O QIE IMPORTA NA SEGURANÇA DE NOSSA EXISTÊNCIIA ´É TERMOS A CORAGEM E HUMILDADE EM:
TOMARMOS A NOSSA CRUZ E SEGUIR JESUS, COMO MESTRE E NOSSO SENHOR, PORQUE ASSIM, SEREMOS TODOS DIGNOS DELE, ENTESOURAREMOS BENS DIGNOS NO REINO DE DEUS (SÃO MATEUS 10:38, 19:21).
IMITEMOS NOSSO SENHOR QUE, HUMILDEMENTE, ACEITA CARREGAR O PESADO FARDO DO MADEIRO PARA NOS GARANTIR O PERDÃO DOSPECADOS, À UNIDADE FILIAL COM O PAI ETERNO, E VNECERMOS A MORTE, PELA RESSURREIÇÃO ENTRE OS MORTOS, TUDO PELA GERAÇÃO DE SUA SANTA MÃE, QUE REALIZA À HUMMANIDADE O FILHO DO HOEM.
E POR ÚLTIMO, CRER COMO TOMÉ, E MEDITAR E REFLETIR NA PRESENÇA VIVA DO RESSUSCITADO EM NOSSO MEIO, E:
“MEU SENHOR, E MEU DEUS!”
“LOUVADO SEJA, SENHOR JESUS CRISTO...
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!”
(cf, SANTA TERESA D’ ÁVILA).
1. Jesus toma a Cruz nos ombros:
“Quando Pilatos desceu do tribunal do Gábata, seguiram-no uma parte dos soldados e formaram diante do Palácio, para acompanhar o Séquito. Um pequeno destacamento ficou com os condenados. Vinte e oito fariseus armados, entre os quais os seis inimigos furiosos de \jesus que estavam presentes quando foi preso nos horto das Oliveiras, vieram à cavalo ao fórum, para acompanhar o Séquito. Os carrascos conduziram Jesus ao meio do fórum; alguns escravos entraram pela porta ocidental, trazendo o patíbulo da Cruz e jogaram-no ruidosamente aos pés do Salvador. Os dois braços da cruz, mais finos, estavam amarrados com cord as ao tronco largo e pesado; as cunhas, o corpo para sustentar os pés e a peça ajustada ao tronco para inscrição, junto com outras ferramentas, eram carregados por alguns meninos a serviço dos carrascos.
Quando jogaram a cruz no chão, aos pés de Jesus, Ele se ajoelhou junto à mesma e, abraçando-a, beijando-a três vezes, dirigindo ao Pai Celestial, em voz baixa, uma oração comovente de ação de graças pela redenção do gênero humano, a qual ia realizar. Como os Sacerdotes, entre os pagãos, abraçam um altar novo, assim abraçou Jesus a cruz, o eterno altar de Sacrifício cruento de expiação. Os carrascos, porém, com um arranco nas cordas, fizeram Jesus fica ereto, de joelhos, obrigando-O a carregar penosamente o pesado madeiro ao ombro direito e com o braço direito segurá-lo, com pouco e cruel auxílio dos carrascos. Ci anjos ajudando-O invisivelmente, pois sozinho não teria conseguido suspendê-lo; ajoelhava-se, curvado sob o pesado fardo.
Enquanto Jesus estava rezando, outros carrascos puseram sobre os pescoços dos ladrões os madeiros transversais das respectivas cruzes, amarrando-lhe os braços erguidos de ambos os ladroes. Essas travessas não eram inteiramente retas, mas um pouco curvas e na hora da crucifixão eram ajustadas na extremidade superior dos troncos, que eram transportados atrás deles por escravos, junto com outros utensílios. Ressoou um toque de trombeta da cavalaria de Pilatos e um dos fariseus a cavalo aproximou-se de Jesus, que estava de joelhos, sob o fardo e disse-lhes: “Acabou agora o tempo dos belos discursos”; e aos carrascos: “Apressai-vos, para que fiquemos livres dEle. Vamos avante!” Fizeram-no levantar-se então aos arrancos e caiu-lhe assim sobre o ombro o peso da cruz, que nós devemos também carregar para segui-lo, segundo às suas santas palavras, que são a verdade eterna. Então começou a marcha triunfal do Rei dos reis, tão ignominiosa na terra, tão gloriosa no Céu.
Tinham atado duas cordas à extremidade posterior da cruz e dois carrascos levantaram-ba por meio delas, de modo que ficava suspensa e não se arrastava pelo chão. Um pouco afastados de Jesus seguiam quatro carrascos, segurando as quatro cordas que saiam do cinturão novo, com que O tinham cingido, O manto arregaçado, fora-lhe atado em redor do peito. Jesus, carregando ao ombro os madeiros da cruz, ligados num feixe, lembrava-me vivamente, Isaac, levando a lenha para a sua imolação ao monte Moriá.
