NOSSO MAIOR ÊXITO ESTÁ EM CAMINHAR SEMPRE COM A LUZ, POIS É A LUZ QUE NOS DÁ VIGOR, CONHECIMENTO E BEM  ESTAR. À PALAVRA É LUZ, POR ISSO, JESUS CRISTO É A LUZ DO MUNDO, QUE NOS DÊ SEMPRE ESTA GRAÇA.

 

“19. Está escrito que, para aquele que está no limiar da divindade, nenhuma lei pode ser estabelecida, nenhum guia pode existir.  Contudo, para iluminar o discípulo, a luta final pode ser expressa assim: Obtenha firmeza naquilo que não é nem substância nem existência.

20. Escute apenas a voz  que é destituída de som.

21. Considere apenas o que é igualmente  invisível aos sentidos interiores e aos exteriores.

Que a paz esteja  consigo.”[1]

  MABEL COLLINS.

 

Evidente, que inexistem conquistas sem empenho e esforço pessoal, certamente, o êxito e sucesso obtidos não há apenas na aparência, pois o Senhor ao determinar Samuel que ungisse Davi, mas Jessé o apresenta os filhos mais velhos, e o Senhor Deus disse a Samuel: “Não olheis à aparência”. Então, o pai manda buscar Daví o mais novo, que estava no campo  à cuidar do rebanho. Ao chegar Davi, Samuel percebe ser o escolhido do Senhor, então, ungi-o.

Logo o caminho como o destino, são    sinais que  se percebem  no Ser, pois os dons e talentos se encontram vistos e expressos aos olhos humanos, igualmente, pode ser observados pela intuição, nascida de Mente, por meio da Alma – Psique -, que transmite à  consciência, e se transforma em razão (cf. Crítica da Razão Pura, Immanuel Kant, por meio da percepção e da intuição, quando existente, cuja ação, originada  pela percepção e intuição, consolida o real de fato e direito, que  põe o fato como premissa maior do  raciocínio, e forma o silogismo, criador da Verdade, mas, então, o que é a verdade?

Esta é a pergunta feita por Pilatos a Jesus: “O que é a verdade?” (São João 18:37-38).

Ora, à Verdade é objeto da Patrística, que elucida desta forma a expressão  de Pilatos:

“Assim falando, Nosso Senhor catvou Pilatos e o convence a dar ouvidos ao que diz. Deste modo, com poucas palavras o alicia a perguntar o que é a Verdade; com efeito, segue: Pilatos disse-lhe: “O   que é a Verdade?”

São João Crisóstomo;

“Pois a Verdade andava quase desaparecida entre os homens, e éra de todos desconhecida enquanto ainda erm descrentes”. [2]

Teofilacto.

Com certeza, à Verdade do Mestre, está na equação das nossas dificuldades no caminho de verdade e vida, pois eis aí, à verdade que liberta das amarras e grilhões do pecado institucional existente, até  então. Logo se Jesus Cristo é luz do mundo, e nos garante o perdão de pecados, união eterna com o Pai, vence à morte, e nos reveste com o novo homem, imagem e semelhança  do Criador, com justiça e santidade (Efésios 4:23-24), po meio de nós  conceder pela vontade do Pai eterno, e de Maria, tê-lo gerado e  feito homem e - Filho do \homem – e o Verbo de Deus  habitado entre nós (João 1:14)  a primícias  aos que morrem à  Ressurreição (1Coríntios 15:20).

Eis aí a questão:: Jesus Cristo – o Verbo - é, efetivamente, verdade do Senhor Deus, que nos liberta, humanamente e divinamente,  ressuscitado à si mesmo, em unidade de: “Eu sou aquilo  que sou. E ajuntou” (Êxodo 3:14).

Logo   verdade está nas atitudes em nosso favor de Jesus, como se enxerga:

 “Jesus deu-se inteiramente a nós:  Sua vida, Suas forças, Suas  graças. Seus milagres, Seu sangue, Seu sofrimento, Seus méritos... tudo  e finalmente sua Santíssima Mãe. Ele avisara antes:  “Não vos deixarei órfãos”  (João 14:18),  e agora providenciava para que seus discípulos não ficasse órfãos e perdidos”.  [3]

Pois Pilatos, saiu e vai a janela e disse: “Não acho nele crime algum, mas é costume  entre vós que pela Páscoa vos solte um preso. Quereis pois que vos solte o Rei dos Judeus?” E gritavam: Crucifica-o! E disseram: Não. A este não, mas, Barrabás,   (era um salteador). (São João 18:38-39-40).

