CADA DIA QUE PASSA É MAIS UM DIA
DE APRENDIZADO, POIS DERIVA DA
ANTIGUIDADE BONS CONHECIMENTOS, ESPECIALMENTE SABERMOS O SIGNIFICADO DA MÃE, SEU
INICIO E FIM. E O QUE É SUA ANUNCIAÇÃO,
TRAZENDO-NOS EM SI O FILHO QUE NOS CONDUZ A RESSURREIÇÃO E VIDA EM PLENITUDE.
“(a)
Os “Construtores”, os “Filhos da Aurora
do Manvatara”, são os verdadeiros criadores do Universo; e nesta doutrina, que
se ocupa somente de nosso sistema planetário, eles, como arquitetos do mundo,
são também chamados os “Vigilantes” das Sete Esferas, as quais vêm a ser os Sete Planetas, também, conhecida as setes
esferas ou Globo de nossa Cadeia. A frase que menciona as Sete Eternidades, no
início da Estância 1, refere-se tanto ao Mabâkalpa, ou “Grande Idade de Brahmâ”",
como ao Pralaya
Solar e à ressurreição subsequente de nosso
Sistema Planetário num plano mais elevado. Há diversas espécies de Pralaya
(destruição de coisa visível), conforme adiante mostraremos.
(b)
Importa lembra que Paranishpanna e o
summum bom bonum, o Absoluto, o mesmo que Paranirvana. Além de ser o estado
final, é aquela condição de subjetividade relacionada exclusivamente com a
verdade Absoluta (Paramârthasathya), em seu próprio plano. É o estado que
conduz à verdadeira apreciação do significado pleno do Não-Ser, que é, como já
explicamos, o Absoluto Ser.
Mais
cedo ou mais tarde, tudo quanto agora
parece existir existirá real e verdadeiramente no estado de Paranishpanna. Mas
há uma grande diferença entre o Ser Consciente e o Ser Inconsciente. A condição
de Paranishpanna sem Paramârtba, a consciência que se analisa a si mesmo (Svasamvedanâ),
não é a bem-aventurança, mas simplesmente a extinção durante Sete Eternidades.
Uma bola de ferro, por exemplo, se
esquenta quando exposta aos raios ardentes do Sol, mas não sente nem percebe o
calor, como sucede com o homem.
Só
“com uma inteligência clara, não obscurecida pela personalidade, e com a
assimilação do mérito de multiplas existências consignadas ao Ser em sua
coletividade (todo o Universo vivente e senciente)” é que poderemos
libertar-nos da existência pessoal e reaizar a união com aquele Absoluto,
identificando-nos com ele e continuando em plena posse de Paramârtha.” (cf. Blavatisky, Helena P. A DOUTRINA SECRETA –
Síntese da Ciência, da Religião e da Filosofia – Volume I, pp,
114-115, Editora Pensamento Cultrix Ltda, 1ª Edição 1.980, 23º Reimpressão 2.017).
Significado
dos étimos descritos no texto acima:
“Pralaya
(Sânscrito). Período de obscurecimento ou repouso – planetário, cósmico ou
universal – o oposto de Manvantara.
Prãna
(Sânscrito). Princípio vital; o Sopro da Vida.
Manvantara
(Sânscrito). Período de manifestação, em oposição ao Pralaya (dissolução ou
repouso), termo aplicado a vários ciclos, em particular a um dia de Brahmâ –
divino.
Paranishpanna
(Pál.). Sinônimo de Parananirvâna.
Paranirvâna
(ou Parinirvâna) (Sânscrito). – Absoluto Não-Ser, equivalente Absoluto Ser “Seidade” (Beness). É o estado
que a Mônada humana alcança no fim do Grande Ciclo. Esta palavra é sinônimo de Paranishpanna.
[Paranivâna significa “Superior ao Nirvana”. É o sumumm bonum, a perfeição absoluta
que alcançam todas as Existências no fim de um grande período de atividade
ou Mohâ-mavantara e no qual permanecem
no período de repouso seguinte. Até o
tempo da escola yogâchâria, ensinava-se publicamente a verdadeira natureza do
Paranirvâna; e por isso há a seu respeito tantas interpretações contraditórias.
Só um verdadeiro idealista pode compreendê-la. Todas as coisas pode ser
donsideradas como ideais, exceto o Paranirvâna, por aquele que deseja
compreender tal estado e fazer uma ideia
de como o Não –Eu, o Vazio e as Trevas são três em um e são o único que existe por si mesmo e é perfeito. É absoluto, contudo, tão somente no sentido
relativo, uma vez que deve dar lugar a uma perfeição ainda mais absoluta, de
acordo com um tipo mais elevado de excelência no período seguinte de atividade,
do mesmo modo que uma flor perfeita deve deixar de ser ta flor e morrer, a fim de se desenvolver e se converter em um
fruto perfeito, se podemos assim nos expressar, uma vez que a Doutrina Secreta
ensina o desenvolvimento progressivo de todas as coisas, tanto mundos quanto átomos, desenvolvimento estupendo, que não
tem princípio concebível nem fim
imaginável.
