O  DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO HUMANO SE DÁ: “QUANDO O HOMEM SE TEU JUÍZO   TRANSFORMA E MAIS HUMANO (SABEDORIA 12:19), POIS O ESTADO DE BONDADE, PELA BOA AÇÃO, E GLÓRIA DE JUSTIÇA E SANTIDADE, SÓ OBTÉM ÀQUELE QUE RECEBER A POTÊNCIA PELA SUBSTÂNCIA DO CRIADOR, QUANDO ESTIVER NO ESTADO DO “SER”, O QUANDO APLICAR O NEM VERDADEIRO DO PAI, EM UNIDADE COM O FILHO DO HOMEM,  GERADO PELA MÃE, COMO ESTÁ: “EU SOU AQUELE QUE SOU. E AJUNTOU”  (ÊXODO 3:14). LOGO EIS O LUGAR ONDE FICA O DESENVOLVIMENTO, CRESCIMENTO, E RESUMO: - “A EVOLUÇÃO!” CREIA, E SERÁ SALVO. NÃO É?

1 – Considerações  Preliminares sobre o Ser:

Na verdade, não há ndada mais salutar e digno que refletir sobre o Ser, seu significado, e sua lógica existencial de crescimento e desenvolvimento explicitado em “bom caráter” visto no homem, desde sua origem:

“26. Então Deus disse: “Façamos os homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os peixes do mar,  sbre as aves dos céus,  sbre os animais domésticos e sobre tora a terra, e sobre todos os répteis que  se arrastam sobre a terra”.

27. Deus criou o homem à  sua imagem; criou-o  à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.” (cf. Gênesis 1:26-27).

Log0 Arostóteles, em sua etafísica cocebe o Ser a partir de:

“13. Moisés disse a Deus:  “Sim, eu irei aos filhos de Israel e lhes direi: ‘O Deus de vossos pais enviou-me a vós’.  As, se eles perguntarem: ‘Qual é o seu nome? O que lhes devo responder?

14. Deus disse a Moisés: “Eu sou aquele que sou”.  E acrescentou:  “Assim responderás aos filhos de Israel:   “Eu sou enviou-me a vós”.

15.  E Deus disse ainda a Moisés:  “Assim dirás aos filhos de Israel: ‘O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, enviou-me a vós’. Este é o meu nome para sempre, e assim srei lembrado de geração em geração.” (cf. Êxodo 3:13-14-15).

Pois está na primeira leitura da liturgia de desde dia, em Êxpdp 3: 13-20. Evidente, que Arostóteles, com fundamento na sabedoria conhecida do Povo Hebreu, extrai à Filosofia sobre a evolução e o desenvolvimento do homem, até encontrar à justiça e Santidade, em glória do Reino Deus, exprimida por São Paulo (cf. 1 Coríntios 15:20-21-22 e Efésios 4:23-24).

Desta forma, o Ser em Filosofia passa a estar como meio e lição que deve observar-se como finalidade de razoabilidade e nível de pensamento evoluído, que possibilita estar  em última escada do caminho ao reino de Deus, porque aptidão e habilitação e capacidade é obtida pro meio do Ser,  quando se compreende a lição dada pelo Mestre Nazareno quando nos ensina:

“28. Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso.

29. Tomai sobre vós o meu jugo  e aprendei de mim,  porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso.

30. “Pois o meu jugo e suave e o meu fardo é leve.” (cf. São Mateus 11:28-30).

Eis o sptrnfizado que cada qual em seu caminho deve realizar, po4 pensamento, palavras e obras, e conhecer que fé a à obra vivificam  à existência humana ao reino de Deus (Tiago 2:16-17), porque este é o Evangelho do dia 20/07, em Mateuus 11:28-30.

2 – À boa existência humana se realiza em passos, porque noção de      que o  jugo e suave e o frdo é leve é necessário eficiência e bom desempenho e eficiência, melhor, conhecimento e não opinião, pois que dá opinião não  possui conteúdo, e conteúdo é conhecimento. Logo é bom procedimento, porque o mau procediemtn só darão aqueles que possuem ignorância, e por efeito  estão  injustos como ensina (cf.  Platão, A República, Livro I, p. 38, §350 a-e, Editora Martin Claret Ltda., 18ª Reimpressão – 2.016) em que nos ensina:

 “350 a-e - Logo, o Justo  revela-se como bom e sábio, e o injusto, como ignorante e mau.”

Então, o injusto e cheio de opinião,  exibirá maledicência sob medida, dia e hora marcada, porque não segue o primado da doutrina Cristã, porque:

“27. Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conbeço e elas me seguem. “      (cf. São João  10:27).

