EIS NOSSA MISSÃO TERRESTRE, NO PALCO DO CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO E EVOLUÇÃO, E SEGUIR O CAMINHO APONTADO PELO MESTRE: NÃO PERDER-SE, E MEDITAR, VIGIAR INTENSAMENTE, E ORAR, COM AMOR E SABEDORIA, ALCAÇARÁ E TERÁ VIDA, VITA ETERNA EM ABUNDÂNNCIA (cf. SÃO JOÃO 10:10-11).

“93 Conheces, ó bem-aventurados, os cinco impedimentos”. Tu és o seu conquistar, o Mestre do sexto, enunciador dos quatro modos da verdade. A luz que neles se projeta irradia de ti, ó tu que foste discípulo, mas agora és instrutor. E destes modos da verdade:

94  Não atravessaste tu o conhecimento de toda a dor – a primeira verdade?

95 Não venceste o Rei dos Mãras em Tsi, o portal da reunião – a segunda verdade?

96  Não destruíste o pecado no terceiro portal, atingindo a terceira verdade?

97  Não entraste em Tau, “a Senda” que leva ao conhecimento – a quarta verdade?

98 E agora, descansa sob a árvore de Bodki, que é a perfeição de todo o conhecimento, porque, sabe-o,  és  possuidor  de Samãdhi – o estado da visão infalível.” (cf. Versão em Português de Fernando Pessoa, Blavatsky, Helena P. A VOZ DO SILÊNCIO, pp. 131. 132.133, Editora Teosófica, 3ª Edição, 2.018)

 

001 – É dever daquele que  descreve o étimo, dar-lhe humildemente o seu signficad, em face de que no sânscrito, língua conhecida entre àqueles que buscam o conhecimento, possuírem seu significado, tanto que entre os Gregos, conhecia-se o significado da Palavra, pelo fato de possuírem noção de Hebraico, por causa de Hermes ter vivido no Egito no período em José, Filho de Jacó e Raquel, escreveram conjuntamente  à obra o Kaibalim, e pelo fato de José ter sido grande governante do Egito, em desenvolvimento e conhecimento. Eis o notável estadista, tanto ter sido admirado pelo Faraó e à  Rainha da época.

Então, é razoável se conhecer o significado etimológico de:

“Mãra (sânscrito). O deus da Tentação, o Sedutor que tentou desviar Buda do seu CAMINHO. É chamado “Destruidor” de “Morte” (da Alma).  Um dos nomes de Kãma, Deus do amor.”

Samãdhi (sânscrito). Uma  condição de transe total e êxtase. O termo provém das palavras Sam-ãdha, “autocontrolo”. Quem possui este poder é capaz de exercer um controlo absoluto sobre todas as suas faculdades, físicas ou mentais; é o estado mais elevado do ioga.” (cf. Blavatsky, Helena,  GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,    pp. 234.  324,  Editado pelo CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL – Lisboa – Portugal, e distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF, 2.022 e 2023)

002 – Então, eis aí as condições para se compreender a tradução formidável do Poeta Fernando Pessoa. São por estes meios qua se oferece à cada qual  qualificações sólidas para se ancançar o desejo do Apóstolo Paulo, quando nos diz que ao “revestir-se do novo homem, em igual e semelhança com o Criador, chegase ao úlitimo degrau da escada  ao reino, pelo estado de glória de – justiça e santidade (Efésios 4:23-24), “porque em Jesus Cristo, se manifesta a justiça de Deus, que se obtém pela fé e conduz à fé, como está escrito: O JUSTO VIVERÁ PELA FÉ (Hab 2:4)” (Romanos 1:17). Na verdade, não há como duvidar dessa expressão do Apóstolo, pelo fato de que, à fé está como atestado da qualidade da ação e da palavra da Bona Nova, expressada com fé. Igualmente, está juridicamente  reto, se aquele que praticar sua ação, em ato e fato, estiver revestida de predicado em agir sempre nas ações como o  cumprimento do quesito da boa-fé. Logo é por isto, que na hipótese da infração Penal, com ensina Nelso Hungria, na hipótese da ocorrência de dolo eventual, quando o agente da ação não deseja praticar ato e fato danoso à vítima, e age no seu inerior  de mente e coração com a boa=fé, tem-se aplicado corretamente, o dolo eventual. Não tenha boa-fé, como boa intenção, porue como ensina Santo Agostinho: “De boa intenção, o inferno está cheio”. Logo à boa-fé é predicado dos bons e justos, por estar na prática como atestado de verdade, indiscutível.

