TODA BOA AÇAO HÁ EXISTIR FUNDAMENTO E BASE SÓLIDA, É POR ISTO, QUE O CONHECIMENTO É PATRIMÔNIO E BASE DE CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO, TANTO PESSOAL, QUANTO ESPIRITUA, E O PREDICADO DO SER SE EXERCITA COM BOA VONTADE COM DESEJO DE BUSCÁ-LO GOTA A GOTA. EIS AÍ A EVOLUÇÃO.

“Se se proceder a uma análise cuidadosa  das alegorias  do pensamento antigo seriamente antropomórficas das religiões populares, poder-se-á nelas perceber ainda a noção do Circulo “Não Passarás”, guardado pelos Lipika (os registradores dos atos e lições a fazer no livro da vida, ou eternidade). Encontrar-se-á até  nos ensinamentos da seita  vedantina Visishthadvaíta,  a mais antropomórfica de toda Índia. Ver-se-á aí que a alma libertada, depois de ter alcançado o  Moksha, estado de bem-aventurança que significa “libertação de Bandha” ou da escravidão,  desfruta a felicidade em uma região denominada Paramapada, que não é material, mas está constituída por  Suddasliattav, a essência do que é formado o corpo de  Ishvara, os “Senhor”. Alí,  os Mukmas ou Jivâtmâs (Mônadas) que alcançaram  o Moksha não mais estarão submetidos às contingências da matéria nem do Carma. “Se, porém, o desejarem, com o objetivo de fazer bem ao mundo, poderão encarnar-se na Terra.” O caminho que conduz a Paramapada, ou aos Mundos imateriais, chama-se Devayâna. Quando o homem alcançou o MOksha, e seu corpo morreu.” (cf. Blavatsky, Helena P. A DOUTRINA SECRETA -  Síntese da ciência, da religião  e da filosofia – Volume I, COSMOGÊNESE,  p. 179, Editora Pensamento-Cultrix Ltda, 1ª Edição 1.980, 23ª Reimpressão 2.017).

Significado do étimo:

Moksha (Sânscrito). “Libertação”. O mesmo que Nirvana; um estado pós-morte de descanso e bem-aventurança da “Alma Peregrina”.

Este estado acima,  é o mesmo apontado por São Paulo ao dizer que: “Revesti-vos do novo homem em Jesus Cristo, à imagem e semelhança do Criador, e para a fruição em Justiça e santidade.” (cf. Efésios 4:23-24).

1 Está evidente o segredo da  senda do reino (nirvana), às condições e quesitos necessários a ser cumpridos pelo batizado em água e no Espírito Santo, e crer no na Boa Nova anunciada pelo Senhor, praticar com sobriedade em unidade, e à sintonia de Mente e Coração, já Libertado por meio de Moksha -, sem parecer os riscos de retribuição da “alma peregrina”, pelos ciclos existenciais neste Planeta Terra – Palco  de crescimento, desenvolvimento e evolução, e ainda, realizar as lições escritas no Livro da  Vida desde à origem, pelos registradores, na antiguidade conhecidos como  Lipika. Pois não há como librar-se do caminho posto para cada qual na sua missão tênue de realizar o bem e cumprir os mandamentos, porque se crê e for batizado será salvo (cf. São Marcos 16:16), e para isso é necessário  agir com boa-fé como comportamento, como manda nossa Lei Processual, e com amor fraterno distribuir bondade, como ensina o Mestre – Verbo  de Deus, ao lecionar:

“15. “O tempo é chegado”, dizia ele, . “O reino de Deus  está próximo. “Arrependam-se e creiam nas boas novas.” (cf. São Marcos 1:15)

33. Busquem, pois, em primeiro lugar  o Reino de Deus e a sua Justiça, e todas essas coisas  serão acrescentadas a vocês.” (cf. São Mateus 6:33)

3-6. Em resposta Jesus declarou: “Digo a verdade: Ninguém pode ver o  Reino de Deus, se não nascer de novo,” Perguntou Nicodemos: “Como alguém pode nascer,  sendo

 