Logo a causa, está no fato de que:

“1. Naquele tempo, Jesus passou no meio de uma plantação nnu dia de sábado”. Seus discípulos tinham fome e comçaram para apanhar espanhar espigas para comer.

2. Vendo isso, os fariseus disseram-lhe: “Olha, os teus discípulos estão fazendo o que não é permitido fazer em dia de sábado.”

3. Jesus respondeu-lhes: “Nunca lestes o que fez Daví, quando ele e seus companheiros sentiram fome”?

4.  Como entrou na casa de Deus e todos comeram os pães da oferenda que nem a ele nem aos seus companheiros  era permitido comer,  mas unicamente aos sacerdotes?

5. Ou nunca lestes na Lei, que em dia de sábado, no Templo, os sacerdotes violam o sábado sem contrair culpa alguma?

6. Ora, eu vos digo: aqui está  quem é maior do que o Templo.

7. Se tivésseis compreendido o que significa: ‘Quero a misericórdia  e não o sacrifício’, não teríeis  condenado os inocentes.

8. “De fato, o Filho do Homem é Senhor do sábado”. (cf. São Mateus 12:1-8)

Justifica-se, o fato, da Liturgia expressa em Mateus 12:1-8 se encontrar ns Liturgia de 21/07, porque o Filho do Homem nascido da Mãe aria, é o Senhor do sábado, e de tudo o que existe no planeta trra, como o Verbo (cf São João 1:14), filho único do Pai eterno. Eu dou aqueles que sou” (cf. Êxodo 3:14).

No entanto, o que importa ao ter enxergado de madrugada a pedra ter sido retirda do túmulo, e não ter visto Jesus no local ode o havia posto, e spreende-se com o que vira, e veja o narrado por João, quando diz:

“1. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ai túmulo de Jesus, bem  de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha  sido retirada do túmulo.

2. Então saiu  correndo e foi  encontrar Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.

11. Maria Madalena estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se para dentro do túmulo.

12.  Viu, então, dois anjos  vestidos de branco, sentados onde tinhah sido posto o  corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos póes.

13. Os anjos perguntaram:  “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: “Levarm o meu Senhor e não sei onde o colocaram”.

14. Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e vku Jesus de pé. Mas não sabia que era Jesus.

15. Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras?  A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste,  e eu o irei buscar”.

16. Então Jesus disse:  “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni”  (que quer dizer: Mestre).

17. Jesus disse: “Não me segues. Ainda não subi para junto  de meu Pai.  Mas vai dizer aos meus irmãos:  Subo para junto de meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.

18.  Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que Jesus  lhe tinha dito.” (cf. São João 20:1-2-11-18).

Ora, como se percebe à matéris é fundamental,  e de importância salutar que no dizer de Pontes de Miranda, “presenta” conteúdo e argumento válido utilizado por São Paulo, sendo a ressurreição como primícias daqueles que morreram, que venceu o pecado de Adão, e homem se transforma em novo homem ao ter vencido a morte, e dedo-nos a vida eterna. (cf. 1 Coríntios 15:20-21-22 e Efésios 4:23-24), cujo Evangelho está me Liturgia  de 22/07, em São João 20:1-2-11-18. (cf. Voltaire, DICIONÁRIO FILOSÓFICO, pp. 428-429-430, Editora Lafonte Ltda, 1ª Edição em Lingua Portuguesa – 2.018).

3 – É necessário  possuir consciência formada adequadamente, para realizar bom discursos Filosófico, e levar à sã doutrina, como está posto:

“1. O teu ensinamento,  porém, seja conforme a sã doutrina”.  Cf. (Tito 2:1).

Evidente, que deriva daí o bom discurso filosófico, a expressão do pensamento. Mesmo ideia, como ensina Platão, é cópia do pensamento. Logo é imprescindível conhecimento e conteúdo, e para o bem geral e comum faz-se mister oferecer premissas e paradigmas sólidas, e construir raciocínio adequado com silogismo focado em premissa válida, é por aí que nasce o pensamento, pela formação do silogismo lógico. É por isto, que à opinião perece, não sobrevive à construção da nacionalidade e o bem estar da sociedade.

Por isso, Santo Agostinho ensina que:

“De boa intenção o inferno está cheio”.

 Logo eis porque, a opinião, é argumento sem base, apenas boa intenção, sem prosperar adequadamente, porque não dá conteúdo à existência humana. Eis o que ensina Descartes:

“Se penso, então, Eu sou”.

