A SENDA DE NOSSA EXISTÊNCIA ESTÁ DELIMITDADA, INICIALMENTE, PELA HUMILDADE, E O REAL É:”SEDE SÁBIOS – PRUDENTES COMO AS SERPENTES, MAS SIMPLES COMO AS POMBAS.” (SÃO MATEUS 10:16).

“Apesar disso,  todos eles estabelecem uma  distinção entre  a boa e a má  Serpente (a luz astral dos cabalistas); a primeira,  a encarnação da Sabedoria Divina na região do Espiritual, e a segunda, o Mal,  no plano da Matéria. Porque a Luz Atral, ou o Éter dos antigo dos pagãos ( o nome de Luz Astral é de todo moderno – da Idade Moderna) é o Espírito-Matéria,  que, procedente do plano puramente espiritual, se torna cada vez mais grosseira à medida que desce, até converter-se em Mâyâ, ou a Serpente tentadora e enganosa em nosso plano.

Jesus admitiu a Serpente como sinônimo de Sabedoria, e em um de seus ensinamentos disse:  “Sede sábios como a serpente.” (cf. Blavatsky, Helena P, A DOUTRINA SECRETA – Síntese da ciência, da religão e da filosofia -, Volume I COSMOGÊNESE, p. 131, Editora Pensamento Cultrix Ltda., 1.980)

1.            À nossa compreensão é da substância e potência do Ser, que sua aptidão e habilitação à conquista do lugar (topos) à Senda do Reino, por meio de sua   essência absoluta  necessário à obter com justiça e santidade sua ação – obra – e a fé – atestado da verdade, expressa pela Sabedora, unida a vrtude da prudência, eis aí a retidão da Doutrina e à premissa devidamente ensinada pelo nosso Amado Mestre, Jesus de Nazaré, ao vislumbrar-se em (São Mateus 10:16), como se enxerga a seguir:

 

“16 - Eu  vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, pois, prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas.

17 - Cuidai-vos dos homens. Eles vos levarão aos seus tribunais e açoitar-vos-ão com varas nas suas sinagogas.

18 - Sereis por minha causa levados diante dos governadores e dos reis: servireis assim de testemunho para eles e para  os pagãos.” (cf. São Mateus 10:16-17-18).

Na verdade, à existência de cada dia tem levado como status social, à sobrevivência, que não deve em sabedoria e prudência, vigiar sempre – Mâyâ, como se lê sobre   o étimo Sânscrito:

“Mâyâ (Sânscrito). Ilusão, o poder cósmico que torna possível a existência fenomenal  e as suas percepções. Na filosofia Hindu, só aquilo por si é imutável e eterno é chamado  realidade;  tudo o que está sujeito a mudanças da decadência e diferenciação, e que consequentemente tem um começo tem um começo e um fim, é considerado como Mâyâ – ilusão.”  (cf. Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,  p. 238, Edição: CLUC – Centro Lusitano de Unificação Cultural – Lisboa. Distribuição no Brasil pela Editora Teosófica – Brasília – DF -, 2.022 e 2.023).

O conhecimento  nos conduz à graça e à dádiva recebida para realizar os mandamentos e a lição, como está posta:

“Como o Pai me amou, eu vos amo (cf. João 15:9), e disse eu a meus amados discípulos,  os quais, por erro,  não enviei a desfrutar de alegrias temporais mas, antes, a grandes combates; não as honras, mas aos  desprezos; não ao ócio, mas aos trabalhos;  não ao repouso, mas a carregar consigo  muita paciência (cf. Lucas 8:15). Lembra-te dessas palavras, filho meu (cf. João 15:20).” (cf. De Kempis, IMITAÇÃO DE CRISTO,  pp. 295-296, Editora Paulus, 2.019).

