CERTAMENTE, A GRAÇA DIVINA SÓ OBTÉM AQUELE QUE COMO ATO DE CRIAÇÃO E PREDICADO DO SER,  O SENHOR SUBSTÂNCIA EM SI MESMO – EU SOU -, POR GENEROSIDADE DÁ O SOPRO DE VIDA, E HOMEM VIVENTE, TRANSFORMA-SE NO QUE É, POR MEIO  DE PÔR NO HOMEM POTÊNCIA, QUE O FEZ : Ser – SUA IMMAGEM E SEMELHANÇA, EU SOU. PELA DESOBEDIÊNCIA PERDE E O HOMEM REJEITA NÃO MORRER, E CRIA A MORTE, PARA ABRIR OS OLHOS, E CONHECER O FRUTO DA ÁRVORE CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL.  LOGO, COM A PAIXÃO E MORTE, COM RESSURREIÇÃO JESUS HUMANO, VENCEU A MORTE, E PERDOA OS PECADOS, E RESTAURA A UNIDADE COM O PAI, ENTÃO,  SER DE RESSURREIÇÃO, VERDADE E VIDA,  DÁ-NOS GENEROSAMENTE: “A VERDADE QUE OS LIBERTARÁ” (São joão 8:32) A QUESTÃO É: SER SEMPRE!

1 – Não há dúvida em referência ao conhecimento de cada qual em cada ciclo existencial, exigido pela Lei da Natureza  Universal e difusa, imperiosa neceeidade, que cada um, ainda, consigo traz todo entulho histórico executado pelos ancestrais no  transcorrer de milênios, e milhões de anos luz, se considerarmos à existência de Psique, Anima, Alma e nephesh, que existe no universo na forma mais elevada da natureza Angelical, igual ao homem em alma, mas, não possui o corpo originado de barro. Eis aí a diferenciação, pois o mais elevado não está ligado e nem comprometido à carne, mas, o homem, por natureza, possui seu apego à matéria da carne, e não enxerga pela vaidade, o significado da potência como motor divino, expressão de Aristóteles, que considera à Divindade, e sua força de sua substância em si mesmo, derivou ao homem, pelo “sopro nas narinas” do boneco de barro, sendo deste fato,  que o boneco  de barro humano, recebe a potência de força  motora, nominada de Vida:

“7. O Senhor Deus formou, pois, o homem  do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um Sopro de Vida e o homem se tornou um ser vivente.”  (cf. Gêneses 2:7)

Certamente, a potência, antes da ação criadoura  existia apenas como alma uma, e duplicidade  ocorreu pelo desejo do macho, em não apreciar estar em paraiso sozinho, e então, o Senhor, percebeu que não era bom, então o deu à companhia da mulher (cf. Gêneses 2:18-21).

Com certeza, nessa hora, o homem e mulher, ainda  estavam em potência – o Ser -, alma em plenitude. No entanto, escolhem pecar pela desobediência, aconselhados pela serpente, diabo travestido, e crescem oos olhos, pela vaidade e cobiça, porque desejam estar iguais aos Elohim – inveja do nível das divindades -, então, comem  o fruto da árvore situado no meio do Jardim do ´Éden, de conhecimento do bem e do mal. E, com isso, os olhos ficaram  bem abertos (cf. Gêneses 3:3-7). O efeito pelo  resultado,   está  visto até à anunciação do nascimento do Filho de Deus à Maria (cf. São Lucas 1:28), e por fim, pela promessa do Pai, e paixão e morte do Filho de cruz, são  perdoados os pecados de origem, restaurado à unidade  filial com o Pai, e à vitória sobre a morte pela ressurreição (cf. São Marcos 16:1-8).

Logo  não é correto e lícito forjar hermenêutica – interpretação –  enunciada no quarto Evangelho  que leciona acertadamente:

“8. O vento sopra onde quer;  ouves0lhe o ruído,mas não sabes de onde vem, nem para onde vai.  Assim acontece com aquele que nasceu do Espírito.” (cf. São João 3:8)

O nascimento Espiritual é elevação do homem, que ao compreendê-lo sabe o lugar onde o espírito soprado no homem  pelo “sopro de Vida”, sai do atraso, e ingressa por meio do desenvolvimento e evolução, pela justiça e santidade, caminho de fé e obra e humildade, inicia   com premissa  e predicado do Ser, religado com o Deus Uno, o discernimento, assemelhado “com aquele que nasceu do Espírito” e, discernir o raciocínio, por meio da solução no silogismo constatato que o significado da expressão: “ Ouves-lhe o ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai”. Logo aí percebe-se o significado do desapego necessário para alcançar à  graça da gória de estar no reino de Deus ao livrar-se da matéria, amar o próximo, e está apto a seguir o Mestre, por ter tomado todos os dias sua cruz, e por escolha, segui-lo (cf. São Lucas 9:23; São Mateus 19:21). Por isso, à busca da verdade do que verdadeiramente é, pondera:

