“VOCÊ DEVE RESISTIR, TANTO QUANTO
POSSA, AO SENTIMENTO DE TRISTEZA QUE
OBSCURECE A ATMOSFERA ESPIRITUAL. EMBORA
NÃO POSSA IMPEDIR INTEIRAMENTE A SUA CHEGADA, NÃO SE MUDA POR COMPLETO AO
PASSAR. LEMBRE-SE QUE A BEATITUDE MORA
NO CORAÇÃO DO UNIVERSO”. [1]
Annie Besant
1 – Considerações Preliminares:
Não há dúvida, que todo àqule que
estiver no caminho é urgente e nessário estar com consciência librta dos
grilhões da treva do pecado, e dispor com alma e mãos limpas da nódoa do mau
procedimento, praticar os mandamentos do Senhor e sua lei universal, e saber
que à mácula do vício conduz à atitude dos fariseus, que puseram na frente dele à mulher que desejam
apedrejá-la, pelo uso da Lei de Moisés contra à vítima,, e então, Jesus de
Nazaré – Cristo -, aplica o “Perdão”, e disse aos autoritários maléficos:
“7 Como eles insistissem,
ergueu-se e disse-lhes: “Quem de vós estiver sem pecado, seja o primeiro a lhe
atirar uma pedra”.
8 Inclinando-se
novamente, escrevia na terra.
10 Enntão, ele se
ergueu e vendo alí apenas a mulher, perguntou-lhe: “Mulher, onde estão os que
te acusavam? Ninguém te condenou?
11 Respondeu ela: “Ninguém, Senhor”. Deisse-lhe então
Jesus: “Nem eu te condeno. Vai e não
tornes a pecar”. (São João 8:7-8-10-11).
Ora, à perseverança no bom exemplo
e no bem querer, em observância da Justiça e do Direito – equidade - (Ezequiel
18:5), objryivsmente, seus ação e ato estará dentro do prícipio áureo de amor
ao próximo, solidariedade, austeridade, e dignidade, porque está conforme ao: -
Bem geral e comum, cujo preceito é descrito em o Espírito das Leis,
Montesquieu, tendo sido como base nos postulados da Revolução Francesa.
Evidente, que no primado do bem
comum, cada qual possuirá consciência à dor do irmão, Filho único do Pai eterno,
que recebe flagelação, coroado com espinhos, e com escárnio ainda, ajoelham-se em sua frente e
dizem: Salve, o Rei dos Judeus!
Depois, levaram para o crucificar,
e Jesus carrega sua cruz sobre os ombros, e no caminha encontram um homem de Cirene, chamado Simão, a quem o
obrigam a levar a cruz de Jesus. (São Mateus 27:31-32).
Logo, à existência de cada qual
necessita está pautada de humildade, conhecimento, e de verdade, não só de boa
intenção, porque como ensina Santo Agostinho: “De boa intenção o inferno está
cheio”.
Nnão basta, é necessário que
esteja bem tencionado, dentro da retidão do caráter, da prudência, justiça e
sabedoria, e do “Amor ao próximo como a si mesmo” (São Marcos 12:31 e Mateus
22:39).
Eis a questão: A questão é, ser ou
não ser!
2 – Ao efeitos da Luz, sua
pregação e testemunho, e à morte pela inveja como sabia Pilatos (Sâo Mateus
27:18):
Evidente, que à existência de todo
ser de bem será escarnecida, objeto de perseguição, calúnia, difamação, e
injúria, quando sofre acusação ofensiva à ética, aos usos e bons costumes,
violação da Lei, tanto à humana quanto a divinan, o mais grave está na
violência e crueldade, reiteradamente praticadas pela inveja, cobiça, vaidade e egoísmo contra criança, adolescente,
mulher e idoso com deficiência, como está previsto em Lei como violação de
direitos humanos em face da Lei regulamentar à Convenção dos Direitos da Pessoa
com deficiência da ONU de 2.007, que vigora no Brasil com status de Emenda
Constitucional como matéria de Direitos Humanso nos termos do §3º, do Art. 5º,
da C.F/1.988, que está regulamentada pelo Parágrafo único, do Art. 1º, e os
vulneráveis está assegurada à proteção nos termos do Párágrafo único do Art. 5º, da Lei nº 13.146,
de 6 de julho de 2.015.
