O AMOR UNIVERSAL SE REALIZA PELO AMOR
FRATERNO, PELA BOA EDUCAÇÃO, PELO MÉRITO
DA VIRTUDE, E A VERDADE QUE LIVRA (SÃO JOÃO 8:32).
1
– É evidente, que a cada passo que dermos na direção do bem estaremos
envolvidos cm a unidade das Sete eternidades, que inevitavelmente nos conduz à
força de Luz dos Senhores Regentes do Universo,
e por isso, pensemos o que nos diz à sabedoria dita por Krishna a Arjuna:
“O
Amor Universal.
12
- Verdade é que o saber espiritual é
melhor que o fazer material; porém, melhor que ambos é o amar integral – e isso
requer total desapego; quem a tudo renuncia por amor, este está perto da meta
final.
13
– Quem não quer mal a ser algum e, liberto de ódio e egoísmo, é benevolente
para todas as criaturas; quem permanece fiel a si mesmo, no prazer e no sofrimento,
sempre sereno e paciente;
14
– Quem tem fé em mim e vontade reta; quem controla o oração e mantém a mente
fixa em mim e, totalmente, com reverência e amor, consagra-se em mim – este me
é querido.
15
– Quem a ninguém ofende neste mundo, nem se sente ofendido por ninguém, mas paira
acima de gozo e dor, liberto de cólera e temor – este me é querido.
16
– Quem nada aceita nem nada rejeita em interesse pessoal; quem se desapega de
tudo que é perecível é só aspira ao imperecível – este me é querido.”
(cf.Krishna, BHAGAVAD GITA, Capítulo 12,
p. 113, Editora Martin Claret Ltda, 4ª Reimpressão – 2.015)
Logo
relacionado com o “amor universal”, e no primado da sabedoria antiga, de uma
obra escrita mais de seis séculos antes de nossa Era, isto é, antes
de Cristo, mas, Jesus em sua pregação pública reitera o mesmo predicado aos que
busca à iniciação e o discipulado ao
conhecido da Palavra explicitada em sua Boa Nova, quando leciona:
“1-2.
Naqueles dias, surgiu João Batista,
pregando no deserto da Judeia. Ele dizia: “Arrependam-se, pois o Reino
dos Céus está próximo.” (cf. São Mateus 3:1-2)
17.
Daí em diante Jesus começou a pregar: “Arrependam-se pois o Reino dos Céus está
próximo.” (cf. São Mateus 4:17)
32.
Não tenhas medo, pequeno rebanho, pois
foi do agrado do Pai dar o reino a vocês. (cf. São Lucas 12:32)
21.
“Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas
apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.” (cf. São Mateus
7:21)
Com
certeza, para estar apto à ingressar no
reino, e necessário possuir habilitação testemunho de fé, como atestado de desejo
e vontade, humildade, prudência, tolerância, coerência, e unidade entre mente e
coração, e agir de boa-fé e consciência da boa ação praticada em favor do
próximo como imagem e semelhança do Criador, ainda, sem descuidar do desapego,
porque o egoísta e hipócrita, pervertido e sádico, e ainda com olho gordo
demais, não possui êxito, porque cada qual há de estar justo, e sobreviver com
dignidade, respeito aos mandamentos, e a palavra viva anunciada pelo Senhor.
Não há, mas, porque a questão é, porque é, e ter cumprido o ciclo terrestre em
plena evolução, como evoluído está como Ser, e não como pesso – máscara. Logo o
raciocínio e sua premissa maior é a questão: “Ser ou não Ser.” Então, aprenda o
que está em Categorias de Aristóteles, que mostra que a predicação do Ser é:
Bonadade, verdade, pratica do bem em obras, coerência entre â palavra e à ação, por fim, como leciona o
Filosófo, que: “Feçocodade em plenitude há pelo exercício das virtudes”. E, a
condição para ingressar pela senda do reino em humildade, e a coerência
expressa na verdade. Eis aí o êxito dos bons e justos. Não é o ensinamento
Paulino que: “17. Porque nele se revela a justiça de Deus, que se obtém pela fé
e conduz a fé, como está escrito: O justo viverá pela fé (Hab 2:4).” (cf.
Romanos 1:17). Então, consciência, pelo que diz o Profeta:
“4.
Eis que sucumbe o que não tem a alm íntegra,
mas o justo vive por sua
fidelidade.” (cf. Habacuc 2:4).
Neste
caminho não há lugar a mediocridade, falácia, ignorância, nem comportamento
desleal, porque quem agir de mau procedimento
encontrará a porta que dá ao reino fechada, pela má educação obtida,
dormirá sono esplêndido no Hades – caos -,
precisamente, inferno, onde está cheio de boa intenção, como salienta Santo
Agostinho.
2
– Sabe-se está na educação a lógica da construção de sociedade desenvolvida,
própera, econômica e social. Pois é necessário
existir consciência do Logos – Verbo – Ratio -, certamente, é pela Razão,
originada pela percepção do mundo real, intuição que emana da mente – Alma,
Psique em Grego, Anima em Latim, e Vida em Hbraico, derivada do “sopro do
criador no boneco de barro, que se torna no ser vivente”, e partir daí passa
pelo crivo da consciência – grande juíza -, e ao transitar pela consciência
como axioma e premissa, transformar-se-á em Razão, quando se verifica tratar o pensamento e raciocínio racional e
dentro da razoabilidade, como se observa o caminho:
“3.
Todos os vínculos no pensamento dos juízos são: a) do predicado com o sujeito; c) do princípio
com a sua consequência; c) do
conhecimento dividido e todos os membros
da divisão entre si. Na primeira espécie
de juízos consideram-se só dois conceitos.
Na segunda, dois juízos. Na terceira, vários juízos em seus vínculos
recíprocos.” (cf. Kant, Immanuel, CRÍTICA DA RAZÃO PURA, p. 104, Editora Martin
Claret Ltda, primavera de 2.003)
Não
se duvida uw a educação está posta como necessidade para desenvolver,
e crescer em conhecimento da ciência e da espiritualidade, e formar criança
para se transformarem em governantes, e senhos aptos e habilitados a dirigir
cidades e suas instituições, como
leciona Platão, como leciona:
“534
a-e – Bastará pois –continuei - que,
como anteriormente, chamemos ciência à primeira divisão, entendimento à segunda, fé à terceira, e suposição
à quarta, e opinião às duas últimas, inteligência às duas primeiras, sendo a opinião relativa à mutabilidade, e a inteligência
à essência. E, assim como a essência
está para a mutabilidade, está a inteligência para a opinião, e como a inteligência está para a opinião,
está a ciência para a fé e o
entendimento para a suposição. Quanto à analogia das coisas em que se
fundam estas distinções e à divisão em
dois de cada uma delas, a da opinião e a
do inteligível deixemo-las ficar, Glauco, para não nos enchermos de discussões
muito mais intermináveis do que as que já tivemos.
-
Sou do mesmo parecer em tudo, até onde sou capaz de seguir.
-
Acaso chamas dialético aquele que aprende a essência de cada coisa? E aquele
que não possui, negarás que quanto menos for capaz de prestar contas dela a si
mesmo ou aos outros, tanto menos terá o entendimento dessa coisa?
--
Pois que outra afirmação poderá fazer?
--
Ora, não é também da mesma maneira relativamente ao bem? Quem não for capaz de definir com palavrs a
idéia do bem, separando-a de todas as outras, e, como se estivesse numa
batalha, exaurindo todas as e refutações, esforçando-se para dar provas, não através
do que parece, mas do que é, avançar
através de todas estas objeções
com um raciocínio infalível – não dirás que uma pessoa nestas condições
conhece o bem em si, nem qualquer outro bem,, mas, se acaso toma contato com
alguma imagem, é pela opinião, e não pela ciência que agarra nela, e que a sua
vida atual a passa a sonhar e a dormir,
pois, antes de despertar dela aqui, primeiro descerá ao Hades para lá cair num
sono completo?
-
Por Zeus, tudo isso eu sustentarei firmemente.
-
Mas, se um dia tiveres de fato de educar na prática crianças que educas e instruis em palavras,
não consentirás, segundo creio, que
sejam com simplies quantidades irracionais,
se têm de governar a cidade e de ser senhores das altas instituições.
-
Claro que não.
-
Estabelecerás então para eles a lei de que
devem sobretudo aplicar-se à educação peo qual se tornarão capazes de interrogar e de responder da maneira mais
sábia?
-
Achas então que a dialética se situa
para nós lá no alto, como se fosse a cúpula das ciências, e que estará
certo que não se coloque nenhuma outra
forma do saber acima dela, mas que representa o fastígio do saber?
-
“Acho que sim.” (cf. Platão, A REPÚBLICA – Livro VII, §534, pp. 231-232,
Editora Martin Claret Ltda, 18ª Reimpressão – 2.016)
Na
verdade, à educação dentro do Processo Civiizatório é meio para se alcançar pelo conhecimento o desenvolvimento
humano, e igualdade social, sem à cultura ruim de racismo como injúria racial,
discriminação, e as formas medíocres e egoístas de governabilidade, em que se
viola o estado de Direito democrático, pela opressão pelo pagamento de
remuneração indigna, à cobiça, inveja – doença do olho gordo -, ausência de
ética, e violação sistemática de usos e
costumes, elogia-se a má-fé, porque à infração está posta como bondade,
adulação e assédio tanto sexual, quanto moral, e o que mostra Platão, é essencialmente, que educar crianças e
capacitá-la para amanhã governar cidade – polis -, e estarem pela capacidade e
mérito como senhores das altas instituições, existentes. O pensamento de Paulo
Freire, está com consoante ao desejo de educação desejada, como se vislumbra:
“Em
verdade, não seria possível à educação problematizada, que rompe com os esquemas
verticais característicos da educação
bancária, realizar-se como prática da liberdade, sem superar as contradições
entre o educador e os educandos. Como também não lhe seria possível fazê-lo
fora do diálogo.
É
através deste que se opera a superação de que resulta um termos novo: não mais
educador do educando, não mais educando do educador, mas educador-educando com educando-educador.
“Desta
maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é o
educado em diálogo com o educando, que ao ser educado, também educa.” (cf.
Freire, Paulo, PEDAGOGIA DO OPRIMIDO, pp. 95-96, Editora Paz e & Terra, 62ª
Edição – 2.016).
3
– Logo não podemos deixar de superar pelo mérito da virtude, que predicado que
o Espírito Santo guarda e protege; elevar-se pelo conhecimento da verdade que
livra, como está posto:
“32.
Conhecereis a verdade e a verdade vos librará.” (cf. São João 8:32)
Descreia das aves de rapina, elas só sugam, e procuram
transformar todos em carniça;
Descreia
do inapto, e sem o devido conhecimento e sabedoria ideologiza saber distinguir o bem e o mal,
porque os ignorantes agem como Maniqueístas
de plantão;
Descreia
dos escribas dos agentes públicos, porque eles são os novos fariseus de
plantão, só para escrever à sentença atual de Pilatos;
Descreia
dos pervertidos, que admiram a
maledicência, inversão de valores, e tudo realizam em favor dos afilhdoados, já
que no serviço público, “Quem tiver padrinho não morrerá pagão”;
Pense
em abolir o mau procedimento, tanto o pecado, quanto crime de todas as matizes,
mas, abolir do comportamento a violência, crueldade, egoísmo, injúria racial,
cobiça, extorsão, e exploração, praticados contra criança, adolescente, mulher
eidoso com deficiência, como está garantido como vulner´veis no Parágrafo
único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei não 13.146, de 6 de julho de 2.015, e contra violência doméstica contra a mulher
nos termos da Lei Maria da Penha – Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2.006,
combinado com a Lei nº 14.550, de 19 de abril de 2.023.
5
– Diante de todo o exposto, que a educação seja plataforma e estratégia para
investimento humano, econômico e social, em postulantes ao cargo de Gestor Municipal,
no próximo pleito em 2.024;
Trabalhemos
incessantemente na vigilância para abolir o vício do pecado, como peculato,
extorsão, e a corrupção, e favorecimento de seus afilhados;
Vamos
manter nossa fidelidade ao bem geral e comum, e apoiar aqueles que estiverem no
caminho da bondade, e comprometidos com à maioria da população que sobrevive em
constantante opressão;
Que
todos os dias supliquemos ao Sennhor Deus – Uno, que nos dê a graça da proteção
contra os inimigos, e ciladas do demônio e do diabo, saúde, prosperidade,
tam´bém nos livre dos murmuradores, fofoqueiros, e pervertidos, e também, de
todos os perigos, sempre com interseção da Bem-aventurada Virgem Maria, mãe de
Deus e nossa;
Por
fim, com apreço e afeição, deixa-se a todos e à todas nosso cordial abraço.
Criciúma
(SC), 4 de junho de 2.023.
Gilson
Gomes
Advogado
e Filosofia.
OAB
nº SC 003978.
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