 
Velho? É claro que não pode entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e renascer.” Respondeu Jesus: “Digo a verdade:  Ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito Santo. O que nascer da carne é carne, msd o que nascer do Espírito é espírito.” (cf. São João 3:3-6)

59-62. A outro disse: “Siga-me”. Mas o homem responneu:  “Senhor, deixa-me ir  primeiro sepultar meu pai”.  Jesus lhe deisse: “Deixe que os mortos sepultem seus próprios mortos; você, porém, vá e proclame o Reino de Deus.” Ainda outro disse: “Vou seguir-te, Senhor, mas deixa-me primeiro voltar e despedir-me  da minha família.” Jesus respondeu:  “Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus.” (cf. São Lucas 9:59-62).

17. Pois o Reino de Deus não é comida nem bevida,  mas justça, paz e alegria no Espírito Santo.” (cf. Romanos 14:17).

2. Logo à senda só  conquista aquele que estiver em estado de graça, e possuir crédito no entesourado no reino de Deus, como disse ao Jovém Rico  (Mateus 19:21), e  disse claramente:

“23. Em seguida dirigiu-se a todos: Se aguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo,  tome cada dia a sua cruz e siga-me.

24. “Porque, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem sacrificar a sua vida por amor de mim, salvá-la-á.” (cf. São Lucas 9:23-34).

Eis, pois, a questão fundamental da existência de cada qual, porque a hipocrisia, o cinismo,  cobiça,  exploração do homem pelo home,, demagogia, e violar direito humano de cada semelhante, não está apto à obter o Reino de Deus. Logo  está posto na sabedoria antiga dessa forma:

“Assim, a Luz manifestada por meio  sw Ishavara, o Logos, representa ao mesmo tempo a Mãe e a Filha do Logos, ou o Verbo de Parabrahmam, ao passo que, nos ensinamentos trans-himalaicos (e na hierarquia de sua teogonia alegórica e metafísica), é a “Mãe” ou a Matéria abstrata e ideal, Mûlaprakriti, a Raiz da Natureza;  do ponto de vista metafísico, uma correlação de  Ãdi-Bûtha, manifestada no Logos, Avalokiteshvara; e no sentido puramente oculto e cósmico, Fohat, o “Filho do Filho”, a energia andrógena que provém daquela  “Luz do Logos” e que se mmanifesta no plano do Universo objetivo como a Eletricidade, tanto latente como revelada, que a Vida.

Diz T. Subba Row: “A evolução principia pela energia intelectual do Logos... e não simplesmente pelas potencialidades em Mûlaprakriti. Essa Luz do Logos é o liame...entre matéria objetiva e o Pensamento subjetivo de Ishvara (ou Logos). É chamada Fohat em

vários livros Budista. É  o  instrumento por meio do qual  o Logos opera.” (em obra citada A DOUTRINA SECRETA – volume I, p. 183)

Significado do étimo dito no presente texto:

Mûlaprakriti (Sânscrito). A Raiz Parabrahmica; o princípio  deifíco, feminino e abstrato – a substância     indiferenciada. Akãsa. (Literalmente “a raiz da Natureza” Prakriti) ou matéria.

Logos (Grego). A deidade manifestada em todos os povos e nações;  a expressão externa, ou efeito de uma causa  que permanece sempre oculta.. Assim a palavra é o Logos do pensamento; por conseguinte, é adequadamente traduzida por “Verbo” e “Palavra” no sentido metafísico.

Ishva (Sânscrito – Mestre espiritua. (ver Ichva).