Com certeza, como se verifica às
práticas existentes, e descaras existentes, que não há responsabilidade, e nnem
formação sobre respeitar à dignidade humana, pois o que se vê são abusos, maus
tratos, e dissimulada violência, buscam somente o interesse e conveniência,
fruto do seu magistral ego. O que desejam é extorquir dessa faixa da humanidade
é: Bens de uso pessoal, casa, e seus proventos e renda. Logo está posto o ranço
do egoísmo: - Poder e inheiro. Bondade, amor,
e solidariedade, não as, há.
Naverdade, o que se observa é
intransigência humana, e sempre estamos à coroar de espinhos o Filho único do
Pai, sendo o mesmo vítiam de escárnio dos seus algozes, o que à existência dos
fragilizados e oprimidos, não está diferente, como se pode verificar, a seguir:
“Vi que depois da
flagelação a SS. Virgem e as amigas, tendo enxugado o sangue de Jesus, se
afastaram do fórum. Ví-as com os panos ensanguentados,
numa pequena casa enconstada a um muro; não era longe do fórum; não me lembro mais de quem era. Não me recordo
de ter visto Jesus durante a flagelação.
Jesus foi coroado de espinhos e escarnecido no pátio interno do
corpo da guarda, construído sobre os cárceres, ao lado do fórum. Esse pátio era
cercado de colunas e todas as entradas tinham sido abertas. Havia alí cerca de
cinquenta miseráveis patífes, sequazes dos soldados, servo dos carcereiros,
soldados e auxiliares dos carrascos, escravos e os criminosos que flagelaram Nosso
Senhor; esses todos tomaram parte ativa
nas crueldades praticada em Jesus. No começo o povo tentou entrar, mas pouco
depois cercaram mil soldados romanos o edifício. Permaneciam nas fileiras, mas
com as zombarias e risos provocavam ainda o cuel exibicionismo dos carrascos
para redobrarem ás torturas de Jesus, animando-os com as risadas, como os
aplausos anima os atores no palco” [2]
Como se observa, a crueldadade praticada
contra o Divino Mestre, é constrangedora, e causa profunda angustia e dor aos
que presenciaram, como é o caso de João, que é a testemunha, e presenciara todo
o julgamento, e imaginem à dor da mãe, o que não deve ter sentido no coração e
alma à Bem-Aventurada Virgem Maria, já que sempre está presente na pregação do
filho, e contam em livro editado, que teria sido ela que dera sugestão ao seu
Amado Filho, a fim de que utilizasse o Livro – O Banquete – Platão -, para
realizar o Sermão do Monte (São Mateus 5:2-13).
Igualmente, conhecia As Categorias, e à
Metafísica de Aristóteles, pelo fato, de ter estudado na Escola do Templo.
Mirian – Maria – é notável como exemplo em Ser,
a todos e à todas que realizam devoção Mariana, pelo mérito da virtude,
galgarão à sublimidade de alcançar o reino de Deus, pela Pístes – fé -, oração,
exemplo e bondade de mãe, da unidade com o Pai, Filho e Espírito Santo. Sua
generosa compaixão e à graça de proteção, à cura pelo Espírito Santo, e os sete
dons, que sempre nos dá, se merecermos, com certeza.
3 – O significado da
Transfiguração em nossa existência, em demonstrar aos discípulos sua Glória:
Pois nesta carta o Apóstola ratifica o que Jesus nos
mostra na transfiguração, e nos conduz pelo caminho da oração e meditação, como
se deduz em Segunda Leitura (2Tm 1,8b-10):
Leitura da Segunda
Carta de São Paulo a Timóteo:
“Caríssimo: 8bSofre
comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.
