DEVEMOS
TOMAR CONSCIÊNCIA O SIGNIFICADO EM PRUDÊNCIA, BOM SENSO, E JUSTIFICAÇÃO À SENDA DO REINO, NOSSO AJUSTE E CRESCIMENTO,
E ESTADO EVOLUTVO NOSSA OBRAS FEITAS COM CARIDADE, E À CONTRIBUIÇÃO SOCIAL, QUE
PRATICAMOS EM PENITÊMCIA AO REINO DE DEUS QUE ESTÁ PRÓXIMO (SÃO MATEUS 4:17).
QUE O OLHAR DO SENHO E SUA GRAÇA
ESTEJA CONOSCO E QUE NOSSA CONVICÇÃO E OBRAS, NOS CONDUZA PELA SENDA AO REINO
DE Deus!
GLOSSÁRIO TEOSÓFICO
Capítulo 15
AS OBRAS FEITAS POR CARIDADE
“Que nenhuma coisa do mundo e por
amor de mem algum se há de fazer mau. Em
razão, porém, da utilidade de um necessitado, uma boa obra a de ser às vezes
impedida ou até trocada por outra melhor. Por tal fato, pois, a obra boa não se
destrói, mas vê-se mudada para melhorar.
Sem caridade, uma obra exterior nada
aproveita (cf. 1 Coríntios 13:3). Tudo o e que az, porém, pela caridade, por
pequeno até desprezível que seja, é
completamente frutuoso. Poia Deus
considera a motivação com que agem alguém do de que a quantidade de coisas que
faz.. Mas Muito faz quem muito ama. Muito faz
quem faz bem o que faz. Faz bem
quem serve mais à comunidade do que à própria vontade. Muitas vezes parece
haver caridade e há mais carnalidade,
pois a inclinação crnal, a vontade própria, a esperança de retribuição e a
afeição da vontade raramente querem abandonar-nos.
Quem tem uma caridade verdadeira e
perfeita não busca a si mesmo em coisa alguma, mas deseja tão somente que em
tudo se realize a Glória de Deus (cf. 1 Coríntios 13:5). A ninguém inveja
tampouco quem não ama alegria particular alguma (cf. ibidi., 4), nem quer
regozijar-se em si mesmo, mas deseja
tornar-se feliz em Deus, por sobre todos os bens. A ninguém atribui algo de bom, mas refere
totalmente todas as coisas a Deus, de quem tudo procede e em quem todos os Santos descansam por fim com
fruição. Oh, quem tivesse uma centelha
da verdadeira caridade perceberia de imediato que todas as realidades terrenas estão cheias de vaidade (cf. Eclesiastes
3:19).”
IMITAÇÃO DE CRISTO
Tomás de Kempis.[2]
O fundamento do espírito e
existência digna Cristã, está disciplinada e legalizada pelos Mandamentos e
à Lei de Deus, e mais expressa
doutrinariamente e filosoficamente, como premissa maior em silogismo,
raciocínio Cristão Teológico (como tmbém em Teosofia) no Evangelho – boa notícia
-, didaticamente, com excelsa pedagogia
em seu anúncio e pregação pública sobre o reino, quando disse: “31 Amai-vos uns
aos outros como a si mesmos” (São Marcos 12:31). No entanto, à mais célebre
pregação, louvada pelo Mahatma - Grande Alma – Ghandi, o que nos descreve o
Evangelista Mateus 5:3-14, ao lecionar-nos:
“3 Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque
deles é o Reino dos Céus;
4 Bem-aventurados os
que choram, porque serão consolados;
5 Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a
terra;
6 Bem-aventurados os
que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados;
7 Bem-aventurados os
misericordiosos, porque alcançarão misericórdia;
8 Bem-aventurados os
puros de coração, porque verão Deus”.
Como se pode vislumbrar, que à
caridade é o amor prático, considerado o Ágape, que, fixa limites e parâmetros
do que é capaz de realizar como meio e fim ao ser humano, evoluído, e na premissa
válida de justiça e santidade, em vista da Glória sublime do Pai, Filho, e
Espírito Santo, Unos – Eu sou! (Êxodo 3:14), pois somente desta forma, podemos
compreender o que disse o Apóstolo Paulo sobre à Caridade, a seguir:
“3 Ainda que
distrobisse tos os meus bens em sustento
dos pobres, e ainda que entregasse o meu
corpo para ser queimado, se não tiver
caridade, de nada valeria.
4 A caridade é paciente, caridade é bondosa – boníssima -. Não tem
inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.” (1 Coríntios 13:3-4).
