NA EXISTÈNCIA
HÁ MUITAS VOLTAS, MAS, QUANDO TIVER DE VOLTAR, RETORNE PARA O CAMINHO
ILUMINADO, EM QUE A BONDADE, REALIZA O SER HUMANO.
“5. Os
elementos que devem constituir um todo são de espécie diferente; também a reciprocidade na igualdade
conservará os Estados, como o dissemos na Ética.
Demais, isso é
que deve forçosamente acontecer entre
homens livres e iguais, porque não é possível que todos exerçam a
autoridade ao mesmo tempo\: não a podem exercer por mais de um ano, ou conforme
outro acordo qualquer ou tempo determinado.
Acontece assim que todos chegam ao poder, como são os sapateiros e os
carpinteiros se alternassem, e que nem sempre as mesmas mãos fizessem os mesmos
trabalhos.
10. Como o
Estado se compõe de uma multidão de indivíduos, conforme dissemos, é pela educação que convém trazê-lo à
comunidade e â unidade. Mas, querendo-se
dar-lhe um sistema de educação, é estranho pensar que isto bastará para tornar o Estado virtuoso, e julgar que
se poderá fazer a reforma por tais meios, e não pelos costumes, pela Filosofia
e pelas leis! É assim que em Lacedemônia e em Creta o legislador estabeleceu a
comunidade dos bens pela instituição das refeições públicas.
Nem se deve
ignorar que é preciso ter em conta esta longa sequência de séculos e de anos
durante os quais este sistema de comunidade, se algo valesse, não ficaria sem
ser descoberto. Tudo tem sido mais ou menos imaginado e e encontrado;
mas certas idéias não têm sido aceitas,
outras não são adotadas, embora sejam conhecidas”. (cf. Aristóteles, A
POLÍTICA Livro Segundo, Capítulos 1 e 2, pp.
38-44, Editora Escala – São Paulo – Coleção Grandes Obras do Pensamento
Universal -16)
Eias causas que
acontecem as coisas màs:
“Finge estar
bem informudado sobre um assunto do qual, em realidade, não sabes grande
coisa, em presença de uma pessoa que
tens motivos de supor que ela está perfeitamente a par: ela se trairá
corrigindo tuas afirmações.
Quando um homem
é atingido por um grande desgosto, aproveita essa ocasião para adulá-lo e
consolá-lo. É com frequência em tais
circunstâncias que ele deixará transparecer seus pensamentos mais secretos e
que mais bem oculta.” (cf. Mazarin, Cardeal, BREVI´SRIO DOS POLÍTICOS, pp.
44-45, Editora 34, 2ª Edição 2.000, 3ª Reimpressão 2.007).
1.
Está clarividente
todo esforço dispendido individualmente, muitas vezes, coletivamente, exprimido
pela comunidade à qual pertence o cidadão, e Ser humano de sua “Polis”. Logo o
Estado o qual descreve Aristóteles, em sua obra – A Política -,igualmente,
atribuições e deveres necessários ao exercício de boa governabilidade e bem
estar humano.
2.
Pois neste caso,
compane e frater, que podemos
pensar (sem o eprego da ideologia) no
contexto atual, que o poder sempre realizado pelo emprego de mediocridade, egoísmo,
cinismo e falácia (discurso e argumento inválidos), exclusivamente, para obter
no bolso, e acrescer dividendos lucrativos em sua conta (sacola de Judas, o traidor), cujo
objetivo está em obter vantagem pessoal
ou de terceiro financeira –
enriquecimento ilícito -, sem justa
causa (cf. Art. 884, Parágrafo único, do Código Civil – Lei nº 10.406, de 10 de
janeiro de 2.002). Logo não há dúvida que mazelas, desvio de finalidade de
recursos financeiros ordinariamente previstos em Leis de Meios – Orçamento –
destinadas à maioria da população com rendimentos abaixo da “linha da pobreza”,
que na realidade o percentual elevado
dentro da sociedade não obtém mensalmente, valor per capita, e de seus
dependentes equivalente ao quantum de quatro salários mínimos nacional, por
isso, que justifica-se às verbas previstas em Lei Orçamentária ou espec´fica, a
fim, de fazer face às despesas às necessidades essências da maoria da população
expressa em dotação orçamentaria à: 1) educação; 2) saúde; 3) segurança; 4)
saneamento básico; 5)obras, como estrada e água potável; 6) serviços
essenciais. Pois o a Lei que institui normas Geraos de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União,
dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, pela LEI Nº 14.320, , DE 17
DE MARÇO DE 1.964.