9 Deus nos salvou e
nos chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do
seu desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus, desde toda a
eternidade.
10 Esta graça foi
revelada agora, pela manifestação de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele não só
destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do Evangelho.”
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Pois nos põe em realização, em
razão de Jesus dá notícia por meio dos discípulos Pedro, João e Tiago, à
verdade, sobre sua Glória, de Verbo de Deus, que se fez carne pelo sim de Maria
(São Lucas 1:38), e por isso, repassa aos seguidores e batizados como nós, o
que é, efetivamente, sua Glória no reino de Deus, de onde veio. Logo é real,
porque Pedro disse e pede à Jesus: “Mestre
é bom estarmos aqui, então farei três tendas uma para ti, outra para Moisés, e
uma a Elias” (Mt 17:4)
Meditemos e reflitamos, com
sensatez, a fim de que, todo àquele que crer na palavra do Senhor Jesus, siloe –
enviado pelo Pai, pela graça proporcionada, que faz bem ao nosso coração, e nos
eleva no caminho do reino, pelo que se deduz no Anúncio do Evangelho (Mt 17:1-9).
— Louvor a vós, ó Cristo, rei da
eterna glória!
— Numa nuvem resplendente fez-se
ouvir a voz do Pai: Eis meu Filho muito
amado, escutai-o, todos vós. (cf. Lc 9,35).
— PROCLAMAÇÃO do
Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós,
Senhor!
“Naquele tempo,
1 Jesus tomou consigo
Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta
montanha.
2 E foi transfigurado diante deles; o seu
rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz.
3 Nisto apareceram-lhe
Moisés e Elias, conversando com Jesus.
4 Então Pedro tomou a
palavra e disse: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três
tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”.
5 Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem
luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: “Este é o meu
Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!”
6 Quando ouviram isto,
os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra.
7 Jesus se aproximou,
tocou neles e disse: “Levantai-vos e não tenhais medo”.
8 Os discípulos
ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. 9Quando
desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: “Não conteis a ninguém esta visão até
que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós,
Senhor.
4 – Dito isto, à graça
que trouxe Jesus com à visibilidade da transfiguração, afinal, é deleite
necessário, relacionado à expressão de Pedro ao dizer ao Mestre (Sâo Mateus
17:4), é inerente o benefício outorgado às gerações futueas, ao sentirem pelo
conhecimento o que significa o reino de Deus;
Como estamos em perído Quaresmal,
vamos nos por em contemplação como nos ensina Santo Inácio de
Loyola, por meio da Oração:
“ALMA DE CRISTO (ANIMA CRISTI)
Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebria-me.
Àgua do lado de Cristo, lavai-me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Nas vossas chagas, escondei-me.
Não permitais que me separe de
vós.
Do inimigo maligno, defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
E mandai-me ir para vós.
Para que vos louve com os vossos
santos
Pelos séculos dos séculos. Amém”, [3]
Que tenhamos à graça de estarmos
em paz, com satisfação de estarmos com o coração e a mente sincronizado na
unidade com o Pai eterno e Filho, na unidade do Espírito Santo;
Deixa-se a todos e à todas nosso
cordial abraço.
Criciúma (SC), 5 de março de
2,023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia
OAB/SC nº 003978.
[1] Besant, Annie, A DOUTRINA DO CORAÇÃO, p. 27,
Editora Teosófica, DF, 2.012.
[2] Emmeerich,
Anna Catharina, VIDA, PAIXÃO E
GLORIFICAÇÃO DO CORDEIRO DE DEUS, pp.
256.257, MIR EDITORA – SP, 19º Edição, 2.022.
[3] De Loyola, Santo Inácio, EXERCÍCIOS
ESPIRITUAIS DE SANTO INÁCIO, p.199, Edições Loyola, 14[ Edição, 2.015.
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