O QUE SIGNFICA O AMOR FRATERNO, CONHEÇA?


ACREDITE QUE O AMOR FRATERNO FAZ CADA QUAL DOS MORTAIS, ALCANÇAREM PELO BOM EXEMPLO E AMOR AO PRÓXIMO À RESURREIÇÃO E A IMORTALIDADE, E SEMPRE OUVIR A VOZ DESUS, E REALIZARO PELO COMPARTILHAMENTO DA GRAÇA, CONFORME (ISAIAS 58:9-10). E A BONDADE CHEGOU COM A FRATERNIDADE AMOROSA!

 

“O Amor  Fraterno:

O tipo mais fundamental de amor,  subjacente a todos os demais tipos, é o Amor Fraterno. Entendo por isso o sentido de responsabilidade, cuidado, respeito,  conhecimento de qualquer outro ser humano, o desejo de melhorar sua vida. É desse tipo de amor que a Bíblia fala quando diz:  ama o próximo como a ti mesmo. O Amor Fraterno é amor por todos os seres humanos; , ele é caracterizado por sua falta de exclusividade. Se desenvolvi a capacidade de amar, não posso deixar de amar mmeus irmãos.  No amor fraterno, há a experiência de união com todos os homens, de solidariedade humana, de reconciliação humana. O amor fraterno baseia-se na experiência de que somos  todos um só, de que as diferenças em termos de talento, inteligência, conhecimento, são desprezíveis em comparação com a identidade do núcleo comum a todos os homens. Para experimentar essa identidade é necessário penetrá-las  da periferia até o núcleo. Se em outra pessoa percebo  a superfície, então percebo principalmente as diferenças, aquilo que nos separa.  Se penetro no núcleo,  percebo nossa identidade, o fato de nossa identidade.  Essa ligação de centro com outro,  em vez de periferia com periferia, é uma “ligação central”. Ou, como Simone Weil exprimiu tão lindamente:  “As mesmas palavras [por exemplo, um homem diz à  sua mulher: “eu te amo”]  pode ser um ligar-comum ou extraordinárias, conforme a maneira como são ditas.  E essa maneira depende da profundidade da região do ser de que provém, sem que a vontade interfira.  É por um maravilhoso acordo chegam à mesma região de quem as ouve. Assim  o ouvinte pode discernir, e se tem algum pode de discernimento, o que valem tais palavras. Citação de Rodapé nº 11. Simone Weil, Gravity and Grace, G. P. Pumm’s Sons, Nova York, 1.952.

O amor fraterno é amor entre iguais. Mas, na verdade, mesmo  como iguais nem sempre somos “iguais”, sendo homens, todos precisamos de ajuda.  Hoje eu, amanhã você. Mas essa necessidade de ajuda não significa que um é desamparado que o outro, poderoso. Estar desamparado é uma situação transitória; a capacidade de ficar de pé e andar com as proóprias pernas são a situação permanente e comum.

No entanto, o amor aos desamparados, o amor aos  pobres e aos  estrangeiros são o começo do amor fraterno. Amor os que são como nós não é nada.  O animanl ama seu  filhote e cuida. O desemparado ama seu Senhor, pois sua vida depende dele; a criança ama seus pais, pois necessita deles. Somente no amor aos que não servem a nenhuma finalidade é que o amor começa a desabrochar. É significativo que no Velho Testamento o objeto central do amor do homem é o pobre, o estrangeiro, a viúva e o  órfão, é até o inimigo da nação, o egípcio e o idomeu. Ao ter compaixão pelo desamparado, o homem começa a desenvolver o amor por seu irmão;  e em seu amor a si mesmo também  ama aquele que necessita de ajuda, o frágil, o inseguro.  A compaixão implica o elemento de conhecimento e de identificação.  “Conheceis o coração do estrangeiro”, diz o Velho Testamento, “porque sois estrangeiros na terra no Egito.... Portanto, amai o estrangeiro!”  citação de Rodapé, nº 12. A mesma ideia foi expressa por Hermann Cohen no seu Religion der Vemunft aus den Quellen des Judentuns, 2ª Ed., J. Kaufmann Verlag, Frankfurt am Main, 1.929,  p. 168 ss. (cf. Fromm, Erich, A ARTE DE AMAR, pp. 58-59-60, Editora Martins Fontes,  2ª Edição, 2.015).

1. O conhecimento necessário para se habilitar  como cidadão incluído no grupo de eleitos há que observar como regra primeira à Fraternidadade Universal, entre cada  qual dentro do ciclo terrestre que estiver posto no palco da evolução – crescimento e desenvolvimento humano, cujas ações  e palavra deverá exprimir de fato e de direito, os frutos colhidos de sua plantação, pois cada qual cohherá aquilo que tiver plantado como lecionado está em Parabola do Semeador ( cf. São Mateus  13:18-23 e Gálatas 6:7), pelo fato,  de que sempre se faz necessário, objetivamente, à solidariedade, solicitude, e amor caridoso, a fim de prover grande massa da população em estado de miserabilidade, pois para aquele que compreende e, se capacitou em  realizar projeções por meio do máximo  divisor comum, irá compreender que repor tão só perdas em razão de processo inflacionári, não repassa direito previsto a mais de século especialmente ao trabalhador com renda igual ao salário mínimo Nacional, e os possuem renda abaixo da classe média, e até  aqueles que possuiem rendimento de classe média, apenas, com o índice  inflacionário do ano  anterior ao subsequente. Pelo fato, que desde o seéculo XIX, em Londres – Inglaterra, já se sabia  que a inflação – inchaço -  opera em doze meses, de fato, é corrosão de poder de compra da moeda de curso forçado, em nosso caso é: o real..

A perda do poder de compra da moeda, afeta à massa populacional, pelo fato que, a mesma, não possui salvaguarda para  satisfazer às necessidades de seu grupo familiar, especialmente, à mulher, crianças e adolescente, seu pai e sua mãe, se vivos, que, às vezes,  diante de enfermidade, alimento saúdável, e medicamentos, e vestuários, e especialmente, à escola para os filhos, ficam comprometidas pela escassez de recursos financeiros. Pois à população mais sofrida estão às crianças, à mulher como mãe,  e o idoso com enfermidade ou deficiência, inclui-se aí, os aposentados e pensionistas, e mais atingido são os aposentados por invalidez e idosos (as), porque o Leviatã sempre está volta com sua maledicência (cf. Jó 41:1-25).

É contexto da maledicência, não emenda, pois a emenda aqui  fica sempre pior que o soneto, pois à prática não se ajusta, os juros são aumentados, com o discurso de que, a inflação irá cair,, nada disso, o juros altos são vícios existentes no Brasil, desde  à inconfidência, pois o conhecido Qunto do Inferno não cessa, e o uso de santo de pau oco, não cessa, parece que  sempre temos uma Rainha Louca a nos cercear nossos parcos ganhos, sempre cm  o velho jargão: - Não há dinheiro.  A folha come os recursos – E, pegam e delapidam os ganhos. Mas, crescer o bolso de Leviatã, de sues conchavos, e de seus assédios e aduladores, para este, não falta.  Pesquise e veja às comissões pagas aos laranjas. Pois nossa missão, é acreditar na fraternidade humana, e aó assim, poderemos alcançar algum êxito, como diz o Profeta:

“9. Então às tuas invocações, o Senhor responderá,  e a teus gritos dirá:   Eis me aqui! Se expulsares de tua casa casa toda opressão, os gestos malévolos e as más conversações;

10. se deres de teu pão ao faminto, se alimentares os pobres, tua luz levantar-se-á na escuridão, e tua noite resplandecerá como o dia pleno.” (cf. Isaias 58:9-10).

2. Não há dúvida, que o amor fraterno, transforma  o leviatã em gente descente, pois Jó – rei de Segor -, é justo, e possui noção do mau, e crê no bem, para saber, basta olha como livra Lot da destruição de Sodoma e Gomorra (cf. Gênesis 19:22-33).

Acredita-s que à proposição de de dar ganho real ao salário mínimo, com base na variação do PIB do ano anterior, pelo que se observa, é providência razoável, porque se trata de mmeio sensato de  se realizaro o bem. Outra, questão importante é o Piso salarial aos enfermeiros, é justo e razoável, pela atividade que os profissionais exercem; e também, pagar Piso ao Professor, é providência digna e justa, expressa constitucionalmente, e assegurada em Lei Federal do FUNDEB. Os amigos do cinismo não o pagam, porque seus olhos são grandes demais, e pensam que à verba irá para sua conta. Logo à saúde e educação são direitos humanos e fundamental, e os que violam arderão rapidamente na geena, porque como diz Platão, que o “injusto se assemelha ao mau e ignorante”, A República, p. 39, cuja advertência está dita pelo Mestre de Nazaré (cf. São Mateus 10:28). É a lei da retribuição divina, aos qua são maléficos, de plantão, e se acham.

3. Acreditemos que  cada dia possui um amanhececer, e nenhum dia é o mesmo, anterior. O que importa é nosso olhar pois cada dia encarna um Nero, Calígola,  Hitler, Nabucodonosor, especialmente, Nero, andava com sua  carruagem na praça do Plácio, oonde ardiam na fogueira os Cristãos, e também, crucificados, e dava risada, e ainda, disse ao morrer:  Que a humanidade –Roma – perdia um artista! Pois Nero como estava pervertido, mandou matar sua mãe. E Calígola, fez de seu cavalo  Incitatus, Senador. Atualmente, não é diferente, são cheios de manias.

Logo por meio da Fraternidade humana, poderemos sair da vala da sujeira humana, e almejarmos  no mínimo mais respeito, e a dignidade humana, pois é pelo amor ao próximo que se chega à justiça e santidade, e pela vigilância e oração que permanece vivo e de pé.

Evidente, que a fraternidade, o tratamento  utilizado com todos os irmãos de fé,  conduz-nos a abolirmos a injustiça, e riscarmos da  existência crimes e pecados, como violência, crueldade, egoísmo, lesão corporal, exploração, e peculato no serviço público, e também o olho gordo da inveja, à mediocridade,  hipocrisia e cinismo, vamos observar a lei, e o bom direito, e por fim, amar a Deus e  o próximo sobre todas as coisas (cf.  São Marcos 12:30-31).

4. Diante disto, nada mais digno que  o amor fraterno, porque dignifica o o hoem enquanto ser, o realiza o mandamento do Senhor Deus, que todos nós tenhamos cautela para não apoiarmos os Leviatãs,, porque desconhecem à razoabilidade da fraternidade, e da boa ação;

Supliquemos todos os dias a graça da proteção, que nos dê paz, segurança, e nos liberte dos inimigos e das ciladas do demônio e do diabo, e de todas as formas de perigo, e que todos nos dê saúde, e possibilidade de darmos boa educação formal  às crianças, e também, para evitarmos e abolirmos toda forma de violência, como também, o pecado pela palavra, sempre com a intercessão da Santa Mãe de Deus e nossa, e com humildade, peçamos sempre  perdão, compaixão e misericórdia;

Deixa-se nosso afeto, apreço, e também nosso cordial abraço a todos e à todas.

Criciúma (SC), 11 de maio de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

 

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