Pois já ensina o Grego, Aristóteles, que:

“À prática é o critério da verdade”.

Sem bom e justo pensamento não há prática e nem verdade. Pois á cultura e boa educação não se devem basear em “nem, nem”, mas,  que:

“37. Dizei somente:   Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem fo mslíhmp.

38. Tendes ouvido o que foi dito: Olho por olho, dente por dente.

39. Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau.  Se algém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra

40. Se alguém te citar em justiça para tirar-te a túnica, cede-lhe também a capa.

41. Se alguém vem obriagar-te a andar mil passos com ele,  anda dois mil.

42. Dá à quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado”. (juridicaemte, o mútuo) (cf. São Mateus 5:37-38-39-40-41-42).

Logo está posta a razoabilidade da potência dado pelo Criador ao homem, como  Substância, como está contido e justificado em (cf. Ferracine, Luz, DEUS, pp. 25 a 303, Editora Escola, 2ª Edição, Brasil – 2.016).

 É a premissa maior do silogismo em raciocinar, do “Organom” de Aristóteles,  eis aí  à lógica.

Então, o Senhor Deus  nos ensina o que é justo e bom, quando nos diz:

“16. A tua força é princípio da tua justiça,  e teu domínio sobre todos te faz para com todos indulgentes.

17.  Mostra a tua força a quem não crê na perfeição do teu poder;  e nos que te conhecem, castigas o seu atrevimento.

18. No entanto,  dominado tua própria força, julgas com clemência e nos governa com grande consideração; pois,  quando quiseres,  está ao teu alcance fazer uso do teu poder.

19. Assim procedendo, ensinaste ao teu povo que o justo dever sr humano; e a teus filhos deste a confortadora esperança de que concedes o perdão aos pecadores”. (cf. Sabedoria 12:13-16-19).

E, loho, Jesus, compara ao procedimento dos maus ao joio plantado no mio do trigo, (cf. São Mateus 13:24-30); e Jesus contou-lhes outra Parábola “o Reino de Deus é semelhante a uma semente de mostarda que o homem pega e semeia no seu campo. Embora eka seja a menor de todas  as sementes, quando cresce,  fica maior do que as outras plantas. E torana-se uma árvore de modo que os pássaros vêm e fazem  ninhos em seus ramos” (cf. São Mateus 13:31-32); e Jesus, contou-lhes ainda uma outra parábola: “O Reino dos Céus  é como o fermento que uma mulher paega e mistura  com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”. (cf. São Mateus 13:33) e, arremata:

“34. Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar paábolas,

35 para se cumprir o que foi dito pelo profeta:  “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo!”

37. Jesus respondeu: “Aquele que semeia  é o Filho do Homem. (compreendam nascido da Mãe, à Virgem Maria)

38. O campo é o mundo. A boa semente são ao que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao maligno.

39. O inimigo que semeou o joio é o diabo A cdolheita é o fim dos tempos. Os cefeiroas são ao anjos.

41. O Filho do Homem enviará seus anjos, eles retiraão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal;

42 e depois os lançarão na fornalha de fogo.  Aí haverá choro e ranger de dentes.

43. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai.  Quem ouvidos, ouça”. (cf. São Mateus 13:24-43).

Logo é digna e justa a Lirgia apresentada neste domingo, 23/07, porque nos põe a compreendermos o significado da substância e potência, existente no homem como ser humano, dado pelo Senhor em Sabedoria 12:13-16-19, e São Mateus 13:24-43).

Compreendamos o sigficado da Substância descrita pela Sabedproa Antiga, descrita pela Doutria Screta, no ensinamento que nos traz a seguir:

“E como a matéria, separada da percepção, é mera abstração, os dois apectos do Absoluto,  Substância Cósmica e Ideação Cósmica, são interdependentes.  Para dizer com toda exatidão,  evitando confusões e interpretações errôneas, a palavra “Matéria” deveria ser aplicada ao agregado  de objetos cuja percepção é possível, e a palavra “Substância” aos números. Porque, se os fenômenos do nosso plano são criações do Ego que percebe – modificações de sua própria subjetividade -,  todos os “estados de matéria que representam  os agregados dos obetos percebidos” e puramente fenomenal. Como diriam os Idealistas modernos,  a cooperação do sujeito com o Objeto tem como resultado o ojeto de sensação ou fenômeno.” (cf.     Blavatisky, Helena P., A DOUTRINA SECRETA,  VOL. II, Simbolismo Arcaico Universal,                       p. 35, Editora Pensamento-Cultrix Ltda, 18ª Reimpressão – 2.017).

