NÃO SE PODE DESCUIDAR, SEMPRE AGIR COM CAUTELA, SOBRIEDADE, PLENA CONSCIÊNCIA DE QUE À LEI UNIVERSAL E MANDAMENTOS DIVINOS, NÃO SE PODE VACILAR, POQUE O ESTIVER SEMEADO, ISSO MESMO, COLHERA (GÁLATAS 6:7).

 

1 – Acredite na Luz Primordial, potência e essência bortada do Alto – Ser – do: “Eu sou aquele que sou. E ajuntou” (cf. Êxodo 3:14), mas Jesus concolida em sua pregação o reto conceito filosófico ao ensinar:

“12. Falou-lhes outra vez Jesus: Eu sou a luz do mundo;  aquele que me segue não andará em trevas,  mas a luz da via. (cf. São João 8:12).

Despois da tentação imposta por satã, em que sentencia: “Não são de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da bova de Deus (Dt 8:3), pois o leva a iniciar o ciclo da Luz, como se enxerga a seguir:

“15. A terra de  Aabulon e de Naftali, região vizinha ao mar a terra além do Jordão, a Galiléia dos  gentios,

16  este povo, que jazia nas trevas,  viu resplandecer uma grande luz; e surgiu uma aurora para os que jaziam na região sombria da morte (Is 9:1).

17. Desde então, Jesus começou a pregar: Fazei penitência, poid o Reino dos Céis está próximo

18. Caminhando ao longo do mar da Galilélia, viu dois irmãos: Simão (chamado Pedro) e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores.

19. E disse-lhes:  Vinde após mim e vos farei pescadores de homens.” (cf. São Mateus 4:4-15-19).

Evidente, que o Caminho de Luz à trilhar por cada qual, como cumprimento do dever  necessário e lição obetiva à ser cumprida, está imperiosa observar os quesitos exigodos ao homem de bem, como diz Krishna:

“2 – Não violência, veracidade renúncia, espírito de perdão, serenidade, liberdade, compaixão, paciência, modéstia, constância;

3 – Alegria espiritual, mansidão, suvavidade, castidade, fortaleza, compreensão, humildade e paz de  espírito – são essas as qualidades que  caracterizam  o homem  que aspira a um nascimento divino;

4 – Ostentação, arrogância, vencimento, ira, brutalidade, pseudoconhecimento, vaidade e hipocrisia - são estes os sinais dos que falham o nascimento divino e que seguem o destino dos Asuras. Citação de rodapé: !. Asuras (o oposto de Suras) são todos os seres não divinos, isto é, os que são destituídos de consciência e livre-arbítrio. “Os Asuras do mundo infra-humano não são culpados por não possuir esses atributos; mas o homem dotado de consciência e livre-arbírio, quando porta como um Asura, é culpado.”  (cf. Krishna, BHAGAVAD GITA, Capítulo 16 – O Destino dos Insensatos -, p. 137, Editora Martin Claret Ltda, 3ª Edição – 4ª Reimpressão – 2.015).

Logo está digna e salutar à lição  vinda da antiguidade, já que Bhagavad Gita, é obra escrita no século IV a. C, tendo sio traduzida para a Lígua Portuguesa, pelo nosso conterrâneo, do Sul do Estado, Huberto Rohden, cuja  tradução deve ter sido feita antes de 1.981.

No entanto, é sabedoria antiga, que recebemos que nos põe em sintonia com a adequação de conhecimento adquirido aos buscadores da evolução e desenvolvimento antes de Cristo.

O caminho está posto, é só não violarmos regras universais da humanidade, que teremos luz no caminho, com dom e graça de Deus.

Em razão de vinda de Jesus, como Filho Único do Pai, Verbo divino  que se fecarne para habitar entre nos (cf. São João 1:14), certamente, é Luz Primordial à humanidade, e por isso, eis o conceito:

“Luz Primordial. No Ocultismo, a luz que nasce na, e através da, escuridão primordial do caos, que contém “o todo em tudo”, os sete raios que se tornam, mais princípios na natureza” (cf. Blavatsky, Helna, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO, p. 220, Editora Centro Lusitano de Unificação Cultural – CLUC – Kusbia – Portugal, distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF -, 2.022 e 2.023).

Não se pode esquecer que o caminho de bondade, e amor ao próximo, com a graça da luz divina, se valida e consolida pelo bom exemplo, e  na plenitude do exercício da Fraternidade Humana, meio razoável do exercício do bem geral e comum. É princípio utilizado entre os Gregos, antes da Mitologia, e da Filosofia, mas, com o robusto nascimento do estudo da teosofia, rigor conceitual do amigo do divino = Theo + Sophia. Estudo nobre, digno e sacro.

A regra mágna é, à existência digna necessária está, indubitavelmente, focada  no predicado imposto ao Ser, que se alicerça em “desapegar-se, renegando-se a si mesmo, ao advertir:

“23. Em seguida, dirigiu-se a todos:  Se alguém quer vivr após mim, renegue-se a si mesmo,  tome cada dia sua cruz e siga-me.” (cf. São Lucas 9:23).

Logo, à razoabilidade está em abolir o apego caracterizado como “egoísmo”, de per se, o apego à matéria, e bens materiais dela derivados. Eis aí questão da libertação por meio de palavras e obras, e pela ação e omissão.  Veja o significado da prevaricação, já que: “prevaricar dá status, e posição social, é uso e costume, prevaricar, porque o que se deseja é levar vantagem em tudo.”

2 -  Hoje, o bom exemplo está em “plantar em terra fértil, e de sua propriedade, e realizar à colheita,” cuja lição preceitua São Paulo, quando leciona:

“7. Não vos enganeis:  de Deus não se zombra.  O que o homem semeia, isso mesmo colherá”. (cf. Gáltas 6:7).