“O homem é, sem dúvida alguma, formado fisicamente pelo barro da Terra; mas ao seus criadores e construtores foram muitos. Tampouco se pode dizer que “o Senhor Deus insuflou em suas narinas o Sopro de Vida”, a menos que se identifique Deus com a “Vida Uma”, onipresente,  embora invisível;  e a menos que se atribua a “Deus” a mesma operação para cada “Alma Vivente” – sendo esta Alma Vital  (Nephesh, e não o Espírito Divino (Ruach), que só ao homem cofere o grau divino da imortalidade, não alcançável por animal, enquanto animal, neste ciclo de encarnação. A confusão so “Sopro da Vida” com o “Espírito” imortal deve-se a impropriedade das expressões usadas pelos Judeus ek ainda agora, pelos nossos metafísicos ocidentais incapazes de compreender e, conseqüentemente, de admitir que um homem Trino e Uno Espírito, Alma e Corpo. A mesma coisa se dá com os teólogos protestantes, que, ao traduzir  certo versículo do Quarto Evangelho, lhe desvirtuaram por completo seu significado. Diz a tradução errônea: “O vento sopra onde ele quer”, em vez de “O espírito vai aonde ele quer”, como está no original e também na tradução da Igreja grega oriental.” (Cf. Blavatsky. Helena P., A DOUTRINA SECRETA – Síntese da ciência, da religião e da filosofia, Volume I – COSMOGÊNESES -, pp. 261-262, Editora Pensamento-CULTRIX ltada, 1ª Edição 1.980, 23ª Reimpressão 2.017)

Salienta-se, que a tradução do Evangelho de São João 3:8, na tradução Católica da Biblia Ave Maria se encontra correta, na formal do original Grego, certamente, conforme tradução  procedida por São Jerônimo – Vulgata.

Evidente, que o poder de realizar à obra prima  de fazer o homem, causa e efeito, ação inequívoca da Substância, que por vontade e bondade, doa generosamente, potência ao homem, cujo efeito, deriva per se, o Ser que pensa, então, da em essência, Eu sou com suas predicações, por isto, faz-se necessária o conhecimento estabelecido em Metafísica  de Aristóteles, como se vê na reflexão a seguir:

“A substância é, por consequência, o Ser no sentido primeiro e fundamental. Para saber o que ela é exatamente, bastará estudar de mais perto a analogia  do Ser e como as significações diversar que se reconhece  a distinguem-se umas das outras.

Quando se esforça por enumerar as acepções do Ser, Aristóteles as classifica  sobre quatro aspectos. “O Ser se diz seja para significar o que convém acidentalmente a um objeto: O homem é músico, por exemplo;  seja para significar o que um objeto é em si: ele se divide, então, conforme as diferentes categorias. “O Ser” pode ser sinônimo de verdadeiro e, enfim, “Ser” se diz igualmente do que é em potência e do que é ato.

Vê-se, imediatamente, que o segundo destes quatro grupos e de longe o mais importante, já que “ser” está entendido no  sentido de “possuir tal Natureza”. “É também o único que nos interessa diretamente, pois a Substância alí figura em primeiro na lista das Categgorias.” Texto de Suzanne Mansion, e  (cf.                   Zingano, Marco Coordenador, SOBRE A METAFÍSICA DE ARISTÓTELES – Textos Selecionados -,  p. 77, Odysseus Editora Ltda – 2.005).

Então, observar com precisão e boa vontade, sem opinião infundada, o significado do Ser no processo de crescimento, desenvolvimento, e degrau último do estado evolutivo humano, está em estar em potência agraciado  em existência com substrato divino, e fundamental daquele que crê e ter sido batizado para nascer pela água e Espírito Santo, em unidade com o Verbo de Deus, habilitado e apto pela boa ação, vigilância e oração, por meio de meditação, está, sem dúvida, o que é – o Ser, e razoavelmente, “Eu sou”, Filho de Deus (cf. Êxodo 3:14).

2. É necessário vida espíritual, elevar-se pela meditação, vigilância incessante, e oração, e crescer em conhecimento como meio de abolir vícios, pecados e crimes, pela exata noção com humildade e equidade e, exercitar-se diariamente, no desapego, e saber o que realiza à carnalidade, com a perversão, e pelo aprendizado ter ciência em consciência que significa a criação, como se pode deduzir  a seguir:

“1. Sobre a Cegueira da Alma.