No entanto, eis à causa dos
enganos, ilusões, falsidades – com apegos incessantes à matéria, expressas em
poder e dinheiro -, e apenas na aparência, e na fraca concepção de beleza, e o aliciamento
continuado de desconhecimento etimológico, do presente em relação à convivência
diária com alguém inabilitado e sem sintonia com o fluxo de energia divina
emanada pela mente e o coração, sendo o que à Doutora Annie Besant, amiga pessoal
do notável ser, Mahatma Ghandi, em sua grande obra: A DOITRINA DO CORAÇÃO.
Não há dúvida, que a
sustentabilidade espiritual da obra realizada
por cada qual, que quiser alcançar
o reino, fundado na boa obra, e com fé, necessitará dispensar aos iguais
em graça do Senhor, à unidade entre os iguais pelo elo da Fraternidade humana,
que como aliada no caminho da Senda do
Reino, é garantia e segurança, que caridade os habilitará ao ingresso na Glória
do Reino de Deus, com auxílio aos bons, seus Filhos pelo Pai eerno – Uno em Eu
sou, com seu Filho, Redentor, e libertador
a todos
e à todas pela primícias da ressurreição a todos os que morrem (1
Corítios 15:20), cortês e gentil, solidariedade
aos êxitos dos caminhantes, pela digna piedade da Bem-aventurada Santa
Mãe de Deus e Nossa.
Logo pelo significado da Caridade que
dignifica e eleva ao alto todo aquele que estiver em incessante vigília e
oração, compreender que, não se pode mais praticar em nome do seu ego miserável
o doentio, pecados e vícios mortais, conhecidos na Criminologia como crimes, às
vezes, hediondos, praticados contra pessoas com deficiência, idosos,
conceituados atualmente, como Vulneráveis, a saber: - Criança, adolescente, à mulher e idoso com deficiência, os
crimes praticados todos os dias em todo lugar, doméstico residencial, escolas,
loca de trabalho e lazer, e nas ruas, pelos adolescentes e adultos, parentes, e
todos que praticam: - A violência, crueldade, cobiça, inveja, vaidade, orgulho, ,nsolência,
arrogância, cárcere privado, oem pelo homem, como apropriação e extorsão de
rendas de qualquer natureza, como proventos, e utilização de seu cartão
magnético, como também, bens eletrônicos como computador, celular, ar
condicionado, té gás de cozinha, botijão,
tudo que o olho gordo vê, levam consigo, sendo que à matéria está como
dispositivo, e o Penal tipificado, em seu Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Leis nº 13.146, de
6 de julho de 2.015, com inado com o Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, em seu artigo 102 define como crime
a apropriação indébita de bens de pessoas idosas. Pois, determina o art. 102, que
“apropriar-se de ou desv[1]iar
bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento do idoso, dando-lhes
aplicação diversa da de sua finalidade” constitui crime punível com pena de
reclusão de um a quatro anos e multa.
Dito isto, em face de estarmos no
perído da Quaresma, que se medita e se reflete sobre às dores e sofrimento de
Jesus Nazareno, em sua Paixão e Morte,
com humilhação e crueldade, cujo sofrimento e sacríficio necessário, para nos
garantir o perdão, unidade filial com o Pai, e redimir, e vencer à morte pela
ressurreição, por amor incondicional a todos e todas, como humanidade, e por
isso, oramos como ensina Sannto Inácio de Loyla, em seu Exercício Espiritual,
publicado pela Editora Paulis, Falando com Deus, p. 114, como se deve rezar:
“Alma
de risto
Alma de cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue
de Cristo, inebriai-me.
Água
do lado de Cristo, urificai-me.
Paixão
de Cristo, confortai-me.
Ó
bom Jesus, ouvi-me.
Dentro
de vossas chagas, escondei-me.
Não
permitais que eu me separe de vós.
Do
inimigo maligno, defendei-me.
Na
hora de minha morte, chamai-me.
E
mandai-me ir para vós,
Pars
que eu com vossos Santos, vos ouve
Por
todos os séculos dos séculos, Amém.”
Então, deixa-se, com nossa afeição
carinhosa, e acreditarmos no amor com sabedoria e fraternidade, que todos e
todas, nossos amigos, professoras e professores, exemplares contribuidores na
construção daquilo que estamos e somos, atualmente, deixamos nossa gratidão, e
o mais sincero e cordial abraço, aos amigos e amigas de estudos, e
indistintamente, a todos e à todas.
Criciúma (SC), 30 de março de
2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia
OAB nº SC003978.
Bibliografia:
1) Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO
TEOSÓFICO, p. 16, Editora CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL - Lisboa, distribuição no Brasil, pela Editora
Teosófica – DF, 2.012;
2) De Kempis,
Tomás, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 94.95, Editora Paulus, 1ª edição 2.019, 1ª
reimpressão 2.021.
[1] Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p. 16,
Editora CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL - Lisboa, distribuição pela
Editora Teosófica, DF. 2.023.
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