O MESTRE É BOM TÊ-LO, PORQUE NOS
ILUMINA, E APONTA-NOS OS MEIOS PARA INGRESSARMOS NO REINO DE DEUS QUE ESTÁ
PRÓXIMO. POIS A PENITÊNCIA, BOA OBRA E FÉ, COM AMOR E SABEDORIA, PORÁ O
DISCÍPULO EM JUSTIÇA E SANTIDADE, COM FUNDAMENTO NO MÉRITO DE VIRTUDE, E
TRATADO UNS AOS OUTROS COM FRATERNIDADE HUMANA. LOGO É ESTA A PREGAÇÃO DO
MESTRE JESUS, NO SEU SERMÃO DA MONTANHA (SÃO MATEUS 5:3-13).
LOGO É CRÊ E ESTAR BATIZADO NO
NOSSO BOM MESTRE, QUE ESTÁ NO REINO (SÃO MARCOS 16:16).
“16 – O MESTRE JESUS:
Há dois mil anos, Ele foi
um discípulo, quando aos 30 anos de idade, depois de seu Batismo, “o Espírito de Deus desceu sobre Ele” e ele
entregou seu puríssimo corpo ao Cristo – Eu sou1 (Ex. 3:14) -. Nasceu novamente
como Apolônio de Tyana, às vezes
dominado de “Cristo pagão”, no ano I da Era Cristã, alcançando o Adeptado
naquela encarnação. Dedicando-se à obra, fez muitíssima viagem como mensageiro Grande
Loja Branca e formou centros ocultos de
força em vários lugares da Europa (em livro escrito de história, conta-se que
Jesus andou em vários lugares antes dos
30 anos, onde conheceu algumas Escolas como à da Índia, da Grécia, e
também, de Londres, em companhia do
amigo José de Arimatéia), para serem usados muito tempo depois, quando
novamente venha o Grande Instrutor (os Filósofos da Patrística, utilizam à
expressão de que, Jesus Cristo, é sem dúvida, nosso Instrutor e Mestre). Estes
centros de força na Europa, com objetos físicos
(talismãs) alí enterrados,
foram ligados a Jesus em seu corpo carna – como Filho do homem, gerado e
nascido da Bem-aventurada sempre Virgem Maria, com sangue, carne e DNA humano (São
Lucas 1:26-27-28-29-38) – e, consequentemente, sua influência (e doutrina)
continuará por eras; constituem-se em locais
de importância futura, de onde se espargirá s Luz e a partir dos quais
o Ensinamento será difundido.
Jesus apareceu também no sul da
Índia, no século XI de nossa Era, como Instrutor Rãmãnujãchãrya, para renovar o
elemento devocional no Hinduísmo.
O Chohãn Jesus rege o Sexto Raio, o Raio de Bhakti ou
Devoção; esse é o Raio dos devotos santos e místicos de todas as Religiões
(devotos santos e místicos, são os seres no caminho do Senhor, já evoluídos e
em estado de justiça e santidade, e na Glória com o Pai e o Filho, o Uno, o Eu
sou). O Mestre Jesus tem tais pessoas a seu cargo, qualquer que seja a forma sob a qual adoram a Divindade. É o Mestre dos
devotos; e a tônica de sua Presença é uma intensa pureza e uma devoção ardente
(veja como acontece no Cristo eucarístico, recebido pelos devotos e que
acreditam no Jesus Cristo vivo em substância e potência), que não reconhece
obstáculos. Tem como seu encargo especial a Religião Cristã (notadamente, a de
Pedro, que instituiu sobre a pedra, e edificou sua igreja (São Mateus
16:13-19), e as forças espirituais que são liberadas furante às cerimônias
Cristãs fluem diretamente através dele
(ex conhecidos, sáo em missas coloquiais, em que o Cristão dá testemunho de sua
fé, e sua presença está na palavra e na eucaristia, de pão e vinho, w noa
momwnroa sw oeÇo w meditação, vigília incessante). Atualmente, Ele usa um
corpo sírio, tem a pele escura, os olhos
castanhos e a negra barba do árabe, e geralmente usa trajes brancos e turbante.
