Pois cada qual sabe que deve vigiar e orar, para não cair em tentação, porque ensina o Mestre que: O Espírito está pronto, mas a carne é fraca. Pois a limitação é inerente ao ser humano, pois todo tropeço, cabe com humildade o perdão. Meu Deus, somos livres, mas devemos conhecer o livre arbítrio, direito de escolher entre o bem e o mal, cada escolha um destino. Evidente, que ao agir procura-se contrição, humildade de coração, e realizar o bem. Por isso, suplicamos às almas do purgatório, e a conversão dos pecadores, pelo fim das guerras com arma de fogo, pedimos ao povo Brasileiro o qual Nossa Senhora Aparecida é Padroeira, êxito, desenvolvimento e prosperidade, e que livre-nos do mal. Amém.
ENTÃO, CADA
QUAL DEVE POSSUIR CONSCIÊNCIA QUE – SOPRO DE VIDA -, RECEBIDO DA SBSTÂNCIA QUE
CRIACIONAL DÁ IMPULSÃO À POTÊNCIA – MENTE – PSIQUE – ALMA, QUE DÁ O ESTADO
DE “SER” SEM TER PECADO, MAS PELO PECADO
ADÃO NOS FEZ PERDER A UNIDADE DE IGUALDADE E SEMELHANÇA COM O CRIADOR – OU CREADOR
-, E RECEBEMOS OS GRILHÕES DA MORTE. LOGO PELA LEI DO AMOR AO PRÓXIMO COMO A SI
MESMO, E COLHIDO À PRIMICIA DA RESSURREIÇÃO, SAIMOS DAS TREVAS DA MORTE, E
ENTRAMOS NA GLÓRIA DA VIDA ETERNA, PELA BOA OBRE, FIDELIDADE À BOA NOVA
ANUNCIADA PELO SENHOR JESUS, SOMOS COM ELE “EU SOU”, POR ENTRARMOS NA EVOLUÇÃO
DO SER E PENSAMENTO DE VIDA DIGNA NO SENHOR.
1 – Pois é
evidente, na
trajetória de cada sujeito à caminho da
senda do Reino de Deus, cuja missão está
subir os degraus da escada de ouro ordenada em lição de origem, ao dotar
cada qual pela “Potência” pelo Criador, chamado pelo nome de: “Eu sou”,
Substância e Senhor de tudo que está criado no planeta terra, com efeito, à dor presentada pelo físico –
corpo -, pois o sofrimento, derivado da Mente – Psique – Alma, sentida pela
ocorrência, mas, invisível a olho nú, que
está pela natureza e à antigüidade nominava de: “Mahat (Sânscrito). Literalmente,
“O Grande”. O primeiro princípio da
inteligência Universal. Na filosofia Purânica, é o primeiro princípio da
natureza-raiz, ou Pradhâna (o mesmo Mûlaprakriti,
o produtor de Manas, o princípio do pensamento, e Ahankãra, o egoísmo ou o
sentimento do “Eu sou eu” (no Manas inferior).
(cf. p.228) E “Manas (Sânscrito).
Lieralmente, “a Mente”, a faculdade mental que faz do homem um ser inteligente
e moral, e distingue-se do mero animal; um sinônimo de Mahat. Esotéricamente,
porém, significa quando não tem qualificador, o Ego Superior ou o princípio
consciente que reencarna no homem.
