JESUS É O SER Pois, o Senhor Deus, ao Cria (Crea) à terra, os peixes do mar, os passarinhos que cantam, os animais, às flores e árvores frutíferas, e por último, cria o homem sua imagem e semelhança. Logo, fez o SER. Por que o Senhor Deus cria o homem em sua imagem e semelhança? Com certea, o homem está criado como SER, igual ao seu criador, com alma e corpo, pensa e existe, cujo objeto está em ir à casa do Pai de corpo e alma, porque à morte do corpo foi instituída em Adão, por meio do pecado. E o Senhor Deus, promete a Adão e Eva, que mandaria seu Filho único à terra, nascido da Mulher, para perdoar os pecados e vencer a morte por meio da ressurreição dos mortos. Por isso, Jesus é SER, vindo do Pai, gerado homem por Maria, e vencedor da morte pela ressurreição dos mortos. Logo, Jesus e o SER, homem e Deus, que ressuscitou dos mortos. Então, Jesus é o SER.
O DESENVOLVIMENTO HUMANO E SEU
CRESCIMENT ESTÁ EM AGIR COM SABEDORIA, DISCERNIMENTO, DESAPEGO, CIÊNCIA E AMOR
AO PRÓXIMO. POIS NA SENDA QUE CAMINHAR NA BOA AÇÃO, NO ÚLTIMO DEGRAU DA ESCADA
DA EXISTÊNCIA PLANETÁRIA, OBTÉM E CHEGA AO ESTADO DE SER – EIS AÍ SOPRO DE: EUSOU!
1 – Não dúvida, que existência,
originada com o “Sopro de Vida” dada no boneco de barro, por meio da colocação de Psique – Alma -, que fez o Ser
vivente respirar, e pulsar o coração. Está posta que Substância pÕs em boneco de barro à potência, e desta ação,
deriva o Ser.
“ III
“1b10 – Quando
uma coisa se predica da outra como de
seu sujeito, tudo o que for dito do predicado também será dito do sujeito. Por
exemplo, o homem se predica de homem individual, e animal, de homem; então,
animal também será predicado de homem individual. O homem individual, com
efeito, e também homem quanto animal.
1b16 – Duas
coisas de gêneros diferentes e não subordinados uns aos outros, também
diferentes serão as diferenças em espécie. Por exemplo, de animal e de
conhecimento, pois o pedestre e o bípede, o analado e aquáticdo são diferenças
de animal, nenhuma delas é de conhecimento, pois um conhecimento não se
diferencia de outro por ser bípede.
Quanto aos gêneros subordinados uns aos outros, nada
impede que tenham as mesmas diferenças, pois os de cima são predicados dos
gêneros que estão sob eles, de tal sorte que todas as diferenças do predicado
são também diferenças do sujeito.” (cf. Aristóteles, CATEGORIAS, p. 72, Editora
Martin Claret, 3ª Edição – 3ª Reimpressão – 2.015)
Verifica-se não poder o homem abolir à
ação criadora (creadora) do Uno e Logos, porque é dessa ação original, que
deriva o homem imortal, unidade pacífica com o Pai, completo e sem necessidades
objetivas e subjetivas, em face da MENTE
possuir de per si o conhecimento difuso e universal, em sua condição de “ente”
vivo e ser. Logo potência emanada de Substância. Com certa, é daí que deriva à
justificativa fundada no axioma: “Eu sou
aquele que sou. E ajuntou.” Estraida por
Aristóteles de Êxodo 3:14. Então, Suzane Mansion, com propriedade
descreve:
“Quando se
esforça por , enumerar as acepções do Ser, Aristóteles as classifica sobre
quatro aspectos. “Ser” se diz seja para significar o que convém acidentalmente
um objeto: o homem é músico, por exemplo; seja para significar o que um objeto
é em si: ele se divide, então, conforme
as diferentes Categorias. “O Ser” pode ser sinônimo de verdadeiro e, enfim,
“Ser” se diz igualmente do que é em potência
e do que é em ato.” (cf. Zíngano, Marco organizados, SOBRE A METAFÍSICA DE ARISTÓTELES, p. 77, Odysseus
Editora Ltda, Edição: 1 – 2.005),
Evidente, faz parte do conhecimento de
hermeneuca – interpretação -, não se pode
continuar a ler em textos de Lei,
escribas ignorantes, contratados por Gestor Público, agirem com os escribas dos
Fariseus, Anás e Caifás, que escreveram a Sentença a condenar à morte Jesus de
Nazaré, e entrearam ao Governador Pôncio Pilatos, com existências de erros processuais hediondos, e
expressões com erros malignos, e deram ao maligno o título de: Ente. (cf.