Vive entre os Drusos no Monte Líbano,
está, no presente momento, inundando sua Igreja com o Cristianismo místico, tão
notável nestes dias ( com certeza, à Igreja, que Jesus está, são às Igrejas e
seus templos por todo MMundo, especialmente, com àqueles que dão seu testemunho
pela palavra, vigília e oração, e pela boa ação – obra , sempre com fé e
devoção. Evidente, que onde estiver seu seguir no Discipulado, e um só santo,
certamente, Jesus, enviado do Pai, que é o Pai em natureza, e homem pela
maternidade Santa e digna, logo está
vivo, e sempre conosco, o Senhor Jesus, inclusive, sua Mãe, que onde existir o
devoto de seu Filho e nosso irmão maior, e Mestre pela sabedoria, e plenitude
de generosidade com bondade, virtude, e compaixão, e por sua misericórdia, e sempre
faz à vondade do Pai com consigo, não tenha dúvida, Jesus Ressuscitado, com Rei
do Universo, e Mestre dos Mestres, gerente das cortes Angelicais, e inseparável
e afetuoso amigo dos Santos, não deixa faltar-nos proteção, mesmo que tenhamos
a fé igual ao grão de mostarda, mesmo assim, Ele fará mover montanhas, e da
pedra jorrar água potável, e de árvore
boa fazer colhermos bons frutos. Adverte-se: Não o fruto da árvore do meio do paraíso,
que é, do bem e do mal. Mas, então, frutos nutritivos e saborosos que às terras
podem nos dar, desde de que, plantemso, e na colheita, faremos nossa colheita,
de um bem universal e, exclusivamente, nosso)”. [1]
P. Pavri
TEOSOFIA EXPLICADA
EM PERGUNTAS
E RESPOSTAS.
Evidente, que nas circunstâncias
atuais, em que temos de conviver com extorsão econômica, implantada com à deposição da Família Imperial chefiada pelo
Imperador Dom Pedro IIº, e a Regente Imperial à nossa formidável Princesa
Isabel, com a instalação de República, dirigida pelos Senhores coloniais e das
terras, implantaram inexitosamente à República de “café com leite”, negociação
entre São Paulo e Minas Gerais.
Este tipo de Governo Republicano,
em que o voto nas eleições, fazia-se em aberto, sendo que o voto secreto e da
Mulher só são instituídos
no Governo do Presidente Getúlio; pois não permitiram à eleição do nosso Rui
Barbosa que não fazia parte do regime decadente, e tendo sido derrotada pelo esquema de Hermes
da Fonseca, que durou até o Governo do
Presidente Washington Luís. Logo
permaneceu no Governo até 1.930,
com a posse do nosso sulista Getúlio Drneles Vargas, que exerceu à carreira de
Promotor de Justiça, e 1.926 até 1.930,
então, ocupara o cargo de Governador do Estado do Rio Grande do Sul, e natural de São Borja.
Depois de Getúlio, à situação da
população se torna mais difícil, com sua melhora, no período do Presidente Nereu Ramos e JK,
continuado no período de João Goulart, e depois com o golpe de 1.964, à
política de distribuição de renda com equidade, não acontece, pelo fato da lata
tributação, em quase 40% da renda
percebida, e também, da pequena e micro empresa, relação que continua até à
sanção e publicação do CDC – Código de Defesa do Consumidor – Lei nº 8.078, de
11 de setembro de 1.990, mas até ´aí, a inflação está alta, sempre acima de dez por cento, até à
edição do Planto Real, que então, dera uma queda na inflação, que dura até em média cinco anos atrás, com taxa de juros
alta, mais de 13% ao ano, inflação ímpia, que não permite que os Aposentado
vitimados por doenças ou limitação congênita, por invalidez sobrevivam,
dignamente, com descontos de extorsivo de percentual de contribuição, que
impede pela ausência de reajuste anual de proventos retamente, impede a sobrevivência como
pagamento de Plano de Saúde, aquisição de medicamentos, enfim, alimentar-se
dignamente, igualmente, os demais trabalhadores se encontram na mesma barca da
injustiça, e da insensibilidade social. Hoje, estamos no Império do Egoísmo. Pois
existe na cultura da exploração contra o frágil, o mau procedimento cultural nominado como à Maledicência
como pecado institucional.
