A SALUTAR CONSCIÊNCIA DE HUMANIDADE QUE O CRIADOR PELO SOPRO DE VDA À SUBSTÂNCIA O DÁ POTÊNCIA. LOGO COM POTÊNCIA D PSIQUE – ANIMA – ALMA, RECEBE O SER, ENTÃO, PELA DESOBEDIÊDNCIA DE ADÃO, DÁ PRIORIDADE AO EGO E A CARNE, E CRIA A MORTE, E A SENDA DO SER SÓ É CONSQUISTADA PELA RESSURREIÇÃO, E DAQUELE QUE CRÊ E FOR BATIZADO, E PARA OBTER A GRAÇA DA GLÓRIA DE JUSTIÇA E SANTIDADE, DEVE PAUTAR O CAMINHO EM BOAS OBRAS, E AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO (SÃO MARCOS 12:31; SÃO MATEUS 22:39)
1,
Evidente, que a trajetória de cada qual há axiomas – Leis Universais --; pressupostos
–em regra predicados anteriores, poder-se-ia nominar de causa; e premissas são
juízos de valor, cuja racionalidade se encontra em: “premissa maior”, deve ser
aquela premissa que ao formar o silogismo, completa como pensamento o raciocínio, com efeito, realiza sinteticamente o fundamento de Argumento
válido, realizado por si só, a expressão lecionada por Jesus de Nazaré, em
enunciar como base de sua doutrian o axioma,
postulado, pressuposto e a premissa, e por si a unidade de pensamento em
argumento válido, e juízo de valor suficiente, ao explicitar:
“18.
Meus filhinhos. Não amemos de palavra, nem de língua, msd pot obts e em verdade. (cf. 1 João 3:18)
4.
Não tenho maior gozo do que este: o de ouvir
que os meus filhos andam na
verdade. (cf. 3 João 1:4)
31-32.
Jesus dizia, pois, aos Judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha
palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos e conhecereis a verdade, e a
verdade vos libertará. (cf. São João
8:31-32)
6.
Se dissermos que temos comunhão com ele e andamos em trevas, mentimos, e não
praticamos a verdade. (cf. 1 João 1:6)
6.
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade , e a vida. Ningém vem ao Pai
senão por mim. (cf. São João 14:6)
32.
Os lábios do justo sabem o que agrada, mas a boca dos ímpios anda cheia de
perversidades. (cf. Provérbios 10:32)
24.
Deus é espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em
verdade. (cf. São João 4:24)
18.
Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos
como primícias das suas criaturas. (cf.
Tiago 1:18)
6-7.
Não floga com a injustiça, mas floga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo
espera, tudo suporta. (cf. 1 Coríntios 13:6-7)
14.
E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de
graça e de verdade.(cf. São João 1:14)
4.
Porque “a palavra do SENHOR é reta, e todas as suas obras são fiéis.” (cf.
Salmo 33:4)
Logo entenda-se com inteligência dom divino, e
compreendam o significado da verdade, efetivamente, liberta-nos dos grilhões do
pecado e da morte em Adão, pois pela verdade se está revestido do novo homem,
imagem e semelhança do Pai eterno, em glória de justiça e santidade (Efésios
4:24; 1 Coríntios 15:22).
Pela
dedução se alcança por meio da Lógica – Organom – deixada por Aristóteles,
que nos leva pelo silogismo à
raciocinar, e pela força consciência se pode alcançar à razão e, pensamento,
porque, se pensa, então, é.(Descartes), e o primado da Razão se encontra na concepção
presente de Immanuel Kant, em Crítica da Razão Pura.
“Capítulo
17
OS
TRÊS MOTIVOS DE AGIR
Neste
capítulo repete e reforça Krishna a ideia
central de que tudo o que o homem faz ou
diz não tem valor intrínseco em si mesmo, mas recebe o seu valor, ou desvalor,
daquilo que ele é conscientemente. Esse ser consciente é algo parecido com esse
“1” da matemática, qe dá valor aos zeros colocados à sua direita: 1.000.000;
mas esses zeros, quando isolados 000000, não representam valor algum.