Emmerch, Anna Catharina, Vida, Paixão e
Glorificação do Cordeiro de Deus, pp. 266-267-268, MIR EDITORA, 19ª Edição –
2.022).
Ora, Ser em conceito de Aristotélico
derivado do “Eu sou” (cf. Êxodo 3:14), somente alcança aquele que na ação
necessita predicar, eis aí, que deriva a filiação divina do homem, porque ao
abolir a ignorância e mau procedimento, ao exercitar o caminho e exercitado
como bom exemplo o mandamento onde só pode ser deduzido o Ser, quando leciona:
“29. Tomai meu
jugo sobre vós e aprendei de mim que sou de coração humilde e manso” (cf. São
Mateus 11:29)
Logo, à prática é o critério da
verdade, e aquele que que está em
caminho como homem, subir degrau por degrau escada que conduz pela boa ação e
fé, ao reino dos céus, obtido primícias da ressurreição por ter nascido o novo
homem, e está apto de obter glória em justiça em santidade. Eis o Ser que
predica pelo mérito de virtude. E boa ação.
Aprendam que “res” (coisas), e não está
como ser vivo, não predica. Pois o que deve predicar sempre em sua atitudes e
obras é o homem. Qualificado como bom
administrador.
Então, não escreva asneira em oposição
ao ensino da filosofia. Pois estes que se metem em obter vantagem, no dizer de
Erasmo de Roterdã, são: “Asnos que querem dar certo.” Na verdade, enquanto à
ignominia vagar nos ares da corrupção e maledicência, na condição de arautos do
mal, compram ignorantes para aprovar mandamentos de Nabucodonosor, sabe-se que
pior não há, leia Daniel, condenado a morrer na cova dos leões, só que os leões
não quiseram comer o ser de bem. Então, como os Leões não comeram Daniel, o Rei
Dário, e:
“26.
então o Rei Dário escreveu:: A
todos os povos, a todas as nações e a todos os povos de todas as línguas que
habitam sobre a terra, felicidade e
prosperidade!
27. Por mim é
ordenado que em toda extensão de meu reino, se mantenha perante o Deus de
Daniel temor e tremor. É o Deus vivo,
que subsiste eternamente; seu
reino é indestrutível e seu domínio é perpétuo.
28. Ele salva e
livra, faz milagres e prodígios no céu e
sobre a terra: foi ele que livrou Daniel das garras dos leões.” (cf. Daniel
6:17-28)
Em face de o Rei Dário ter sido um
dos notáveis soberanos da Pérsia
deixa-nos realizados ao reconhecimento à dignidade de Daniel e o tira da cova
dos leões, certamente, naquele dia Nabucodonosor pela sua crueldade e
desonestidade, grnrce, e em seu lugar está no trono homem de bem. É elucidadr que
o sucessor de Dário fez de Ester – Radassa - - que é Rainha e esposa do Rei
Assuero, identificado como Xerxes I, depois da morte de Ciro, acha-se mencionado em Ecl 4:6.
Contudo, eis como saber o que os discípulos pergutam:
- “Quem o maior no reino dos céuws?”
Jeus chamou uma criança, colocou-a no
meio deles e disse:
- “Em verdade vos digo, se não vos
converterdes, e não vos torardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta criança, este é o
maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a
mim que recebe.
- E, não desprezeis nem hum destes
pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus.
- Que vos parece?
- Se um homem tem cem ovelhas, e uma
delas se perde, não deixa ele as noventa
e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu?
