NÃO  SE DEVE ILUDIR-SE, POIS A MEDITAÇÃO COM HUMILDADE, ELEVA O SER À PRESENÇA DA LUZ QUE ESTÁ NOS CÉUS, E NO SENHOR DEUS. À PRUDÊNCIA, AMOR E SABEDORIA, E JUSTIÇA, SÃO OS ELOS QUE NOS LIGAM AOS SÁBIOS DO UNIVERSO.

PELA ORAÇÃO DÁ-SE A COMPREENDER O DESÍGNIO DO CAMINHO, NADA MELHOR QUE, FUGIR DA AÇÃO FUTIL, VIL E SUPÉRFLUA.

PELA FÉ E PELA OBRA, COM RETIDÃO, E BOM EXEMPLO, EM VIRTUDE, COM CERTEZA, ESTARÁ NA GRAÇA, EM JUSTIÇA E SANTIDADE.

BOM ÊXITO, E TRABALHE EM PAZ PELA GRAÇA DE Deus.

 

Capítulo X

Meditação Sobre o Fim do Homem.

Preparação:

1.       Põe-te na presença de Deus.

2.       Pede a Deus que te inspire.

 

1. Não foi por nenhum  motivo de interesse  que Deus nos criou, pois nós lhe somos absolutamente inúteis; foi unicamente nos fazer bem, em nos facultando, com graça, participar de sua glória;  e foi por Filotéia,  que ele te deu  tudo em que que tens: O entendimento, para o conheceres e adorares;  a memória, para te lembrares dele;  a vontade, para o amares; a imaginação, para ti representares os seus benefícios; os olhos, para admirares as suas obras; a língua, para o louvares, e assim as demais potências e faculdades.

2. Sendo esta a intenção que  Deus teve, em te criando, com certeza deves abominar e evitar todas as ações que são contrárias a este fim;  e quanto àquelas que não te conduzem a ele, tu as deves desprezar, como vãs e supérfluas.

3. Considera quão grande é a infelicidade do mundo, que nunca pensa nestas coisas; a infelicidade, digo, dos homens que vivem por aí, como se estivessem persuadidos de que seu fim neste mundo é edificar casas, construir jardins deliciosos,   acumular riquezas sobre riquezas e ocupar-se de divertimentos frívolos.”  [1]

SÃO FRANCISCO DE SALES

Bispo

e Príncipe de

Genebra.

Filotéia.

 

Evidente, que noss discurso deve estar sempre conforme nossa amizade com o saber, e bem geral e do próximo, não devemos nos usar a língua para o mau procedimento, e propaga-lo, como se fossem verdades absolutas e transformadoras da realidade algoz e injusta, que sobrevivem a grande maioria da população, abaixo da linha da pobreza, por causa da péssima distribuição da renda, em que cada qual destes  cada dia, só enxerga impostos a recolher, e nada em sua mesa, então compreendamos o dizer do Profeta Isaias, que enxerga o que  deve ser feito com nossa língua:

“4 O Senhor Deus, deu-me a língua de um discípulo,  para que eu saiba reconfortar pela palavra o que está abatido. Cada manhã, ele desperta meus ouvidos,  para que escute como discípulo.” (Isaias 50:4).

Ora, possuir à língua de um discípulo enobrece o homem, como ser,  e fará sair da  mesquinhez e da frivolidade, como ensina São Francisco de Sales, ele sairá:

“Considera quão grande é a infelicidade do mundo, que nunca pensa nestas coisas; a infelicidade, digo, dos homens que vivem por aí, como se estivessem persuadidos de que seu fim neste mundo é edificar casas, construir jardins deliciosos,   acumular riquezas sobre riquezas e ocupar-se de divertimentos frívolos.” (cf. De Sales, São Francisco, Filotéia, p. 57, Editora Vozes, 9ª edição, 1.986)

Logo nossa existência é buca do bem e da verdade que liberta, que está na palavra de Deus, que disse:

 “6 Jesus lhe respondeu: Ru sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (São João 14:6).

Logo é necessário esforçar-se para abolir do seu vocabulário e linguagem cotidiana falsidade, hipocrisia e o cinismo, e ficar no “acho”, pois “Achar (Hebraico). Os Deuses acima dos quais (segundo os Judeus) Jeová  é o Deus”  (cf. Blavatisky, Helena, Glossário Teosófico, p.19, Editora Centro Lusitano de Unificação Cultural – Lisboa, distribuição no Brasil Editora Teosófica – DF). Logo não adianta achar, porque não se acha nada. É necessário possuir conhecimento da etimologia das palavras, para não cair em tentação, de julgar-se que acha.

Com certeza, em conhecimento e sabedoria, o conteúdo faz diferença, por isso, é como o étimo fé, que significa fidelidade, e  como é conceito da antiguidade, tanto entre os Judeus, quanto Gregos e Romanos, fé, quer dizer atestar à verdade, por isto, no nosso Direito, há à boa fé e a má fé. Daí se deduz à razão de ser usada no Cristianismo, para significa   “fé que move montanhas e, de um grão de mostarda”, como também à justificação pela fé como ensina São Paulo em (Romanos 5:1), Logo deduz-se, que à fé é um atestado de verdade, de piedade, de virtude, e temor a Deus. Por isto, e a fé.

A Liturgia de hoje, traz neste domingo,  e proclma o Evangelho de São Mateus 21:1-11, que descreve  o fato de que Jesus se encontrava no Horto, manda dois dos seus irem buscar um jumentinho, para entrar na cidade de Jerusalém, pois é ai, que acontece à saudação recebida com ramos de flores e plantas, que significam receber-lhe be,. Ele disse, ide e peçam o jumentinho, e dizem que o Senhor precisa, e depois devolverá o jumentinho.

Logo está aí, o fato, descrito por São Mateus.

Justifica-se,  sem dúvida, razoavelmente, dar inicio com vontade, e determinação o fim dos pecados e maculam com nódoa de pecado  seus praticantes, por isto, é digno e razoável abolir de vez a violência, crueldade,  egoísmo,  vaidade, inveja, intolerância, calúnia, exploração do homem plo homem contra criança, adolescente, à mulher, e o idoso com deficiência, como prescreve o Mandamento do Senhor Deus, e o que  dispõem o Parágrafo único, do Art.  5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, combinado com o Art. 1º, Art. 4º, §1º, Art. 5º, Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, e da Lei nº 14,423, de 22 de julho de 2.022.

Dito isto, vamos manter nossa meditação e contemplação na Paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, e suplicarmos ao Pai, Filho e Espírito Santo que nos dê a graça de proteção, contra o mau procedimento, dos inimigos, e dos perigos, e também pela conversão dos pecadores, e que tenhamos humildade sempre para recer e dar o perdão, como base à generosa graça de Deus, pela intercessão da sempre Virgem Maria,  Mãe de Deus e nossa; deixamos nosso afetuoso e cordial abraço, a todos e à todas.

Criciúma (SC), 2 de abril de 2.023.

 

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

Bibliografia:

1)       De Sales, São Francisco, FILOTÉIA,    pp.  56. 57, Editora Vozes - Petrópolis,  9ª edição, 1986.

 



[1]   De Sales, São Francisco, FILOTÉIA,   pp.  56. 57, Editora Vozes, Petrópolis,  9ª edição, 1986.

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