Quando tem um qualificador, os Teósofos chamam-lhe Buddhi-Manas ou Alma
Espiritual em oposição ao seu refletor humano – Kãma-Manas.” (cf. p. 129) Então, vejamos o que “Mûlaprakriti
(Sânscrito). A raiz Parabrahmica; o princípio
deífico, feminino e abstrato – substância indiferenciada. Akãsa. Literalmente, “a raiz da
natureza" (Prakriti) ou matéria” (cf. Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO – A versão original e
póstuma de 1.892, editada por George Mead -, pp. 128-129-246-247, Editado
pelo Centro Lusitano de Unificação Cultural – CLUC – Lisboa – Portugal, distribuído
no Brasil pela Editora Teosófica – DF – 2.022 e 2.023)
Certamente, trilha
o caminho e seguir o Senhor, implica em
comprometimento e renunciar a si mesmo,
tmbém o egoísmo, e apeto insensato aos bens materiais, expresso em poder
e dinheiro, pois não há dúvida, que a lição eficaz dá aos que o procuram, e
também, transmite como ardor de filho do Pai, e de nosso irmão maior em
fraternidade, em unidade com o Pai, dá-nos como bom exemplo:
Pois como
popular que procurava o Mestre diariamente, naquele tempo, alguém paproximou-se de Jesus e disse:
- “Mestre, que
devo fazer de bom para possuir a vida eterna?” Jesus respondeu:
- “Por que me perguntas sobre o que é bom? Um
só é o bom. Se queres entrar na
vida, observa os mandamentos”.
O homem
perguntou:
- “Quais
mandamentos?”
Jesus
respondeu:
- “Não matarás,
não cometerás adultério, não roubarás,
não levantarás falso testemunho, honra
teu pai e tua mãe, e ama o teu próximo
como a ti mesmo”.
Então, o Jovem
disse a Jesus:
- “Tenho
observado todas essas coisas. Que ainda me falta?”
E, Jesus,
respondeu:
- “Se queres
ser perfeito, vai, vendo tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um
tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”.
Mas, quando
ouviu isso, o jovem foi embora cheio de
tristeza, porque era muito rico. (cf.
São Mateus 19:16-22)
Sem dúvida, à
exigência imposta em predicação emm
necessidade como quesito e paradigma – juízo de valor – na sennda para o Reino
dos Céus está em está no estágio do Ser,
em unidade efetiva com: “Eu sou” -, pois, se penso, então, Eu sou, justifica-se
objetivamente o preceito estabelecido por Jesus de Nazaré, expressamente dito,
ao jovem rico cheio de bens, afim que, seguisse o notável exemplo de Santa
Clara, que obteve à glória de subir à escada do reino, pelo “desapego” aos bens
matérias, em imitação à justiça e santidade de São Francisco de Assis, e desta
forma, apta e habilitada a seguir o venerável douto Mestre e irmão no Pai – Uno
e eterno e luz, ao enunciar com sabedoria divina – Buddha – difusa e universal
o postulado sacramental de bem geral e
comum, ao expressar, objetivamente que: “Se queres ser perfeito, vai, vendo
tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois,
vem e segue-me”. (cf. São Mateus 19:21)
Logo é
justíssimo como discurso filosófico à Liturgia estabelecer salutar e maior
premissa contida em Evangelho de São
Mateus 19:16-22 do dia de 21/08.
Com certeza, o
fulgor da luz eleva o crescimento de toda humanidade, emanação da energia dos
céus – Universo -, conhecido na antiguidade como o étimo de FOHAT (Tibetano).
Termo que designa a potência ativa (masculina)
de Sakti (potência reprodutora feminina) da Natureza. A essência da eletricidade
cósmica. Termo oculto Tibetano empregue para designar Daiviprakriti, a luz
primordial; e, no universo manifestado,
é a energia elétrica sempiterna e a potência incessantemente formadora e
destruidora. Esotéricamente, tem o mesmo
sentido: Fohat é Força Vital propulsora universal sendo, simultaneamente, a impulsionadora e o
resultado do impulso. (cf. obra citada,
Glosário Teosófico, p. 149).
Evidente, que
no dizer do Profeta ao lecionar, ainda, período do exílio dos Hebreus em
Babilônia, ao deduzir o significa da Luz Divina ao enunciar com sabedoria:
- “O povo que
andava na escuridão, viu uma grande Luz; para os que habitavam nas sombras da
morte, uma Luz resplandeceu”.
