O EXEMPLO SERÁ NOSSO MELHOR BEM,
POIS ESTÁ AINDA ESTÁ EM VIGOR, EIS QUE DEVEMOS OLHAR E SEGUIR: “29.PORQUE EU
SOU MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO” (SÃO MATEUS 11:29).
“Manus (Sânscrito). Os catorzes
Manus são os protetores ou guardiões dos ciclos raciais num Mavântara, ou Dia de Brahmã. Os Manus
primordiais são em número de sete, tornam-se catoze nos Purãnas.” (cf.
Blavatisky, Helena P, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO – A Versão Original e Póstuma de
1.892, editada por George Mead, p. 213, Editado pelo CENTRO LUSITANO DE
UNIFICAÇÃO CULTURAL – Lisboa, Portugal, e distribuido no Brasil pela Editora
Teosófica – DF – 2.022 e 2.023)
Então, aprendamos a lição vinda
dos mais antigos, mais de mil anos antes de nosso amaso Cristo, Senhor, como
enxerga:
“4 – Intelecto, conhecimento,
inerrância, paciência, verdade, prazer, disciplina, sofrimento, repouso,
temor, coragem, nascimentgo e morte, existir e não existir.
5 – Inocência, renúncia,
satisfação, modéstia, bondade, glória – o que quer seja próprio da criatura e
lhe dá conteúdo -, tudo isso vem de mim.
6 - Os sete sábios, os quatro
patriarcas, e também os quatorze manus que tinnham o meu espírito e foram
progenitores da humanidade – todos eles nasceram do meu Espírito e do meu
poder.
7 – Quem traz em si a grandeza do
meu espírito possui a minha força criadora - este é um comigo, em inseparável
comunhão – disso não duvides jamais! (cf.
Krishna, BHAGAVAD GITA, p. 92, Editora Martin Claret, 4ª Reimpressão
2.015)
1. Com certeza, estão aí todas às
forças vida do Alot, especialmente, daquele que em Unidade habilidade, aptidão,
ciência, discernimento e compreensão dos ciclos de nossa existência terrestre,
bem assim, direito indiscut´viel de obter dino repouso no sétimo dia, porque o
Senhor viu e percebeu que a obra que tinha feito é boa, então, com sabedoria e
satisfação – respousou (cf. Gênesis
2:2), e isso justifica o dito em:
“De mim, como de viva
fonte, o pequeno e o grande, o pobre e o rico haurem água viva, e quem me
servir espontaneamente e de bom grado, graça por graça receberá (cf, Apocalípse
13:16; 21:6; João 1:16; 4:10). Quem, porém,
quiser gloriar-se fora de mim, ou deleitar-se em algum bem particular, não será
estabelecido na verdadeira alegria, nem dilatado em seu coração, mas de muitos modos se há de ver impedido e
estrito ficará (2 Coríntios 6:11-12). Nada de bom, portanto, deves atribuir a ti, nem atribuas virtude a
humem algum, mas dá tudo a Deus, sem O qual nada tem o homem.” (cf. De Kempis,
Tomás, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 227-228, Editora
Paulus, 1ª edição 2.019, 1ª Reimpressão 2.021).
2. Logo está verdadeira o que diz à expressão, que tudo existe: “De graça
sobre graça”, pois se deduz a certeza do conteúdo, quando a recebemos do Uno em
trindade em um só Ser - é o verbo, é o
Eu sou, que nos propicia o zcerto
enunciado no Evangelho em:
“16, Todos nós
recebemos da sua plenitude raça sobre graça.”
Observe, a beleza da expressão, e
do argumento válido dito por Jesus à
Samaritana, quando Ele a pediu pagua para beber, então, Ele lhe disse:
“10. Respondeu-lhe Jesus: Se conhecesses o dom de
Deus, e quem é que te diz: Dá-me de bebeber,
certamente lhe peddiria tu mesma e ele te daria uma água viva.” (cf. São João
1:16; 4:10)
3.
