O SER NASCE,
CRESCE, APREDNDE A SAIR DA ILUSÃO, E OBTÉM SABEDORIA COMO GRAÇA. LOGO PELA
CONSCIÊNCIA E PELA COMPROMETIMENTO COM A VIRTUDE, À FRATERNIDADE E AMOR AO
PRÓXIMO, E COMPREENSÃO QUE, SÓ COLHERÁ,
MESMO, O QUE TIVER PLANTADO. À GLÓRIA E
JUSTIÇA E SANTIDADE SÓ ALCANÇA AQUELE COMO JUSTO SE JUSTIFICA PELA FÉ, E NOVO
HOMEM NASCIDO PELA RESSURREIÇÃO. É DIGNO NÃO MORRER, ETERNAMENTE.
1 –
Preliminarmente, não devemos em “Mãyã” – (Sãnscrito). Ilusão; o poder cósmico
que torna possível a existência fenomenal e suas percepções. Na filosofia hindu, só aquio que por si é imutável e eterno é
chamado realidade; tudo o que está
sujeio à mudança como resultado da decadência e diferenciação, e que
consequentemente tem um começo e um fim, é considerado como Mãyã – ilusão. (cf.
Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO teosófico -
A versão original e póstuma de 1892, editado por George Mead -, p,
238, Editado pelo CLUC –Centro Lusitano
de Unificação Cultural – Lisboa – Portugal, distribuído no Brasil pela Editora
Teosófica – DF, nos anos de 2.022 e 2.023).
Com base nos
fundamentos deste postulado e o leso engano cometido pelo homem ao persistir
nas agruras das ideologias tirânicas, legitimadoras da chacina, massacre, e
ceifar vidas humanas, com base em desejo iníguo e impío de construir à raça
púra e homogênea, cujo objeto é egoísmo, cobiça suja para explorar o homem pelo
homem, com arbítrio do poder e dinheiro, e dizimar seis milhões de nossos
irmãos próximos, em câmara de gás, e nos sombrios Campos de Concentração, cuja
lição se depreende no descrito a seguir:
“4. O Universo,
com cada uma das coisas que contém, é chamado MÃYÃ, porque tudo nele é temporário; desde a vida efêmera de um
pirilampo até a do Sol. Comparado com
eterna imutabilidade do UNO, e com a invariabilidade daquele princípio, o
universo, com suas formas efêmeras em perpétua transformação, deve ser
necessariamente, para a mente de um
filósofo, não mais do que um fogo-fátuo. No entanto, o Universo é
suficientemente real para os seres conscientes que nele vivem, os quais são tão
ilusórios quanto ele mesmo.” (cf.
Blavatsky, Helena P., FUNDAMENTO DA FILOSOFIA ESOTÉRICA, p. 42, Editora Teosófica – Brasília – 2.011).
Na verdade, à
ausência de conhecimento interior, expresso em existência espiritual, testemunhada
pelo beom exemplo e fidelidade, que enobrece e pelo e justifica o estágio de unidade pela
perseverança e incessante vigilância e oração. Evidente, que se traz à
consideração pelo fato de à má ação ter trazido à Maria, mulher Aarão
critiram Moisés por causa de sua mulher etíope.
E disseram:
“Acaso o Senhor
falou só através de Moisés? Não falou, também, por meio de nós?” E o Senhor
ouviu isto.
Moisés era um
homem muito humilde, mais do que qualquer outro sobre a terra. Então o Senhor
disse a Moisés, Aarão e Maria: “Ide todos os três a Tenda da Reunião”. E eles
foram.