Pois fizeste crescer a alegria, e aumentaste a felicidade; todos se
regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados
guerreiros ao dividirem os despojos. Pois o jugo que oprimia o povo, - a carga
sobre os ombros, o orgulho dos fiscais – tu os abateste como na jornada de Madiã.
Porque naceu
para nós um menininho, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da
realeza; o nome que lhe dado é:
- Conselheiro admirável,
Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da paz.
- Pois grande
será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu
reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O
amor “zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar estas coisas”. (cf. Isaias
9:1-6).
Logo, a
premissa maior no silogismo do Plano do Senhor Deus é, efetivamente, na
prática, consolidada e confirmada pela anunciação do anjo feita à notável jovem
de Nazaré, Maria, quando se inicia o procedimento de elevação e dignidade da humanidade
ao trazer o anúncio à Maria, quando diz por determinação do Senor Deus:
Certamente,
naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus à cidade da Galileia,
chamada Nazaré, a um virgem, prometida em casamento a um homem chamado José.
Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria.
Pois o anjo
entrou onde ela estava e disse\;
- “Alegre-te,
cheia de graça, o Senhor está contigo”. Maria ficou perturbada com estas
palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. E o anjo,
então, disse-lhe:
- “Não tenhas
medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e
darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande, será
chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi.
Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá
fim”.
E Maria,
perguntou ao anjo:
- “Como acontecerá
isso, se eu não conheço homem algum?” Pois o anjo, responde:
- “O espírito
virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será
chamado Santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na
velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril. Porque para
Deus nada é impossível”.
Verdade, eis o
Sim, e Maria, então, disse:
- “Eis aqui a
serva do Senhor, faça-se em mim segundo
a tua palavra!” E o anjo retirou-se.
(cf. São Lucas 1:26-38)
Logo verifique
o que nos diz à sabedoria e conhecimento
da antiguidade de antes de Cristo:
“Em
todas as cenas da Anunciação, na religião Cristã, o Arcanjo Gabriel aparece à
Virgem Maria com um ramo de nemúfares (ou de
Açucenas) na mão. Como emblema do Fogo e da Água, ou da ideia da Criação e
geração, esse ramo simboliza precisamente a mesma idéia que o Lótus na mão do Bodhisattiva anunciar a M\âhã-Mâya, mãe
de Gautama, o nascimento de Buddha, o Salvador do Mundo. Os Egípcios
também representavam frequentemente Osíres e hórus com a flor do Lótus, sendo ambos
Deuses do Sol e do Fogo; da mesma forma que o Espírito Santo é simbolizado por “línguas
de fogo” nos Atos dos Apóstolos.
O Lótus tinha e
tem ainda, o seu significado místico, que é o mesmo em todas as religiões do mundo.
Consulte o leitor a obra Dissertations
Relating to Índia, de Sir William
Jones. Entre os hindus, o Lótus é
o emblema do Poder Criador da Natureza, que tem como Agentes o Fogo e a Água,
ou o Espírito e à Matéria. “Ó Tu, Eterno! Eu vejo Brahma entronizada m Ti sobre
o Lótus!” - diz um versículo do Bhagavad
Gitâ. E Sir W. Jones assinala, conforme já fizemos observar nas Estâncias, que
a semente do Lótus traz consigo, antes mesmo de germinar, folhas perfeitamente
formadas, miniatura da planta que se
deve transformar um dia. O Lótus é, na
Índia, o símbolo da terra prolífica,, é, o que é mais, do Monte Meru. Os quatro
Anjos ou Gênios dos quatro quadrantes do Céu, ou Mahârajahs das Estâncias, permanecem, cada um, sobre um Lótus. “O Lótus é o símbolo
dual do Hermafrodita Divino e do Humano, tendo, por assim dizer, dois sexos.” (cf. Blavatsky, Helena P. A DOUTRINA secreta –
Síntese da Cîência, da Religião e da Filosofia - VOLUME II – SIMBOLISMO SRCAICO UNIVERSAL -,
p. 86, Editora Pensamento- Cultrix Ltda, 1ª Edição 1.980, 18ª reimpressão – 2.017)
Então,
constantem à verdade em Substância e potência, e importância como pensamento –
do Ser – em atitude humana, em observar preceitos da palavra divina, para seguir o Mestre em plenitude, também,
conhecer o significado da Mãe do Filho de Deus e Verbo Divino, e bem que realiza a todos nós viventes pela presentação universal em Flor de Lótus e
Açucenas em geração e criadora daquilo que dá dignidade à iniciativa da Virgem
Maria, jovem, em cumprir e desencadear em favor da humanidade o Plano de Deus,
quando o Anjo a disse: “Alegra-te – Ave -, cheia de graça, o Senhor está
contigo”. (cf. São Lucas 1:28), e dá o seu formidável – Sim -, ao dizer: “Eis
aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a vossa palavra”. (cf. São Lucas
1:38). Pois, eis o que nos diz a Liturgia expressa em Isaias 9:1-6 e São Lucas
1:26-38, do dia 22/08, do ano corrente.