Atos
e fatos não têm valor intrínseco; são puros zeros; mas podem ser valorizados
pela atitude ou realidade de que dimanam. Nenhum agir tem autovalor, mas pode
ser valorizado pelo ser do qual brotou e por amor ao qual alguém age. Agir ou
não agir não resolvem nada; o que resove é um agri predicado em nome do Ser
intensamente conscientizado e por amor a ele.
Fala
Arjuna:
1
– Qual o estado daqueles homens, Senhor,
que fiéis a consciência praticam o bem, mas não seguem os rituais prescritos?
Diz-me se eles observam a sattva, rajas
ou tamas.
2
– Tríplice é o motivo de agir do homem, conformme a índole da sua origem: atitude da verdade, atitude do desejo e
atitude obscura da ignorância.
3
– Da íntima natureza de cada homem é que nasce seu motivo de agir, o homem é aquilo
que ele ama; o que o homem é, é isso em que o ele crê, e com isso se identifica.
4
– Os homens guiados pela razão invocam os deuses; os homens que obedecem à
inteligência invocam Rakdhas e Yakshas, e os homens que se guiam pelos sentidos
invocam Pretas e Bhutas.
5
– O homem que segue seu próprio ego pratica mortificações não prescritas por
lei, oriundas de autodecepção, e ilude a
si mesmo.
6
– Quem castiga os elementos corpóreos, que se acham no homem, castiga a mim que
habito em todas as coisas, este cultua o mal, e não a mim.
7
– Do mesmo modo como é tríplice em seus efeitos todo alimento, assim é tríplice
também o caráter de toda disciplina, sacrifício e esmola. Escuta estas
diferenças.
8
– Alimento que aumenta a vitalidade, que dá bem-estar, força e quietação, alimento
maduro, saboroso e assimilável – esse é preferível pelos homens que
obedecem à Sabedoria da razão.
9
– Alimento forte, ardido, picante, salgado ou ácido, que põe fogo no angue e
causa doenças – esse é preferido pelos homens que seguem à ciência do intelecto.
10
– Manjares passados, insípidos e pútrido, corruptos, imundos e refugados pelos
seres superiores - esses são procurados
pelos homens que obedecem à ignorância dos sentidos.
11
– Obras praticadas sem interesse nem desejo de prêmio ou louvor, mas pelo senso
do dever que a lei exige – essa é filha da Sabedoria.
12
– Obra praticada com desejo de recompensa, na esperança de receber em troca
algo melhor, por vaidade, ganância ou ostentação - essa reveste a índole da cobiça.
13
– Quem pratica obra contra a lei e a razão,
por ignorância ou sem o conhecimento
da verdade - esse age impedido pela
estupidez dos sentidos.
14
– A verdadeira mortificação consiste em cultuar a Divindade com retitude,
honrar os iluminados e ser tolerante, benévolo e amável para com todos.
15
– Quem prefere verdades que não forem os outros; quem é amável e bondoso; quem
alimenta sua Alma com santas orações – esse pratica mortificações por palavras.
16
– Pureza de coração, serenidade, o culto do Silêncio; incessante desejo de
disciplina, mente piedosa e firmeza de vontade – é esta a mortificação interior
aconselhada pelo espírito.
17
- É esse o tríplice modo de agir da
verdadeira disciplina; e, quando inspirada pela luz da fé, sem intuito de lucro
– então é atitude de sabedoria racional.
18
– Quem, todavia, pratica essas disciplinas com intenção de lucro ou elogio,
este é hipócrita; vã é a sua obra, porque nasceu da atitude de cobiça mortal.
19
– A disciplina, mesmo que não vise a fim algum, mas praticada por simples
crendice, mesmo com mortificações, essa
é prejudicial, porque oriunda da ignorância dos sentidos.
20
– Quem dá esmola em tempo e lugar corretos, de espírito alegre e por compaixão, inspirado no senso do dever, sem nada esperar em retribuição – esse também
é guiado pela sapiência ds razão.
21
– Quem oferece uma dádiva porque espra
lucro ou vantagem, ou quem dá de má vontade e a contragosto - esse é vítima da insipiência do intelecto.
