293 Mistérios realizados desde a casa de Caifás à
de Pilatos, inclusive MLc t
27:1-2.11-26; Lc 23:1-5.13-25; Mc
15:1-15.
1º. Foi levado por toda multidão
dos Judeus a Pilatos, diante do qual
acusavam, dizendo: - “Encontramos este homem deitando a perder a nação
proibindo pagar o tributo a César”.
2º. Pilatos, depois de ter
examinado uma e outra vez, disse: - “Não encontro (neste homem) crime algum”.
3º. A Cristo foi preferido
Barrabás, um ladrão: - “Não solte a este, mas Barrabás”.
294 Mistérios realizados
desde a casa de Pilatos até à de
Herodes Lc 23:6-11.
1º. Pilatos enviou Jesus Galileu a
Herodes, Tetrarca da Galiléia.
2º. Herodes, por curiosidade,
interrogo-o largamente, porém Ele nada respondia, apesar de os escribas e sacerdotes
continuamente o acusarem.
3º. Herodes, com a sua guarda,
desprezou-o, mandando-lhe vestirem uma túnica branca.
295 Mistérios realizados desde a
casa de Herodes à de Pilatos Mt 27:26-30; Lc 23:11-26; Mc 15:15-20; Jo 19:1-6.
1º. Herodes reenviou Jesus a
Pilatos e desde esse momento ambos ficaram amigos, de inimigos que eram antes.
2º. Pilatos tomou Jesus e mando-o
açoitar. Os soldados, fazendo uma coroa de espinhos, puseram-lhe na cabeça,
vestiram-no de púrpura e chegava-se a
Ele dizem: - “Deus te salve, Rei dos Judeus. E davam-lhe bofetadas”.
3º. Trouxe-o fora diante de todo o
povo: - “Saiu, Jesus coroado de espinhos e vestido de púrpura. Disse-lhes
Pilatos: - “Eis aqui o homem. Ao vê-lo
os pontífeces vociferavam: Crucifica-o,
Crucifica-o”.
296 Mistérios sucedidos desde a casa de Pilatos
até à Crucificação, inclusive Jo 19:13-22.
1º. Pilatos, sentado como juiz no
Tribunal, entregou Jesus aos Judeus para o crucificarem, depois deles o terem
negado por seu rei, dizendo: Não temos
outro rei senão César.
2º. Caminhava com a cruz às
costas; e não a podendo levar, obrigaram Simão Cirineu a levá-la após Jesus.
3º. Crucificaram-no em meio a
dois ladrões, com esta inscrição (sobre a cruz): - “Jesus de Nazaré, Rei
dos Judeus”.
Santo Inácio de Loyola.
1 – Considerações sobre o procedimento
baseado na Lei Romana contra nosso Mestre e Irmão maior:
Evidente, que todo aquele que possuir
conhecimento relacionado com o Direito Romano, especialmente, às defesas
realizadas em favor de Cristãos
Mártires, nos anos anteriores a 67 d. C, quando Nero imperador, inicia sua
atrocidade e matança contra os que professam
à Doutrina e palavra da Boa Nova, anunciada por Nosso Senhor Jesus
Cristo.
Contudo, Lúcio Anneo Sêneca, realizara
defesas memoráveis em favor dos Cristãos condenados à fogueira e cruz. Sabe-se
que Sêneca, fora o defensor do Apóstolo Paulo, em sua primeira prisão em Roma,
que obteve absolvição, e volta às comunidades, onde realizara sua pregação.
Pode-se deduzir que à Carta aos Romanso, está escrita à comunidade Cristã de
Romana, mas, leva-nos a crer, que escrevera em consideração ao conhecimento de
humanidade e sensatez de Sêneca.
Com certeza, Sêneca sempre exerceu
às atribuições de Professor, e Jurista, pois é notável advogado, iniciado antes
da morte de Jesus de cruz, pois ele é o educador e preceptor de Nero até sua
adolescência.
Cita-se Sêneca, porque sabia, que
não se deve processar criminalmente, no
Direito Romano, sem defesa técnica, isto é, sem a constituição de Advogado, e
presença do defensor, e Tibério conhecia o procedimento, e por isso, ao receber
de Verônica informações sobre à maneira que Pilatos procedeu na Condenação de
Jesus, Tibério, manda chamar Pklatos, e compareceu perante o Imperador, e
conselho do Imerio, aplica-lhe, pela omissão – prevaricação e crueldade -, pena de morte, mas, Pilatos se
suicida (isso está num vídeo publicado no yutube, que descreve à narração do
fato por Verônica – santa – e, o fim de Pilatos), os fatos podem ter
acontecidos nos anos 36.37.38 d. C.
Logo no processo submetido Jesus de
Nazaré está explicitas duas
ilegalidades:
1 – Submetem ao Processo sumário de perda de vida, com ac usação sem base de fato e direito, pois à
acusado é inovente;
2 – Ausência de defesa técnica,
isto é, defensor constituído e conhecedor do Direito Romano.
Pois eis a lição de Sêneca:
“Não
te é permitido levar mais do que tens, até o que trouxeste para a vida ao
nascer aqui deverá ser deixado. Perderás
a péle, o mais superficial de teus envoltórios; perderás a carne e o sangue que
corre pelo teu corpo; perderás os ossos
e os nervos, aquilo que sustenta as parte inferiores e flácidas de teu corpo”.
Lúcio Anneo Sêneca
Pois nada mais justo que dar o
direito de ter confiança e esperança, contudo, é isso que desejamos conhecer e
aprender lidar com os contrários, mas, saber que cada momento é um, e nos cabe
com virtude, elevar nosso espírito com alma à casa do Pai eterno, pela força da
palavra expressa nas lições mandamentais de Deus, e da palavra viva anunciada
por Jesus Cristo, pois o justo vive pela fé;
“17 Porque nele se revela a justiça de
Feus, que se obtém pela fé e conduz à
fé, como está escrito: O justo viverá
pela fé”. (Romanos 1:17).
2 – No entanto, não há vida,
quanto nossa vida eem Jesus Cristo, porque o que almejamos é o encontro com a
luz que vem do alto, e por isto nós estamos comprometidos pelo sofrimento da paixão, nos ensina à
abrirmos os olhos à bondade eterna.
Demos nos comprometer em abolirmos
do nosso meio o pecado, expresso em violência, crueldade, cobiça,, orgulho,
enfim, apego à matéria, que é ranço do egoísmo, expressa no poder e no dinheiro.
Devemos abolir do nosso meio o
pecado, expressso em violência, crueldade, cobiça, inveja, vaidade, e pelo orgulho, pois devemos
pensar no sofrimento que sobrevive com os enfermos, à mulher, e idoso,
conceituados como vulneráveis, como está na Lei º 13.146, de 6 de julho de
2.015, também, no Código Penale e no Código Civil vigente.
3 – Dito isto, contemplemos a
dor e o sofrimento na Paixão de Jesus Cristo, e roguemos ao Senhor proteção dos
perigos, e ação dos inimigos, especialmente, o espírito maligno, e com isso,
deixa-se nosso cordial e terno abraço, a tod os e á todas.
Criciúma (SC), 18 de março de
2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB/SC nº 003978.
4 - Bibliografia:
1) De Loyola, Santo Inácio, EXERCÍCIOS
ESPIRITUAIS, pp. 158.159.160, Edições Loyola, 14ª edição 2.015;
2) Sêneca, Lúcio Anneo, APRENDENDO A VIVER,
p. 120,
LPM Editores, 2.017.
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