Evidente, quem
se gloria, glorie-se no Senhor. Pois é aprovado só aquele que o Senhor
recomenda e não aquele que se recomenda a si mesmo. Oxalá pudéssemos suportar
um pouco de insensatez, da minha parte. Na verdade, vós me suportais. Sinto por vós
um amor ciumento semelhante ao
amor que Deus vos tem. Fui eu que vos
desposei a um únco esposo, apresentando-vos a Cristo com Virgem pura. (cf. 2
Coríntios 10:17-11:2)
A realização da
dignidade existencial, encontrada na boa obra e fidelidade pena ao ensinamento
do conteúdo da palavra divina se
constata na lição preceituada pelo Divino Mestre, ao enunciar ao dizer\;
- Fica em meu
amor, assim fala o Senhor, quem em mim
permanece e no qual permaneço, esse dá muito fruto! (cf. São João 15:9b-5b)
Pois,
certamente, disse Jesus à multidão:
- “O Reino dos
Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém
escondido. Cheio de alegria, ele vai,
vende todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é como um comprador que procura
pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende
todos os seus bens e compra aquela pérola.” (cf. São Mateus 13:44-46)
Como se enxerga
o que nos propõem o ensinamento
pedagógico, razoavelmente, ensinado pelo Senhor Jesus no dia a dia de sua
pregação pública, que a premissa enunciada se dá pela escolha de cada qual, em
razão, de o Reino de Deus, se assemelha à pérola (pois à pérola se retira da ostra no mar, certamente, existia no mar de
Cafarnaum ou lago de Galileia, já há criação
em nosso Estado em seu mar territorial, mas à pérola mais belas é iniciada no Japão, dos anos posteriores a IIª Guerra Mundial,
depois dos EUA ter por meio do avião lançado duas bombas atômicas em Hiroshima
e Nagazaki, 6 de agosto de 1.945).
Logo Jesus,
conhecia o significada e natureza da pérola, por isso, pela via da metáfora –
figura de linguagem – estabelece lúcida e precisa dedução (e constitui o
silogismo) sábio raciocínio para
oferecer aos humanso, meios para
conseguir na escada do Reino de Deus, crescimento e desenvolvimento humano
– evolucionar – para estar como Ser por meio do “Sopro Divino de Vida”, no estado de eleito pelo Pai ao
ingresso na glória divina e “justiça e santidade”. Em plenitude!
Por isto,
justifica-se à escolha da carta de São Pauo em 2 Coríntios 10:17-11:2 e o Evangelho de São Mateus
13:44-46, pois está aí à Liturgia do dia
23/08.