Svasamvedanâ (Sânscrito) – Literalmente: “A reflexão
que analisa a si mesma”; sinônimo de
Paramartha. [Autoconsciência, exame de Consciência]”. (cf, Blavatsky, Helena P. GLOSSÁRIO teosófico, pp.
463-666, Editora Ground Ltda, 6ª Edição 2.011; e demais conceitos da mesma Autora
GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, Edição Portuguesa – Lisboa – Centro Lusitano de Unificação
Cultural, distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – Dfa, 2.022 e 2.023.
1.
Não há
nenhuma dúvida, que a abordagem sobre o Sistema Solar e Planetário está como ação
evidente do Universo, está focado no
Poder criacional do Pai eterno – UNO, em três num só ser -, como está na origem:
“2. A Terra estava informe e vazia; as trevas
cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as ´águas.
3.Deus
disse: “Façamos a luz!” E a fluz foi
feita.
4.
Deus viu que a luz era boa, e separou a
luz das trevas.
5.
Deus chamou à luz DIA, e às trevas NOITE, Sobreveio a tarde e depois a manhã:
foi o primeiro dia.
6.
Deus disse façamos um firmamento entre as águas, e separe ele uma das outras”.
7.
Deus fez o firmamento e separou as águas que estavam debaixo do firmamento
daquelas que estavam por cima.
8. E assim se fez Deus chamou ao firmamento de CÉUS.
Sobreveio a tarde e depois a manhã: foi o segundo dia.” (cf. Gênesis 1:2-8).
Na verdade, cada um dos Planetas existentes no
Ssitema Solar, possuindo atribuições dadas pelos “Construtores” e “Vigilantes”
de nosso Sistema, daí justifica-se como Jesus, Senhor Nosso, como UNO com o Pai
e Esppirito Santo, como paradigma de “Eu sou aquele que Sou” (Êxodo 3:14), e
com certeza, com à Mãe, que desde à
Eternidade, realiza com o Pai à unidade plena da boa obra, e por fim, acolhe
pelo pecado praticado pelo homem, e pelos olhos que se abriram, e dado à humanidade à morte,
decide e promete à humanidade que enviaria seu filho único com finalidade de
perdoar os pecados de origem, redimir, e vencer a morte pela ressurreição, já
que como ensina São Paulo: “22. Em Adão todos morrem; em Jeus Cristo, todos tem
vida eterna.” (1Coríntios 15:22), e promete vir seu filho ao Planeta Terra,
para esmagar a cabeça da serpente, e aponta a inimizade entre a Mulher e a serpente, e que por ela seu Filho
restabeleceria a Unidade filiar com o Pai eterno – UNO, e veja que o Plano da
salvação do Pai, inicia-se por Maria, por meio da anunciação do Anjo, por isso,
é ser notável da humanidade. (cf. Gênesis 3:7-13-15).
E, veja com que belo afeto desde a antiguidade à Mãe
é vista:
“Quer isso dizer, não sendo tal expansão um aumento
de magnitude, porque a extensão infinita
não admite nenhum aumento, era uma maundança de estado. A Mãe expande-se “como
o botão de Lótus”: porque a planta de Lótus não só existe em miniatura na semente (uma de suas
características físicas), mas o seu
protótipo se acha presente como uma forma ideal na “Luz Astral”, desde a “Aurora”
até a “Noite”, durante o período manvantárico, o que acontece, aliás, com todas
as coisas neste Universo objetivo, do homem ao verme, da árvore gigante à mais
pequenina folha de erva.” (cf. Em obra citada A DOUTRUBA SECRETAM Volume I, p.
122).
Logo eis como à Mãe é vista pelo Profeta,
justifica-se razoavelmente, à santidade e dignidade de Mãe doadora da
possibiidade o direito de sobrevivermos
pelo prêmio da ressurreição, como se deduz:
“13. Isaias respondeu: Ouvi casa de Daví: Não vos
basta fatigar a paciência dos homens? Pretendeis cansar também o meu Deus?
14. Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal:
uma Virgem conceberá e dará a luz a um filho, e chamará Deus Conosco.” (Cf.
Isaias 7:13-14).
Em razão de possuir consciência de fato e direito,
quem é, e o que era â Mãe do Filho Único de Deus – Emanuel – Deus conosco -,
então, proclma e promulga o significado do Reino de Deus:
“46. E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,
47. meu espírito exulta de alegria em Deus meu
Salvador,
48. porque olhou para sua pobre serva. Por
isso, desde agora, me proclalmarão bem-avennturada todas as
gerações,
49. porque realizou em mim maravilhas aquele que é
poderoso e cujo nome é Santo.
50. Sua
misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem.
51. Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os
corações dos soberbos
52. Derrubou do trono os poderosos e exaltou os
humildes.
53. Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos
vazias os ricos.” (cf. São Lucas 1:46-53)
Logo nada mais justo e digno que, o Anjo Gabrial
(Arcanjo) ao entrar onde Maria estava, traz consigo nas mãos um ramo com a flor de Lótus, e por isso, com extrema
razoabilidade, e cumprindo a vontade do Pai eterno, diz:
“28. Entrando, o Anjo disse-lhe: Ave, cheia de
graça, o Senhor é contigo.” (cf. São Lucas 1:28).