Não há como descrer do bem que
cada dia cada qual recebe, mas pela omissão e pelo poder do ego que realiza
pelo apego à matéria sua vaidade intínseca , manifesta pela cobiça e á inveja
que delepaidam sua consciência, é usual e costume encontrar-se ligado às coisas
– res -, ou imaginar e possuir ideologicamente o outro que estiver em caminho
cnsigo, tendo desviado da senda do reino
de Deus, pelo fato de enxergar o outro (a) pela adulação e assédio e enfóque da aparência, cujo valor está visto no preço de mercado, e aí deseja na qualidade
e condição de: - Objeto de consumo.
4. Evidente, que nosso maior
aprendizado está ma ciência e conhecimento ensinado sempre na palavra de Deus,
seus mandamentos, sua Lei universal, e cada qual exercitar de mente e coração
às premissas, postulados, axímoas como
paradígmas à Boa Nova para alcançar o reino que está próximo, pela conversão
permanenete, pela vigilância intensa, abolir e descartar o mau procedimento,
vício e pecado, e por meio da oração perene, penitência, porque aquele que não
vigiar e orar não pode ingressar no reino de Deus, e veja o
ensinamento:
“16. este povo, que
jazia nas trevas, viu resplandecer uma
grande luz; e surgiu uma aurora aos que
jaziam na região sombria da morte (Is 9:1).
17. “Desde então
começou Jesus a pregar: Fazei penitência, pois o reino dos céus está próximo”.
(cf. São Mateus 4:16-17).
5. Logo se percebe que o ciclo
existencial que sobrevivemos no planeta
é limitado em espaço e tempo, e nosso dever-ser e missão está em alcançar à
glória no reino de justiça e santidade, não se pensa, existe e é por
casualidade e fatalidade, mas, por ter recebido à primícia da ressurreição
conquistada pelo Filho único do Pai, gerado e nascido de Maria, que
generosamente nos proporciona compaixão e misericórdia, acolhendo-nos como seus
irmãos, na unidade do Pai, por isto, a nova interpretação do Pensamento de René
Descartes, está pertinente conosco, quando lciona: “Se penso, existo, então, eu
sou”. Está baseado já no que Aristóteles usa, concebido do que está dito em
(cf. Êxodo 3:14).
6. Nesta Lógica – práxis – da execução
prática do Direito, que necessita para arder e brilhar de bondade, amor ao
próximo, e da boa-fé, verdadeiro bom comportamento e proceder com lealdade, e
abolir o vício, o pecado e a prática criminosa, como toda espécie e gênero
praticada reiteradamente contra criança, à mulher, e o idoso com deficiência
(limitação e enfermidade, como: À violência, crueldade, lesão corporal, extorsão, apropriação
indevida, egoismo, e exploração doméstica e pelos grupos sociais próximos, como
se verifica expressa a punição e vedação contida no Art. 102, do Estatuto do
Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro
de 2.003, e da Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, e que cuida da violência
doméstica à Lei nº 11.340, de 7 de aosto
de 2.006, e da Lei nº 14.550, de 19 abril de 2.023, também, para evitar a exploração pelo
enriquecimenti sem justa causa, nos termos do Art. 884, Parágrafo único, do
Código Civil – Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2.002, e igualmente, o disposto no Parágrafo únivo,
do Aer. 5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, conforme à garantia e segurança da pessoa
idosa, como está previsto
no §1º, §2º, do Art. 230, e à
proteção contra violência doméstica em obediência ao §8º, do Art. 276, todos da
Constituição Federal de 1.988.
7. Não se possui nenhuma dúvida,
quanto à proteção às vítimas da
violência, até assassinato contra criança, que estranhamente ocorre em nossoa
meio, ocasionado pelo poder da ignorância – O que afirma é ignorante no dizer
de Aristóteles -, e à desinformação existente em nosso meio, causadora aas
maledicências praticada corriqueiramente contra à criança, à mulher, e muito
grave, contra à pessoa idosa com
enfermidade, e portadora de deficiência e, também limitação à mobilidade,
física, mental, intelectual ou sensorial, o qual
em integração com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e
efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas, como está
definido do §1º, inciso I, II, III, IV,
§2º, do Art. 2º, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, pois idosos e idosas
nas condições estabelecidas em Lei,
notadamente, infração tipificada como violação dos Direitos Humanos.
