O VERDADEIRO CAMINHO ESTÁ EM TRILHAR À BONDADE, E O AMOR AO PRÓXIMO, AGIR COM RETIDÃO, E SEMPRE NO DESAPEGO, E CAPACITADO A OBTER O REINO DE DEUS, COM JUSTIÇA E SANTIDADE.

1 – Pois à preliminar da existência humana deve caminhar na busca do Senhor Deuus, que  sabe: “Não vos deixarei órfãos. Voltarei a vós. (cf. São João 14:18)” E também, porque: “Na casa de Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito;  pois vou preparar-vos um lugar. (cf. São João 14:2)” Evidente, que não há dúvida, sempre se labora incessantemente em prapticar a boa ação para obter:

 “IOGA DA LINERTAÇÃO TOTAL,  Capítulo 18, e

Fala Krishna:

2 – Dizem os sábios que a abstenção consiste em deixar de fazer uma coisa inspirada pelo desejo pessoal, ao passo que a renúncua  é o desapego de qualquer recompensa.

3 – Há pensadores que recomendam ao homem que desista de qualquer atividade, uma vez que toda atividade externa macula a consciência interna, devendo por isso ser evitada;  outros dizem que atos de culto,  caridade e outras obras boas não devem ser evitados.

4 – Ouve, pois, nobre Príncipe, o que te vou explicar: Tríplice é o modo como  a renúncia se manifesta, quer no agir, quer no  desistir.

5 – Obras de culto, de caridade e autodomínio  devem ser abandonadas, porque são meios para o homem se purificar.

6 – Mas também essas obras devem ser realizadas sem nenhum interesse pessoal e sem nenhum  desejo  de resultados! – é esta minha lei suprema e imutável.

7 – É erro omitir uma obra que deva ser realizada; quem assim procede é inspirado pela ignorância, que nasce de elementos sensoriais.

8 – Quem deixa de fazer o que deve porque lhe é penoso e ingrato, este procede egoisticamente; o que o impele a essa desistência é abstração mental.

9 – Mas quem realiza o que deve ser realizado, sem se preocupar com a vantagem ou desvantagem que daí lhe advenha, este age no espírito da Sabedoria Espiritual.

“10 – Qiem não sente repugnância em realizar uma obra que nenhuma vantagem lhe dá, nem tem desejo de fazer algo que lhe dê vantagem, este pratica renúncia e age corretamente.” (cf.              Krishna, BHABAVAD GUTA, pp. 147-148, Editora Martin Claret Ltda, 3ª Edição, 4ª Reimpressão – 2.015).

Não se pode duvidar do exercício do desapego, devidamente exercitado por Santa  Clara de Assis, que renúncia os bens para alcançar a graça, e com coração aberto reparte o que possuía, resultado de herança, deixada pelo pai e pela mãe, mortos em tempestade sinistrosa, depois de sua morte, sua irmã, segue com às Clarissas, ordem criada pela irmã – quando viva.

Desta forma, deve-se crescer e desenvolver no caminho do Senhor, para obter morada na  casa do Pai, preparada por Nosso Senhor Jesus Cristo, aqueles que crerem e testemunharem sua palavra, e agirem com retidão e sempre conforme à vontade do Pai, porque:

“6. Jesus lhe respondeu:  Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (cf. São João 14:6).

Essa nobre palavra é  propagada pelo Verbo (cf, São João 1:14) – Filho único do Pai, nascido da Mãe, e então, é o que é, e Eu sou aquilo que sou (cf. Êxodo 3:14). O Ser está  habilitado e apto ao exercício do Plano Divino, e nós também, pela ressurreição vencemos a morte e, teremos a vida eterna, conquistada pela boa obra e fidelidade, revestidos do novo homem, imagem e semelhança do Criador, e usufruímos da graça da justiça e e santidade, como está posto em (cf. Efésios 4:23-24; 1 Coríntios 15:20-22).

2 -  Evidente, que a verdade está na boa semeadura feita por Jeus como conta neste domingo, em São Mateus 13:1-23, e nos põe a refletir sobre à semente que cai em terra fértil, como descreve em:

“8. Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um”.

9. Aquele que tem ouvidos, ouça.

Veja a lição:

18. Ouvi, pois, o sentido da Parábola do Semeador:

19. quando um homem  ouve a palavra do Reino e não a entende, o MMalígno vem e arranca o que foi semeado no coração.  “Este é aquele que recebeu a semente à beira do caminho.” (cf. São Mateus 13:8-9-18-19).

Logo  à palavra à beira do caminho significa praticar a boa ação e possuir fé – fidelidade -, agir corretamente, com amor ao próximo, sobriedade, tolerância, com igualdade e sem discriminação e preconceito, tratar com fraternidade humana, livrar-se do egoísmo pelo apego aos bens materiais, e mostrar pelo bom caráter está apto e habilitado a graça da justiça e santidade ao Reino dos Céus.

O bom hábito e aptidão e habilitação faz-nos melhores e capazes de obter a vida eterna, para não ter necessidade de realizar lições não feitas, porque o Reino é graça e aptidão dos bons. Sem retorno.

Observar os mandamentosa expressos pelo Senhor Deus (cf. Êxodo 20:12-17) e, as Leis do Universo, significa não cometer crime e nem pecado, especialmente, violência, crueldade, lesões corporais,  estelionato contra pessoa idosa, exploração do homem pelo homem, inveja, cobiça, enfim, maledicência, contra a criança, à mulher e o idoso com deficiência, cumprir o que está expresso em Lei e no Código Penal, é necessário cumprir o disposto no Parágrafo único, do Art. 5º, Art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, e o Art. 102, do Etatuto do Idoso – Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, combinado com a Lei  n 14.423, de 22 de julho de 2.022, e para coibir violência contra a mulher nos termos da Lei Marinha da Penha – Lei nº 11.340, de 7 de agosto  de 2.006, combinado com a Lei    14.550, de 19 de abril de 2.023. Esta Lei sancionada possui como iniciativa da então Sendora, atual Ministra do Planejamento, sendo mulher de notável conhecimento, herança do Pai, justifica-se o conteúdo da presente Lei.

3 – Diante de todo o exposto,  que tenhamos aprendizado no caminho do reino de Deus, que deixemos a opinião, e nos sirvamos do conteúdo, e do conhecimento no exercício da espiritualidade, necessária ao caminho do reino de Deus;

Que sejamos incessante na vigilância e na oração, que supliquemos com humildade ao Pai, Filho e Espírito Santo, a fim de que, nos dê a graça de possuirmos à prosperidade, saúde, e nos livre dos murmuradores, e fofoqueiros, enfim, dos pedicheiros e dos ladrões, e tolerância, igualmente, nos proteja dos pergos como enfermidades, e sinistros e tempestades,  e sempre contemos com a intercessão da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria Mãe do Filho de Deus e nossa;

Por fim, com nosso apreço, e afeição, deixamos nosso cordial abraço a todos e à todas.

Criciúma (SC), 16 de julho de 2.023.

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

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