002.1 – Pois o fundamento etimológico da  fé, não é crença, tão pouco, adjetivo que pretendem muitos satisfazer sua engenhosidade maledicente dada concretamente para iludir e passar ledo engano em outrem. Evidente, que existem alguns que  utilizam o mau exemplo, e desejam inocentar-se, atribuindo à vítima sofredora pelo mau caráter do devedor, e o mesmo, é pintado como inocente, em pleno exercício da prática efetiva da “carnalidade”, no dizer na Patrística São João Crisóstomo, Santo Agostinho, Alcuíno, São Gregório e Teofilacto. E com este procedimento, consegue surrupiar proventos de idoso, vitimado de cirurgia cádio vascular, como é vedado pelo Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003. e Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, igualmente, às  vítimas com deficiência, criança, mulher e idoso, econtramse assegurados por igual direito prevosto no Art 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, igualmente, está como impenhorável proventos de pessoa idosa enferma, sem condições de suprir suas necessidades essenciais pelo inciso IV, do Art. 883, do N.C.P.C – Lei nº 13.105, de 16 de março de 2.015.

002.2 –Ora, é pelo bom caráter, como ensina  Marco Túlio Cícero, em que dissera a Calilina:

“Até quando, Catilina..?” Também, que o caráter é predicado do ser, e  executa às informações gravadas  de todos seus ciclos existenciais vividos no Planeta. Porém, aprende-se pelo conhecimento do processo civilizatório humano, que às almas retardatárias e atrasadas, que se encontram no ciclo presente de existência, não desenvolveram, nem  se encontram  em estado evolutivo no cumprimento das lições de origem, existentes, em seu caminho, ainda, comportam-se como alma de ferro e de bronze, como enuncia Platão, A República, Livro III, §415, e que deveriam, andar para frente, ter nascido ou transformando-se em “Alma de ouro”. Logo é o atraso no conhecimento universal e difuso, derivado do Ser – Psique – Alma -, substancialmente, e doado como potência, essência divina, existente, indistintamente, em todos os Seres, que recebem  a primícia da ressurreição, originada do Filho único Deus, feito Filho do Homem pela geração maternal, que como Verbo está em Deus, e é Deus, que se fez carne, e habita entre nós (1 Coríntios 15:20, São Marcos 16:1-2-3-4-5-6-7-8, São João 1:12-3-4-5-14).  Logo o crescimento e libertar-se do estado de inanição nneuro-vegetativa que encalham às pessoas em atraso, e ficam no achismo e patinando,  apegados na matéria, julgando-se pelo apgeu do poder e dinheiro que desejam, e querem, que o olho grande e gordo – inveja – massacra próximo pela obsessão (transmissão de energia ruim  a outrem), por não lhe faltar, e não podem acessar o estado de graça de justiça e santidade. Eis a necessidade de se libertar do egoísmo, pelo que se deduz  do ensinamento do Mestre:

“23. Em seguida, dirigiuse a todos: Se alguém  quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.

24. Porque, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á;  mas quem sacrificar a sua vida por amor de mim,  salvá-la-á.” (cf. São Lucas 9:23-24).

003 – Não há como sair do caos humano se não for buscar fonte o conhecimento, que dá-nos vida, e vida em abundância, pelo advento do conhecimento vindo da Alma, e como ensina-nos a seguir:

“10. O ladrão não vem senão para furtar, matar e destruiri. Eu vim para que as ovelhas tenham vida e para que tenham em abundância.

11. Eu sou o bom pastor. O bom pastor expõe a sua vida pelas ovelhas

12.  ...O lobo rouba e dispersa as ovelhas.” (cf. São João 10:10-11-12).

003.1 – No entanto, que sabamos que a iluminação para o saber, e conhecimento  emana em regra, do topos divino, de onde floresce o dom da sabedoria, ciência, e por fim,  conhecimento que implica  inteligência e compreensão brotada da mente e do coração, eis o que nos ensina Platão, como se vislumbra:

“- Sabes que os olhos – prossegui -  quando se voltam para objetos cujas  as cores já não são mantidas pela luz do dia, mas pelos clarões noturnos, vêem mal e parecem quase cegos, como se não tivessem uma visão clara.

- Exatamente.

- Mas, quando se voltam para os que são iluminados pelo sol, acho que vêem nitidamente e torna-se evidente que  esses mesmos olhos têm uma visão clara.

- Sem dúvida.

- Portanto, relativamente à alma, reflete assim: quando ela se fixa num objeto iluminado pela verdade e pelo Ser, compreende-o, conheceo  e parece inteligente; porém, quando se fixa num objeto ao  qual se musturam as trevas, o que nasce e morre, só sabe ter opiniões, vê mal, alternando o seu parecer de alto a baixo, e parece já não ter inteligência.

- Parece, realmente.