E, às
interrogações existiam para conhecer e compreender, efetivamente, quem é Jesus,
então, se vislumbra à verdade:
- Mestre, tus és
o Filho de Deus, és Rei de Israel! (cf. São João 1:49b)
Então,
Felipe encontrou-se com Natanael e lhe
disse:
- “Encontramos aquele
de quem Moisés escreveu na Lei, e também
os Profetas: Jesus de Nazaré, o filho de
José. Natanael disse:
- “De Nazaré pode sair coisa boa?” Felipe
respondeu:
- “Vem ver!”
Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou:
- “Aí vem um
Israelita de verdade, um homem sem falsidade”. Natanael perguntou:
- “De onde ne
conheces?” Jesus respondeu:
- “Antes que
Felipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. Natanael
respondeu:
- “Rabí, tu és
o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel”. Jesus disse:
- “Tu crês
porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira?
Coisas maiores que esta verás!” E Jesus continuou:
- “Em verdade,
em verdade eu vos digo: vereis os céu aberto e os anjos de Deus subindo e
descendo sobre o Filho do Homem”. (cf.
São João 1:45-51)
Com
certeza, enxergar o Ser Jesus Cristo é imprescindível consciência e conhecimento, e compreender
que à substância e potencialidade no
Filho do Homem e Deus, é necessário ciência e discernimento, recebimento dos
dons do Espírito Santo, para perceber que cada um dos seus irmãos e próximos
estão como imagem e semelhança e filhos do mesmo Pai do irmão maior, Filho de
Deus e do Homem, gerado com DNA da Virgem Maria, concebia depois da anunciação
do Anjo e gerada pelo “Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te
envolverá com a sua sombra. Por isso, o ente santo que nascer de ti será
chamado Filho de Deus”. (cf. São Lucas 1:28-35) Eis a razão, porque é
necessário existir conhecimento e consciência para no momento estar habilitado
e apto à igualdade ao Filho do Homem, para entrar no Reino do Céu.
Logo a Liturgia
apresentada sobre o Evangelho de São
João 1:45-51, condiz com o dia 24/08 do ano corrente.
Pois hoje, é
salutar, lembrarmos que nesta data aconteceu à morte trágica do então Presidente - GETÚLIO VARGAS -,
que em prestígio popular o historiador o lembra como notável “Avatar” do século
XX, que significa: “manifestação corporal de um Ser super poderoso, na religião
hindu. Avatar é um ser supremo, imortal.”
Evidente,
aqueles que forçam à morte de estadista, de maneira trágica e difícil à
assimilação nacional, por se tratar de perda irreparável ao desenvolvimento
humano e econômico da grande população trabalhadora, já que o fenecimento
significa atraso e retrocesso ao
desenvolvimento educacional, princípios do Direito do trabalho, pior,o extinto animal
cresce, pela existência reiterada de crimes como violência e crueldade contra à
criança, mulher e idoso com deficiência, por aqueles que deveriam receber
educação fundada em princípios e
libertadora, e na virtude da fraternidade, amor ao próximo, e respeitar
mandamentos e a Lei Divina e universal, difusa. Abolir pela sensatez o pecado
mortal e o mau procedimento.
