NOSSA BUSCA ESTÁ NA SUBSTÂNCIA E
POTÊNCIA DE SER, POIS NÃO HÁ DÚVIDA: EU SOU, ENTÃO, PENSO. E, NOSSO EMPENHO
ESTÁ EM ABOLIR O ÓDIO, VIOLÊNCIA, CRUELDADE E EXPLORAÇÃO CONTRA CRIANÇA, À
MULHER, E IDOSO, ESPECIALMENTE ÀS VÍTIMAS DE TODAS AS FORMAS DE LIMITAÇÃO
E DEFICIÊNCIA. PERCEBAMOS CREA-SE NA
GRAÇA DA ABOLIÇÃO DO MAU PROCEDIMENTO. EIS AÍ A QUESTÃO: SER OU NÃO SER. MAS,
EM SOU. ENTÃO, DIGA: EU SOU, MANDOU DIZER-LHE (ÊXODO 3:14).
Evidente, que nos encontramos em 15 de abril, do ano correte – século XXI -,
sem aprendermos às necessárias e objetivas lições do caminho de bondade, amor,
e sensatez, que estão postos como meio de evolução e desenvolvimento social e
humano, cada dia.
É verdade, não há dúvida: “Que nem
só de pão vive o homem. Vive mais do amor do que pão, pois este não produz
amor, quanto o amor dá pão. E, quando o tribo não é plantado e cultivado com
amor, quando o pão não é amassado e distribuído com amor, os homens acabam não
tendo pão”, (cf. Milagro, Alfonso,
PENSAMENTOS DIÁRIOS, p. 114,
Editora Ave Maria, 12ª Reimpressão 2.021).
Logo à prática da boa ação no
caminho do reino, é oportuno observar-se por dedução o ensinamento de Jesus
Nazareno, ao advertir-nos desta verdade reali, ao reiterar:
“4. Jesus respondeu:
Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da
boca de Deus (Dt 8:3)” (cf. São Mateus 4:4)
Com certeza, deve-se obter
conhecimento e liberta-se do apego – egoísmo -, destruidor de virtudes
substanciais e potenciais à essência humana, que pela via de poder e dinheiro,
não pode obter tesouro nos céus, nem a salutar e digna união filial com o Pai
eterno, com efeito: - Eu sou! (Êxodo 3:14), cuja causa está no mau procedimento
executado como “status” social, pois que está visto se vê em aparência, sem se
dar conta do conselho em advertência, que Jesus, dera ao jovem rico:
“21. Respondeu Jesus:
Se queres ser perfeito, vai, vende os
teus bens, dá-os aos pobres e terás um
tesouro no céu. Depois, vem e segue-me.
22. Ouvindo estas
palavras, o jovem foi embora muito triste,
porque possuía muitos bens.” (cf. São Mateus 19:21-22).
Logo, eis como é a percepção um dos pressupostos
descrito por Immanuel Kant, que nos dá a conhecer:
“É conhecimento
empírico a experiência, ou seja, conhecimento que determina um objeto mediante
percepções. Nesse contexto, é uma
síntese das percepções, que não está contida na percepção, Mas contém, numa consciência,
a unidade sintética de sua diversidade, unidade que constitui o essencial de um
conhecimento dos objetos dos sentidos, quer dizer, da experiência – não simplesmente
da intuição ou da sensação dos sentidos.
Conclui-se que, na experiência as percepções se reportam umas as
outras de maneira apenas acidental, de modo que das próprias percepções não resulta
nem pode resultar evidentemente a necessidade da sua ligação, porque a
apreensão é apenas a reunião da
diversidade da intuição empírica e nela não se encontra nenhuma representação
de uma ligação necessária na existência dos fenômenos que ela junta no espaço e
no tempo. Então, como a experiência é um
conhecimento dos objetos por meio de percepções e, conseguintemente, não deverá ser nela
representada a relação na existência da diversidade, da forma como se
justapõe no tempo, mas assim como é
objetivamente no tempo; e como o próprio
tempo não pode ser percebido, da mesma forma a determinação da relação dos
objetos no tempo só pode surgir da sua ligação no tempo em geral, quer dizer,
por meio de conceitos que os liguem a priori. Conclui-se que, como estes
conceitos implicam, simultaneamente,
sempre a necessidade a experiência só é possível por uma ligação
necessária das percepções.” (cf. Kant, Immanuel, CRÍTICA DA RAZÃO PURA, pp. 192. 193, Editora Martin Claret, 2.003).
