DEVEMOS TOMAR CONSCIÊNCIA O SIGNIFICADO EM PRUDÊNCIA, BOM SENSO, E JUSTIFICAÇÃO  À SENDA DO REINO, NOSSO AJUSTE E CRESCIMENTO, E ESTADO EVOLUTVO NOSSA OBRAS FEITAS COM CARIDADE, E À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL, QUE PRATICAMOS EM PENITÊMCIA AO REINO DE DEUS QUE ESTÁ PRÓXIMO (SÃO MATEUS 4:17).

QUE O OLHAR DO SENHO E SUA GRAÇA ESTEJA CONOSCO E QUE NOSSA CONVICÇÃO E OBRAS, NOS CONDUZA PELA SENDA AO REINO DE Deus!

 

 “Abba Amona (Hebraico). Literalmente, “Pai-Mãe”; os nomes ocultistas das duas Sphiroth superiores, Chokmah e Binah, da tríande superior, cujo ápce é Sephira, u Kether. Dessa tríade, provém o setenário inferior, ou  Árvore Sephirótica.”  [1]

GLOSSÁRIO TEOSÓFICO

Capítulo 15

AS OBRAS FEITAS POR CARIDADE

“Que nenhuma coisa do mundo e por amor de mem algum se há de fazer mau.  Em razão, porém, da utilidade de um necessitado, uma boa obra a de ser às vezes impedida ou até trocada por outra melhor. Por tal fato, pois, a obra boa não se destrói, mas vê-se mudada para melhorar.

Sem caridade, uma obra exterior nada aproveita (cf. 1 Coríntios 13:3). Tudo o e que az, porém, pela caridade, por pequeno até desprezível que seja,  é completamente frutuoso.  Poia Deus considera  a motivação  com que agem  alguém do de que a quantidade de coisas que faz.. Mas Muito faz quem muito ama. Muito faz  quem faz bem o que faz.  Faz bem quem serve mais à comunidade do que à própria vontade. Muitas vezes parece haver  caridade e há mais carnalidade, pois a inclinação crnal, a vontade própria, a esperança de retribuição e a afeição da vontade raramente querem abandonar-nos.

Quem tem uma caridade verdadeira e perfeita não busca a si mesmo em coisa alguma, mas deseja tão somente que em tudo se realize a Glória de Deus (cf. 1 Coríntios 13:5). A ninguém inveja tampouco quem não ama alegria particular alguma (cf. ibidi., 4), nem quer regozijar-se em si mesmo,  mas deseja tornar-se feliz em Deus, por sobre todos os bens.  A ninguém atribui algo de bom, mas refere totalmente todas as coisas a Deus, de quem tudo procede e em quem  todos os Santos descansam por fim com fruição.  Oh, quem tivesse uma centelha da verdadeira caridade perceberia de imediato que todas as  realidades terrenas  estão cheias de vaidade (cf. Eclesiastes 3:19).”

IMITAÇÃO DE CRISTO

Tomás de Kempis.[2]

 

O fundamento do espírito e existência digna Cristã, está disciplinada e legalizada pelos Mandamentos e à  Lei de Deus, e mais expressa doutrinariamente e filosoficamente, como premissa maior em silogismo, raciocínio Cristão Teológico (como tmbém em Teosofia) no Evangelho – boa notícia -, didaticamente,  com excelsa pedagogia em seu anúncio e pregação pública sobre o reino, quando disse: “31 Amai-vos uns aos outros como a si mesmos” (São Marcos 12:31). No entanto, à mais célebre pregação, louvada pelo Mahatma       -  Grande Alma – Ghandi, o que nos descreve o Evangelista Mateus 5:3-14, ao lecionar-nos:

“3  Bem-aventurados     os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos Céus;

4 Bem-aventurados os que choram,  porque serão consolados;

5  Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra;

6 Bem-aventurados os que têm fome e  sede de justiça,  porque serão saciados;

7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia;

8 Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus”.

Como se pode vislumbrar, que à caridade é o amor prático, considerado o Ágape, que, fixa limites e parâmetros do que é capaz de realizar como meio e fim ao ser humano, evoluído, e na premissa válida de justiça e santidade, em vista da Glória sublime do Pai, Filho, e Espírito Santo, Unos – Eu sou! (Êxodo 3:14), pois somente desta forma, podemos compreender o que disse o Apóstolo Paulo sobre à Caridade, a seguir:

“3 Ainda que distrobisse  tos os meus bens em sustento dos pobres,  e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado,  se não tiver caridade, de nada valeria.

4 A caridade é paciente,  caridade é bondosa – boníssima -. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.” (1 Coríntios 13:3-4).

No entanto, eis à causa dos enganos, ilusões, falsidades – com apegos incessantes à matéria, expressas em poder e dinheiro -, e apenas na aparência, e na fraca concepção de beleza, e o aliciamento continuado de desconhecimento etimológico, do presente em relação à convivência diária com alguém inabilitado e sem sintonia com o fluxo de energia divina emanada pela mente e o coração, sendo o que à Doutora Annie Besant, amiga pessoal do  notável ser,    Mahatma Ghandi, em sua  grande obra: A DOITRINA DO CORAÇÃO.