22
– Quem dá esmola com modos desabridos ou com menosprezo, em tempo e lugar
incorretos, ou a pessoas que dela abusarão – esse é dominado pela ignorância
dos sentidos.” (cf. Krishna, BHAGAVAD GITA, pp. 141-142-143-144, Editora Martin
Claret Ltda, 4ª Reimpressão – 2.015)
Com
certeza, essa obra origina-se, pois Segundo a concepção cósmica da Filosofia
Oriental, toda a atividade do homem profano é fundamentalmente trágica, eivada
de culpa, ou Karma, porque quem age é o ego, e esse ego é uma ilusão funesta, e
tudo o que o ego ilusório faz é necessariamente negativo, contaminado de culpa
e maldade.
Se
tal é toda e qualquer atividade do homem profano,, então estamos diante de um
dilema inevitável, a saber:
O
jovem príncipe Arjuna perdeu seu trono e reino, usurpado por seus parentes.
Desanimado, recusa-se a lutar pela reconquista.
Apareceu
então Krishna e faz ver a Arjuna que deve reconquistar seu trono e reino, mesmo
matando os usurpadores.
Eis
uma parte que Krishna dá ao Prínciple como recomendação e conselho, afinal, é o
que falta ao homem atual estar apto e habilitado para abolir vícios e cultura
criminógena, já que a maledicência, mau procedimento, comportamento desleal, e toda sorte de iniquidade,
e agir como ímpio não lhe dá status de digno e honrado, nem em Política,
pois o mau discurso, com argumento
inválido, porque é adepto da ideologia da tirania, e carrascos e algozes, pois
dizem que à sociedade maligna, se algoz é vítima da ação dos consquistadores,
como se ter sido mortos milhões de
seres humanos, vitimados pelo desejo de estabelecer Raça Pura, e eliminar os
supostos opositores. Ação de chacina e massacre de minorias, nação, e mesmo
inocentes à crueldade é criminosa, pecado mortal, e injusta e indigna, então,
logo é injustificável.
É
reta o que diz Krishna a Arjuna, porque é inconcebível e injustificável
parentes usurparem o trono e reino do Príncipe herdeiro, pois o direito há
estar legitimo, se não estiver legitimado pela Lei, e no caso de Monarquia, o
direito ao trono é do Príncipe herdeiro em dinastia (em regra é o Primogênito,
primeiro entre os nascidos, há nações, que a lei admite o direito de
primogenitura à filha mulher, é o exemplo de Jacó e Ezaú, como ambos são
gêmeos, Isaac, abençou Jacó, comm intercessão de Rebeca). O direito é exercício
pela lei produzida legitimamente, e pelos costumes – usos e costumes –
tradição.
Logo
é a questão do Ser e: “Eu sou o que sou” (cf. Êxodo 3:14).
2
– O que significa o Ser?
Ora,
está evidente, que o Ser é o fundamento
do estado igualdade e semelhança ao
Criador, quando dá o sopro da vida, e vivente desperta como humano evoluído,
sem pecado de desobediência (cf. Gênesis 1:26; 2:7), pois ao dar vida como sua
imagem e semelhança à Substância pôs no no boneco de barro , em dá o sopro da
vida em suas narinas, e com isso, dá potência – energis como ser de Psique –
Alma e mente -, por meio da Potência posta por ação de vontade da Substância, é
por aí, que deriva: “Eu penso, então, Eu sou”, conceito explicitado Por Renê
Descartes, que gostava de ser chamado de Renato Cartesio, e importante Professo
da Rainha Cristina da Suécia, cuja definição nasceu do que diz Aristóteles,
sobre o Ser, é o que aprenderemos a seguir:
“Quando se
esforça para enunciar as ascepções do Ser, Aristóteles as classifica sob quatro
aspectos. “O Ser” se diz para significar o que convém acidentalmente a um
objeto: o homem é músico, por exemplo; seja para significa o que um objeto é em
si: ele se divide, então, conforme as
diferentes categorias. “O Ser” pode
ser sinônimo de verdadeiro e, enfim, “Ser” se diz igualmente do que é em
potência e do que é em ato.
