LOGO TODA NOSSA ATIVIDADE HUMANA, SE ESTIVER NO BEM SEMLOPRE REALIZAR-SE-Á EM UNIDADE. À MÃE É ELO DE UNIÃO, E AFETO ENTRE A CRIATURA E CRIADOR, POR ISTO, QUE HUMILDEMENTE SABEMOS QUE JESUS SEU FILHO, NÃO NOS DEIXARIA ÓRFÃOS (SÃO JOÃO 14:18)
“O “Pai e a Mãe” são os princípios
masculino e feminino na Natureza-Raiz, os pólos opostos que se manifestam em
todas as coisas, em cada plano do Cosmos; ou o Espírito e a Substâncial, em um
aspecto menos alegórico, e cuja resultante é o Universo, ou o “Filho”. Eles são “novamente Um”, quando, na noite de
Brahamâ, durante o Pralaya, tudo no Universo objetivo retorna à sua causa
única, eterna e primária, para ressurgir na Aurora seguinte, como acontece
periodicamente. “Kârana” - a Causa Eterna – estava só. Para dizer mais
claramente: Kârana permanece só durante as Noites de Brahamâ.
O anterior Universo objetivo dissolveu-se em sua Causa única, eterna e primária, e mantém-se como que em dissolução no espaço,
para diferenciar-se outra vez e cristalizar-se de novo na seguinte Aurora
Manvantárica, que será o começo de um novo Dia ou de uma nova atividade de
Brahmâ, símbolo de um Universo. Na linguagem antiga, Brahmâ, significa é
Pai-Mãe-Filho, ou Espírito, Alma e Crpo
a um só tempo, sendo cada personagem o símbolo de um atributo ou qualidade um
eflúvio graduado do Sopro Divino em suas diferenciações cíclicas, involutivas e
evolutivas. No sentido cosmo-físico, é o
Universo, a Cadeia Planetária e a Terra, no sentido puramente Espiritua, e a
Divindade Ignota, o Espírito Planetário e o Homem (o Filho dos dois, produto do
Espírito e da Matéria; sua manifestação nos aparecimentos periódicos sobre a
terra durante as “Rondas” ou Manvantaras).
As
trevas são “Pai-Mãe; a luz é o seu Fiho”, diz o antigo provérbio Oriental. “Não
podemos conceber a luz senão proveniente de alguma fonte que lhe seja causa; e,
como no caso da Luz Primordial essa fonte é desconhecida – conquanto a reclame
a razão e a lógica – nós a chamamos “trevas”, do ponto de vista intelectual.”
(cf. Blavatsky, Helena P., A DOUTRINA SECRETA – Sìntese da Ciênia, da Reigião e
da Filosofia -, Volume I – COSMOGÊNESE -, pp. 104-105, Editora Pensamento
Cultrix Ltda, 1ª Edição 1.980, 23ª Reimpressão 2.017).
1.
Evidente, que conhecer a partir dos primórdios o
desenvolvimento e a evolução do Processo Civilizatório, relacionado com
existência da Mãe, geradora do Filho-Luz, a contar da eternidade, desde o
princípio e fim, como descreve João, ao conceituar a existência de Jesus em
nosso meio como “Alfa e Ômega’ -
primeira e última letra do alfabeto Grego, como está
escrito\\\;
“8.
Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim,
diz o Senhor, que é, e que
era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.”
(cf. Apocalipse 1:8).
Segundo
a boa hermenêutica (interpretação) do
texto escrito por João, em Apocalipse 1:8, também se pode perceber nos
ensinamentos expressos em pregação de Jesus Cristo, conforme está anotado a
seguir: “Eu sou o pão da vida” (São João
6:48); “Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido” (São João 10:14); “E disse o Senhor Deus a Moisés: EU
SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me eviou a
vós.” (Êxodo 3:14); “Jesus disse-lhe: Eu sou, eu que falo contigo.” (São João
4:26); “Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador.” (Isaias
43:11); “Eu sou a Videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.” (São João 15:1);
“E eles começaram a entristecer-se e
adizer-lhe um após o outro: Sou eu? E
outro disse: Sou eu?” (São Marcos 14:19); “Não são do mundo, como eu do mundo
não sou.” (São João 17:16); “Mas ele lhes disse: Sou eu, não temais.” (São João
6:20); “E dizia-lhes: Vós sois de baixo,
eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu
não sou deste meundo.” (São João 8:23); “Mas eu conheço-o, porque dle sou e ele
me enviou.” (São João 7:29); “Disse-lhes ele:
E vós, quem dizeis quem eu sou?” (São Mateus 16:15); “Vós me chamais de
Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou”. (São João 13:13).
Evidente,
Jesus Cristo é o atestado da verdade do Pai, porque ele é unidade com o Pai,
Logo ele é aquilo que o Pai é. Logo é o Uno que, se manifesta pelo Filho, e
realiza o Plano pela digna, e santa vontade, existente como Ser deste o iníncio
e fim – Alfa e Ômega -, aceito vir ao Planeta em ter acolhido à vontade de Uno
– Pai, para gerar humanidade de seu Filho Unigênito – Verbo Divino, que feito
carne, habita entre nós (cf, São João 1:1-2-3-4-5-14).
