RUMO AO DISCIPULAD.                                                                    

 PERGUNTA: Quais são as qualificações especiais que devem ser adquiridas antes da Prvação, Aceitação e Iniciação?

KRISNAJI: As qualificações essenciais para se ter como meta antes da Provação são: (1) altruísmo, (2) uma grande medida do tipo apropriado de afeição, (3) capacidade de ser solidário. Para a  Aceitação, um estado de  atenção geral e constante sobre si mesmo,  de modo que se possa tornar um bom canal para os Mestres.  E antes -da Iniciação,  a pessoa precisa ser excelente em tudo – agir  de  forma excelente, pensar com excelência, e  sentir com excelência. Não precisamos ter uma amplidão da mente, e ser capazes de enxergar todas as coisas de um panorama amplo. Exiate uma qualificação especial antes da Aceitação, é a extrema pureza do corpo e da mente. Não devemos ter pensamentos impuros, como por exemplo, sobre o sexo. Etc.

Todos nós às vezes tagarelamos sobre excitamentos e emoções. A raiz disso, se procurarmos, frequentemente está no egoísmo. O mesmo acontece quando a gente gostade alguém e quer que essa pessoa também sinta a mesma coisa. Nós ficamos contrariados quando outra pessoa deixa de retribuir nosso afeto. Se formos para Adyar ou para a  Austrália, emocionalmente excitados e descarregando nossa excitação  nas conversas  por toda parte, nós descobriremos o nosso erro, e então há o perigo de uma reação. Podem ser encontradas em Adyar e na Austrália pessoas que quase já  eliminaram suas emoções. Alguns de nossos trabalhadores são pessoas muito gentis, mas a maioria deles tem suas emoções por demais reprimidas. Eles estão propensos a ser duros e frios.  Se você for capaz de penetrar por baixo da camada superficial de repressão, vai descobrir que no fundo são pessoas muito boas.

É muito necessário aprender a controlar as emoções, mas não esmagá-las no processo. Existe uma inclinação natural para se fazer isso, a menos que estejamos muito cuidadosos. Eu me recordo de ter cometido este mesmo erro dez anos atrás. Quando eu estava profundamente encantado por alguén. Eu sentia que era um sentimento errado, então eu o sofucava. Nós precisamos ser capazes de experimentar emoções profundas e intensas e mesmo assim tê-las sob  sob perfeito controle. Anma – palavra em Tamil para “mãe”, referindo-se à Dra. Annie Besant, nota do autor –é um exemplo muito notável de uma tremenda capacidade de sentimento humano, mesmo assim com suas emoções perfeitamente sob controle.

É uma tarefa difícil esta  que cada um de nós colocou diante de si. Se tivéssemos sabido de um décimo das  dificuldades que cada um de nós teria de enfrentar, duvido que tentaríamos realizar  tal tarefa. E deste ponto-de-vista, é uma benção não sabermos. Entretanto, não devemos ser cegos aos fatos à medida que os percebemos. Difícil como todo o empreendimento já é, nós podemos simplifica-lo bastante se começarmos da maneira correta, que é, seja impessoal em tudo aquilo que você faz, pensa e sente. Não coloque a sua personalidade na frente de tudo ou q                                                         ,ualquer coisa. Conte-se em fazer sempre o papel de coadjuvante, O papel de protagonista é o do  Mestre”. [1]

Jiddu Krishnamurti.

 

1 – INTRODUÇÃO:

Evidente, que à luz   vinda do alto, colsbots conosco em nosso caminhada de prestadores de serviços ao nosso Mestre, em atender  sua pedagogia libertadora, e sua Filosofia universal da Unidade, explicitada pelos magistrais Aristóteles e Platão, e bondosamente consolidadas em Plotino, São João Crisóstomo, São Gregório,  Santo Agostinho, Orígenes,  Alcuíno e Teofilacto, e no início do  IIº milênio, em suas obras Doutor Angélico – Santo Tomás de Aquino, sintetiza à Metafísica de Aristóteles e o Platonismo consagrado pela Filosofia  Patrística, cujos conceitos são expostos com genila saber prlo último, e do fim do Império Romano, o prático e exemplar,  e sinceridade à sua condição de convertido por  Santo Ambrósio, Santo Agostinho, que dá ao conteúdo de conhecimento doutrinário aos fiéis e seguidores da doutrina de Jesus Cristo, que nos chegou pelas mãos sábias de Santo Tomás de Aquino, que transpôs à Idade Média, e à agrura da Inquisição, mas, com à graça do Senhor Deus, e às Obras de Santa Teresa de Jesus – Teresa d’ Ávila -, bastante lida no início do renascimento, e Às Cartas de Santa Catarina de Sena, Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola, São Joãi da Cruz, e Santo Antônio de Pádua, e outras manifestações importantes expedidas pela Igreja Católica.