3. “Um cego estava assentado...” Deixando de lado todos os outros cegos que foram iluminados, queremos fazer menção  apenas três. Notemos o primeiro cego do Evangelho é um  cego de nascença, mas foi iluminado com lodo e saliva (cf. João 9:1-7). O segundo é Tobias, cegado com esterco das Andorinhas, mas curado com o fel do peixe (cf. Tobias  2:11; 11:13-15). O terceiro é o bispo de Laodicéia, a quem o Senhor diz no livro do Apocalipse (3:17-18): “Não sabes que és miserável e digno de lástima, pobre, cego e nu.  Sugiro que compres de mim ouro purificado no fogo e provado, para que te tornes rico e vistas roupas brancas para que não apareça a confusão de tua nudez. E unge teus olhos com colírio, para que vejas”.  Vejamos nós o que significa cada uma dessas coisas.  O cego de nascença significa, alegoricamente, o gênero humano,  cegado nos primeiros pais. Jesus ilumina esse cego, quando cuspiu na terra e aplicou  o lodo sobre seu olho. A saliva, porque desce da cabeça, significa a divindade, a terra significa a humanidade. A união da saliva com a terra é a  união da  é natureza  é a união da natureza divina com a humana, pela qual a geração humana  foi iluminada. “Essas duas coisas são indicadas pelas palavras do cego, sentado ao lado do caminho e gritando: “Tem piedade de mim”, expressão que visa à divindade, enquanto “Filho de Davi” visa à humanidade.” (cf. De Pádua, Santo Antônio,      SERMÕES: DE DOMINGO DA SEPTUAGÉSIMA A PENTECOSTES Volume 1. pp. 69-70, Editora Paulus, 1ª Edição – 2.021)

Logo, os passos de cada qual no encontro da graça Divina, pelo mérito de virtude, humildade, percebida e vista pelos olhos, prova e testemunho atestados pela firmeza de consciência ter querido e buscado desapego, sem egoísmo, e renunciado a si mesmo, e carregado sua cruz e seguido em frente, pelo bom exemplo, e visto o próximo como imagem  e semelhança de Deus, e por amor e sabedoria, dignamente, está apto para alcança pela senda o reino de Deus, e usufruir à glória dos céus,e justiça e santidade. Aquele que alcançar à santidade e perfeição é, Ser em plenitude, e pelo conhecimento da verdade, vive e é, librdade que liberta:

“32. E conhecerão a verdade, e  a verdade os libertará.”  (cf. São João 8:32).

Então, a verdade que  o liberta do  vício, do pecado, e da criminalidade, é sem dúvida, atestado de boa-fé. Está aí o que é à potência generosa passado à criatura, que por sua vontade e aplicação é ciência, inteligência, com discernimento ao dar prova evidente de pensar, então, é o Ser, que deriva de Eu sou o  que sou. (cf. Êxodo 3:14. Logo, eis o que é o Ser.

3 – Diante de todo o exposto, saibamos conscientemente à verdade incondicional e sempre está na categoria que sempre  predica, verdade insofismável que: “O DISCÍPULO que conhece e sabe,  faz o mestre aparecer - Hermes; e à criatura reproduz e assemelha-se ao criador”. Pois o crescimento, desenvolvimento, e evolução como ser em humanidade dá-nos condição de abolirmos o mau procedimento e comportamento apegado no ego, em dinheiro e poder, e riscar da cultura derivada do Colonialismo aplicado, efetivamente, no século XVIII, em benef´cio do bom direito, aplicar  com base na palavra  de que, se deve amar o próximo como a si mesmo, conhecer a si mesmo, e cumprir o direito de igualdade e não discriminação, e de vez com apoio querido do legislador, abolir de vez, o crime e o pecado de violência, crueldate, lesão corporal, estelionato contra a pessoa idosa masculina ou feminina, cobiça, assédio, inveja, e extorsão, e fazermos cumprir as leis existentes, em favor da criança, mulher e idoso com deficiência. È necessário o cumprimento da Lei, especialmente não violar o Direito Humano;

No caminho do bem, sempre manter vigilância incessante, oração e meditação, a fim de suplicar sempre, pela manhã, tarde, e noite, que nos livre da ação dos inimigos como bsessores, murmuradores, e fofoqueiros, especialmente nos livrar das ciladas do espírito maligno, e que nos livre e proteja contra os perigos como doenças, acidentes,  tempestades climáticas, enfim, garanta-nos dignidade e bem estar, com prosperidade e saúde, que o Pai, Filho e Espírito Santo, pela intercessão da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, a fim de que recebamos às graças e bênçãos do Deus Uno;

Desta forma, com apreço, e afeição, deixa-se a todos e à todas nosso mais fraterno e cordial abraço;

Que reflitam e meditem!

 

Criciúma (SC), 17 de junho de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

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