Vê-se, imediatamente,
que o segundo destes quatro grupos é de
longe o mais importante, já que “Ser” está entendido no sentido de “possuir tal natureza”. É também o único que nos
interessa diretamente, pois a Substância alí figura em primeiro na lista das
categorias.
Como
Aristóteles faz, portanto, para
determinar as diversas naturezas
contidas noa real? O procedimento nos é indicado pela denominação do Ser por
si: o Ser segundo as formas ou as figuras da predicação. Significa predicar,
atribuir. Quer dizer, portanto, “ação de atribuir” e disso vem: “predicado”, “stributo”. As categorias são, portanto, as classes mais
gerais nas quais se ordenam os
predicados das coisas.” (cf. Aristóteles, SOBRE A METAFÍSICA – Textos selecionados,
organizador Marco Zingano, pp. 77-78, Editora ODySSEUS – 2.005)
Logo
o Ser está como alcançar pelo mérito de virtude, fundado em inteligência,
ciência, discernimento e sabedoria, pela vontade e desejo de ser alcaçada à
perfeição, especialmente, pela humildade e o desapego, e por meio da senda do
amor ao próximo, e boa ação, patrimônio como tesouro no reino de Deus (São
Mateus 19:20-21).
Logo
o Ser se manifesta toda vez que se pode deduzir:
“20. Mas ele
lhes disse: Sou eu! Não tenhma medo!” (cf. São João 6:20)
35. Então,
Jesus, declarou: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim, nunca terá fome;
aquele que crê em mim nunca terá sede.” (cf. São João 6:35)
58. Respondeu Jesus:
“Eu afirmo que antes de Abraão nascer, Eu sou!” (cf. São João 8:58)
25. Disse-lhe
Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra,
verá.” (cf. São João 11:25)
14. Disse Deus
a Moisés: “Eu sou o que sou. É isto que você dirá aos Israelitas: Eu sou me
enviou à Vocês.” (cf. Êxodo 3:14)
É
certo, que só está apto e habilitado à
criatura que estiver com a emanação e
irradiação da Luz Divina, em substância e potência do Criador, pelo sopro da
Vida, porém, não se pode compreender que a maldição da desobediência executada
pelo \homem em Adão, não se pode entender por estas palavras que algum Ser
pessoal, Deus, Espírito superior haja pronunciado a maldição da desobediência; mas simplesmente
que uma causa, que só poderia dar maus
resultados, acabava ser produzida, e que
os efeitos desta causa Cármica – Lei de causa e
resultado – podiam somente conduzir a indiciosas voltas e novos ciclos –
encarnações, e portanto ao sofrimento, os Seres que, contrariando as leis da
natureza – pedido do Senhor Deus, para que não comessem da árvore do fruto do
bem e do mal (cf. Gênesis 2:17) - , e por isso, criado obstáculos ao seu
progresso normal.
É
razoável perceber que à humanidade para
alcançar seu status atual, e estar em condições objetivas e subjetivas, a fim
de propiciar de fato e direito predicados éticos e espirituais à geração pela
Mãe do Filho Unigênito do Pai, deveria ter vencidos todas às Rondas – ciclos –
anteriores, e ter chegado e estado em estado satisfatório à vontade do Criador
e à Mãe, mas, mesmo assim, Pilatos leva às mãos, e os escribas dos fariseus, o
entregam sentença pronta e escrita, com a chancelaria de Anás e Caifás, e com a
turba a gritar na janela: Crucifica! (cf. São João 19:1-30).
Verifica-se,
no entanto, que de fato e direito para alcançar pela senda da boa ação e
testemunho da Boa Nova explicitada pelo Filho único de Deus – Verbo, que habita
entre nós (São João 1:14) deve o seguidor acolher o discipulado e adepto e, não
violar seus mandamentos e leis da natureza e Deus, e não deixar de cumprir em
relação ao próximo e consigo mesmo, à
lição:
“39. E o segundo, é semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti
mesmo (Lv 19:18)” (cf. São Mateus 22:39)
23. Em seguida,
dirigiu-se atodos: Se alguém quiser vir
após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me.” (cf. São
Lucas 9:23)
Com
referência ao ensinamento antigo, Jesus ratifica e incorpora ao exercício do
Ser à Lei já promulgada pelo Senhor – o Pai, como se deduz:
“18. Não te
vingarás; não guardarás rancor contra os
filhos de teu povo. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.”