8. Logo alcançarão a grande
liberdade de coração os que, por teu nome entrarem pela senda estreita – porta estreita -, tendo
negligenciado todos os cuidados mundanos (cf. São Mateus 7:14), como está posto
pelo Mestre:
“14. Estreita, porém, é a porta e
apertado o caminho da vida e raro são os que encontram.”
9. Então, compreende como dedicação e zelo, quão digna é esta “esta
agradável e deliciosa de Deus, por meio da qual se torna o homem verdadeiramente
livre e santo” (cf. São Mateus 11;29-300) psts trabalhar com empenho pelo bem
geral e por amor ao próximo, como está posto com sabedoria pelo Senhor, Jesus:
“29. Tomai meu jugo
sobre vós e recebei meinha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e
achareis o repouso para vossas almas”.
30. Porque mru jugo é suave r mru peso e leve.”
9.1. Logo toda boa ação feita,
receber-se-á do Senhor retribuição em graça, pelo fato de que, deve-se agir com
atitude digna de boa-fé, comportamento leal consoante os usos e costumes, por
meio de princípios de virtudes, e da razoabilidade, tanto por observar-se à
palavra de Deus e sua lei, quanto pela dignidade realiza-se a justiça em
plenitude, objetivamente está conforme o disposto no Art. 5º do NCPC – Lei nº 13.105, de 16 de março de 2.015.
10. Pois é certo, que na senda do
reino deve-se estar apto em conhecimento, compreensão e obras e fé (cf. São
Tiago 2:16-17), para obter graça no dia de São José Operário, nosso mais nobre
e salutar exemplo de empenho, eficiência, habilitação na sua ação de carpinteiro
e pedreiro, também ouve a voz do Anjo e leva Jesus menino e sua mãe, para mais
precisamente Alexandria – Egito, para livrar o Filho único do Pai, das mãos
cruéis de Herodes, que realiza à chacina das crianças de Belém (cf. São Mateus
2:13). Por isto, que sabedoria de Yoga
está consoante como se observa:
“PARA O EU PELO NÃO EU
Passemos agora ao homem
que procura o Eu pelo Não Eu. É a via do
sábio, do homrm que emprega o manas
ativo e concreto para formar do Universo uma idéia científica. Ele quer libertar o real do irreal, o eterno
dos elementos inconstantes, o Eu de todas as formas variáveis. Como conseguirá isso? Submetendo a um estudo atento e rigoroso todas
as formas efêmeras nas quais o Eu se envolveu; estudando o Não Eu exteriormente
e em si mesmo; comçreendendo a sua
própria natureza, e por isso,
analisando-a; estudando a natureza nos outros tão bem como em si próprio;
aprendendo a conhecer-se e a conhecer os seus semelhantes. Geralmente, passo a passo, deverá elevar-se e
rejeitar, uma após outra, todas as
formas materiais, não encontrando nelas o Eu que procura. Quando se dedica a conquistar o plano físico,
emprega os sentidos mais sutilizados para compreender e finalmente para
rejeitar as formas estudadas. “Tudo isto”,
dirá, “me é estranho”. Ele não cessa, pois, de rejeitar novas formas.
Eleva-se ao plano astral; aí, pondo em ação sentidos mais apurados, estuda o
mundo astral, mas em breve verifica que este mundo é também impermanente e que não
manifesta a imutabilidade do Eu. Depois de ter conquistado e rejeitado o mundo
astral, eleva-se ao plano mental e,
nesse novo o, estuda ainda formas variáveis: “Elas não são o Eu”. Subindo ainda mais alto na sua procura
de formas, passa do plano mental ao
plano búdico, onde o Eu deixa entrever, unidos
na sua manifestação, o Seu bilho e a sua bleza. Chega assim, ao estudar a diversidade, a
conceber a Unidade, a compreender o Único; consegue realizar o Eu estudando o Não Eu e esperando o
Não Eu do Eu.” (cf. Besant, Annie, INTRODUÇÃO AO YOGA Tradição Fernando de
Castro –Fernando Pessoa, pp. 83-84-85, Editora Pensamento, 2.020).