- E verdade vos digo, se ele a encontras, ficará mais feliz com
ela, do que com as noventa e nove que
não se perderam. “Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se
perca nenhum desses pequeninos.” (cf. São Mateus 18:1-5.10.12-14)
Compreendam `a importância em possuir clarividência de fato e direito, quem
é o maior no Reino dos Céus. Pela dedução e coerência, vê-se o alicerce proposto
pelo Mestre ao estabelecer como axioma: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes
como crianças, não entrareis nos Reino dos Céus. Quem se faz pequeno como esta
criança, este é o maior no Reino dos Céus. E quem recebe em meu nome uma
criança como esta é a mim que recebe.” (cf. São Mateus 18:3-4-5).
Deve-se acolher e compreender que a
base do conhecimento está na humildade, pois é pela humildade que se habilita e
apto à fruição da glória da vida eterna, em justiça e santidade, é meio eficiente e adequado em desenvolvimento evolutivo como pensar e Ser, cujo objeto está
em potência como ato, dada como graça pela Substância, o Uno em Luz que irradia
na antiguidade à humanidade, conhecido
pelos Tibetanos como como “Fohat”, daí
se aplica o enunciado estabelecido pelo
Mestre – Senhor Jesus, ao dizer:
“29. Tomai meu
jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de
coração e achareis o repouso para as vossas almas.” (cf. São Mateus 11:29)
Logo ao alcançar o Ser, nascido de “Eu
sou”, que Aristóteles nos traz o Ser, com pensamento capaz de transformar os maus em bons, se vê que: “Eu sou aquele
que sou”. E ajuntou: “Eis como respoderás aos Israelitas: (Aquele que se chama)
EU SOU envia-me junto de vós.” (cf. Êxodo 3:’2), e por isso escreve em sua obra Tópicos, sobre o pensamento:
“CAPÍTULO XIX –
Do Pensamento e a Elocução.
Depois de
termos falado sobre os outros elementos essenciais da tragédia, resta-nos
tratar da elocução e do pensamento. O
que diz respeito ao pensamento tem seu lugar nos Tratados sobre retórica, pois
este gênero de investigações é seu objeto próprio. Tudo que se exprime pela
linguagem é domínio do pensamento.
Disso fazem
parte a demonstração, a refutação, e também a maneira de mover as paixões, tais
como a compaixão e o temor, a cólera e as outras. É evidente que devemos
empregar estas mesmas formas, a
propósito dos fatos, sempre que for necessário apresenta-los comoventes, temíveis, importante ou verossímeis.
A diferença
consiste no fato de certos efeitos deverem ser produzidos sem recursos do aparato cênico, e outros
deverem ser preparados por quem fala e produzidos conforme suas palavras. Pois
qual seria a parte daqueles que têm sua
disposição a linguagem, se o prazer fosse experimentado sem a intervenção do discurso? Entre as questões relativas à execução, uma há
que se prende ao nosso exame: as atitudes a tomar no decurso da dicção; mas
tal conhecimento depende da arte do comediante e dos que são mestres nessa
arte. Trata-se de saber como se exprime
uma ordem, uma súplica, uma narrativa, uma ameaça, uma interrogação, uma resposta e outros casos deste gênero.”
(cf. Aristóteles, POÉTICA E TÓPICOS I,
II, III E IV, pp. 52-53, Editora À HUNTER BOOKS LTDA, 2.013)
Logo como se deduz, o pensamento está como necessário ao alcance da graça
divina, e Aristóteles, dá-nos como prática
à maneira de realizarmos satisfatoriamente às ações como postulados em trqvessia
exitosa no caminho do Rei dos Céus, em
aprendizado pedagógico com o que é mano e humilde coração, e possuir o ser como
o de criança. Pois está aí à Liturgia explicitada por São Mateus 18:1-5.10.12-14,
do dia 15/08.
2 – À saúde Mental e do coração,
libertação dos grilhões opressores pelo exercício do Perdão:
O perdão é por excelência base e
fundamento da digna prática humana em caminho da alegria da vida eterna.