O trombeteiro de Pilatos deu então sinal de partir, porque Pilatos também queria sair com um destacamento de soldados, para impedir qualquer movimento revoltoso na cidade. Estava a cavalo, vestido da armadura e rodeado de oficiais e de um destacamento de cavalaria; seguia depois umm batalhão de infantaria, de cerca de 300 soldados, todos oriundos da fronteira da Itália e Suíça.
Em frente do cortejo em que ia Jesus, seguia um corneteiro, tocava nas esquinas das ruas, proclamando a sentença e a execução. Alguns passos atrás, marchava um grupo de meninos e homens das camadas mais baixas do povo, transportando bebidas, cordas, pregos, cunhas e cestos, com diversas ferramentas; escravos mais robustos carregavam as estacas, escadas e os troncos da cruzes dos ladrões. As escadas constavam apenas de um pau comprido, com buracos, nos quais fincavam cavilhas. Seguiam-se depois alguns fariseus a cavalo e atrás deles um rapazinho, segurando sobre os ombros, suspensa numa vara, a coroa de espinhos, que não puseram na cabeça de Jesus, porque parecia impedi-lo de carregar a cruz. Esse rapazinho não era muito ruim.”
Anna Catharina Emmerich
VIDA, PAIXÃO
E GLORIFICAÇÃO
DO CORDEIRO
DE DEUS.
Não existe dúvida alguma, sobre a relevância da obra escrita pela estudiosa e notável Anna Catharina Emmerich, que relata magistralmente os fatos acontecidos sobre à Vida, Paixão e Glorificação do Cordeiro de Deus, em razão de nos ter dado fatos que ampliam e melhoram nosso conhecimento e testemunho atestado e justificado pela fé, como dissera Tomé – Dídimo -, e preliminarmente, Jesus, assim:
“27...Não sejas incrédulo, mas homem de fé.
28 Respondeu-lhe Tomé: Meu Senhor e meu Deus!
29 Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!” (São João 20:27-28-29).
Logo está posto, nosso testemunho inequívoco, na expressão de Tomé – Dídimo -,que como temos notícia, Tomé, se tratava de conhecedor da Filosofia, especialmente em uso na época, como a de Platão e Aristóteles, e depois da Ressurreição de Jesus, e ter recebido no Espírito Santo, no dia de Pentecostes, no Cenáculo, com animação na oração de Maria à Mãe de Jesus, e de Pedro, que todos ficaram cheios do Espírito Santo, como está em (Atos 2:1-2-3-4-5) – segundo a tradição nos diz, que os Atos dos Apóstolos é escrito por São Lucas - Médico de homens e almas -, e Tomé dirigiu-se à região da Índia.
Pois o que se deduz, que o interesse pelo conhecimento Indiano e do Tibete, com a pregação do Apóstolo Tomé, que traz ao Ocidente o estudo do conhecimento, especialmente, adotado por vários seguimentos, especialmente, à Teosofia, em harmonia com o Cristianismo, especialmente, bons autores. Logo à doutrina mais pregada e ensinada é sempre, a Fraternidade Humana.
Então, Tomé, está sóbrio e lúcido, e reto, quando disse:
- “Meu Senhor e meu Deus!”
Por ter enxergado seu MESTE vivo, seu Senhor, e com os furos de pregos nas mãos e pés, e o futo, da lança em seu peito, em que saiu água e sangue, e Jesus, disse-lhe:
- “Creste. Porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!”
Como se percebe, como pressuposto da Razão, em (cf. Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant). Iniciada pelo Filósofo Eráclito de Éfeso, à premissa dita por Jesus ressuscitado e o que Tomé diz, são maiores, e dignifica e enaltece os axiomas atestadores de nossa fé e credo no “caminho, verdade e a vida” presentado na prática, de seu poder Redentor do novo homem, que nasce com a primícias de ter vencido o pecado da morte de Adão, de todos os que morrem em Cristo, na senda da boa ação e testemunho de sua palavra com amor e sabedoria, com justiça, entrar como ser na glória de Deus, em Justiça e santidade (1 Coríntios 15:20-22, Efésios 4:23-24).
Na mesma diretriz, vem à Liturgia deste dia, com a proclamação do Evangelho segundo (São João 13:21-33-36-38), como se vê:
“21 Dito isso, Jesus ficou perturbado em seu espírito e declarou abertamente: Em verdade, em verdade vos digo: Um de vós me há de trair!...
33 ...também vos digo agora a vós: Para onde eu vou, vós não podeis ir.
36 Perguntou-lhe, Simão Pedro: Senhor, para onde vais? Jesus respondeu-lhe: Para onde vou, não podes seguir-me agora, mas seguir-me-ás mais tarde.