2 – Com certeza,
à razoabilidade está posta com força do argumento estabelecido pela razão –
Logos -, derivado no dizer de Immanuel Kant, em sua obra CRÍTICA DA RAZÃO PURA,
deriva dos quesitos e pressupostos
constatados para boa ação por meio da percepção – mensuração da
realidade -; intuição - colhido
pela mente – Alma -, como escolhido e
base fundamental, e juízo de valor sentenciado – sentir – pela eleição da “consciência”
em argumento válido ao meio posto ao alcance do conhecimento, e Lei Universal à
existência com dignidade, justificada pela fé e obra, daí está na ciência do
Direito o procedimento da boa-fé é bom procedimento de lealdade ao próximo, e
atestado da verdade, como nos trouxeram aos nossos dias os Filósofos da Patrística, igualmente, o Grupo de
Alexandria até o IIIº século do Cristianismo, e o Mais conhecido é o Filósofo
Plotino e Amónio Sacas. Um grande e bom filósofo que viveu em Alexandria, amigo
e parceiro de Plotino, entre os séculos
II e III d. C., e que foi o fundador da escola Neo-Platônica dos
Filateteus, ou “amantes da Verdade”. De nascimento humilde e pais Cristãos, era
dotado de uma bondade tão pronunciada, quase divina, que lhe chamavam
Theodidaktos, o “instruído por Deus”. Honrou o que era bom no Cristianismo,
todavia, cedo rompeu com ele e com as suas igrejas, sendo incapaz de encontrar
nele qualquer superioridade sobre as religiões antigas. Pois ele e Plotino
desenvolvem o Princípio da Unidade – Um em três, e um só Ser – Eu sou -, como
também se inicia à doutrina das Leis Universais e o poder dos mandamentos de
Deus, por isto, é válido compreender à
razoabilidade ao estabelecer grandeza e nobreza da Lei do Amor ao próximo,
como nos mostra o Senhor Jesus, a
seguir:
Pois, como é plausível,
naquele tempo, os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então, eles se
reuniram em grupo, e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo:
- “Qual é o
maior dos mandamentos da Lei?”
Jesus
respondeu:
- “Amarás o
Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! Esse é o maior
e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse:
- “Amarás o
próximo como a ti mesmo”. Toda Lei e os
profetas dependem desses dois
mandamentos.” (cf. São Mateus 22:34-40)
Logo o amor e
amar e ser amado (a) é dádiva e graça, benefício, dignidade ao estado de Ser,
já que no amor é possível pensar e dizer
com convicção deta forma: “Fazei-me conhecer vossa estrada, vossa verdade me
orienta e me conduza!” (cf. Salmo 24(25),4b.5ª).
Não há dúvida,
que o amor, está posto como base para se
romper e abolir o pecado e à criminalidade incidente do orgulho, da ganância,
soberba, cobiça, e inveja, e exploração do homem pelo homem, ação pratica como
meio a violência, crueldade, extorsão,
corrupção, estelionato contra à mulher e pessoa idosa (Art. 171, §4º, do CPB),
e violação das Leis protetoras dos vulneráveis, nos termos do Parágráfo único, do Art. 5º, Art 89, da Lei nº 13.146,
de 6 de julho de 2.015, combinado com o Art. 102, do Estatuto do Idoso – Lei nº
10.741, de 1º de outubro de 2.003, combinado com a Lei nº14.423, de 22 de julho
de 2.022, e da Lei Maria da Penha – Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2.006,
combinado com a Lei nº 14.550, de 19 de
abril de 2.023, por violação dos
Direitos Humanso previsto no §3º, e no
Caput, o Art. 5º, da CF/88, porque no dia 25 de agosto de 2.009, pelo Decreto
nº 6.949, matéria sobre Direitos Humanos, prevosto na Convenção dos Direitos da
Pessoa com Deficiência da ONU de 2.007. Logo justifica-se neste dia à Liturgia
nos trazer o sentido de unidade do amor para os bens e santos, explicitado em
São Mateuus 22\;34-40, referente ao dia
25/08, do corrente ano.
Diante de todo
o exposto, que nosso aprendizado seja de fato para dar bem estar e dignidade ao
ser humano, que cresçamos no desapego, e no bem querer cada vez mais consolidado;
Que supliquemos
ao Senhor – Uno – a graça de caminharmos
sempre na senda do reino de Deus, e
recebamos à graça da da boa saúde
e da prosperidade, e sejamos livres de todos os perigos, especialmente, às
doenças, catástrofels, sinistros, enfim, os casos fortuito e de força maior, e
como Ser contemos com a intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, mãe do
Filho de Deus e nossa Mãe, em unidade com o Pai eterno;
E, que como
apreço e afeição, deixa-se a todos e à
todas nosso cordial abraço.
Criciúma (SC),
25 de agosto de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e
Filosofia.
OAB nº SC
003978.
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