À evidente e notável prova que nos faz
refletir com sensatez e com humildade é
reiterada pelo nosso irmão e Mestre, em Unidade com o Pai, Nosso Senhor Jesus
Cristo, na hora que os escribas e fariseus
trouxeram-lhe uma mulher que fora apanhada em adultério. Puseram-na no
meio da multidão e disseram a Jesus:
- Mestre, agora mesmo esta mulher foi apanhada em adultério. Moisés mandou-nos
na lei que apedrejássemos tais mulheres.
Que dizes tu a isso?
Então, como armadilha contra Jesus.
Perguntavam-lhe isso, a fim de de pô-lo à prova
e poderem acusa-lo.
Em relação ao ardil dos fariseus e
escribas. Jesus, porém, se inclinou para
a frente e escrevia com o dedo na terra.
No entanto, como eles insistiam,
ergueu-se e disse-lhes:
- “Quem de vós estiver sem pecado, seja
o primeiro a lhe atirar uma pedra.”
Pois, inclinando-se novamente, escrevia
na terra.
Logo, a essas palavras, sentindo-se
acusados pela sua própria consciência, eles se foram retirando um por um, até o
último, a começar pelos mais idosos, de
sorte que Jesus ficou sozinho, com a mulher diante dele. Então ele se ergueu e
vendo alí apenas a mulher, perguntou-lhe:
- Mulher, onde estão os que te
acusavam? Ningéem te condenou?
E, respondeu ela:
- Ninguém, Senhor.
Disse-lhe então Jesus:
- Nem eu te condeno. Vai e não tornes a pecar.
Logo, falou-lhes outra vez Jesus:
- “Eu dou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas
terá a luz da vida.”
Certamente, como os fariseus agem com
maledicência, cujo objetivo é matar pelo apedrejamento à mulher, inocente.
Diante disso, os fariseus lhe disseram:
- Tu dás testemunho de ti mesmo; teu
testemunho não é digno de fé. (cf. São João 8:3-13).
Ora, os fariseus faziam parte da
sociedade cínica e hipócrita, não praticavam a humildade, como fizera à mulher,
e, como o exercício do perdão exige coração manso e humilde, apto à livrar-se
do pecado, a fim ingressar em glória de justiça e santidade, pela
penitência habilitar-se com
desenvolvimento e evolução no Rei de Deus que está próximo (cf. São Mateus
4:17).
Então, sobre o que significa a
humildade, vamos compreender o que nos diz o Príncipe de Genebra, São Francisco
de Sales, a seguir:
“Tenhamos
sempre os olhos fixos em Jesus crucificado: caminhos por suas sendas com confiança e simplicidade, mas também com
prudência e discrição; ele será protetor de nossa reputação; e, se ele permitir que se manche ou perca
inteiramente, será para nos enaltecer
mesmo aos olhos dos homens ou para nos fazer progredir na humildade, da qual te
digo, em linguagem familiar, que uma oração vale mais que mil libras de fama.”
(cf. De Sales, S. Fransco – Bispo e Príncipe de Genebra - FILOTÉIA, pp.
209-210, Editora Vozes Ltada, 19ª Edição -2.010).
A humildade transforma e faz toda ação
razoável, em face de retirar da obra arrogância, insolência, interesse e
conveniência e o apego do egoísmo ao poder e dinheiro. É evidente que, ao
abolir o pecado e seus vícios, faz necessário se faz o perdão; e o perdão
escolhido (eleito no dizer em Suma Teológica, por Santo Tomás de Aquino), exige
observar quesitos e premissas em seu eficaz resultado de mente e coração. Logo se
justifica plantar para colher, e observar à verdade expressa no dizer de Pedro:
Pois “naquele tempo, Pedro aproximou-se
de Jesus e perguntou:
- “Senhor, quantas vezes devo perdoar,
se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?”
Jesus respondeu:
- “Não te digo até sete vezes, mas até
setenta vezes sete”. Porque o Reino dos Céus é como um Rei que resolveu acertar
as contas com seus empregados. Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme
fortuna. Como o empregado não tivesse com que pagar, o Patrão mandou que fsse
vendido como escravo, junyo vom s mulher e os filhos e tudo o que possuía. O
empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava:
- Dá-me um prazo!, e eu te pagarei
tudo.