3.
Não se possui
nenhuma dúvida que, todo malefício está
calcado no olho, pois o Gestor Público público e seus nomeados como comissionados, demissíveis ad
nutum, ação possível, mas que o Art. 37, Art. 38. Art. 39 da CF/88, mas, deixa sua regulamentação por Lei
ordinária ou Complementar, para
exercer à função pública, meio
utilizado, às vezes, excessivamente, sendo de fato, o que acresce e engorda à
folha de pagamento de pessoal. Logo
encontra-se arraigado no vício e no pecado mortal de enxergar o dinheiro
público e o olho grande cresce e
engorda, e como se sabe à verba destinada à causa da educação e saúde saem do
cofre público, para entrar no bolso mágico de peculato, por fim, à corrupção. O
olho do apadrinhado que entra no serviço público, com certeza, por agir como
atoa, este não morrerá pagão, por dividir entre si às benéssis, pois o grupo da
corrupção sobrevive generosamente em roda vida. Pois ignora as premissas e
princípios estabelecidos por Aristóteles, em A Política, pp. 38-44.
4.
É verdade, que
o conhecimento humano é que pode levar-lhe pela sua ação, exitosa, como se
deduz no dizer a seguir:
“Espera um pouco,
minha alma, espera a promessa divina, e terás abundância de todos os
bens no céu. Se apeteceres mui desordenadamente estes bens presentes, perderás os eternos e celestes, . Estejam os
bens temporais no teu uso, os eternos no teu desejo. Não podes saciar-te com bem temporal algum,
pois não foste criado para fruir tais
coisas (cf. Isaias 43:7). E se tivesses todos os bens criados, não poderias ser feliz e bem-aventurada. Mas
em Deus, que criou todas as coisas, consiste toda a tua bem-aventurança e
felicidade. Não como a que é vista e louvada pelos estultos e amadores do
mundo, mas como a que esperam os bons
fiéis de Cristo e pregustam, equanto isso, os espirituais e puros de coração,
cuja morada está no céu.” (cf. De Kempis, Tomás, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp.
248-249, Editora Paulus, 1ª Edição 2.019, 1ª Reimpressão 2.021).
5.
Saiba, que
aquele que quiser e desejar servir à
comunidade, que em espiritualidade e doutrinariamente, que está como
base o que Jesus leciona no Monte, ao dizer: “3. Bem-aventurados os que têm um
coração de pobre, porque deles é o reino dos céus! 4. Bem-aventurados os que
choram, porque serão consolados!” (cf. São Mateus 5:3-4). Então, para que a consolação seja plena, e
para tanto, faz-se necessário observar à
ação – prática - que, sempre dá o beom
efeito à causa digna, que satisfaz o ser, quando se observa no dizer de
Aristóteles: “A prática é o critério da verdade”.
6.
Certamente, não se pode acreditar que teremos nossa existência
sobre o comando da ideologia da Rainha de Portugal, que segue com vigor a Lei
do Quinto, acolhe o “santo do pau oco”, e ainda mata de forca nosso
Alferes, no século XVIII, pois
aprenderam à maledicência pela Imperatriz Teodora, esposa do Imperador Justino,
e determina suprimir da Biblia vulgata, aquilo que ela não desejava, e ainda,
coloca o Filósofo na prisão. Então, conviver e aceitar à existência das
Cruzadas Poticas, realizada no século X. Evidente, que existiram movimentos
saudáveis dignos, que se poderá a tempo, examiná-lo com respeito.