2.            É importante refletir no que diz Platão, sobre a justiça e qual a lição que recebemos da injustiça, como se segue:

“350 a-c. Assim, pois, que concordamos que a justiça  é virtude e sabedoria, e a injustiça é maldade e ignorância, exclamaei: - Bem, deixamos este ponto acertado! Mas afirmamos também que a injustiça era a força. OU não te recordas, Trasimaco?” (cf. Platão, A REPÚBLICA – LIVRO I, §350 a-e, p. 38, Editora Martin Claret, 18ª Reimpressão, 2.016).

Na realidade a injustiça é, sem dúvida, imposição da força contra o bem da justiça, porque não se justifica o uso do vício, do mau procedimento, e só acontece pelo desejo de obter poder dinheiro, indubitavelmente, está no apego à matéria, e o descarado egoísmo, em razão de não observar o magistral conselho dado ao jovem rico, quando disse:

“21 - Respondeu Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me!

22 - “Ouvindo estas palavras, o jovem foi embora muito triste, porque possuía muitos bens.” (cf. São Mateus 19:21-23).

O segredo do êxito existencial está na humildade e no desapego, não vir com opinião, o cheio de opinião está na Geena, como  leciona:

“28 - Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma temei antes aquele que pode precipitar a alma e o corpo na Geena.” (Cf. São Mateus 10:28).

Pois o habilitado ê geena não se empenha ao conhecimento, e nem trabalha para tanto, já que só deseja agir como ensina São Paulo, quando disse:

“11 - Entretanto, soubemos que entre vós há alguns desordeiros, vadios, que só se preocupam em intrometer-se em assuntos alheios.” (cf. II Tessalonicenses 3:11).

Logo  o combate do vício, pecado mortal, e do crime são imprescindíveis domínio daquilo que exige de cada um, conhecimento, humildade, dom da sabedoria, e doação incondicional de amor, ação e teoria fundada em pura consci~encia evoluída para o estado de ser, como  leciona o Mestre:

“9. Como o Pai me ama,  assim também eu vos amo. Perseverai no meu amor.” (cf. São Jooão 15:9).

Logo está na setença universal a causa da abolição  incondicional da violência, da crueldade, da inveja, lesão corporal, e do abuso praticado sempre contra os vulneráveis, como a mulher, idoso com edeificiência, cuja vedação está explicitada no Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei 13.146, de 6 de julho de 2.015, e do art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, combinado com a Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, e da Lei Maria da Penha – Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, combinado com a   Lei nº 14.550, de 19 de abril de 2.023, e contra golpes dados em pessoa idosa, cujo crime está tipificado no §4º, do Art. 171, do C.P., e desta forma, poderemos coibir o abuso e maledicência praticada contra os seres humanos vulneráveis, conceituados como criança, adolescente, a mulher e o idoso com deficiência.

3.            Diante do exposto,  é nosso dever agir com consciência, e praticar ação digna em favor dos menos favorecidos, e saber que a fé e obra são vivas (cf. Tiago 2:16-17), pela humildade, sobriedade, tolerância, sem perverter o natural, e sem falácia como murmuração como diziam na antiguidade (1Coríntios 10:10), e sempre comportar-se  com solidariedade e bo-fé, como estabelece a Lei;

Jamais deixar de ser incessantemente vigilante, e está sempre em oração, acreditar que o justo é sábio e de bem, e que o justo vive pela fé (Romanos 1:17), e suplicarmos sempre a graça da proteção, contra os inimigos e às ciladas do demônio e do diabo, e que sejamos libertados de todos os perigos, que o Senhor Deus UNO – Pai, Filho e Espírito Santo, e com a intercessão da Bem-aventurada Santa Mãe de Deus e nossa;

Que, todos tenham a paz, e nosso apreço, e afeição por realizar a boa ação da fraternidade humana, e com isto, reiteramos e deixamos nosso cordial abraço a todos e à todas.

Criciúma (SC), 21 de maio de  2.023.

 

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia

OAB nº SC 003978.

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