Pois o Senhor
desceu na coluna de nuvem, parou à entrada da Tenda, e chamou Aarão e Maria. Quando se aproximaram, ele lhes
disse: “Escutai minhas palavras! Se houver entre vós um Profeta do Senhor, eu
me revelarei a ele em visões e falarei com ele em sonhos. O mesmo, porém, não
acontece com o meu servo Moisés, que é o mais fiel em toda a minha casa! Porque a ele eu falo face a face; e às
claras, e não por figuras, que ele vê o
Senhor! Como, pois, vos atreveis a
rebaixar o meu servo Moisés?” E, indignado contra eles, o Senhor retirou-se.
A nuvem que
estava sobre a Tenda afastou-se, e no mesmo instante, Maria se achou coberta de
lepra, branca como a nveve. Quando Aarão olhou para ela e a viu toda coberta de
lepra, disse a Moisés:
- “Rogo-te meu
Senhor! Não nos faça pagar pelo pecado que
tivemos a insensatez de cometer. Que Maria não fique como morta, como um aborto que é lançado fora
do ventre de sua mãe, já com metade da carne consumida pela letra.”
Então Moisés
clamou ao Senhor, dizendo:
- “Ó Deus, eu te suplico, dá-lhe a cura”. (cf.
Números 12:1-13).
Em nível de
consciência pura e plena, com
conhecimento, é necessário compreender o conteúdo filosófico em sábio discurso que apresenta-nos o
venerável Verbo de Deus (cf. São João 1:14), ao lecionar-nos verdades sobre o
caminho do Reino de Deus, quando diz em
sua magna doutrina:
“Depois que a
multidão commera até saciar-se, Jesus mandou que os discípulos entrasse na
barca e seguissem à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele
despediria as multidões.
Então, despois
de despedi-las, Jesus subiu ao monte,
para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava alí, wozinho. Pois, a barca, porém, já longe da terra, era
agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.
Logo, pelas
três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar.
Surpreendidos, pois quando os discípulos o avistaram andando sobre o mar, ficaram
apavorados, e disseram:
- “É um
fantasma”. E gritaram de medo.
Jesus, porém,
logo lhes disse:
- “Coragem! Sou
eu. Não tenhais medo!"
Então, Pedro,
lhe disse:
- “Senhor, se
es tu, manda-me ir ao teu encontro,
caminhando sobre a água”.
Jesus
respondeu:
- “Vem!” Pedro
desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas quando
sentiu o vento, ficou com medo e começando a afundar, gritou:
- “Senhor,
salva-me!”
Jesus logo
estendeu a mão, segurou Pedro, e lhe
disse:
- “Homem fraco
na fé, por que duvidaste? Assim que subiram na barca, o vento se acalmou. Os que estavam na barca, prostraram-se
diante dele, dizendo:
- “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!”
(cf. São Mateus 14:22-36).
Evidente, estar
razoável e em consciência, que a premissa construída ao longo de toda travessia
íngreme e cheia de abrolhos no caminho da redenção trazida a nós pelo “sim”
generoso, cheia de devoção e do Espírito Santa, da maternidade da Virgem Mãe, anunciada pelo Arcanjo
Gabriel, e dá seu – sim -, como forma de dá inicio ao “Plano do Pai” (cf. São
Lucas 1:28-38).
Pois como irmão
em Cristo, nesta Liturgia é convidado a refletir sobre os episódios da vida de
Moisés, Aarão e Maria no livro dos Números.
Aarão e Maria
critiram Moisés por causa de sua mulher, e o Senhor se mostrou indignado, e Maria foi tomada pela lepra.
Os Salmos nos
ensinam a pedir misericórdia a Deus porque somos pecadores.
No Evangelho, encontramos a hidyótis fr \pedro caminhando
sobre as águas, mas que afunda quando sua fé se dissolver num oceano de medo.
Esses dois Evangelhos nos mostram o poder de Deus, mas também a importância de
cultivar a nossa fé e humildade diante dEle.