Diante disso, o patrão teve compaixão,
soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.
Ao sair dalí, aquele empregado
encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o
agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo:
- Paga o que me deves.
O companheiro, caindo aos seus pés,
suplicava:
- Dá-me um prazo!, e eu te
pagarei.
Mas o empregado não quis saber disso.
Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. Vendo o que havia
acontecido, os outros empregados ficaram muito
tristes, procuraram o patrão e
lhe contaram tudo. Então o patrão mandou chama-lo e lhe disse:
- Empregado perverso, eu te perdoei
toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias, tu também, ter
compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti? O patrão
indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida.
É “assim que o meu Pai que está nos
céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.”
Ao terminar estes discursos, Jesus
deixou a Galiléia e veio para o
território da Judeia além do Jordão. (cf. São Mateus 18:21-19,1)
Evidente, público e notório se
encontrar na condição premissa maior no silogismo, paradigma e axioma no
saudável discurso filosófico do caminhante como pressuposto do “pensamento” – “Se penso, então eu sou” (cf.
Descartes), em premissa em Ser de Aristóteles, derivada em fundamento ao
alcance do Rei de Deus que está próximo pelo esforço eficiente, apto, coerente
em palavras e obras, estabelecido pela
penitência ao corroborar à vontade da Subst\ãncia – Uno Deus -, realizada pela
emanação de energia à “potência” – homem criatura -, do fundamento e axioma a
seguir:
“14. “EU SOU
AQUELE QUE SOU”. E ajuntou: “Eis como responderás aos Israelitas: (Aquela que
se chama) EU SOU enviou-me junto de vós”. (cf. Êxodo 3:14)
Nesta hora, é bom dar voto de louvor à
minha professora da língua Portuguesa, no ano de 1.967 a 1.970, ao
ministrao ensino da única hipótese, que
o verbo Ser, está posto como Verbo
Bitransitivo em um predicado verbal, a ação verbal se transmite para o
complemento direta e indiretamente, ao mesmo tempo. Na prática, significa que o
verbo irá necessitar de dois complementos, ou dois objetos: um sem preposição (objeto direto) e o outro
com preposição (objeto indireto). Desse modo, são vários os elementos na oração
que completam o sentido do enunciado.
Então, observe o exemplo o verbo
perdoar:
Perdou aos devedores. (Verbo transitivo indireto / aos devodores = objeto indireto)
Perdou as dívidas. (Verbo transitivo
direito e indireto / as dívidas = igual objeto direito / aos
devedores = igual bjeto indireto). Este
texto está publicado (cf. Info-Escola, verbo bitransitivo, por Cynthia Cordeiro
Chalegre – Graduada em Letras-Português – USP, 2.011).
Esclareça-se, que o conhecimento da
oração expressa em Êxodo 3:14, refere-se como saber e conhecimento aos estudantes
da língua Portuguesa, pois é base e fundamento de conhecimento do Ser, e de sua
derivação explicitado em Metafísica – Ser – de Aristóteles, posto no
conhecimento ocidental por Roger Bacon (1.214-1.294), que passou os estudos da
obra de Aristóteles a Francis Bacon
(1561-1626) foi porém, quem terminasse por fixar a base de Descartes. E, o conhecimento do
pensamento de Aristóteles à doutrina Cristã e sua base, é estabelecido pelo
Doutor Angélico – Santo Tomás de Aquino, e por isso, dá novo conceito ao “modus
faciendi” e o “modus operandi”, em conhecimento em espiritualidade e da palavra
do Senhor, especialmente, os Evangelhos, nas qutro obras existentes, de São
Tomás de Aquino – CATENA AUREA.
Com certeza, é razoável o conhecimento
e meios que levam à união de um homem a sua mulher, porque aí eis a regra com
predicação, e unidade de Almas – Psique, desde à origem, Já que o Criador ao
dar o “Sopro” no boneco de barro, fê-lo da mesma forma à mulher, que sem
dúvida, são estão como “Almas
Semelhantes”, por isso: O homem deixará o pai e a mãe, e se unirá a sua mulher.