38 Respondeu-lhe Jesus: Darás a tua vida por mim!...Em verdade, em verdade te digo: “Não cantará o galo até que me negues três vezes.” (São João 13:21-33-36-38).
À notícia da boa nova de Jesus, neste instante, está compatível com a realidade de fato acontecida consigo na ceia em que institui à Eucaristia, e premoniza – saber antes - o ardil e futilidade, notória executada por Judas, um dos seus discípulos, e o tesoureiro do grupo, que tirava da bolsa dinheiro para satisfazer seu ego e vaidade pessoal, comporta-se como ladrão e, especializado em extorsão, como descreveu João, em casa de Lázaro, em que Maria lava com perfume os pés de Jesus, e seca os pés com seus cabelos, em que Judas disse que: Que ao invés de fazer isso, deveria vender por 300 denários, e dá-los aos pobres. E Jesus arrematou: Que pobres os tereis sempre! E, o que Maria fez, é ungi-lo em reverência à sua morte.
Então, Jesus, possuía consciência, e noção daquilo que Judas é, de fato e de direito.
Logo Judas, é o – traira - mais canalha, que existiu na humanidade, pois por um beijo sorrateiro, e trinta moedas de prata, entregou aos algozes e carrascos seu dócil e amável Mestre – Imaginem, a dor e o sentimento de angustia da Santa Mãe de Jesus e São Pedro.
Ambas as questões são examinadas pela Patrística, (cf. Santo Tomás de Aquino, Catena Áurea, Vol. 4 – Evangelho de São João). Pois Santo Agostinho, São João Crisóstomo, São Gregório. Alcuíno, e Teofilacto, ensinam-nos que: quando Jesus diz:
- Onde eu vou, vós não podereis ir agora!
Significa, que batizados por Jesus, já tinham sido, mas, estava, faltando-lhes, ainda, o Paráclito – advogado e consolador -, Espírito Santo, para que de fato, os dará condições necessárias para entrar onde Ele está, que os preveniu antes, ao dizer-lhes:
- Irei ao Pai, preparar-vos uma morada na casa de meu Pai.
Pois isso, é verdade e juízo suficiente, que Nero em 67 d. C, decapitou São Paulo, e crucificou Pedro de cabeça para baixo, porque Pedro, não quis morrer como seu Mestre. E, Tiago irmão de João, sobrinhos de Maria – Santa Mãe de Jesus -, , também, foi morto por Herodes, e mais tarde seus restos mortais transferidos à Compostela. Existem outros casos assemelhados.
Não há dúvida, que depois da vinda do Espírito Santo, dá possibilidade pela fé e boa obra (Atoa 3:16).
Reconheçamos que à força do Espírito Santo, é ser misericordioso e generosos que cria, e dá-nos o dom, como também cura, e pela justificação e testemunho da retidão existente, aboliremos o pecado como vício capital da violência, da crueldade, da vaidade, avareza, orgulho, inveja, intolerância, injustiça, exploração do homem pelo homem, e o egoísmo praticados contra todos os fragilizados, mas especialmente, contra criança, adolescente, à mulher e o idoso com deficiência, assegurados como vulneráveis pelo Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, combinado com o Art. 101, e Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, e nos termos do disposto na Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, como estabelece em semelhança:
“Art. 101. Deixar de cumprir, retardar ou frustrar, sem justo motivo, a execução de ordem judicial expedida nas ações em que for parte ou interveniente a pessoa idosa:
“Art. 102. Apropriar-se de ou desviar bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento da pessoa idosa, dando-lhes aplicação diversa da de sua finalidade:”
Diante de todo o exposto e dito, cabe-nos perseverar na fé e crer na palavra “nunciada” – pelo mensageiro de Deus, Jesus Cristo -, pela Vida, Paixão, e Glorificação, que efetivamente, dá-nos o Cordeiro de Deus, que está entre nós, pelo fato, de que pela sua morte, nos eleva com a ressurreição da morte, pela força e mérito de si mesmo em unidade com o Pai, e pela sua misericórdia, em nos olhar e nos dar o tratamento com justa piedade e compaixão, com nossas aflições, dor, e inimizades, e perigos, ainda, toda maledicência, egoísmo e superstição, e sempre temos sua boníssima e generosa atenção a todos e todas que pedimos perdão pelos nossos pecados e vícios mortais. E com isto, deixa-se a todos e à todas nosso sicero e afetuoso abraço a todos e á todas, na graça e paz do senhor.
Criciúma (SC), 4 de abril de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
Bibliografia:
1) Emmerich, Anna Catharina, VIDA, PAIXÃO E GLORIFICAÇÃO DO CORDEIRO DE DEUS, pp. 273. 274, NIR Editora – SP, 19ª edição 2.022.
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