Eles nos
ensinam que devemos confiar plenamente em Deus e esperar que Ele nos liberte do
nosso medo e incertezas. Devemos lembrar
que Ele é o único que pode nos salvar e nos ajudar a restaurar a nossa via para
Ele. Além disso, é importante notar como Moisés foi humilde em meio à crítica
de Aarão e Maria. Ele foi descrito como
extremamente humilde diante do Senhor e aceitou críticas pacientemente.
Esta deve ser
uma lição para nós. Devemos aprender a lidar com humildade com aqueles ao nosso
redor, não importa quem eles sejam. Vamos procurar cultivar a fé e a humildade
com aqueles que nos rodeiam e permanecer em oração. Se abrirmos nosso coração
ao Senhor, Ele acabará por nos mostrar a salvação.
Então, que Deus
derrame graça e benção sobre todos, merecedimante, por agir com boa obra e fé,
emm fraternidade e amor ao próximo.
Ora, a
expressão “homem de fé fraca”, significa que naquele período da história da
humanidade, possuir fé é dar atestado de verdade e segurança, certeza, que não
há possibilidade de fenecer, então, Jesus, utiliza, à etimologia reta. Este ensinamento está explicitado entre
os Filosófos da Patrística, em obra de Santo Tomás de Aquino, CATENA AUREA –
VOLUME IV – Evangelho de São João.
A questão
fundamental é ciência que, críticas sem conteúdo, conhecida como o pecado da “murmuração”,
fofoca e maledicência, e deixar-se assoberbar-se pelo olho crescido, pode
acontecer a retribuição recebida por Maria a mulher de Aarão, lepra.
Igualmente, possuir fé porque quem não tiver fé, não adiante pedir graça, e
ordenar a montanha que se mova, e o vento e tempestade cesse, porque não
cessará. Mas, Pedro, acredita no Mestre, o Mestre não o deixou afundar. Logo em
nossa existência devemos possuir atitude de seres, humildade, boa obra, e fé,
no mínimo igual ao grão de mostarda. Salienta-se que a boa-fé e a lealdade, é
pressuposto legal, em nosso Sistema Processual Civil, sendo que à regra de bom
comportamento e bom procedimento está
expressa no Art. 5º, do NCPC – Lei nº 13.105, de 16 de maio de 2.015,
também, já estava previsto no inciso II, do Art. 14, do CPC de 1.973, cuja
regra está prevista no inciso III, do
Art. 4º, do CDC – Lei nº 8.078/90, pois
o Código Civil Brasileiro, prevê no Art. 422, da Lei nº 10.406/2.002.
Pois é salutar saber que a Leitura do Livro de Números 12:1-13 e o
Evangelho de São Mateus 14:22-36, fazem parte da Liturgia do dia 8/08, para
nosso melhor conhecimento e testemunho da palavra.
Logo para se compreender o funcionamento da prática torna-se importante possuir a base de
seu significado, como se pode verificar a seguir:
“Para começar,
uma definição de termos: consciência e vida são idênticas, duas denominações
para duas únicas coisas considerada do
ponto de vista interior e do ponto de vista exterior. Não existe vida sem
consciência; não existe consciência sem vida. Quando vagante as separamos em
pensamento e analisamos o que fizemos, descobrimos que chamamos de “vida” a “consciência
voltada para dentro”, e de “consciência” a “vida voltada para fora”. Quando
nossa atenção fixa-se sobre a multiplicidade, dizemos “consciência”, e
esquecemos que a multiplicidade deve-se à matéria e a sua essência, a superfície
refletora na qual o Um torna-se os Muitos. Quando se diz que a vida é “muito ou
menos consciente”, não é na abstração da vida, que se está pensando, mas numa “coisa
viva” mais ou menos perceptiva de seu ambiente. Mais percepção ou menos
percepção depende da espessura, da densidade, do véu envolvente que a torna uma
coisa viva, separada de seus pares. Aniquilando-se em pensamento esse véu,
aniquila-se em pensamento também a vida e se está naquilo em que todos os
opostos são resolvidos, o Todo”. (cf. Besannt, