O SER É CONQUISTA  DAQUELE QUE ESTÁ EM GLÓRIA DE JUSTIÇA E SANTIDADE, É AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO. RESUMO: VÊ-SE COMO JUSTO, E BUSCAR A JUSTIÇA. NÃO TRATAR IGUAL COMO DESIGUAL, E NEM DISCRIMINAR, E PIOR, OPRIIMIR COMO TIRANO.

È salutar observar neste dia visita do Presidente ao Santo Padre o Papa Francisco. É  salutar por se tratar de aliado  bom aos interesses da América Latina, especialmente, o Brasil.

1 – Preliminarmente, é dever e lição existe pela fusão pela Substância Energia Divina, que está no Unverso, pois pelo “Sopro da Vida” nos dá “Potência”, aptos para viver e sobreviver no palco feito para que possa crescer, desenvolver, e pela senda alcançar pela graça,  por mérito  da virtude individual  seu caminho e subri  os degraus da escada que o conduz ao reino, e conseguir pela graça merecida posto de glória em justiça e santidade, eternamente. Pois  pela humidade, e coração aberto diz o desejado e querido ao Senhor:

“1. Inclinai, Senhor, vossos ouvidos e atendei-me,  porque sou pobre e miserável.

2. Protegei minha Alma, pois vos sou fiel; salvai o servidor que em vós confia. Vós doid meu Deus;

3. Tende compaixão de mim, Senhor,  pois s vós eu clamo sem cessar.” (cf. Salmo 85 e 86)

Evidente, que postar-se com humildade e  acolher atitudes necessárias para  conquistar respeito da graça, e dignidade de Ser, torna-se imperativo conhecimento do significado do Ser em Substância, e da alma injetada no corpo, como veículo, cuja Potência fá-lo Ser, em unidade com à Substância, com efeito, resultar Eu superior, que tecnicamente é Ser – Eu sou (cf. Êxodo 3:14). Então, como elucidação enunciação filosófica da questão do Ser, vamos conhecer o significado de Substância, a seguir:

“O ponto  certo aonde porta nossa investigação é uma definição geral da Substância. Não se procura,  portanto, saber quais coisas, são para Aristóteles, substância. Não nos preocupamos em saber como ele aplicou sua definição e se  sempre o fez de maneira justa. Não nos perguntamos tampouco de onde vem, por assim dizer, a “Substancialidade” da substâbcua: se, nos compostos de matéria e  de forma, é o composto que merece o nome de “Oíaía”, ou se a matéria é também uma Oíaía, ou ainda se este nome convém, por excelência, a forma.

Nossa pesquisa se mantém a quem destas questões. Se é forçada a tocá-las, isto será em passant  e para satisfazer  às exigências do problema mais primitivo que nos colocamos: Como Aristóteles define a Substância?

A atribuição a   uma palavra  de um sentido      tecnicamente filosófico indica um progresso no pensameento e  marca a solução de alguma dificuldade encontrada pelo espírito, como se observou mais acima. Esta consideração encontra sua aplicação aqui, pois é a antinomia do Um e do Múltiplo que Aristóteles quis resolver graças à  noção de Substância.

O mestre do Liceu é o primeiro ter descoberto que  “o ser é tomado em várias acepções” e ee espera, graças a esse princípio, poder conciliar Heráclito com Parmênides. Deixamos a ele a palavra para explicar como entende esta multiplicidade de sentidos do ser. “O ser se diz de várias maneiras”, escreve na Metafísica, “mas é com relação a um único termo, a uma  única natureza e não de maneira equívoca”. Assim como o termo Grego, “sadio”, que se aplica a objeto bem diverso, conota sempre, no entanto, uma relação com saúde e marca  ora o que conserva a saúde, ora o que a produz, o que é sinal dela ou o        que pode possuí-la, assim  também os  múltiplos sentido da palavra ov   unificando-se por uma relação a um sentido  a um sentido fundamental deste termo. E este princípio de unificação, esta natureza única à qual se reportam todos os modos do ser não é outra coisa senão a substância.

“Tais coisas são ditas seres”, prossegue nosso autor, “porque são Substânais, tais outras, porque são afecções da substância, tais outras, porque são um encaminhamento em direção à substância... ou ainda porque são causas eficientes ou generatrizes, seja de uma substância, seja daquilo que é nominado com relação a uma Substância” etc. A Substância é,  por consequência, o Ser  no sentido primeiro e fundamental. Para saber o que ela é exatamente, bastará estudar de mais perto e como as significações diversas que  se reconhece  a distinguem-se umas das outras.

E segue:

A substância, diz ele, é o que não se diz de outro sujeito, msd so wusl dr referem todos os predicados. É o sujeito último, capaz de receber atributos, mas que não pode se afirmar nada do outro. Esta definição se encontra não somente em vários lugares da Metafísica, mas igualmentes nos Segundos Analíticos e na física. É a definição comum de substância. Em face disso, tudo o que não preenhe essa definição, tudo que se  atribui a  um  outro sujeito é um acidente, poid é assim que se define (Ser). As “outras Categorias: qualidade, quantidade, relação, ação, paixão etc., merecem, portanto, o nee de acidentes.” Autora do Capítulo é Suzanne Mansion (cf.  Zingano, Marco Organizador,  SOBRE A METAFÍSICA DE ARISTÓTELES,  pp.  76-77-78, Editora Odysseus Ltda, 1ª Edição 2.005).  

No texto enuncia, que substância é sujeito. Pois bem. Em questão de humanidade ensina o Autor    Luiz Feracine, em Deus, que à transferência  pelo soporo, que o Criador  em ainda boneco de barro, dando-lhe vida por meio de potência (força), mas, que se verifica ao dar=lhe potência, por efeito, alma, em transformado em Ser, como imagem e semelhança do autor da obra, então, sem dívida, à filosofia aocolhe o enunciado de que cada ser humano, se pratica os mandamentos e leis da natureza,  tiver fé e obras boas, vigiar e orar, agir com fraterndidade, e no primado da lei universar de: “Amar o próximo como a si mesmo” com o dom de sabedoria. Logo estes eleitos e humildes de seres humanos estarão aos olhos do Pai eterno, e do Filho estão vigorosamente e em justiça santidade, revestidos do novo homem em Jesus Cristo, evidente, que estão em estado de corpo e alma, efetivamente, Substância e potência. Razoavelmente, no descrever de Aristóteles, sábio, que nos diz: O ser em plenitude, evidenciado naquele que se encontrar no ciclo de terreno habilitado e apto à obter esta graça pelo mérito de virtudes, comportamento de boa fé, digna, em justiça e santidade, concretiza-se a unidade com o Pai pela ressurreição. Logo teremos e veremos um humano se encontrar em alto nível de civilização divina e terrena, pelo fato de receber veneração, e cabendo-lhe o cognome univer se Ser, tanto eu sou aquele que sou (Êxodo  3:14), quando “Se penso, então, em sou!”, dito nobre de Descartes. Está aí o novo homem descrito por São Paulo, em essênia, substância e potência. Pois é condição que enobrece à humanidade, e canonicamente, dentro do direito, possuiremos também uma igreja   como estimuladora dos predicados, e realizada pela força do Ser.

Logo, concretamente, dentro do primado da Filosofia, também dentro da Doutrina da Igreka. Especialmente, às lecionadas pela Patrística, Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino, e Sermões de Santo Antônio de Pádua e às obras de Santa Teresa D’Ávila ou de Jesus e em suas cartas de Santa Catarina de Sena, e o exemplo de desapego de Santa Clara, àquele que se converter e  for batizado pela água e o Espírito Santo (São Marcos 16:16), e tiver conhecimento, fé, boa obra, prudência, tolerância, vigilância e oração, refletir e meditar, e sem agir com  fraternidade, e em relação ao próximo o tratar com respeito, e amá-los com sabedoria. Logo aí a obra está acabada, e o Senhor Deus, repousa, porque possui mais um Ser em seu reino, porque fé, boa obra, justiça e santidade são predicados do Ser. Eis na prática o significado de  estar sempre como Eu sou!