Logo quem nos propicia Psique, o Logos, Anima, e Alma como potência é o Uno – Deus – Eu sou aquele que sou (Êxodo 3:14), Criador (ou Creador) “Substância”, otável ição de Aristóteles, quando em Meatafísic,  descrever os predicados do SER, dado ao homem como “potência”, que o capacita em ser o que é, quando evolui ao status de Ser, ao acreditar e ter  sido batizado, em água sobre a cabeça onde está o córtex cerebral, nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, será salvo (cf. São Marcos 16:16), e como  boa ação: “Ter amado o próximo como a si mesmo, o segundo mandamento e lei do Universo” (cf. São Marcos 12:31 e São  Mateus 2239; Levítico 19:18).

4 – Ora, é dever do homem digno abolir o pecado mortal e o crime, especialmente, à má ação contra à criança, à mulher e o idoso com deficiência, e evitar amizade como o amigo que pactuou a ação de jogar no rosto da mulher ácido sulfúrico, e fazê-la morrer depois de vinte e um dias,  e ter pego uma pena de trinta anos, por ter cometido ação contra os Direitos Humanos, e observar o que preceitua o Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89,  e Art. 102, do Estatuto do Idos – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2.003, combinado com a Lei nº 14.423, de 22 de julho de 2.022, violência domestica contra a mulher, Lei da Maria da Penha – Lei nº 11.340, de 7 agosto de 2.006, combinada com a Lei nº 14.550, de 19 de abril de 2.023, estelionato contra idoso e idosa, §4º, do Art. 171, e o crime de femicídio §2º, inciso IV, do Art. 121,  com pena de 12 a 30 anos, e Lei Maria da Penha, adota o Código Pennal, no seu Art. 5º, pela grave violação da Lei Penal, como está disciplinado  no Código Penal do Brasil. È salutar e frutífera o conhecimento de que a violação dos Direitos Humanos, contra criança, à mulher, o aposentado por invalidez e deficiente, especialmente idoso ou idosa, caracteriza como violação dos Direitoa Humnos, e atualmente, e limite da pena está em 40 (quarenta) anos, e pegou só trinta, o infrator contra a mulher pelo ácido, pois aqui por ter assalto pessoa com deficiência pegou 20 (vinte) anos, antes da alteração da Lei  para crime dos Direitos humnos. Salienta-se que este tipo penal se encontra como postulado Constitucional, atualmente, o exemplo está no §1º, §2º, do Art. 230, da CF/88, noticia-se também, que o Senado Federal, realizará  secção solene em celebração aos 17 (dezessete) anos da Lei Maria da Penha. Pois a ação é mercida e digna, porque é àquela que inibe a violência domésitca partiacada por homnes indignos contra à mulher inocente. Maria da Penha, é nome bom, reverência à Nossa Senhora da Penha..

4.1 - Diante de todo exposto, vamos nos emendar sempre, e abolir da nossa cultura à criminalidade e o pecado mortal e o vício, trabalhemos para retirar o joio do meio do trigo, e acreditar no Eu sou como fonte de vida e dignidade, que nos dá o Filho do Homem, mascido da Mãe, anunciada pelo Arcanjo Gabriel, o excelso comunicado, e dá seu generoso e devoto sim (cf. São Lucas 1:28-38);

Que sempre estejamos vigilantes incessantemente, como diz aos Pés do Mestre, de Krishnamurti, e em oração, para suplicra ao Deus Uno, proteção contra os inimgis, fofoqueiros e murmuradores, e pedicheiros e ladrões, e que nos dê prosperidade e saúde, e também dos perigos como enfermidades, e sinistros e tempestades, e que sempre contemos com a intercessão da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, Mãe do Filho único de Deus, e  nos dada como mãe por Jesus no Alto da Cruz, quando disse: “Eis aí sua mãe” (cf. São João 19:26-27);

Por último, com nosso apreço, e afeição, deixamos a todos e à todas, nosso cordial abraço (pois abraçar em Hebraico, considerava-se dar a benção, e reverência e venerabilidade, é expressão que deriva em Português do conhecimento Hebraico, que nos deram os Judeus desde sua vida à Península Ibérica, quando do exílio da Babilônia, e depois Júlio César, pelo fato de Portugal estar no lugar mais quente da Europa, dá o nome de Lusitana, e Postugal deriva dos Galegos, comunidade, que ainda há em Portugal).

Criciúma (SC), 23 de julho de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

 

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