Ishvara (Sânscrito) – O “Senhor” ou o Deus pessoal, o Espírito Divino no homem.  Literalmente, soberana (independente) existência. Título dado a Shiva e outros deuses da Índia (Brahmâ e Vishmu. Shiva é também chamado de Ishvaradeva  ou deva soberano. Ishvara é o princípio Divino em sua natureza ou em condição ativa; um dos quatro estados de Brahmâ. “O Senhor (Ízvara) é um Espírito (Purucha) particular a quem nõa afetam a dor, as obras, o fruto delas nema as impressões.  N’Ele  é infinita aquela onisciência  que nos demais Seres existe apenas em germe. É o Instrutor até dos instrutores  primitivos, pois não é limitado pelo tempo. Sua representação (ou presentação( é pelavra glorificação Om.” (Aforismo de  Patañjali, 1,24-27). (cf.  Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO,                            p, 253, Editora GROUND, 6ª Edição 2.012, e o GLOSSÁRIO TEOSÓFICO original editada em Português pelo CLUC – Centro Lusitano de UUnificação Cultural – Lisboa -, e distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF 2.022 e 2.023)

Então, não há dívida da ocorrência do Verbo Divino,  gerado pela Mãe, que o fez o Filho de Homem, para o “Eu sou” (Êxodo 3:14) habitar entre nós (São João 1:14), e nos retirar dos grilhões do pecado perdão, redimir e restabelecer unidade como Pai e pela conquista da primícias pela ressurreição, fez-nos vencer à morte criada por Adão, e Eva, por aberto os olhos em demasia – olho gordo em excesso -, mas o Filho – Verbo e Luz Divina – dá-nos de não mais morrer, vida eterna (1Coríntios 15:20-22)

3. No entanto, verifique o mundo real como é, e o que é o “Dever-ser” em condição ao praticante está no caminho do Senhor. À virtude como meio só se justifica pela ação coerente entre teoria e prática, sem entulho de hipocrisia e cinismo, então, se vangloriar pela aparência, e manter seus afilhados pelo ranço da perversão, sem predicar pela boa-fé o comportamento leal, e constantemente na transgressão de usos e costumes, alicia e assedia, com a prática irresponsável de crimes de violência, crueldade, cobiça, inveja, egoísmo, só para obter poder e dinheiro, e violam o direito como  como se não existisse base legal, pois ontem a PF cumpriu alguns mandados de prisão em alguns  Município do Brasil,  contra os  Gestores Públicos pelo peculato, em se apropriar de recursos em dinheiro do FUNDEB, estabelecidos na  Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2.020, deve-se também ser levado em consideração às infrações cometidas conta criança, adolescente, à mulher e o idoso com deficiência, conceituados como vulneráveis nos termos do Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015.

4. Diante de todo o exposto,  aprendamos a lição sábia que vem do Senhor Deus, “Tanto mais se aproxima o homem de Deus, quanto mais longe se afasta  de toda consolação terrena. Tanto mais alto se eleva, também, para Deus, quanto mais profundamente se abaixa em si mesmo e se tem por mais vil. Quem, porém, se atribui algo de bom, impede que a graça de Deus venha a si, porque a graça do Espírito Santo procura  sempre um coração humilde (cf. 1 Pedro 5:5).” (cf. De Kempis, Tomás, IMITAÇÃO DE CRISTO, pp. 327-328,  Editora Paulus, 1ª Edição 2.019, 1ª Reimpressão 2.021);

Que tenhamos consciência de que o bom caráter e justo se alimenta pela fé (Romanos 1:17), pelo bom exemplo, em obra e fé, que jamais deixará de oferecer sua diligência e digna caridade, com base no testemunho da palavra, e em mandamentos divinos, sem deixar de cumprir a lei, sempre na deve dos fragilizados, e olhar à criança, adolescente, à mulher e a pessoa idosa com deficiência como seu próximo, com direito ao amor expresso no Sermão da Montanha (cf. São Mateus 5:2-15);

E, jamais deixar de suplicar ao Senhor Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, a fim de que nos dê a graça da proteção contra os inimigos e ciladas do diabo e do demônio, e que nos proteja de todos os perigos cuposos e dolosos, acidentais e fortuitos, e sempre contemos com a  interção da Bem-aventurada sempre Virgem Maria Mãe de Deus e nossa, e comm a vigilância de São Miguel Arcanjo;

E pelo bem comum e geral, deixa-se nosso cordial abraço a todos e à todas.

Cricúma (SC), 2 de junho  de 2.023.

 

Gilson Gomes

Advogado e Felosofia.

OAB nª SC 003978.

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