Esse conteúdo nos conduz ao ensinamento do Nosso iluminador Jesus Cristo, constrói seus Apóstolos, e seus Discípulos, isto é, só pode ter o Mestre, aquele que se iniciar no Discipulado, daí Jesus possuir no mínimo, que reporta os Evangelhos setenta e dois discípulos.

É certo, de que, aquele que está em oração e vigilante, medita e reflete, como  também, alcançou o último degrau da escada que conduz ao reino de louvor e luz, em plenitude da boa ação, em amor  e  caridade,  está no “status” de justiça e santidade, apto de conviver na bondade e graça do Pai, o Filho – Verbo de Deus e, “Eu sou” (Êxodo 3:14). E, não nos eqecer do criador, doador de graças e dons, que  o Paráclito – advogado e consolador – O Espírito Santo.

Logo Rumo ao Discipulado é o encontro que cada qual terá no encontro consigo mesmo, e assumir lições  pregadas por Jesus de Nazaré, explicitada com sabedoria e generoso amor à nós que acreditamos na sua palavra, como ensina:

“6 Jesus lhe respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (São João 14:6).

Logo o discipulado é conhecimento, pureza e santidade, que nos levará ao Pai, por meio de Jesus, e com mérito de virtude.

2 – NOSSAS QUALIFICAÇÕES PARA ESTARMOS EM UNIDADE COM O PAI E FILHO, ESTÁ NA AÇÃO E À FÉ, E TESTEMENHO DA SUA PALAVRA:

Na verdade, é sábio e saudável de corpo e alma, aquele que segue à palavra do   Senhor, e dá seu testemunho, e não pratica à maledicência, nem age com violência e crueldade, tão pouco, calunia, difama, e injuria outrem pela falácia, só com a finalidade de manter sua aparência de se achar – o cara.

Ora, o perdão  inibe enfermidades cerebrais, especialmente, à mente, e notávelmente, o topos da alma, em face da má ação, e mau procedimento possibilita causar dor - so–rimento da alma e corpo – por não ser capaz de minimizar à tortura que ódio, insolência, orgulho, inveja,  torpeza, soberba, causam graves danos à mente e ao coração, por isso, Jesus de Nazaré, ensina o Perdão dado à mulher, quando disse aos fariseus: “7 Quem de vós   esteja  sem  pecado, seja o primeiro a lhe  atirar  uma pedra”.  (João 8:7).

Ora, Jesus, reitera a Pedro, o mesmo teor, quando disse a Pedro, que se deve perdoar  até setenta vezes sete, e não só sete vezes, pelo fato do perdão ser paz, serenidade, e saúde, pois como Pedro é chefe do discipulado, nada louvável, que dá atenção ao que pede Pedro ao Mestre, também, pela sua determição e crença no Mestre, o que é salutar, então que observemos o que está no dia de hoje, no Evangelho ( São Mateus 18:21-35).

— Jesus Cristo, sois bendito, sois o ungido de Deus Pai!

— Voltai ao Senhor, vosso Deus, ele é bom, compassivo e clemente. (Jl 2,12-13)

 PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus:

 Glória a vós, Senhor.

“Naquele tempo, 21 Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: 'Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?'

22 Jesus respondeu: 'Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.

23 Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados.

 24 Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.

 25 Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida.

 26 O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: 'Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo'.

27 Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.

28 Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: 'Paga o que me deves'.

29 O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: 'Dá-me um prazo! e eu te pagarei'.

 30 Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia.

31 Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo.

 32 Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: 'Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste.

 33 Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?'

34 O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida.

35 É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Contudo, crê-se, que cada dia e hora, consigamos abolir à violência, crueldade, e toda maledicência cometidas diariamente, tanto nas ruas,, quanto domésticas contra os considerados vulneráveis: criança, adolescente, à  mulher, e o idoso com deficiência, garantidas no Parágrafo único do Art. 5º, Art. 88, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, pela discriminação e apropriação indevida de proventos, rendas, e bens da pessoa com deficiência, o idoso com deficiência, criança, adolescente, e à mulher. Está na hora de darmos fim no império do mal.

3 – DITO ISTO,  que tenhas consciência que estamos no caminho do discipulado, do bem, e cremos na palavra do Senhor, e damos seu testemunho, por isto, estamos aptos à súplica ao Pai, Filho e Espírito Santo, por amor à verdade que liberta, e deixa-se com gratidão,  e sinceridade do bem necessário, nosso cordial e terno abraço a todos e à todas.

Criciúma )SC), 14 de março de 2.015.

 

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia

OAB/SC nº 003978.

 

Bibliografia:

1)       Krishnamurti, Jiddu, RUMO AO DISCIPULADO,  pp.  15.16.17, 1ª edição. Editora Teosófica – DF, 2.016.

 



[1]   Krishnamurti, Jiddu, RUMO AO DISCIPULADO,  pp.  15.16.17, 1ª edição. Editora Teosófica – DF, 2.016.

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