ENTÃO, A QUESTÃO É SER OU NÃO SER, EIS
A QUESTÃO!
A
boa maneira de conduziese nas realidades exteriores e o recurso a Deus nos perigos.
-
Não é o que acontece?
E,
assim nos diz:
“Filho,
deves orientar-te diligentemente, em qualquer lugar que estejas, em qualquer
ação ou ocupação externa a que te dediques,
a ser interiormente livre e senhor de ti mesmo; a que todas as coisas estejam
sujeitas a ti, e não tu a elas, e sejas tu o senhor de tuas ações, aquele que as dirige, e não o servo delas ou seu escravo, qual livre
e verdadeiro hebreu que passa à herança e à liberdade dos dos filhos de Deus (cf. Colossenses 1:12;
Romanos 8:21), os quais, elevados sobre as realidades presentes, contemplam as eternas, olham para as
transitórias com olho esquerdo e para as celestes com o direito, e não se deixam assatar pelos
bens temporais a fim de unir-se a eles, mas os arrastam, eles próprios,
levando-os a bem servir, tal como ordenados foram por Deus e instruídos pelo
Supremo Artífice, que nada de desordenando deixa em Sua criação.
Se,
porém, em todo e qualquer acontecimento, não te fundares na aparência exterior
e não considerares com olho carnal o que vês e ouves, mas se entrares logo,
com Moisés – o que retirou o povo do
cativeiro do Egito -, no tabernáculo para consultar o Senhor, ouvirás também
vez por outra a divina resposta, e te tornarás instruído em muitas coisas presentes e futuras.
Com
efeito, Moisés, recorreu sempre ao tabernáculo em ocasião de dúvida e quando
tinha que solucionar questões, e buscou refulgio no auxílio da oração ante a
necessidade de livrar-se dos perigos e das improbidades dos homens. Assim tu
deves também refiulgiar-te no recesso do teu coração, implorando mui
instantemente o aucílio Divino.
Por
isso se lê, como efeito, que Josué e os filhos de Israel foram enganados pelo
gabaonitas – daí deriva a expressão gabar-se -
ao não terem, primeiro, interrogado a boca do Senhor, mas, crédulos por
demais em palavras lisonjeiras,
deixando-se lograr por uma piedade falsa (cf. Js 9:14)”. (cf. De Kempis,
Tomás, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 317-318, Editora Paulus, 1ª Edição 2.019, 1ª
Reimpressão 2.021)
Evidente,
que necessitar da providência divina está na existência outorgado pelo “Sopro
de Vida”, dado pelos construtores do Universo, expresso na Trindade do UM, e
nos Logos, que se incluir à Mãe, como mãe do Verbo Divino (cf, São João
1:1-2-3-4-5-14) – s Luz que ilumina o Planeta e à humanidade.
Logo,
para se alcançar às graçs emanadas da energia divina, cuja energia na
antiguidade se nominava de “Fohat”, mas, que para obter graça, é necessário e imprescindível
humildade, conhecimento, vigilância e
oração, porque o que não se liga, desliga. É necessário unidade objetiva, e ato
de vontade, pois à ação divina não falta aos bons e justos, e todos aquele que
se transformar pela via da conversão (aqui não se trata de mudar de religião,
ou de crença), aqui significa o que está em São Mateus 4:17.
Pois
a que está Santa pelo exercício do desapego, à
que cria às Clarissas, se observa em Santa Clara de Assis, e não menos,
São Francisco de Assis.
Pois
que sejamos simples, e humildes de coração.
Diante
disto, vamos nos esforçar pela unidade,
e buscar o bem comum, abolir a demagogia, conhecida na antiguidade como “murmuração”,
deixemos também de apoiar o mau caráter, que anuncia o que não é, e promete o
que jamais dará, porque primeiro será
sua conta e seus afilhados, e retirar de circulação os pervertidos, é necessário coerência entre
o dito e feito;
Cada
dia e hora, devemos estar incessantemente em vigilância, e orar pelos
fragilizados, como também pelo bem-estar de cada qual, contra os inimigo e
perigos, sem faltar o chamado da imaculada e Santa Mãe de Filho de Deus, que semre interceda por nós;
Por
isto, com apreço e afeição, e não
deixar de expressar solidariedade e com
nosso cordial abraço a todos e à todas.
Criciúma
(SC), 29 de maio de 2.023.
Gilson
Gomes
Advogado
e Filosofia.
OAB
nº SC 003978.
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