Não há dúvida, que a sustentabilidade espiritual da obra realizada  por cada qual, que quiser alcançar  o reino, fundado na boa obra, e com fé, necessitará dispensar aos iguais em graça do Senhor, à unidade entre os iguais pelo elo da Fraternidade humana, que como  aliada no caminho da Senda do Reino, é garantia e segurança, que caridade os habilitará ao ingresso na Glória do Reino de Deus, com auxílio aos bons, seus Filhos pelo Pai eerno – Uno em Eu sou, com seu Filho, Redentor, e libertador        a todos  e à todas pela primícias da ressurreição a todos os que morrem (1 Corítios 15:20), cortês e gentil, solidariedade  aos êxitos dos caminhantes, pela digna piedade da Bem-aventurada Santa Mãe de Deus e Nossa.

Logo pelo significado da Caridade que dignifica e eleva ao alto todo aquele que estiver em incessante vigília e oração, compreender que, não se pode mais praticar em nome do seu ego miserável o doentio, pecados e vícios mortais, conhecidos na Criminologia como crimes, às vezes, hediondos, praticados contra pessoas com deficiência, idosos, conceituados atualmente, como Vulneráveis, a saber: - Criança, adolescente,         à mulher e idoso com deficiência, os crimes praticados todos os dias em todo lugar, doméstico residencial, escolas, loca de trabalho e lazer, e nas ruas, pelos adolescentes e adultos, parentes, e todos que praticam: - A violência,     crueldade,  cobiça, inveja, vaidade, orgulho, ,nsolência, arrogância, cárcere privado, oem pelo homem, como apropriação e extorsão de rendas de qualquer natureza, como proventos, e utilização de seu cartão magnético, como também, bens eletrônicos como computador, celular, ar condicionado,  té gás de cozinha, botijão, tudo que o olho gordo vê, levam consigo, sendo que à matéria está como dispositivo, e o Penal tipificado, em seu Parágrafo único,     do Art. 5º, Art. 89, da Leis nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, com inado com o Art. 102, do Estatuto do Idoso –    Lei 10.741, de 1º de outubro de     2003, em seu artigo 102 define como crime a apropriação indébita de bens de pessoas idosas.  Pois, determina  o      art. 102,  que        “apropriar-se de ou desv[1]iar bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento do idoso, dando-lhes aplicação diversa da de sua finalidade” constitui crime punível com pena de reclusão de um a quatro anos e multa.

Dito isto, em face de estarmos no perído da Quaresma, que se medita e se reflete sobre às dores e sofrimento de Jesus Nazareno,  em sua Paixão e Morte, com humilhação e crueldade, cujo sofrimento e sacríficio necessário, para nos garantir o perdão, unidade filial com o Pai, e redimir, e vencer à morte pela ressurreição, por amor incondicional a todos e todas, como humanidade, e por isso, oramos como ensina Sannto Inácio de Loyla, em seu Exercício Espiritual, publicado pela Editora Paulis, Falando com Deus, p.  114, como se deve rezar:

“Alma de  risto

              Alma de cristo, santificai-me.

Corpo de Cristo, salvai-me.

Sangue  de  Cristo, inebriai-me.

Água do lado de Cristo,  urificai-me.

Paixão de Cristo, confortai-me.

Ó bom Jesus, ouvi-me.

Dentro de vossas  chagas, escondei-me.

Não permitais que eu me separe de vós.

Do inimigo maligno, defendei-me.

Na hora de minha morte, chamai-me.

E mandai-me ir para vós,

Pars que eu com vossos Santos, vos  ouve

Por todos os séculos dos séculos, Amém.”

Então, deixa-se, com nossa afeição carinhosa, e acreditarmos no amor com sabedoria e fraternidade, que todos e todas, nossos amigos, professoras e professores, exemplares contribuidores na construção daquilo que estamos e somos, atualmente, deixamos nossa gratidão, e o mais sincero e cordial abraço, aos amigos e amigas de estudos, e indistintamente, a todos e à todas.

Criciúma (SC), 30 de março de 2.023.

 

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia

OAB nº SC003978.

 

Bibliografia:

1) Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,  p. 16,  Editora CENTRO LUSITANO DE  UNIFICAÇÃO CULTURAL -  Lisboa, distribuição no Brasil, pela Editora Teosófica – DF, 2.012;

2)    De Kempis,  Tomás,  IMITAÇÃO DE CRISTO,   pp.  94.95, Editora Paulus, 1ª edição 2.019, 1ª reimpressão 2.021.



[1]   Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,  p. 16,  Editora CENTRO LUSITANO DE  UNIFICAÇÃO CULTURAL -  Lisboa, distribuição  pela  Editora Teosófica, DF. 2.023.

 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O VALOR _A VIDA DOS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS Na existênxia de cada ser humano realizar Retiro Espiritual, cujo fundamento se encontra nos EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS DE SANTO INÁCIO DE LOYOLA quer dizer um avanço na vida diária e fundamentos do conhecimento do ser, pela fé e oração. Ora, todo ser humano necessita crescer na vida espiritual, também, para estar como bom devoto de Nossa Senhora precisa meditar todas às semanas do exercício, como à Parábola do Semeador e a Ressurreição de Lázaro, e possuir identidade com a postura das irmãs de Lázaro. Logo, realizar e aplicar à vida diária os Exercícios Espirituais é de suma importância, porque dá sentido à vida, e faz o homem melhor, e cidadão do céu, eis aí o que leciona os Exercícios Espiritais: “7 – 1 Sétima. Se o que dá os exercícios vê que o que os recebe está desolado e tentado, não se mostre com ele duro nem desabrido, mas brando e suave. 2 dando-lhe ânimo e forças para ir adiante, descobrindo-lhe as astúcias do inimigo da natureza humana, e fazendo-o preparar e dispor para a consolação que há-de vir.” Que assim seja!