TUDO POSSUI SEU TEMPO E SUA HORA, E CADA OCUPAÇÃO TEM SEU LUGAR DEBAIXO DO CÉU. EIS COMO É O CAMINHO DE BONDADE, JSUTIÇA E AMOR, NÃO DEVE SER ASSIM: “O JUSTO VIVE DA FÉ” (ROMANOS 1:17).

 “Os passados viveram para nós, nós para os vindouros, ningém para si.”

São Perdo Crisólogo

(480-451)

Doutor da  Igreja (cf. Aquino, Prof.

 Felipe, HISTÓRIA DA IGEJA Idade Antiga, pp. 423. 424, Editora Cleófas, 6ª Edição, 2.021)

 

1 – É evidência, que cada qual em sua caminhada em seu progresso  pelo testemunho e atitude, relacionado com seu comprometimento  com à verdade da palavra, também, saber estar objetivamente cumprimento o mandamento de carregar sua cruz, pelo desapego como meio de ingressar à graça, da obtenção do prêmio de justiça e santidade, como ensina:

“27. E que não carrega a sua cruz e me segue, não pode ser meu discípulo.” (cf. São Lucas 14:27).

2 – Ora, não há dúvida, que não  existe fórmula mágica ao alcance humano para estar em parz consigo mesmo, e emanar predicados como bondade, tolerância, prudência, justiça, isonomia, humildade, fortaleza, temperança e à segunda maior lei da humanidade, aplicada com sabedoria, que é: “31. Amar o próximo como a si mesmo” (cf. São Marcos 12:31). Logo, no exercício da vida de discípulo, devemos espelhar-nos na ação dos “discípulos de Emaús”,        que  dirigiam-se à caminho da cidade, e encontraram Jesus ressuscitado no lado deles, e não perceberam quem estaria alí, somente o  disseram: 

“29. Mas eles  forçaram-no a parar: Fica conosco, já é tarde e já declina o dia. entrou então com eles.

30.  Aconteceu que,  estando sentado conjuntamente a mesa,  ele tomou o pão,  abençoou-o, partiu-o e serviu-lho.

31. “Então se lhes abriram os olhos e o reconheceram--- mas ele desapareceu.”

Contudo, eis a questão, como relataram o acontecimento aos demais, conhecidos, e observem

 como é gratificante:

“35. Eles por sua parte,  contaram o que lhes havia acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão. “ (cf. São Lucas 24:29-3031-35), No caso, disse´lhes Jesus:

“22.  Jesus disse: Não sabeis o que pedis.  Podeis vós beber o cálice  que eu devo bber? Sim, disseram-lhe.” (cf. São Mateus 20:22).

3. Certamente, todas as escolhas humanas estão contidas na vontade e no desejo, pois sem às duas não existe possibilidade de desenvolver-se à condição de Ser pois é apenas o ser que realização predicação de sua escolha, pela boa vontade, e somente por meio das escolhas se obterá com atitude digna, atestada pela fé, expressa em obras, por meio da Senda, chegar-se-á nq glória em unidade com à Trindade – UNO -, pela penitência ao reino, com status de justiça e santidade. (cf.  Efésios 4:24, São Mateus 4:17).

4 – É sábia e salutar  à P roclamação de Doutor da Igreja, São Cirilo de Alexandria 370-444, em 1.882, pelo Papa Leão XIII, e também, a São Cirilo de Jerusalem e São João Damasceno.  O reconhecimento de Doutor é justo e digno, tendo sido grande defensor em suas grandes obras  doutrinais em que defende a fé trinitária contra o Arianismo e contra Nestório. Escreveu importante obra contra Juliano – Imperador -, resposta a posição anticristã da obra “Contra os Galileus” di Imperador Juliano, o Apóstata (361-363). Logo é São Cirilo, já no Concilio de Éfeso (431), no qual Cirilo foi  personagem fundamental, como Santo Atanásio, como no Concílio de Niceia (325), Nestório foi derrotado depois de causar uma verdadeira tempestade

  no Reino da Igreja, pondo em discussão a maternidade divina de Maria. Então está aí a causa de Cirilo – Santo e Doutor, escrever o enorme be à devoção Mariana, dessa forma:

“Um só é o Filho,  um só é o Senhor Jesus Cristo, tanto antes como depois da encarnação. Com efeito, não era um Filho o Logos nascido de Deus Pai, e outro o Filho nascido da Santa Virgem; mas acreditamos que precisamente Aquele que existe antes dos tempos nasceu também segundo a carne de uma Mulher”.

E,  segue à resposta, que dera Nestório, como se vê:

“O Emanuel tem certamente duas naturezas: A divina e a humana. Todavia, o Senhor Jesus é um só,  único e verdadeiro filho natural de Deus, ao mesmo tempo Deus e homem, , não um homem deificado,  semelhante àqueles que pela graça se tornaram partípes        da natureza divina, mas Deus verdadeiro que para nossa salvação apareceu na forma humana.”   (cf. Aquino, Prof. Felipe,  HISTÓRIA DA IGRAJA Idade Antoga,  Pp. 419. 420. 421. 422. 423. 424,       Editora Cleófas, 6ª edição, 2.021).     

5 – Logo nossa existência está alimentada pelo bom exemplo  de seres que, sobreviveram dignamente, seu fundamento além da fração do pão,  prestava a todos e à todas bom e santificado exemplo, ao pegar sua cruz, e seguir o caminho apontado pelo Senhor, renenunciavam a si mesmo, e adotovam o desapego à matéria, em vigilância constante e oração. Então, santidade é fatalidade e nem casualidade, mas sim, escolha, porque, aquele que deseja poder, dinheiro, adulação, assédio e esnobação, e sobrevive como autêntico “rebola”. Pois aquele que age assim, procede no mau proceder, então, já adquiriu seu apartamento na geena, com seus súditos e camaradas. È necessário e urgente abolir a hipocrisia, falsidade, cinismo, e acolher como meio os benefícios do pecado, que o dá status e posição social. Saiba, que a corrupção e a carnalidade são gêmeas, e o discurso de falácia – murmuração -, pois não está correto o Mestre quando disse a Pedro: “41....O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” (cf. São Mateus 26:41).

6 – Diannte disto, que sejamos todos os dias bom exemplo, que tenhamos coragem de abolir o mau procedimento, especialmente, eliminarmos à violência, crueldade, morte, cobiça, egoísmo, e exploração, praticadas contra à criança, adolescente, à mulher e o idoso com deficiência, cujo dever se encontra como pressuposto no §1º, §2ª, do Art. 230, da CF/88, devidamente, regulamentado pelo Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei não 10.741, de 1º de outubro de 2.003, e pela redação dada pela Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, combinado com o Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, igualmente, pelo enriquecimento sem causa dos infratores, nos termos do Parágrafo único, do Art. 884, do Código Civil – Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2.002;

E supliquemos ao Pai, Filho e Espírito Santo, que nos dê a graça de proteção, contra os perigos e contra os inimigos, sempre com a intercessão da Bem-Aventurada Santa Mãe de Deus e nossa; deixa-se de coração fraterno, com afeição e apreço nosso cordial abraço a todos e à todas.

Criciúma (SC), 19 de abril de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

Bibliografia:

1)            Aquino, Prof. Felipe,  HISTÓRIA DA IGRAJA Idade Antoga,  Pp. 419. 420. 421. 422. 423. 424,    Editora Cleófas, 6ª edição, 2.021.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

 

 

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