Compreendamos, quiçá a ação do Congresso Nacional e nossos Deputados
locais, que marcam sua ação digna em favor do interesse público, e o bem
social, não teremos do nosso lado e como aliados à defesa intransigente dos direitos sociais e
humanos, em consonância com o estavelecido na Doutrina Social da Igreja, e na
solidariedade de “amar o próximo como a si mesmo” (São Marcos 12:31). Cremos
que poderemos obter ainda, boa e justa ação, em favor dos fragilizados pelos
Mandarins da República, que ainda, não
está como a de Platão, mas sim: “de Latão”,
como dissera nosso amigo já falecido, com sintonia com os oprimidos e
fragilizados, bom professor, de saudosa
memória, Advogado, Doutor Jairo Frank.
Porém, o
que existem atualmente, são os “homens de ferro e bronze, desumanos e cruéis, e
que não chegaão a estarem como homens de ouro e prata, com predicado de ser,
guardiões e chefes dignos e protetores da nação”. Exatamente, como se
escreve sobre a evolução humana, em Platão, §415, pp. 109.110, da sua obra A
República, Editora Martin Claret, 18ª REIMPRESSÃO, 2.016.
Nossa esperança nunca morre, pelo
fato de enxergarmos um luz no caminho.
Sim, nós cremos na Justiça, porque
não cremso naquilo que Pilatos escreveu no
alto da Cruz, em grego, latim, e aramaico ou Hebraico: “Jesus Nazareno, Rei dos
Judeus! Ora, alguém que estava alí não gostou daquilo que Pilatos escreveu, e pediu-lhe para alterar.
E, Pilatos disse, o que escrevi, escrevi. O que existia é o mal com base legal.
Outra menção, citada pela
Patrística, é o momento de bem, tanto à sua Mãe, quanto à humanidade, e quando
Jesus, olha à sua Mãe, ao lado do discípulo amado, então como Jesus é o Filho
que verdadeiramente ama sua Mãe, e pensa na sua segurança com a sua morte,
então, Ele olha à Mãe e disse-lhe:
- “Mulher eis aí teu filho”.
Depois, olha ao Discípulo, e disse-lhe:
- “Eis aí tua mãe.”
E, o discípulo. Que é João,
leva-a, desde aquele dia, para sua casa”.
(São João 19:25-26-27. Cf. De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA, VOL. 4, EVANGELHO DE SÃO JOÃO, pp. 525.526.527.528. 529.530.531, Editora
Ecclesiae, 1ª edição – junho de 2.021).
O ato de Jesus, presenta no dizer de Ponte de Miranda, o
mennto áureo à existência cíclica da humanidade, pois com à bela ação,
realizada em dar sua mãe aos cuidados de seu primo João, significa que permite
e nos dá, igualmente, sua Santa Mãe nos dá com sua autorização, à condição de
Nossa querida Mãe, pelo fato, de que, com Ele, somos UM, e por isso, aos olhos
do Pai, somos filhos da mesma mãe, aquele gerou, dano seu sangue, e DNA,
natureza humana ao Verbo de Deus, Filho único do Pai. Então, Maria, está como
nossa intercessora e digna mãe, sem mácula ou nódoa, mas, como ser do reino, e boníssima
Imaculada Mãe. É o silogismo executado pelo
Pai eterno, com a vontade generosa do Filho, em unidade, com Eu sou!