- Fica sabendo que o que transmite a verdade aos objetos cognoscíveis e  dá ao sujeito que conhece esse poder, é a idéia do bem. Entende que é ela a causa do saber e da verdade, na medida em que esta é conhecida, mas, sendo ambos assim belos, o saber e a verdade, terás razão em pensar que há algo  de mais belo ainda do  que eles.E, tal como se pode pensar corretamente que a luz e a vista são semelhantes ao Sol,  mas já não é certo torna-las pelo Sol, da mesma maneira, no outro, é correto considerar  a ciência e a verdade, ambas elas, semelhantes ao bem, mas não está certo torna-las,  a uma ou outra, pelo brm, msd dim gotmsr um conceito  ainda mais elevado do que seja o bem.” (cf. Platão, A REPÚBLICA, Livro VI, pp. 205. 206, §508 a-e, igualmente Livro III, pp. 109. 110, §415, Editora Martin Claret, 2005, 18ª Reimpressão 2.016)

004 – É educacional o ensinamento de Platão, pois à Filosofia enobrece o ser pela adequação das premissas e seus paradigmas à existência de qual neste ciclo terrestre. Com certeza, possuir opinião não enobrece ninguém, porque dá-la de alto a baixa não se expõe pelo dever às bases de conhecimento, porque o sábio há que deduzir o local em que aparece escrito o verbo Ser, que sempre predica, duas vezes, numa soó  oração – frase -, evidente que está numa relação de causa e efeito, isto aprendi, com minha bela e culta professora, lição de sabedoria e bem, certamente, boa plantação  que colhe no reino de Deus. Logo nos ensinou, sem que soubéssemos na época, quer dizer, nos anos de 1.967 a 1.970, que o verbo ser está como único bitransitivo da língua Portuguesa naquela expressão completa em que Jesus, quando diz se igualar e semelhante, Uno com o Pai, que o enviou: Eu sou!. Eis à lição bela e eficaz, quando disse o Senhor Deus a Moisés, a fim de que dissesse ao Faraó aos Hebreus, então diga que Eu sou:

“7. O Senhor disse: Eu vi. Eu vi  a aflição de meu povo que está no Egito...

E, diz que o é.

14. Deus respondeu a Moisés: “EU SOU AQUELE QUE SOU”. E ajuntou: Eis como responderás aos Israelitas: (Aquele que se chama) EU SDOUENVIOU-ME JUNTO DE VÓS.”  (~Exodo 3:7-14).

005 – Logo está nas verdades das palavras, tanto às anunciadas pelo Filho único de Deus, quanto as recebidas   pelas premissas, paradigmas, axiomas, como pressupostos e postulados ensinados pela ciência, especialmente, à Filosofia, igualmente, pela Espíritualidade e dos Livros que nos ensinam aquilo que no transcorrer de séculos os caminhantes na santidade aprenderam e testemunharam com seu nobre e bom exemplo. Não devemos nos esquecer dos perídos de barbárie  que tiveram que passar os seres de bem, pois  a descrição dos bárbaros Hunos assustaram momentaneamente o Império. Eis o que é: A Ameaça de Átila.  Está em  (cf. Aquino, Prof. Felipe,   HISTÓRIA DA IGREJA, Idade Antiga, pp. 388, 389. 390. 391, Editora  Cleófas, 6º Edição, 2.021).

006 – Diante do exposto, e dito sobre o caminho a trilharmos, com fraternidade, e amor ao próximo, certamente havemos ter êxito, com devoção e na aplicação plena da predicação do Ser, já que, é com isso, que chegaremos à vislumbrar a graça derramada bondosamente e generosamente, prls nossa gentil humildade e pedido reto de perdão,  receberemos cada dia e hora à proteção e os dons dignos do Pai, Filho e Espírito Santo, sempre com intercessão maternal da Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria à Mãe do Filho de Deus, e nossa mãe, pelo desígnio em pôr sua mãe aos cuidados do discípulo amado, João, como se vislumbra (cf. São João 19:26-27); e ´por fim, deixa-se, nosso afetuoso e cordial  abraço a todos e à todas.

Criciúma (SC), 16 de abril de 2.023.

Gilson Gomes

Advgodado e Filosofia.

OAB nº Sc 003978

 

Bibliografia:

1)        Versão em Portugu\~es de Fernando Pessoa, B

2)       lavatsky, Helena P. A VOZ  DO SILÊNCIO, pp. 131. 132.133, Editora Teosófica, 3ª Edição, 2.018;

3)       Blavatsky, Helena,  GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,    pp. 234.  324,  Editado pelo CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURAL – Lisboa – Portugal, e distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF, 2.022 e 2023;

4)        Platão, A REPÚBLICA, Livro VI, pp. 205. 206, §508 a-e, igualmente Livro III, pp. 109. 110, §415, Editora Martin Claret, 2005, 18ª Reimpressão 2.016;

5)       Aquino, Prof. Felipe,   HISTÓRIA DA IGREJA, Idade Antiga, pp. 388, 389. 390. 391, Editora  Cleófas, 6º Edição, 2.021.

 

 

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