APRENDAMOS
QUE NÃO CONSTRÓI NINHO ONDE O VENTO PODE LEVAR. PRUDÊNCIA E SENSATEZ É O
CAMINHO.
1
– Evidente, que “cada qual sabe a dor e a delícia de ser o que é”, subtraída da
música – Dom de Iludir - de Caetano Veloso. Está correta a expressão, pelo
fato, da maioria dos viventes possuir apego pela ilusão, e
pensar e imaginar que se tra de status, voar alto, mesmo sem um pau para
dar no cachorro que estiver em sua frente. Lamentável, mas é a realidade.
Certamente,
anterior a Era Cristã, o procedimento é conhecido como étimo de Mãyã, que significa: “Ilusão, o poder cósmico
que torna possível a existência
fenomenal e as suas percepções. Na filosofia hindu, só aquilo que por si é imutável e eterno é chamado realidade; tudo
que está sujeito a mudanças como resultado da decadência e diferenciação, e o
que consequentemente tem um começo e um fim, é considerado como Mãyã, ilusão.”
Por esta razão, justifica-se a existência visível de alguns com cabeça oca, que
nada possuem capaz a boa atitude e pensamento. Pois morar no reino da ilusão,
significa dar razão à obra de Ilusões
Perdidas, de Honoré de Balzac.
Logo,
é necessário ao homem e a mulher que pensam saírem da aparência, viver apenas
de posição, isto é ilusão, o que os
antigos conceituavam, e “Mãyã”, pois não se deseja buscar o reino de Deus e sua
justiça, mas sim, ostentar, e aparentar
o que não é, e nem pode ser sujeito da misericórdia divina, porque a escolha
está torpe, mas sabeis o que buscar:
“33. Buscai em primeiro lugar o reino
de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.” (cf. São Mateus 6:33)
Para
se concicer dignamente o que faz
diferença, quando estiver relacionado com desenvolvimento, crescimento,
e evolução é elvado em conta como consideração
primordialmente: Atitude frente às circunstâncias existenciais;
conhecimento; e prática exemplar. No entanto,
o essencial é dar dignidade à substância ao emanar de si a potência. A
substância e potência, está posta na existência do Ser. Logo o Ser é em si
mesmo, o que é, então, e por isso: Eu sou. Daí a expressão magna de Jesus ao
dizer: “Eu sou ressurreição e a vida.” (cf. São João 11:25). Logo se deduz, que
Jesus como Filho do Pai, é o Ser do Universo, quando disse: Eu sou. Então, eis o Ser gerado em plenitude
pela Virgem Maria, vindo para fazer a diferença, que é, vencer o pecado da morte, e dar a certeza, que se
estiver apto, viverá, todos que seguirem sua palavra, obterão a glória, que é vida eterna – Ressurreiçaão. (cf. São João
3:16; 10:28-30).
No
entanto, chave para satisfazer a si
mesmo e o universo se encontra no
digno exemplo expresso na lealdade, bom
comportamento com sobriedade, cujo seu
realizar e proceder enobrece o meio social, e manifesta toda vontade do
Pai que está nos céus.
Com
base em fé como atestado de testemunho de mandamento divino, vamos sentir n’alma, pois eis como Santo Antônio de Pádua,nxerga a cegueira da Alma, o
que observaremos a sequência de seu Sermão, como se vê:
“4.
Do ponto de vista moral, esse cego
significa o soberbo, cuja cegueira é
assim descrita pelo Profeta Abdias (1:4): “O mesmo se alcançssse teu voo como a
águia e colocasses teu ninho entre os astros, eu de lá te arrancaria, diz o
Senhor”. A águia, por ser uma ave que voa mais alto do que as outras, significa o soberbo, que, com as duas asas, da arrogância e da
vanglória, deseja ser visto mais alto que todos. Por isso se diz: “Se colocares
teu ninho entre os astros”, isto é, entre os Santos, que neste lugar tenebroso (cf. 2 Pedro 1:19)
refulgem como astros no firmamento,
sendo teu ninho tua via, “Dali eu te
precipitarei, diz o Senhor”. Pois o soberbo empenha-se em colocar o ninho da sua
vida na companhia dos santos. Lemos no livro no livro de Jó (39:13): “A pena do
avestruz”, isto é, do hipócrita, “é semelhante às penas da garça real e do
falcão”, isto é, do homem justo. E
notemos que o ninho contém em si três ideias: no interior tem um material
macio, seu exterior é construído de
material resistente e áspero, e é colocado em lugar inseguro, exposto ao vento. Assim a vida do soberbo tem no interior, tem
algo de suave, isto é, a deleitação carna, mas ele é circundado exteriormente
por espinhos e madeiras ásperas, isto é,
pela obras mortas e, também, está
exposto ao vento da vaidade, sendo colocado em
lugar inseguro, pois não sabe se será arrancado de seu meio pela tarde
ou pela manhã. E é isso que se acrescenta: “Dalí te precipitarei, diz o Senhor”.
