ESCUTA O DIZ A VERDADE E A RETA
CONSCIÊNCIA, QUE O EXEMPLO DE TIRADENTES E OS INCONFIDENTES NOS LEVE AO
CONHECIMENTO DO BEM COMUM, E ELIMINAR AÇÕES E VIOLÊNCIA CONNTRA INOCENTE,
EXECUTADA PELA RAINHA DE PORTUGAL, EM CONDENÁ-LO À MORTE NA FORCA. O QUE
NECESSITAMOS É DE HOMENS DE BEM E CONHECIMENTO, E NÃO TERMOS DE CHORAR POR
NOSSOS MÁTIRES, CADA DIA.
CHORAR POR NOSSOS MÁTIRES, CADA
DIA.
“Escutarei o que fala dentro em
mim o meu Senhor” (Salmo 84:9). Ditosa a alma que ouve o Senhor a falar em sim
e recebe da Sua boca uma palavra de
consolação.” (Cf. p. 197).
1. É evidência, com certeza, que cada qual deve estar atento e com cautela redobrada quando
estiver religado com a Luz do Eu sou (Êxodo 3:14), explicitada pelo Salmo de Daví, com
louvor:
“9. Escutarei o que diz o Senhor Deus, porque ele
diz palavras de paz ao seu povo, psra seus fiéis, e àqueles cujos corações se
voltam para ele.” (cf. Salmo 84:9).
1.2. Eis a palavra de verdade e
graça do Senhor, como justificar à má-fé da Rainha da Corte Portuguesa de
então, mãe de Dom João VIº, e sogra de Carlota Joaquina, avó de Dom Pedro Iº e
IVº de Portugal, e bisavó de Dom Pedro IIº, que decretou por Sentença pena
capital em forca, com esquartejamento do corpo pelas ruas do Rio de Janeiro até
Vila Rica, atual Ouro Preto – MG, do Alferes Joaquim José da Silva Xavier,
conhecido pelo apelido de Tiradentes, por ter declarado ter sido “inconfidente”,
cujo cujo dos inconfidentes entre os quais está o autor do formidável poema –
Marília de Dirceu -, Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa, Joaquim José da Silva Xavier (o Tiradentes),
Padre Calos Correia de Toledo, Coronel
Francisco Antônio de Oliveira Lppes Silva Alvarenga, e também o Coronel José
Silvério dos Reis, que viria a ser o delator de seus companheiros, pela vantagem que
recebera da rainha, já que devia à Coroa, e obtém o perdão de sua dívida pela “rainha
louca”, e como se tem conhecimento entrega à filha de Tiradentes, na infância,
ainda, e a manda para Portugal, e depois retorna ao Brasil, já quando Dom Pedro
Iº, que está como Imperador, por exclusiva decisão
pessoal da filha, que ainda está jovem. Daí se concluir que Xavier, em regra,
pode ter sido gerados pela filha do
Alferes, que o imperador fizera como fazem os Hebreus, cada nascituro só
pode obter o nome materno. Logo, por
isso, São Cirilo de Alexandria, fizera sua defesa mais norável, que está no ardor de
seu argumento da Santa “maternidade de Maria”, no Concílio de
Niceia (325) e Éfeso (431), Nestório foi
derrotado depois de cusar uma verdadeira tempestade no meio da Igreja, pondo em
discussão a maternidade de Maria. (cf. Aquino, Prof. Felipe, HISTÓRIA DA IGREJA
Idade Antiga, p. 421, Editora Cleófas, 6ª edição, 2.021) Contudo,
em razão de negarem o fato, e agirem
como hereges os Arianos e Nestorianos, cuasaram enorme crise à Cristandade
daquelaa época. Então, trata-se de celebração digna para os que estão de consciência compreendendo à opressão
exercida contra à população que residia nestas terras, por meio do pagamento do
“Quinto”, que alcunharam com o nome de “quinto do inferno”. Logo olhemos para
Tiradentes como exemplo de ser que possuía notável propósito como inconfidente,
já que os inconfidentes possuíam educação
vinda de França, pois estava em auge à Revolução Francesa ecomo base o
pensamento de Jean-Jacques Rousseau e Montesquieu, cuja dor não desfalece o
pensamento e ideia em 21 de abril de 1.792, quando Tiradentes é enforcado e
erguido pela corda no patíbulo.