Logo
à notável Mãe, à Bem-aventurada sempre Virgem Maria, mãe do Fiho de Deus, e
nossa Mãe, pelo fato de ser Mãe do
Universo como Logos Pai-Mãe, desde a eternidade, e Jesus no alto da cruz,
diz-lhe: Mulher eis aí teu filho. E diz a João: Eis aí tua mãe. E, a partir daquee momento, joão a
leva para morar consigo (cf. São João 19:26-27). Esis a causa de à Santa Mãe de
Deus e nossa, encontrar-se como um dos seres humanos mais açtos existente na
humananidade, em face de Platão assim
descrever os seres de bem e evoluídos,
como se observa:
“415
a-e - ´E muito natural – respondi. – Ouve, no entanto, o resto “Vós sois
efetivamente todos irmãos nesta cidade”, como diremos ao contar-lhe a história,
“Mas o deus que vos moldou, àqueles dentre vós
que eram aptos para governar, misturou-lhes ouro na ua composição,
motivo por que são mais preciosos; aos auxiliares, prata; ferro e bronze aos
lavradores, e demais artófices. Se a
ssua própria descendência tiver
qualquer porção de bronze ou de ferro,
de modo algum se compadeçam, mas lhes atribuam a honra que compete à sua
conformação, atirando com eles para os artífices ou os
lavradores; e se, por sua vez, nascer destes alguma criança com uma parte de ouro ou de prata,
que lhes dêem as devidas honras, elevando-se uns a guardiões, outros a
auxiliares, como se tivesse um Oráculo
segundo o qual a cidade seria destruída quando um guardião de ferro ou de
bronze a defendesse”. Sabes de algum expediente para fazer acreditar neste
mito?” (cf. Platão, A REPÚBLICA – Livro III, §415 a-e, pp. 109-110, Editora
Martin Claret, 18ª Reimpressão 2.016).
Logo
é lógica, não há dúvida, que no dia 8 de setembro de 20 a. Cr, quando é
Imperador dos Romanos Otávio Augustus, nsce da mãe Ana, e do Pai Joaquim, à criança Maria, que já veio ao Planeta, para
execer a maternidade do Filho único do Pai eterno, está no Planeta terra em condição de “Alma de Ouro”, que receberia
o mensageiro dos Céus, que a daria notícia que “é cheia de graça, e que o
Senhor está com ela”, então, Maria disse: Eis aqui a serva do Senhor. ““Faça-se
em mim segundo a tua palavra”, também, disse: Minha alma glorifica ao Senhor,
meu espírito exulta de alegria em Deus, meu salvador,...” (cf. São Lucas
1:28-38-46-47). Eis aí nossa digna intercessora, que mantém o Planeta vivo e em harmonia com a graça de Deus. Eis a
causa de Jesus ter dito aos discípulos, já que conhecia efetivamente, quem é
sua Mãe, e de qu lugar viera, então
disse:
“18.
Não vos deixarei órfãos. Voltarei a vós.” (São João 14:18)
Advertência solidária: Devemos agir com cautela para
não nos aliarmos aos que exercem à gerência de recursos financeiros, indispensável às nossas necessidades do povo, com alma de ferro e de
bronze. Por isto, é triste e lamentável à convivência diária.
2 Com certeza, nosso comprometimento com o
desenvolvimento humano, e nossa evolução no caminho da existência, pois só
a conquista aquele que estiver na Senda
ao reino de Deus, e apto à realizar boas
obras, conhecimento e fé – Pistes -, e não violar às Leis do Universo,
mandamentos de Deus, expecialmente não furtar, não falar falso testemunho
contra o próximo, não matar, e não cobiçar nada de que não seja seu, e amar o
próximo como a si mesmo, sempre com sabedoria, humildade, temperança, e
prudência, e justo. Por fim, abolir a violência, e a crueldade praticadas
contra criança, à mulher e idoso com deficiência, e respeitar os diferentes,
porque todos estão como vulneráveis nos termos do Parágrafo único, do Art. 5º,
Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, combinado com o Art. 102, do
Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, combinada com a
Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, e igualmente, com base na Lei Maria da
Penha – Lei nº 11.340, 7 de agosto de
2006 e da ei 14.550, de 19 de abril de 2.023.
3 Diante de todo o exposto, que aprendamos à lição
que nos oferece â digna Mãe de Jesus de Nazaré, em sua santidade, e nobreza de
coração, bonade e amor aos humanos; que cada dia e hora, sejam para todos nós
razões suficientes para avançar em nosso processo de conhecimento da palavra
vinda do alto; que nossa existência seja exemplo de vigília e oração, e que supliquemos ao Pai, Filho e
Espírito Santo – UNO, proteção contra a ação dos inimigos, e as ciladas do
maligno, ede todos os perigos, sempre como a intercessão da Bem-aventurada
Santa Mãe de Deus e nossa, e dos Santos que cuidam do bem da humanidade;
E, como todo apreço e afeição, deixa-se nosso sincero e cordial
abraço a todos e à todas, com nosso louvor e homenagem.
Criciúma (SC), 24 de maior de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
A
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