7.Toda
caminhada humana, cada qual necessita fundar sua existência na razoabilidade,
pelo fato, que cada projeto e estratégia
traçada para conquistar acertadamente dentro do contexto estabelecido pelo princípio existente no
primado do Estado de Direito Democrático, o que demanda conhecimento do eleitor
está em agir e possuir responsabilidade civil e social, em não repetir e agir
com consciência de impedir a improvisação e mau estar em ter de conviver com o
império do egoísmo pela matéria e ,insegurança, deve-se verificar:
a)
Mérito da
virtude, como prudência, solidariedade, discernimento, inteligência, sabedoria, justiça e amor ao próximo;
b)
Possuir consciência de que o sufrágio
universal é o exercício legitimo do voto individual e secreto de que, por ele
se escolhe gestores e legisladores da cidade – polis;
c)
Evitar sufragar em homens viciados. Esnobes –
os rebolas -. Soberbos, murmuradores –“20. Nem murmureis, como murmuram alguns
deles, e foram mortos pelo exterminador.” (cf. 1 Coríntios 10:10), fofoqueiros
e falaciosos, sem conteúdo e vâ a
eeeição. Logo existe porque você escolheu;
d)
Evite escolher os que prometem, aos que
possuem processos de estelionato, extorsão, apropriação indébita e peculato,
também, os cometedores de assédio sexual, abusos contra à mulher e idosos com
deficiência, e ainda, aqueles que praticam estupro de vulnerável,
especialmente, à jovem mulher e idosa, inescrupulosamente;
e)
Escolha entre o
melhor, mais apto, humilde, e com conteúdo e conhecimento de Administração
Pública, não dê guarida ao esnobe – rebola -, nem viciado de qualquer espécie,
dê oportunidade ao trabalahador e exclua o vadio, como está em (cf. II
Tessalonicenses 3:11), o que procura o “jeitinho brasileiro”, também rejeite o
falso, hipócrita, e cínico, “que mata o
semelhante, e chora no velório”, que seja descartado o mau procedimento
daqueles quq sobejamente defendem ideologia de tiranos, e ressuscitam Néro e
Calígola, e dão status de deidade aos malignos tiranos do século XX, em resumo:
No dizer do grande Cícero – O estoico Romano, junto com Sêneca -, gravaram no
cérebro conhecimento nefasto e mal, então é: - Mau caráter!
7.
Diante ddisto,
está chegando a hora de abrir nossa consciência ao bem necessário à humanidade,
e abolirmos à cultura de: “Rouba, mas, faz...”Logo o caráter reto não possui a
sanha de roubar (furtar), no entanto, realiza à boa ação, e sua senda é o
próximo, agir com amor ao próximo é lei universal sagrada (cf. São Marcos 12:31
e São Mateus 22:39), e buscar sempre pela graternidade humana, realizar o bem
geral pela mente e coração em ação, aliada à boa-fé, verdade, e comportamento
leal e solidário, justo e digno, como está no Art. 5º, do NCPC – Lei nº 13.105, de 16 de março de 2.016.
Logo não pecar sempre que falar, porque
pecar ao expressar o bom pensamento, que está no mal, ou mau proeceder, está na violação do direito fundamental
previsto no inciso IV, do Art. 5º, da Constituição Federal de 1.988.
8.
E dssta forma,
com a graça do Senhor Deus, que nosso aprendizado segue, vigilantemente em
oração, e sempre contar com a proteção
do Pai, Filho e o Espírito Santo, deixa-se nosso afetuosos, e cordial abraço a
todos e à todas.
Criciúma (SC), 6 de maio de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003878.
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