Igualmente, é razoável observar o ensinamento extraído em Êxodo 20:1-17, que estabelece os mandamentos que cada qual deve observar: 12. Honnra teu pai e tua mãe, psts que vivas longos anos na terra que o Senhor teu Deus te dará. 13. Não matarás.  14. Não cometerás adultério.  15. Não furtarás. 16. Não levantarás falso testemunho contra o teuu próximo.  17. Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cibiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu escravo, nem a sua escrava, nem o seu boi, nem o seu jumento,  nem coisa alguma que lhe pertença”. (cf. Êxodo 20:1-17).

Evidente, não há dúvida, que, que: “Felizes os que observam a palavra do Senhor, de reto coração, e que produzem muitos frutos, até o fim perseveram!” (cf. São Lucas 8:15).

Com certeza, pois naquele momento da história da humanidade, disse Jesus a seus discípulos: “18. Ouvi a parábola do semeador. 19. Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Malígno e rouba o que foi semado em seu coração. Este é o que foi semado à beira do caminho.

20. A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; 21  mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo.

22. A palavra que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra,  e ele não dá fruto.

23. A semente que caiu em boa terra é aquele que ouve a palavra e a compreende.  Este produz fruto.  “Um dá cem outro sessenta e outro trinta”.(cf. São Mateus 13:18-23). Salienta-se que o Evangelho da Parábola do Semeador, e parte da Liturgia desde dia 28/07.

Por isto, se deduz que  o plantio realizado com empenho, aptidão, e habiltação dá possibilidade de receber  por meio do juízo de valor auferido em colheita digna, pois eis aí a verdade que, aquele que não contribui pelo trabalho prestado, não obtém direito em perceber proventos de inatividade, reforma ou aposentação, pelo tempo de contribuição, exceto  àquele que que tenha sido acometido de enfermidade, e torne inapto ao exercício da atividade laboraral, então, entrará na reforma pela invalidez.

Pois  o que não tiver feito sua parte exigida para obter com segurança, não deseja plantar, e receberá conceito ruim, e por isso, existe necessidade de agir com dignidade, eis o que diz à lição:

“11. Entretanto, soubemos que entre vós há alguns desordeiros, vadios, que se preocupam  em intrometer-se assuntos alheios.” (cf. II Tessalonicenses 3:11).

Logo à lição é necessária, porque não se pode cair no arrogo, que tudo acontecerá como milagre. Pois se não plantar ao longo da existência não colherá, e não obterá êxito, porque o labor pressupõe à colheita, porque à terra que corre leite e mel estará nas mãos daquele que tiver plantado, e cujo resutado é a colheita com gaudio e garbosamente, toda boa realização com  boa-fé, lealdade, certamente, receberá o prêmio do bem pela vigilância e oração, para não cair em tentação, pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca (cf. São Mateus 26:41). Logo pela boa-fé nos ensinam os filósofos da Patrística, que na antiguidade, entendendia-se e compreendia-se o testamento da fé, como atestado de verdade insofismável.

É necessário libertar-se do Ego, então, vejamos como o Ego se via pela humanidade:

“Aquele Ego, progredindo em um arco de subjetividade ascendente, deve esgotar as experiências de todos os planos. Antes, porém, que a Unidade seja absorvida no Todo, neste ou em outro plano,  e antes que tanto o Sujeito como o Objeto desapareçam na negação absoluta do Estado Nirvânico  - negação, repetimos, só em relação ao nosso plano – não se pode escalar o pináculo da Onisciência, o Conhecimento das Coisas em si mesma, e chegar próximo à solução do   enigma ainda mais transcendente diante do qual até os mais elevados Dhyân-Choans se prosternam silenciosos e ignorantes – o inefável Mistério a que o Vedantinos dão o nome de Parabrahman”.  (cf. Blavatsky, Helena P., A DOUTRINA SECRETA -  VOL II – SIMBOLISMO ARCAICO UNIVERSAL -, p. 36, Editora Pensamento-Cultrix Ltda, 1ª Edição 1.980, 18ª Reimpressão – 2.017).

Pois nosso grande e notável dever é o conhecimento, e possuir consciência em plenitude, que cada conquista exige de cada qual exercício e eforço incessantes no plantio do bem, expresso no amor ao próximo, e fraternidade humana, sempre em exercício da humildade e desapego à aparência e ao transitório, que passa como pó, e que como escreve Manuel Bandeira, todo bem há que ser “diáfano” (translúcido), e com vista no infinito, onde tudo renasce como acalanto ao coração.

3 – Diante disto, devemos nos pôr de coração liberto, e de vez abolir do dicionário os pecados e vícios, igualmente, renegar a si mesmo, para mitigar e abolir o crime, especialmente, à violência e a crueldade, oferecer sempre luz no caminho, objetivamente, cumprir a Lei, também, observar o pressuposto previsto na Constituuição Federal vigente;

Que cada qual aprenda à vigilância e oração, e suplique ao Senhor Deus, unidade, cooperação, e solidariedade, que nos livre das ciladas do Espírito Malígno, dos murmuradores, fofoqueiros, pedicheiros e ladrões, também, nos livre da  corrupção, e da “carnalidade”, e a graça da prosperidade e da saúude, e que sejamos protegidos de todos os perigos, especialmente, sinistros, tempestades, e enfermidades, e que cada dia tenhamos a intercessão da Bem-Aventudada sempre Virgem Maria, e neste mês de julho supliquemos à Santa Ana e São Joaquim, que roguem por todos os Avós;

Igualmente, com nosso afeto, apreço e carinho, deixa-se aos que acreditam na verdade que liberta, nosso cordial abraço a todos e à todas.

Criciúma (SC), 28 de julho de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

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