Logo à Matéria, inicial, extraída do Livro Teosofia Explicada, faz
parte de estudo do Grupo local, que está
em sintonia com a Teosofia, e o estudo
aplicado da matéria, que envolve conhecimento, doutrina e espiritualidade, e
afinidade com Mestre Senhor Jesus. Igualmente, tanto a Editora, quanto `s
Sociedade Teosófica, igualmente, são solidários com o repasse desse conhecimento geral e pública, porque o que se
deseja, é o bem geral e comum. É claro, que temos liberdade, para melhorar à
leitura do texto, o que dignifica à boa ação, e meritória.
Afinal, nunca é demais lembrar-nos
de que, à evolução neste ciclo
terrestre, não se concretiza, aos carrascos e abutres, que persistem no costume
de pecar com status de poder e dinheiro, dentro do egoísmo, pois é hora de abolirmos à maledicência aplicada contra os
vulneráveis, como: criança, adolescente, à mulher e o idoso com deficiência,
com ações malignas como violência, crueldade, extorsão, furto, vaidade, orgulho, cobiça, intolerância,
apropriação indébita, e inveja – olho grande e gordo -, com exploração do homem
pelo homem, previstas como infração ao Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 9º,
incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, Art. 89, da Lei nº 13,146, de 6 de julho de 2.015.
E também,
está em pesquisa na Central do
Idoso CJIA - Central Judicial do Idoso - lembra que o Estatuto do Idoso (Lei
10.741/2003), em seu artigo 102 define como crime a apropriação indébita de
bens de pessoas idosas. Determina o art. 102 que “apropriar-se de ou desviar
bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento do idoso, dando-lhes
aplicação diversa da de sua finalidade”, constitui crime punível com pena de
reclusão de um a quatro anos e multa.
O bom direito, ensina-nos que devemos evitar o mau
procedimento, para não cairmos na tentação, com pecado grave e crime já
tipificado desde 2.003, e sacramentado, expressamente, pelo Art. 89, da Lei nº
13.146/2015, como Direitos Humanos, nos termos do §3º, do Art. 5º, da CF/88,
que dá status de Emenda Constitucional, e devidamente regulamentada pelo
Parágrafo único, do Art. 1º, da Lei nº 13.146/2.015, e promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de
agosto de 2.009, à Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU de 2.007,
que desde 25 de agosto de 2.009, está em
vigor no planto interno.
Evitemos o hábito, o abuso, e
vício daqueles que se julgam superiores aos outros, mas à regra é igualdade sem
discriminação, conforme Artigo 5º, da Convenção dos Direitos da Pessoa com
Deficiêncka, e “vulneráveis” na lei que regulamenta o presente dispositivo.
Dito isto, estaremos de coração
aberto ao Mestre de coração e Uno conosco no Pai, para vencermos às atrocidades
que nos afligem, e torturam, enfim,
abolirmos o pecado e a criminalidade, e suplicarmos diariamente à graça da
proteção contra os inimigos, e o perigo do mal subjetivo, e do mau procedimento
externo e visto, com a intercessão da Bem-aventurada sempre Virgem Maria mãe do
Filho de Deus e nossa;
Deixa-se nosso afetuoso e cordial
abraço a todos e à todas.
Criciúma (SC), 28 de março de
2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB/SC nº 003978.
Bibliografia:
1) Pavri, P,
TEOSOFIA EXPLICADA EM PERGUNTAS E RESPOSTAS, pp.
413. 414, Editora Teosófica
– DF - 2.018;
2) De Aquino, Santo Tomás, CATENA ÁUREA, VOL. 4, EVANGELHO DE SÃO
JOÃO, pp. 535.526.527.528.529.530.531, Editora
Ecclesiae, 1ª edição – junho de 2.021;
3) Platão, A República, §415, pp.
109.110, Editora Martin Claret, 18ª REIMPRESSÃO, 2.016.
[1] Pavri, P, TEOSOFIA EXPLICADA EM PERGUNTAS E
RESPOSTAS, pp. 413. 414,
Editora Teosófica – DF - 2.018.
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