NÃO HÁ MAIOR QUALIFICAÇAO AO HOMEM E MULHER DE BEM QUE, O CUMPRIMENTO DO DEVER. LOGO O ÁPTO NÃO REALIZA SÓ O QUER, MAS SIM, O QUE DEVE  ESTAR FEITO. PRATICAR O PECADO NÃO É UMPRIR O DEVER, MAS SATISFAZER SEU EGOISMO, E ALICIAMENTO  DO ESPÍRITO MALÍGNO. DEVER, É AGIR COM RETIDÃO, BONADADE, CONHECIMENTO, E AMOR AO PRÓXIMO!

 

“Como chamar-se filósofo quem não sabe apresentar doutrina sobre os deveres do homem?  Há sistemas que, definindo o bem ou o mal, desvirtuam completamente o conceito dever. Quem considera o soberano bem independente da virtude, e que o fundamenta no interesse, e não na integridade,  quem fica de acordo consigo mesmo, se a amabilidade de sua natureza não vence sobre seus princípios, não saberá exercer quer a amizade, quer a justiça,  quer a caridade.

Cícero segue:

Os preceitos dados sobre deveres não  estão sujeitos também a natureza do bem e do mal;  conntudo, essa relação  é menos visível porque parece ligar-se às instituições sociais. Destes preceitos quero discorrer neste trabalho. Há ainda outra divisão do dever: O dever medíocre e o dever perfeito. O dever perfeito, se se quiser, podemos chama-lo de equidade. O dever medíocre é aquele  a que se pode dar uma razão admissível.

E, segue:

Nesse amor à verdade encontramos certo anseio de independência, fazendo o homem bem-nascido não desejar obedecer a ninguém, senão àquele que o educa e o dirige no interesse comum, de acordo com a justiça e às leis; daí nasce a nobreza d’ alma e o desprezo às coisas humanas.

Grande vantagem deu a natureza e a razão ao homem sobre todos os seres animado, concedendo-lhe o significado da ordem, da bem-aventurança e da medida nas suas ações e palavras. Só ele sente a beleza, a graciosidade, a proporção dos objetos sujeitos à sua vista;  e o homem, conduzindo essa imagem dos objetos materiais ao que só interessa ao espírito, transforma em beleza, assiduidade e Ordem seus desejos e suas ações, resguarda-se da desonestidade e da covardia,  preserva-se da paixão tato para seus sentimentos como para seu comportamento.  De tudo isso decorre a honestidade procurada, honestidade que nada perde de sua beleza, mesmo quando não sej notada e que é louvável por si própria, ainda  quando por ninguém louvada.”  [1]

Cícero -  Marco Túlio

Dos Deveres.

 

Certamente, está como evidência o pensamento de Marco Túlio Cícero, como grande pensador de Felosofia, por ser considerado um dos Estoicos notável, pois além de orador no Senado Romano, o mesmo exerceu à função de Governador de Provincia,  r vomo polítivo notável realiza seu famoso discurso  a Catilina, que perturbava a cabeça dos Romanos e dos Sendadores, dito por ele, até hoje, ainda é dito:

“Até quando, Catilina?”

Questão importante, sua luta contra ação de Crassus, pois falava a Júlio César, os malefícios que Crasso  praticara contra os trabalhadores, e à chacina realizada com mais de quatro mil trabalhadores escravos, e liderados pelo escarvao líder, que Crasso os crucificou nas laterais da Via Ápia. O resultado, é  ter sido morto pelo General Anibal de Cartago, porque ao invés de ir à luta pelo caminho normal e certo, escolheu o atalho, onde fora morto pelos Cartagineses, quem deseja mata-los. Está nesse fato,  à expressão existente nas culturas das civilizações até a presente data:

“O erro crasso”

É bom ficar ciente, que o usuário dessa expressão é Júlio César, que estava de Imperador, e noticiada pelo formidável Cícero.

Com certeza, o dever e, seu cumprimento é à espinha dorsal do processo civilizatório, em face, de que não há desenvolvimento e nem crescimento sem à observação de deveres morais, mandamentos, lei e a plavra de Deus. Pois os deveres são os propulsores do êxito e o sucesso humano no desempenho da missão existencial, em obras e fé (São Tiago 2:16-17), e no exercício magno da Palavra de Deus, especialmente, o Evangelho anunciado por Jesus Cristo, como luz, cuja premissa  é: “fazei penitência, que o reino de Deus está próximo, porque nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (São Mateus 4:4-17).

Logo temso consciência dos  acontecimentos de humilhação, agressão, e desrespeito aplicados contra Jesus no seu Processo de condenação, pois é constrangimento se observar que o inocente está morrendo de cruz, mas, não deixaram de flagela-lo, coroá-lo de espeinhos, e obrigar-lhe a levar sua cruz nos ombros até o Calvário. À prática dos carrascos e algozes são injustas, imorais, e conntrária ao Direito Romano, mataram-no pela inveja, como disse Pilatos (São Mateus 27:18).

Pois no nosso caso, seguiremos o conselho do Apóstolo Paulo, que ao escrever a Timóteo, pede que o mesmo traga Marcos consigo, porque o Médico de Homens e Almas, já estava com ele, pois Lucas além de ser homem de conhecimento, também, homem digno e de fé, engão, disse:

“6 Quanto a mim, estou a ponto de ser  imolado e o instante  da minha libertação se aproxima.

7 Combati o bom combate,  terminei a minha carreira,  guardei a fé.

8 Resta-me agora receber a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz,  me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos aqueles que aguardam com amor a sua aparição”. (II Timóteo 4:6-7-8).

Desta forma, é nosso dever como missão do caminho do reino: “Correr o bom combate, terminar nossa carreira no bem exemplo, e  praticar o bem, e por fim, guardar a fé, que essência interior do caminho, e do reino.

Por isto, no no transcurso do caminho, não devemos no omitir e fingir que não enxergamos  à criminalidade e pecado mortal, e pretender retirar de outrem seu direito de ir, vir e ficar, e cercear seu direito da libre manifestação do pensamento, especialmente, o conteúdo da palavra de Deus, e não lutar pela abolição imediata da violência, da crueldade, da lesão corporal, do orgulho, da vaidade, da agressão, do egoísmo, da intolerância, e da liberdade, reiteradamente, praticadas contra criança, adolescente, à mulher, e o idoso com deficiência, como está garantido e assegurado no Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Leis nº 13.146, de 6 de julho de 2.015.

Dito isto, acreditemos na palavra do Apóstolo Paulo, e supliquemos à Santíssima Trindade, que na sua generosidade nos dê perdão, que humildemente, pedimos, e  de todas as nossas infrações que nos dê a graça da proteção, e coragem com amor ao próximo para abolir toda forma de violência, especialmente, contra à mulher, e o idoso com deficiência, que nos dê dignidade, saúde, e capacidade para crescer e evoluir no caminho do Senhor Deus, que pela nossa boa vontade, supliquemos, igualmente, a intercessão da Santa Mãe de Deus e nossa;

Deixa-se nosso afetuoso e cordial abraço à todos e à todas.

Criciúma (SC), 27 de março de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB/SC nº 003978.

 

Bibliografia:

1)                     Cícero, DOS DEVERES,  pp.  32.33.35,  Editora Martin Claret, 2.005.



[1]    Cícero, DOS DEVERES,  pp.  32.33.35,  Editora Martin Claret, 2.005.

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