Enntão, eis a dignidade e o bem que realiza em favor
da humanidade, especialmente, seus
seguidores em devoção, como à prática de recitar às 6h00, 12h00 e às 18h00, em
nações em que à devoção à Virgem Maria está viva, em oração, recitarem o “Angelus”.
2. É dever de cada qual realizar sua missão, e
possuir consciência de mente e coração, com a finalidade de seguir à senda que
conduz ao reino, que significa estado em plenitude de justiça e santidade. Logo
não se deixa de ganhar o prêmio pela virtude, e nem aplicar sem cessar às
lições brotadas do conhecimento herdado pelo processo civilizatório que de ciclo em ciclo, séculos e séculos,
passa à humindade, e assim, é salutar conhecer do Senhor e meditar, vigiar e
orar, para estar em graça e de bem como sopro de vida, que dá sentido à
existência, e por este meio, abolir o mau procedimento, e por fim, o pecado,
eis aí o que importa:
“Filho (a), lança teu coração firmemente no Senhor e
não temas o humano juízo naquilo em que
a consciência te mostra piedoso e inocente. Bom e ditoso é que desse modo
padeças, e não será pesada tal situação a um coração humilde de que confia mais
em Deus do que em si próprio (cf. 2Coríntios 1:9). Muitos falam muito, por isso
pouco crédito se há de dar. Tampouco é possível satisfazer a todos.
Conquanto Paulo se tenha esforçado para comprazer a todos no Senhro e
se tenha feito tudo para todos, pouco se lhe deu, todavia, que fosse julgado
por juízo humano (cf. 1Coríntios 10:33; 9:22; 4:3). Fez o bastante pela
edificação e salvação dos outros, dentro de suas possibilidades, mas não pode
impedir que fosse vez por outra julgado por outrem ou desprezado. Confiou tudo,
por isso, a Deus, que tudo sabia, e defendeu-se, com paciência e humildade,
contra “as bocas dos que proferiam iniquidade” (Salmo 62:12), bem como contra os vãos e mundanos
pensamentos dos que os matariam e proferiam
a seu bel-prazer. “Algumas vezes, no entanto, respondeu [às acusações],
para que não se ocasionasse, por seu silêncio, um escândalo para os mais
fracos.” (cf. De Kempis, Tomás, IMITAÇÃO
DE CRISTO, pp. 312-213, Editra Paulus, 1ª Edição 2.019,
1ª Reimpressão 2.021).
3, Logo o conhecimento expresso em consciência, que o efetivo bem
está no mérito da virtude, como humildade, prudêmcoa, tolerância, e sabedoria
pela ciência, e por fim, boa obra com fé, por serem manifestação vivas, que se
abolirá à mácula da ideologia, opinião, seu efeito, em mau procedimento, que violam
a lei e mandamentos da de Deus, por meio da boa nova expressa em palavras, por
este meio se eliminará: A violência, à crueldade, egoísmo, inveja, cobiça, e à
perversão, praticadas costumeiramente contra criança, adolescente, à mulher e
odiso com deficiência, em violação de
direitos de vulneráveis previsto no Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da
Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, combinado com o Art. 102, do Estatuto do
Idoso – Lei nº 10.74e1, de 1º de outubro de 2.003, e da Lei nº 14.423, de 22 de
julho de 2.022, e da Lei Maria da Penha -
Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2.006, combinada com a Lei nº 14.550,
de 19 de abril de 2.023, e para assegurar o bem de família dos vulneráveis nos
termos da Lei nº 8.009, de 29 de março de 1.990, e do Art. 1.712, do Código
Civil – Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2.002.
4. Diante de todos o exposto, inicialmente, que
tomemos consciência sobre a eternidade e
dignidade da Mãe do Senhor Jesus, e
compreendermos sua importância na devoção e fé, e com afeição celebra-se a
festa de Nossa Senhora de Caravaggio;
As lições nos vêm dos céus, obra da criação digna e
bela, por meio da vibração de luz quem flue para nos fazer melhores;
É necessário exemplo, e prática por meio de boa
obra, que nos livremos da demagogia, da falácia e murmuração (1Coríntios
10:10), e do aapego à matéria, poder e dinheiro, porque devemos seguir o
exemplo que está dito em (São Lucas 9:23);
Que se seja vigilante e em oração, e suplique ao
Deus Uno, proteção pela graça contra os inimigos corruptos, ladrões e
pedicheiros, que recebamos saúde, posperidade, e que não nos falte o necessário
à sobrevivência digna, e por fim nos livre das ciladas do espírito maligno,
sempre com grata intercessão ds sempre Bem-aventurada sempre Virgem Maria, Mãe
do Filho de Deus e toda humanidade, e sempre está conosco;
Por último, que com afeição, e apreço e existência
solidária, deixa-se nosso cordial abraço a todos e à todas.
Criciúma (SC), 27 de maio de 2.023.
Gilso Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
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