10.1. ogo todo nosso conhecimento
e instrução deve se encontrar
fundamentado na sã doutrina, como ensina o Apóstolo Paulo, quando disse Tito:
“1. O teu ensinamento,
porém, seja conforme a sã doutrina.” (cf. Tito 2:1)
10.2. Evidente, que todo
ensinamento deve estar pertinenente com a Doutrina, notadamente, à base na
antiguidade e nos seus ensinamentos, e os meios com que buscam e chegaram ao encontro
e ligação com o UNO ´três seres num só – Eu sou. Logo o Ser possui úncia natureza divina, e o Ser
está em Criador do Espírito, o Verbo, filho unigênito do Pai (João
1:2-3-4-5-14), por si e para si, é o Pai, e está no Pai, que derivou seu
conhecimento do enunciado dito pelo Senhor Deus: “Eu sou aquele que sou” (Êxodo
3:14), e por aí, Aristóteles, desenvolveu o Ser – UNO, e por aí, contempla-nos
à predicação do Ser, e veja: “Predicados ou atributos, coisas ou expressões, a palavra Categoria parece cobrir, de forma
razoável, os termos elencados no Capítulo IV (Ib25) do tratado das Categorias:
- Substância...Pelo menos os nove
últimos funcionam como predicado
da Substância.” (cf. Aristóteles, CATEGORIAS, pp. 17-18, Editora Martin Claret,
3ª Edição, 2.015), pois é por aí, que se compreende à causa do estudioso da
Yoga, quando busca no búdico à Unidade, e a força do Único, quer significar o desenvolvimento
da alma em Ser, que inicia o conhecimento em plenitude do universal e difuso de
cada ser em comunhão com a primícias da ressurreição, em Nosso Senhor Jesus
Cristo. Logo à premissa maior está correta, porque em Deus por nosso Senhor
Jesus Cristo, é graça sobre, e de fato, é o que funciona, porque “sou msnso e
humilde de coração e achareis o repouso para vossas almas” Não é desta forma
que dá bom resultado positivo?
11. Diante disto, vamos suplicar
ao nosso querido e amado trabalhador São José Operário, grande pedreiro, grande
carpinteiro, um dos maiores construtores da Nazaré, e da Galiléia, por isto,
deixa-nos cheio de gaudio, realizados, como satisfeito e feliz, por termos como
patrono de nossa Diocese, o notável mbro da Sagrada Famíla, que em 1º Maio, dia
do Trabalhador, que faz às portas de Nossa Catedral irradiar força e boa energia
aos trabalham, em todas às atividades humans, inclusive, à paráica do desporto,
que faz a torcida vibrar em todo toque de arte do atleta, que resultar em
vitória e resultado positivo. Igualmente, a beleza do esporte feminino, que
proporciona encanto, arte, e encanto aos céus. Acreditem, São José, é nobre e
santo apoio das boas jogadas, e do empenho, e eficiência de todos;
Que nosso venerável patrono, que
no dia de São José Operário nos proporcie saúde, vitorias muitas, e cada vez
mais vigor em favor da unidade da cidade, da Região do extremo sul
Catarinense.;
Que tenhamos à graça da proteção,
paz, e que nossa ação seja por meio da
fraternidade, perdão, e amor ao próximo, que tenham bondade em abundância, em graça do Senhor, deixa-se nosso afetuoso,
sincero, e nosso cordial abraço a todos e à todas.
Criciúma (SC), 30 abril de 2.023, véspera do dia da
celebração de São José Operário – 1º de Maio.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº Sc 003978.
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