2. Então, resta-nos apenas
possuirmos olhar livre da gordura da
doença da inveja, e aprendermos sempre à lição na obra e palavra de Nosso
Senhor Jesus Cristo, que deve ser guardarmos nossa obra como tesouro nos céus,
e sabermos que cada um deve pegar sua cruz e seguir, e renunciar a si mesmo,
especialmente, com o conselho que dera ao jovem rico que possuía muitos bem
(cf. São Mateus 19:21), e então deve ser nosso proceder:
“Presta atenção nisso
tudo, ó minh’ alma, e fecha as portas dos teus sentidos, para que possas ouvir
o que o Senhor Deus fala em ti (cf. Salmo 84:8). Isto diz o teu Amado: “Eu sou
a tua salvação”, a tua paz, a tua vida,
(cf. Salmo 34:3). Conserva-te junto a mim e encontrás a paz. Deixa de lado tudo o que é transitório e
procura as eternas realidades. O que são
todas as coisas temporais, senão sedutoras? E em que te ajudam todas as criaturas, se
tiveres sido abandonado pelo Criador? Tendo renunciado, pois, a todas elas,
entrega-te comprazida e fiel ao teu
Criador, para que tenhas condições de alcançar a verdadeira bem-aventurança.”
(cf. De Kempis, Tomás, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 197. 198, Editora Paulus, 1º Reimpressão 2.021).
3. Concretamente, qual deve ser nossa parte na
obra do Senhor Deus. A primeira ação a ser praticada, deve estar na abolição do
mau proceder e do pecado; a segunda ação ser tomado consciência de
responsabilidade no exercício de suas atribuições, sem utilizar da falsidade,
da hipocrisia, do cinismo, orgulho, ódio, e satisfazer o ego, pelo poder e
dinheiro, apego à matéria, tudo enxergar e cobiçar, estar como arauto da
maledicência, sobreviver só de aparência, como os possuem somente ideologia,
cuidem bem de: “Rebola”. Pois é só canditar-se, e enxerga mudança, sem observar
que possuem no cérebro à síndrome de psicopatia. Enxergar à ações humanas com
prudência e cautela, que é como dizem os antigos: “Prudência e caldo de
galinha, não faz mal.” Logo temos responsabilidade e obrigação de erradicar da
nossa existência e da vida em sociedade atos e fatos de violência, crueldade,
cobiça, inveja, egoísmo, lesões físicas e morais, e exploração como crime e
pecado, e cumprirmos o expresso no Art.
102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, com nova
redação que deu a Lei nº ‘4.423, de 22 de julho de 2,022, e o art. 5º, Parágrafo
único, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, igualmente, o art.
884, Parágrafo único, do Código Civil –
Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2.002, bem como a garantia da
impenhorabilidade que está no inciso IV,
do art. 833, do N.C.P.C – Lei nº 13.105, de 16 de março de 2.015, e assegurado
como pressuposto e axioma consoante o disposto no Art. 230, §1º, §2º, da CF/88, proteger a
mulher contra a viole cia doméstica e sua assistência nos termos da Lei Maria
da Penha – Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2.006.
4. Diante de todo o exposto, devemos estar conscientes
de que, à morte de Tiradentes, está como martírio em favor da dignidade humana,
afinal, o que os inconfidentes almejavam é sem dúvida, uma sociedade justa, e
com melhor distribuição de renda, e que
fosse abolida a miserabilidade encracada culturalmente pelo colonialismo
existente no século XVIII, e que atualmente, paga-se caro como população pelo
excesso de tributação, e escassez de renda à cada qual, que efetivamente,
exerce atividade laboral. Logo à cultura da corrupção, e da vantagem pessoal
existente como cultura no País, não enobrece em nada à nacionalidade, mas sim,
o bolso e conta daqueles que sobrevivem da extorsão, e o conceito da rainha
louca em vigor;
Logo
supliquemos a Pai eterno, e ao Filho em suas generosidades e bondade, nos dêem
a graça de cada dia estarmos protegidos dos inimigos, corruptos, ladrões e
compradores de votos, e do genocídio lento pela fome, e brutal pela
inexistência de renda em nossas mãos e bolso, e matança, que realizam
indiscriminadamente, sem escrúoulo algum, e de todos os perigos, que nnão se
repita à morte descarada aplicada a
Tiradentes em 21 de abril de 1.792, que à Santa Mãe de Deus interceda por todos
nós, e que tenhamos vida, e vida em abundância;
deixa-se com apreço nossa afeição, e o perdão suplicado sempre por toda
adversidade, com nosso cordial abraço a todos e à todas.
Criciúma (SC), 21 de abril de
2,023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
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