Certamente, Anás e Caifás, e os demais que entregaram Jesus, estavam sofrendo da doença do olho grande e gordo, como escreve Santo Tomás de Aquino, em Suma Teológica, ao conceituar o pecado da Inveja, pois é certo, que o pecado dá a cada qual o Glaucoma, porque só enxergam o que seu ego desejar, e no caso, Pilatos enxerga que: “Ele sabia que tinham entregue Jesus por inveja” (São Mateus 27:18).

Eis o que o pecado realiza, sem escrúpulo algum.

Então, saberemos o significara na antigidade a grande ilusão:

“Mahã Mãyã (Sãnscrito). A grande ilusão de manifestação. Este universo e tudo o que ele contém, considerado em termos da  sua relação mútua, é chamado a grande ilusão ou Mahãmãyã. Este também é o título  habitual dado à Mãe Imaculada do Buda Gautama  - Maiãdvi, ou “Grande Mistério”, como é chamado pelos  Místicos.”  [4]

É recomendável advertir-nos de que,  à manifestação divina, em regra, causa controvérsias, em face da ignorância existente, quando se deseja inserir no contexto verdades do Universo, pois o que mora na Sala da Ignorância, que estão sempre nela, pois:

“25. È a sala em que vistes a luz, em que vives  e hás de morrer.

18. Esta terra,  é ignorante discípulo,  não é senão a triste entrada  para aquele crepúsculo que precede o vale da verdadeira luz – essa luz que nenhum vento pode apagar, e que arde sem óleo, nem pavio.

177, Mas se queres conquistar o Nirvãna, ou rejeitar esse prêmio, não seja o fruto da ação  e da inação o teu motivo, ó tu de coração destemido.”  [5]

Voz do Silêncio

Versão em Português de Fernando  Pessoa.

Contudo, é por aí que à existência humana segue, entre encontro e desencontro, que  conduz cada qual à buscar à Luz, e conhecer o Ser, porém, só é possível, quando conher-se a si mesmo, e pela meditação, reflexão, e  vigiar incessantemente e orar, aí será o Ser, e o Eu sou, porque está ápto à glória do Senhor, por meio do mérito da Virtude, em Justiça e Santidade. É de fato o que dá vigor e o  fluxo de luz divina.

De fato e de direito, hoje,  é domingo, e pública e notória, pela manhã  celebra-se à ressurreição do Senhor Jesus, como está relatado pelos Evangelistas Canônicos. 

Certamente, a todos nós é dia de fé e oração, pelo fato, de se tratar do dia em que humanamente, por   ter sido gerado e nascido da Mãe Santíssima, pois o efeito é, o verbo de Deus feito homem, para morrer e vencer à morte, pela ressurreição, com à finalidade de adimplir nossos débitos, e por vencer à morte, abriu crédito  eterno com o Pai, em alegria, benção e graça.

Então, vamos  observar à Litrgia deste domingo,  o  que nos revela o  Evangelho,  relaciona-se com os fatos existentes com a ressurreição de Lázaro, e o que significa suas irmãs Marta e Maria, igualmente, revela-nos a verdadeira bondade e amor exprimido por Jesus, quando fala do Amigo disse à Marta: “Eu sou a ressurreição e a vida, aquém crer em mim, mesmo que esteja morto, viverá, vamos ao Anúncio do Evangelho (São João 11,3-7.17.20-27.33b-45– Forma breve).

— Glória a vós, ó Cristo, verbo de Deus.

— Eu sou a ressurreição, eu sou a vida. Quem crê em mim não morrerá eternamente. (Jo 11,25a.26)

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo,

 3 as irmãs de Lázaro mandaram dizer a Jesus: “Senhor, aquele que amas está doente”.

4 Ouvindo isto, Jesus disse: “Esta doença não leva à morte; ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”.

5 Jesus era muito amigo de Marta, de sua irmã Maria e de Lázaro. 

6 Quando ouviu que este estava doente, Jesus ficou ainda dois dias no lugar onde se encontrava.

7 Então, disse aos discípulos: “Vamos de novo à Judeia”.

17 Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. 

20 Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. 

21 Então Marta disse a Jesus: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido.

 22 Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele te concederá”.

23 Respondeu-lhe Jesus: “Teu irmão ressuscitará”.

24 Disse Marta: “Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia”.

25 Então Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. 

26 E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?”

27 Respondeu ela: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo”.

33 Jesus ficou profundamente comovido 34e perguntou: “Onde o colocastes?”

Responderam: “Vem ver, Senhor”.

 35  E Jesus chorou. 36Então os judeus disseram: “Vede como ele o amava!”

37 Alguns deles, porém, diziam: “Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?”

38 De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma caverna, fechada com uma pedra. 

39 Disse Jesus: “Tirai a pedra!”

Marta, a irmã do morto, interveio: “Senhor, já cheira mal. Está morto há quatro dias”.