Sabe-se, ao transcorrer da existência
humana, em seu processo civilizatório o Divórcio nunca está bem situado dentro em primeiro lugar da cidade Estado Família,
porque se sabe, que pela União pelo Matriarcado, daí deriva o Matrimônio,
cresceu culturalmente, e com fundamento ns Unidade com à Divinndidade – Elohim
-, estabeleceu-se como ordenamento social à administração e transmissão de
conhecimento à “Matre”, daí se sabe a importância de Rebeca, na existência dos
Hebreus, mulher de Isaac.
Então, devido ao atraso do homem, e a
dureza do coração, e enxergar na mulher como objeto de consumo e decoração, e
no caso da mulher, apenas enxergar à possibilidade de ter mais bens materiais,
conheceremos às normas preceituadas por
Jesus aos Fariseus, como se vê:
Pois deve cada qual:
- Acolhei a palavra de Deus, não como
palavra humana, mas como mensagem de Deus, o que ela é, em verdade! (cf. 1
Tessalonicenses 2:13)
Certamente, como é difícil, pois naquele
tempo, alguns fariseus aproximaram-se de Jesus, e perguntaram, para o tentar:
- “É permitido ao homem despedir sua
esposa por qualquer motivo?”
Jesus respondeu:
- “Nunca lestes que o Criador, desde o
inicio, os fez homens e mulher? E disse:
- Por isso, o homem deixará pai e mãe,
e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne. De modo que eles já não
são dois, mas uma só carne. Portanto, o
que Deus uniu o homem não separe.”
Pois, os fariseus perguntaram:
- “Então, como é que Moisés mandou dar certidão de divórcio e
despedir a mulher?” Jesus respondeu:
- “Moisés permitiu despedir a mulher,
por causa da dureza do vosso coração.
Mas não foi assim desde o inicio. Por isso, eu vos digo:
- Quem despedir a sua mulher – a não ser em caso de união ilegítima
– e se casar com outra, comete adultério.”
Os discípulos disseram a Jesus:
- “Se a situação do homem com a mulher
é assim, não vale a pena casar-se”.
Jesus respondeu:
- “Nem todos são capazes de entender
isso, a não ser aquele a quem é concedido. Com efeito, existe homens incapazes psts o casamento,
potque nasceram assim; outos, porque os homens assim os fazem; outros, ainda, se fizeram incapazes disso por
causa dos Reino dos Céus. Quem puder entender entenda”. (cf; São Mateus
19:3-12)
Logo, o pensamento expresso por Jesus
de Nazaré está fundado na premissa maior – verdade, pela qual se justifica à união afetuosa, e amorosa com
a fé e sã doutrina, em bons propósitos e
princípios éticos, e de espiritualidade, objetivamente, observar os pressupostos
Civil, e no respeito ao bom direito, ao manter sempre viva “à célula mmãe da
sociedade”, expressão basilar do nosso Rui Barbosa.
Logo a união pelo matrimônio, como
Sacramento estabelecido desde à Igreja dos primeiros séculos, inclui-se aqui, o
perído das Catacumbas, e às instruídas pelo Grupo de Alexandria, até o último
Filosofo da Patrística – Agostinho de Hipona – Santo Agostinho, permanece até
nossos dias, e dado entusiasmo e fidelidade pelo Concílio Vaticano II, e
promulgado e dado vigor pelo Santo Padre o Papa Paulo VIº, Santo pela sua fé e
obra. O Evangelho sobre o divorcio explicitado em São Mateus 19:3-12, está na Liturgia deste dia 18/08. Que todos
cresçam na fé, testemunho da palavra e
unidade fraterna pela graça do Pai e, generosa misericórdia e compaixão do
Filho, com dons e cura de enfermidades, graças benigna do Espírito Santo.
3 – Está pois evidente, que o saber e
conhecimento emanam da força da Substância – Deus Uno e Senhor – que, pela
parte divina existente na criatura o dá como “Potência”. Eis porque sabemos seu
conceito e fundamento, força do Ser, como está posto a seguir sua etimologia e conceito:
“7 – Definição
de Potência:
Em
primeiro lugar, devemos convir no seguinte:
onde há movimento, aí há ser. Pois se nada houvesse, nada se moveria. Mas, como será demonstrado, trata-se de um grau diminuto de ser. O que se
move é um ser ainda não realizado. Por isso o movimento é um ser real. Se existe movimento, já existe algum ser,
isto é, algo fora da esfera do nada. Mas enquanto ser-potencialidade incorpora
um grau mínimo de realidade. Por sinal,
uma realidade radicalmente impotente.
Vale dizer. O
movimento é ato porque existe, mas não é atualidade acabda porque está ainda em
fase de vir a ser. O grau mínimo de ser que estrutura um movimento é o estado
de possibilidade. O mundo, antes de ser criado por Deus, já existia no nível de
possibilidade na mente divina.
Eis porque
define-se o movimento como actus existentis in potentia in quantum huiusmodi. Ou seja: “O ato de ser em potência
enquanto está em potência”. Pois o
movimento é ato, já que existe, mas não é atualidade acabada ou plena porque
ainda vem a ser. Enquanto processo de vir a ser, ele sofre mutação.
É bem tal
potencialidade no mobil, esse poder ser sem ainda possuir, esse atualizar-se
progressivamente que torna inteligível a tendência do sujeito para uma perfeição e consequente fato
de adquiri-la. O ferro em fase de aquecimento, por exemplo, não possui ainda a
temperatura que o torna fervente, mas pode adquirí-la. É tal fenômeno que se
traduz na fórmula: “nada é movimento a não ser segundo o que está em potência
para aquilo em direção do qual é movido”. Em “Latim Nihil movetur nisi secundum
quod est in potentia ad illud ad quod movetur”. (cf. Feracine, Luiz, DEUS – As
Provas Filosóficas de sua Existência -, pp. 33-34, Editora Escola, 2ª edição –
2.016).
Evidente, e clarividente, está posto no
conhecimento difuso e universa recebido
pela criatura humanam e: “O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da
terra, e inspirou-lhe nas narinas um
SOPRO DE VIDA e o homem se tornou um SER VIVENTE” (Cf. Gênesis 2:7). Logo está
na ação do Criador que dá à criatura
humana, condição igual a si mesmo, imagem e semelhança, ao dar-lhe à “Potência”
– imagem e semelhança e igual a si mesmo
em Substância, aí origina-se o dizer do Filho do Homem, gerado pela Mãe
em humanidade, que o Pai me enviou e o Pai me conhece, e pela Unidade em ser em
si mesmo, Ele é o que é, está como é: Eu
SOU. Nesta hipótes, Aristóteles em
Categorias, nos diz:
“ XI.
13b36 – O mal
é, necessariamente, contrário ao bem. Isso é evidente pela recordação dos casos
particulares, por exemplo, à saúde é contrária a doença; e ao senso de justiça,
a injustiça; e à coragem, a covardia; e, de modo semelhante, em outros casos. E ao que é mau tanto é contrário a uma coisa
boa quanto uma coisa má. Com efeito, à falta, sendo um mal, é contrário o
exagero, sendo este um mal; e, da mesma forma, o meio-terno é contrário a cada
um dos dois extremos, sendo um bem. Em poucos casos se poderia ver algo
semelhante; todavia, na maioria deles, sempre o que é bom é contrário ao que é
mau.” (cf. Aristóteles, CATEGORIAS, p. 98, Editora Martin Claret Ltda., 3ª
Edição – 2.015).
Na verdade, o que se pretende dar luz é, que pela potência certa em Alma –
Psique, existente, desde à origem, anterior à adoção da morte em Adão (1
Coríntios 15:22), que esse múnus – Ser -, há desde à criação das cortes
Angelicais, porque – Espírito - é ser
vivente, pois, o Sopro de Vida dado pelo Criador, apenas consolida natureza
divina pelo conhecimento difuso e universal, perdido pelo homem, quando pela
cobiça, vaidade, e igualar-se ao Elohim, sucumbiu ao argumento da Serpente, em
comer da fruta da árvore do conhecimento
do bem e do mal, para abrir demais os olhos. Então, eis aí à causa da doença,
da miséria, do atraso, e por fim, à morte. Pois à associação às ciladas do maligno possui como efeito: O
olho gordo demais, tudo o que vê, mata ou aniquila.