Logo o Ser é isto, nada mais pode ser acrescentado, porque  seu enunciado fora descrito por Ristóteles, que viveram no tempo dos trinta e seis tiranos, cujo texto está comentado por Santo Tomás de Aquino, Doutor Angélico.

Caminhemos pelo Ser, é razoável para todo aquele que estiver no bem, O ser é senda da santidade.

Creia, que não se deve aventurar em caminhos áridos e íngremes, porque: - Não   se enganem,  pois do Deus substância não se zomba.  O que o homem semear em suas terras ou arrendada, também, em sua  existência neste ciclo terrestre. Isso mesmo, colherá na idade madura ou  em estar como idoso. (cf, Gálatas 6:7)

No estado de Ser conquistado,  se deve saber e compreender a necessidade da predicação, como estabelece o Estagirita ao salientar que:

“Predicados ou atributos,  coisas ou expressões, a palavra Categoria parece cobrir, de forma razoável, os termos elencados no Capítulo IX  (IB25) do tratado das Categorias:

- Substância, quantidade, relação, qualidade, quando, onde. Estar em uma posição, ter, fazer e sofrer.

Pelo menos os nove últimos funcionam como predicados da Substância. Além disso, como haverá dois tipos de Substância, a primeira e s segunda (2 a 10-15), esta será predicado daquela. Resta, pois, a Substância primeira -  o momento determinante da proposição, onde se articulam o sujeito e predicado – como um elemento que jamais é predicado,  do que como deflui o termo Categoria, quando traduzido como predicado, não parece descrever o fulcro da proposição, a saber,  o sujeito a que se dirige a predicação.” (cf, Aristóteles, CATEGORIAS, pp. 17-18, Editora Martin Claret Ltda., 3ª Reimpressão -2.015).

Logo como se deduz, à qualificação do ser como aptidão e habilitação não deve se pôr como insensato, medíocre, ignorante e injusto, porque o Ser  está como sujeito e produto mais nobre dentro do Sistema Solar, simplemente, porque o Ser humilde, digno, justo, e em sua prática eleger à razoabilidade, e o cumprimento dos mandamentos e leis universais, que são apena   cinco, mas, em sobriedade e lucidez,  executará à lei do sacrifício, e do ajuste, com certeza, dará testemunho da palavra viva, como ensina São Paulo, ao dizer:

“26. Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o Sol sobre o vosso ressentimento. 27.Não deis lugar ao demônio.” (cf. Efésio 4:26-27)

Então, o Ser é de qualidade, unidade com o Pai e Filho, pela energia da potência, por isto, aquele que pensa, e está na graça do mérito, e  realiza boa obra, e dá testemunho da palavra, então, Eu sou (fundamento em Descartes).

3 – Diante de todo o exposto, que tenhamos consciência de que o caminho dos céus, conquistado pelos aptos em palavras e obras, pelo exercício da palavra em boa ação, pois o crime e o pecado que sejam abolidos, e não vejamos nos lares, nas ruas, à pratica de violência, crueldade, e humilhação, inveja, extorsão, apropriação indevida, contra criança, adolescente, à mulher e a pessoa com deficiência, e observa sempre as Leis, que garantem dignidade a todos os vulneráveis, como se vê em Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, combinado com o Art. 102, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003,   e da Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, e da Lei Maria da Penha – Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2.006, combinado com a Lei nº 14.550, de 19 abril de 2.023, e  §4º, do Art; 171, do Código  Penal Braisileira;

Que se exerce a humildade, para reconhecer a força da vigilância e da oração;

Ainda, que supliquem ao Pai, Filho e Espírito Santo à graça da abolição, da fofoca, falácia, e ciladas do espirito maligno. E porteja  cada qual dos perigos, como enfermidades, e risco fortuito e de força maior, sempre com a intercessão da Mãe, que esteja sempre do lado de cada sofredor e vítima da maledicência temporal e humana;

Nesta hora, com apreço, e afeição aos caminhantes, e deixa-se a todos e a todas, nosso cordial abraço.

Criciúma (SC), 21 de junho de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

 

 

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