POIS A PRUDÊNCIA EM NOSSAS AÇÕES
NOS TORNA MAIS DIGNOS, SÁBIOS, E
MELHORES, COM EFEITO, O EXEMPLAR FILHO DE DEUS!
Capítulo 4
A PRUDÊNCIA NO AGIR
“Não
se há de dar crédito a qualquer palavra, nnrm s qualquer inspiração, mas
devem-se ponderar as coisas de modo cauto
e paciente, segundo Deus (cf. Ecli 19:16; 1João 4:1). Oh, pena! É
frequente que se creia mais facilmente no mal do que no bem a respeito de
outrem, e que se {o} diga; tão fraco somos!
Os
varões perfeitos, no entando, não creem facilmente em todo aquele que lhes conta {algo}, pois conhecem a humana
fragilidade, antes, fraqueza, proclive ao mal e bastante instável nas palavras (cf, Gênesis 8:21; Eclo
14:1; 19:16). Grande sabedoria é não preciptar-se no agir, nem firmar-se oertinazmente nas impressões
dos sentidos. Tampouco tem relação com ela o dar crédito a quaisquer palavras
dos homens, nem o derramar em seguida aquilo que se ouviu ou em que se
acreditou nos ouvidos de outros (cf.
Eclo 19:10).
Aconselha-te
com o varão sábio e rico de conceitos, e
procura ser instruído pelos melhores, antes que seguir as tuas descobertas (cf.
Eclo 9:21; Tobias 4:18). Uma vida boa
torna o homem sábio segundo Deus e
experimentado em muitas coisas (cf. Eclo 34:9).
Quanto mais humilde for alguém aos próprios olhos, e mais sujeito a
Deus, tanto mais sábio e pacato será em tudo.” [1]
TOMÁS
DE KEMPIS.
Evidente, que nossa maior
dificuldade estar em lidar com os imprudentes, pois é dalí que se derivam os
acidentes culposos em nosso cotidiano. Sabe-se em nível de conhecimento de
Direito, que: “imprudência, imperícia, e nelgigência, são premissas e axiomas de
comportamentos e hábitos humanos, postos como meio de ser exigidas por força de
Lei o ressarcimento do dano físico, material e moral, causado a terceiro, tanto
em saúde, quanto material.
Logo, à lógica em exercício da existência humana é exigida como
fato visto, em plenitude o exercício na
prática da cautela, sem omissão (prevaricar), negligenciar – deixar de fazer
o reto, pela ineficiência e
desconhecimento da regra sobre funcionamento do equipamento – imperícia -, e por fim, correr risoco voluntariamente, ao infringir o
bom senso, e segurança de si e de terceiro, pois aí está a dedução da
imprudência, transgressão da virtude de prudência, com efeito, violação da lei,
de usos e costumes.
Pois é bom ter ciência sobre o que
diz às Escrituras sobre prudência como se lê em provérbios 1:4, 8:5-12, 9:9-10;
1 Crônicas 22:12; Salmos 111:10; Isaias 29:14,52:13; São Lucas 1:17, 2:52, 7:35;
Efésios 1:8, 1 Reis 4:30-34; Colossenses 2:3. 4:5; Atos 6:10; Êxodo 31:3, 35:31.
Logo, veja o que disse o Arcanjo
Rafael a Tobias, e se se incia a prudência:
“18 Põe o teu pão e o
teu vinho sobre a sepultura do justo, mas não o comas, e nem o benas em companhia dos pecadores.
19 Busca sempre
conselho justo ao sábio”. (Tobias 4:18-19).
Não se possui dúvida, que o Pai
manda seu Filho único à terra, como Verbo Deus (São João 1:1-2-3-4-14), que
fez=se homem pelo mérito maternal, com natureza Uma com o Pai, e obediente ao
Pai (Mateus 26:39), como não se discute sua substância e potência única com o
Pai, que oenviou, e à Mãe Santíssima, efetiva com o Espírito Santo, e oração, à
unidade entre à humanidade,, o Pai e o Filho, em natureza substancial são e
estão como um só ser, por isso, morre como homem para nos redimir dos pecados,
e nos libertar dos grilhões da morte em Adão, pela ressurreição, e se
estivermos na graça, da justiça e santidade, põe-nos na Glória do Pai, e na vida eterna em realização e felicidade (mérito de virtudes).
Desta forma, supliquemos ao Senhor
Jesus Cristo, em sua dor e sofrimento, humildemente, acolhido por amor de nós,
sujeitando-se ao flagelo, coração de espinhos, a vara na mão, e sarcasmo
insolente dos soldados, ajoelhados em sua frente, dizem: - SALVE O REI DOS JUDEUS!, e se sujeita à carregar o mandeiro nos ombros.
A chegar no Calvário – monte da
Caveira – e, é crucificado no meio de dois condenados, e o mais humilde pede a
Jesus: - para estar com ele no paraiso,
e Jesus disse-lhe:
- “Hoje mesmo estarás comigo no
paraiso”.
O essencial da nossa fé, está quando Jesus vê sua Mãe ao lado do
discípulo amado, e disse à sua Mãe:
- Mulher eis aí seu filho.
Depois, olha ao discípulo, e
disse-lhe:
- Eis aí sua mãe.
E daquela hora em diante, João a
leva para sua casa. (São João 19:25-26-27).
Logo está no fato descrito, a
razão porque sua Mãe é também, mas legítima mãe da humanidade, por isto, é à
maior interessada na solução digna das dificuldades da humanidade, e intercede
junto ao Pai e Filho e Espírito Santo, providências sábias, urgente, sóbras, e
dignas.
Merecedora de nosso apreço, louvor
e devoção, com gratidão.
Dito isto, supliquemos ao Senhor
Pai, Filho e Espírito Santo, com a intercessão da Bem-aventurada sempre Virgem
Maria, Mãe de Deus e nossa, que tenhamos a graça de nos manter sempre em
prudência, humildade, com simplicidade de coração, para que com cautela e
serenidade, e pela nossa fé e testemunho da palavra viva, recebamos do alto
proteção contra os inimigos, o espírito maligno, e todos os perigos, e com
compromisso de abolirmos a violência, e crueldade, cobiça, contra os
vulneráveis, e atender sempre o disposto na Lei nº 13.146, de 6 de julho de
2.015;
E, com afeição e coragem, deixa-se
com apreço nosso cordial abraço a todos e a todas, que perseveram no caminho da
libertação, no cumprimento dos mandamentos e testemunho da palavra viiva de
Deus. Grato.
Criciúma (SC), 21 de março de
2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB/SC nº 003978.
Bibliografia:
1) De Kempis, A IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 68.69,
Editora Paulus, 2.019.
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