Certamente, à sabedoria expressa na
doutrina que expôs Jesus ao discípulos, está em sintonia o dever do ser em seu
estado evolutivo e desenvolvimento, como se pode verificar a seguir:
Pois naquele tempo, levaram crianças a
Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e fizesse uma oração. Os
discípulos, porém, as respreendiam. Então Jesus disse:
- “Deixai as crianças e não as proibais de vir a mim, porque delas
é o Reino dos Céus”.
E depois de impor as mãos sobre elas,
Jesus partiu dalí. (cf. São Mateus 19:13-15)
Ora, é fundamento existência, como
essência, que para alcançar à vida eterna, em glória de justiça e santidade, é
necessário o caminhante possua mãos e alma limpas, sem mácula e pecado
capitais, ainda, cometer ato ilícito e criminoso, e pela ideologia extrema, e
opinião, pretender convencer guardiões e instrutores do universo, que terá
acesso ao Reino dos Céus, bem explicitado e estabelecido por Jesus, referente
ao estado de santidade da criança, e “delas é o Reino dos Céus”, é que se deduz do enunciado em São Mateus
19:14.
Pois a pedagogia que traz Jesus de Nazaré explicitada em São Mateus 19:13-15, está na
Liturgia do dia 19/08.
Está posto, que todo aquele que
pretender alcançar o estado de bom homem
e mulher, deve pela via da consciência observar quesitos fundamentais e possuir
como conduta:
a)
Discernimento;
b)
Desapego,
livrar-se do egoísmo, dispreendimento e
abnegação;
c)
Boa conduta e
d)
Amor com
sabedoria;
e)
Fé como verdade
e atestado;
f)
Boa obra;
g)
Vigilância
incessante e oração;
h)
Vida mística e
espiritual por meio do conhecimento;
i)
Abolir o pecado
e crime, tanto por culá, quanto pelo dolo, pensamento, palavras e obras.
Logo, pelo bom procedimento e agir
sempre com dignidade, sempre oferecer tratamento digno ao próximo, certamene,
estará em estado de evolução e apto a ingressa no Reino dos Ceus, em razão,
pela santidade vivida no Planeta, subirá os degruas da escada, porque está em
prática e conteúdo como Ser. O pensamento é fonte de vida do Ser.
4 – Diante disto, à existência no
planeta terra, é palco posto para nosso aprendizado relacionado com as
lições que trouxemos de Origem, é
comprometimento Kármico – Lei de ação e
lição positiva e do caminho -, necessários transformá-los em ações dignas e
boas, conhecido na antiguidade como Dharma. Pela bondade, discernimento,
solidariedade, prudência, e amor com sabedoria, pode dar o exemplo bom, e
aí se encontrar no estado de Suer,
porque pensa, então, é;
Que cresçam pela humildade,
incessantemente vigilantes e sempre em oração, suplicar ao Uno – Eu sou, que
nos dê à graça de proteção, e recebamos à saúde e prosperidade, e nos livre das
ciladas do espírito maligno, e nos proteja de todos os perigos e riscos de
enfermidades, catástrofe, tempestades, enfim, toda destruição, também,
recebamos os sete dons do Espírito Santo
como: Sabedoria; discernimento; conselho; fortaleza; ciência; piedade e temor a
Deus, que recebamos sempre pela
intercessão da BemAventurada sempre Virgem Maria, mãe do Verbo de Deus e nossa;
Pois como cremos que o Ser está na
senda da evolução humana, e pela fraternidade humana adotamos a igualdade e não discriminação, e
como nada mais grato e justo, que afeição e carinho, que enobrece nossos
corações como Ser, e por isto, deixa-se a todos e à todas nosso cordial abraço.
Criciúma (SC), 19 de agosto de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e Filosofia.
OAB nº SC 003978.
trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme
fortuna
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