40 Jesus lhe respondeu: “Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?”

41 Tiraram então a pedra. Jesus levantou os olhos para o alto e disse: “Pai, eu te dou graças  porque me ouviste.

42 Eu sei que sempre me escutas. Mas digo isto por causa do povo que me rodeia, para que creia que tu me enviaste”.

43 Tendo dito isso, exclamou com voz forte: “Lázaro, vem para fora!”

44 O morto saiu, atado de mãos e pés com os lençóis mortuários e o rosto coberto com um pano. Então Jesus lhes disse: “Desatai-o e deixai-o caminhar!”

45 Então, muitos dos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Logo, com  à pregação de Jesus feita à Marta sobre  à ressurreição, e quem crê nele, mesmo que morra, vivera” (São João 11:25), significa nosso compromisso com o bem, e realiza-lo em plenitude.

Certamente, conscientes, do bem querer, que devemos possuir conosco, deve-se estabelecer como premissa à lei divina, de cumprir e fazer à abolição do pecado, costumeiro, existente, a saber: A violência, crueldade, inveja, cobiça, orgulho, e exploração do homem pelo homem como comportamento existencial praticado contra à criança, adolescente, à mulher e o idoso com deficiência, pois é hora de observar o direito, especialmente, os Direitos Humanos,  estão  assegurados no Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 6º,  incisos I, II, III,  IV, V, VI, Art. 7º, Parágrafo único, Art. 8º, Art. 9º, incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, Art. 41. Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015.

Pelos bons serviços prestados ao conhecimento e a Espíritualidade – Ciência, Religião, e Filosofia está novamente à do mês de março: Revista SOPHIA, Ano 20, nº 102.

Dito isto, vamos nos conscientizar de que o ato ilícito não compensa, não podemos incorrer na mesma ação de Pilatos, pois nos acreditamos no bom Direito, na boa ação, e na  boa fé, por isto, com bom exemplo, o efeito, será ausência do mau  procedimento; e acrescentar parâmetros de justiça, também, orientar nossa existência com à energia vital que enobrece o coração pela mente, vinda dos céus; então, que nossa caminhada  seja de vigília e oração em favor dos mais frágeis, e pela conversão dos infratores;  suplicamos com humildade nosso pedido de perdão individual e coletivo; que recebamos  bençãos e graças de proteção, por Nosso Senhor Jesus Cristo vosso Filho, na unidade do Espírito Santo, e sempre com a intercessão da Bem-Aventurada Santa Mãe de Deus e nossa, que todos e todas tenham paz;

Deixa-se, nosso afetuoso e cordial abraço a todos e à todas.

Criciúma (SC), 26 de março de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia

OAB/SC nº 003978.

 

Bibliografia:

1)       Collins, Mabel,    LUZ NO CAMINHO,  p. 34,  Editora Mantra,  1ª edição 2.021;

2)            De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA VOL. 4, EVANNGELHO DE SÃO JOÃO,  p. 514,  Editora  ECCLESIAE, 1ª edição, junho de 2.021;

3)           Aquino, Prof. Felipe, AS SETE PALAVRAS DE CRISTO NA CRUZ,    p. 40,  Editora Cleófas, 5ª edição 2.014;

4)        Blavatsky, Helena,  GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,  p. 226,  CLUC – Centro Lusitano  de unificação Cultural. Lisboa;

5)           Blavatsky,  Helena P,  A VOZ DO SILÊNCIO -  VERSÃO EM PORTUGUÊS DE FERNANDO PESSOA, pp.  95. 98. 172,  Editora Teosófica, 3ª edição 2.918.



[1]    Collins, Mabel,   LUZ NO CAMINHO,  p. 34,  Editora Mantra,  1ª edição 2.021.

[2]    De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA VOL. 4, EVANNGELHO DE SÃO JOÃO,  p. 514,  Editora  ECCLESIAE, 1ª edição, junho de 2.021.

[3]   Aquino, Prof. Felipe, AS SETE PALAVRAS DE CRISTO NA CRUZ,   p. 40,  Editora Cleófas, 5ª edição 2.014.

[4]    Blavatsky, Helena,  GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,  p. 226,  CLUC – Centro Lusitano  de unificação Cultural. Lisboa

[5]       Blavatsky,  Helena P,  A VOZ DO SILÊNCIO -  VERSÃO EM PORTUGUÊS DE FERNANDO PESSOA, pp.  95. 98. 172,  Editora Teosófica, 3ª edição 2.918.

 

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