(cf. Levítico 19:18)
Logo
estão postas e devidamente promulgada as Leis necessárias para o exercício do
Ser. Pela constatação os pervertidos que exercem o mister público, e agem com
mau procedimento os servidores públicos, como professor, e servidor com mais de
vinte anos de serviço prestado à população, não é ser, porque este é injusto, pervertido, e ignorante, como
salienta Platão ao dizer:
“350 a-e – Ao passo
que o justo não quererá exceder o que lhe semelhante, mas sim o seu contrário?
- Sim.
- Logo, o justo
assemelha-se ao homem sábio e bom, e o injusto, ao mau e ignorante?
- É provável.
- Mas nós
concordamos que cada um deles tem as qualidades daquele a quem se assemelha.
-Concordamos, é
verdade.
- Logo, “o
justo revela-se-nos como bom e sábio, e o injusto, como ignorante e mau.” (cf.
Platão, A REPÚBLICA – Livro II, p. 38, Editora Martin Claret Ltda., 18ª
Reimpressão – 2.016)
Então,
está clarividente, é quesito para estar como Ser no processo de desenvolvimento
humano, e perfeição, apto à glória da justiça e santidade, não deve e não pode
aliar-se aos maus de comportamento, à corrupção, vantagem pessoal e de
terceiro, agir como laranja, como olho grande da inveja, cobiça, egoísmo, e
praticar descaradamente à maledicência como exploração do homem pelo homem
contra trabalhador, servidor público, porque aquele já possui ranço de amamcebamento,
não dá digno tratamento ao próximo, nem o trata com status de igual e
semelhante ao Criador. Não é Ser, por ser injusto e ignorante e do mau.
Eis
aí a questão de Ser, ou não ser.
3
– Diante de todo o exposto, é o SER que possibilita ao caminhante fundado no
discipulado da palavra anunciada pelo Mestre
Jesus Nazareno, Senhor nosso, e filho gerado pela Mãe Santíssima e
Digna, à Bem-Aventudada sempre Virgem Maria, que nos eleva quando escolhemos
abolir o pecado e a criminalidade, certamente, à violência, à crueldade, lesão
corporal, tortura, discriminação, extorsão, estelionato contra o idoso e idosa,
cobiça, inveja, e calúnia, como corrupção, e obter para si ou terceiro vantagem
pessoa, praticados contra a criança, adolescente, à mulher, e o idoso com
deficiência, pela violação dolosa do Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 88, da
Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015,
combinado com o Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de
outubro de 2.003 e da Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, e contra a
violência contra a mulher nos termos da Lei Maria da Penha – Lei nº 11.340, de
7 de agosto de 2.006, em conformidade com a Lei nº 14.550, de 19 de abril de
2.023, e pela violação do Art. 158, §4º, do Art. 171, do Código Penal
Brasileiro.;
Que
na busca da senda como Ser apto ao reino de Deus, supliquemos ao Senhor Deus
Pai, Filho e Espírito Santo, que nos dê agraçs de nos livrar de todos os inimigos
pelo mau procedimento e mau comportamento, deslealdade, calúnia, e toda espécie
de fofoca, igualmente, das ciladas do espírito maligno, e dos corruptos e pervertidos,
como também dos perigos de doenças, acidentes, e o caso fortuito e força
maior, sempre suplicamos e pedimos a
intercessão da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, mãe de Deus e nossa;
E,
pelo êxito do bem e d verdade, pelo apreço, deixa-se a todos e todas nosso sincero cordial abraço.
Criciúma
(SC), 11 de junho de 2.023.
Gilson
Gomes
Advogado
e Filosofia
OAB
nº SC 003978.
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