Ou seja, arrastar-te-ei para as profundezas. Pelo que lemos no Apocalipse
(18:7): “Quanto se exaltou e viveu suas delícias, tanto lhe seja dado em
tormento”. (cf. Pádua, Santo Antônio de, SERMÃO DO DOMINGO DA SEPTUAGÉSIMA E
PENTECOSTES – Vol. 1, pp. 70-71, Editora Paulus, 1ª Edição – 2,021)
Não
dá para nos esquecer que às escolhas feitas cada dia são em regre, inseguras.
Pois
é certo, que por nossas escolhas colocamos nossa moradia, em lugar em que o
risco está exposto a todo tipo tempestade
da natureza.
Mas,
isso não acontecem com sensato – que reflete, pensa -,porque este agirá com prudência, diligência, e porá o
esmero do conhecimento, e não terá a conduta daquele que constrói seu ninho em
galho que será destruído pela tempestade, ou sinistro, como descreve São
Antônio de Pàdua.
Logo
isso está na sabedoria antiga: Cautela e caldo de galinho não faz à ninguém.
Pois maior bem fará àquele que busca o estado de santidade e obter pelo mérito
da graça à vida eterna.
2
– Cada passo que dermos no ciclo desta na existência deve produzir-se pela
consciência e conhecimento, que na
antiguidade nominavam de “Prãna (Sânscrito). Princípio vital; sopro da vida”,
evidente, que por este sopro divino, na origem, expedido pela Substância,
transfere ao homem de barro, à Potência, e é com esse procedimento que homem
criado ingressa em Prãna. Logo o que não é plausível e nem razoável e entrar em “Mãyã” – ilusão; o poder cósmico
que torna possível a existência fenomenal.Este é o estado com que agem os
corruptos, e os demais que desejam levar vantagem. Pois o mais presente no
nosso dia a dia, é o que possui “Olho grande”, e tudo o que enxerga, cobiça; e
quando não conduz consigo.
A
causa destres fatos, está no
engrandecimento da treva, porque seu reino é a ignorância, e realizar seu
objetivo: matar e chorar no velório.
Em
verdade, o que equaciona à maledicência estúpida, está em observar o princípio
de planejamento, prudência e coerência, e não realizar e nem desejar mais que,
efetivamente, pode suportar em peso, e
recursos financeiros. Isto se conhece, como princípio da sensatez.Pois é a
sensatez que está no Sermão de Santo Antônio.
3
– Certamente, está na sensatez em
cumprir a lei de Deus e seus Mandamentos, também, dar testemunho da palavra, e
como comportamento agir com lealdade e boa-fé – conceito da Patrístca, atestado
de verdade.
Pois
aquele que estiver na prudência e na sensatez
rejeitará o crime e pecado
mortal, e seus vícios, porque não violará a lei e nem usos e costumes, elegerá
com certeza, como crime hediondo a violência, crueldade, cobiça, estelionato
contra pessoa idosa de ambos os sexos, inveja, extorsão, lesões corporais,
enfim, todas ações já disciplinadas em
em lei.
4
– Diante de todo o exposto, é necessário que, cada qual tome consciência do
papel que possui na humanidade e sociedade, que o mau procedimento seja abolido
de fato e direito, porque a prudência e
sensatez são qualidades fundamentais;
Que
tenhamos esperança que amanhã tudo possa ser melhor, com mais paz, saúde, e bem
estar;
Que
cada dia supliquemos ao Pai, Filho e Espírito Santo que derrame a todos bençáos
e graças, contra as ciladas do espírito maligno,
os obsessores, os fofoqueiros e murmuradores, e nos dê saúde e prosperidade, e
nos livre dos perigos, como enfermidades e acidentes, também dos sinistros, sempre com a intercessão da
Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, que
assim seja!
Por
fim, nesteste momento, com apreço e
consideração, deixamos nosso cordial e fraterno abraço.
Criciúma
(SC), 25 de julho de 2.023.
Gilson
Gomes
Advogado
e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
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