Está poir pela percepção e
intuição, tanto que a percepção extrai-se da ação, e prática humana, quanto a
intuição emana do Ser – Alma – que irradia pela energia da luz – conhecimento,
explicitada em Metafísica de Aristóteles, e comentada magistralmente pelo
Doutor Angélico – Santo Tomás de Aquino, que nos dá a compreender à doutrina e
ensinamento do Cristo Senhor, realizada ao Jovem Rico, também, o dito ao
maligno tentador, a premissa fundamental do raciocínio do seguidor e buscador do discipulado, de
nosso Amado irmão e Mestre, que: - “Não
só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”.
Então, o entendimento deriva de
conhecimento formal, obtido pelo esforço humano, diariamente, por meio dos
ensinamentos vindos de bons livros que nos chegam por meio dos postos à venda,
como também, encontra-se próximo, preço
razoável e digno, em Livraria de nossa Diocese, e também, em locais, que se encontra sobre Espiritualidade.
O entendimento é aprendizado que
dá conteúdo à Inteligência, cujo dom da sabedoria, florecerá. Então, à
inteligência está posta, como predicado Ser, graça sublime e digna, dada pelo:
- Eu sou! O Uno em substância e potência, cuja essência vital nos dá pela
geração de Maria, seu generosos - Sim -,
em obediência à natureza e vontade do Pai, nos dá o Filho do Homem, nascido o
Verbo de Deus – Filho único do Pai, com a finalidade de perdoar os pecados de
origem, e vencer à morte criada por Adão, por meio da ressurreição (1 Coríntios
15:20-22).
Logo pelo mérito da virtude, e no
cumprimento do dever, eliminemos de
nosso meio e contexto o mau proceder, e fica com falácia – murmuração (1
Coríntios 10:10) praticados nas praças, e em redes sociais, à dar elogio à
bandidagem, e ainda no achismo denominar o mau elemento e caráter: “como bom e
coitado” Igualmente, prestigiar à corrupção da carnalidade, existente, como
ensinam o Filósofos da Patrística, especialmente, São João Crisóstomo e Santo
Agostinho.
Logo é razoável conhecer que o corrupto
se alimenta de poder e dinheiro, pense, que cada pervertido, de todos os
malévolos, sobrevivem à prestigiar com ganhos financeiros os assédios
lucrativos. Pois conosco em trabalho convivia, o sábio que disse com notável
fundamento: - “Se desejas saber aquele
(a) que está no cargo de recepção, e importante, pergunte-lhe:
- Quem é o seu
dono?”
Então, é inaceitável e desonesto
acolher os crimes e pecados de violência, crueldade, exploração, olho grande e
gordo da inveja, cobiça, egoísmo, assédio, falácia, fofoca, na antiguidade,
conhecido como “murmurar”, e maledicência, superstição, e publicar em rede
social elogios e acordos com àqueles que matam, calúniam, injuriam, praticam
furto, extorsão, apropriação indevida, e constrangimento ilegal em escolas e à
violência domestica e em locais de trabalho, contra: Criança, adolescente, à
mulher e o idoso, e todos os forem vitimado pela Deficiência física, sensorial,
e mental, como prevê às disposições do Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da
Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, combinado com o Art. 102, do Estatuto do
Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, e Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, em
favor da mulher contra à violência domestica, expressa no Art. 5º, art. 7º, Ar.
8º. Art. 9º, Art. 10, Art. 13, e seguintes, da Lei Maria da Penha – Lei nº
11.340, de 7 de agosto de 2.006. Também
prestar auxílio ao Congresso Nacional, Senado Federal e Câmara dos Deputados,
pelo esforço em punir exemplarmente, crimes de ódio, e violência praticados em
Escolas Brasileiras, também de discute a redução da maioridade Penal.
Logo devemos hipotecar nossa solidariedade
e apoio aos Deputados e Deputadas de nossa região, também, não nos esquecer dos
parlamentares que representam à unidade do Estado do Rio Grande do Sul,
especialmente, da região Metropolitana de Porto Alegre, que se encontram em
sintonia com à luta meritória e de bom alcance social.
Diante disto, peçamos ao bom Deus Uno, que nos dê à graça de estarmos
livres do crime e do pecado, especialmente em nossas escolas, e residências, e
que como retribuição e retorno dê aos infratores pelos crimes e pecados
praticados contra à criança, à mulher e idoso, especialmente, os vitimados pela
deficiência, punição exemplar, e percebermos com auxílio e intercessão da Bem-Aventurada
sempre Virgem Maria, Mãe do Filho único de Deus e nossa, que juntamente com os
sábios do universo, e bondade deo Pai eterno, e seu Filho, redentor, pela nossa
constante vigília e oração, que sejamos contemplados com a graça da saúde,
prosperidade, e paz pelo amor e sabedoria do coração, por meio da fraternidade
humana; que com afeição, deixa-se nosso apreço e consideração, como nosso
cordial abraço a todos e à todas.
Criciúma (SC), 15 de abril de
2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
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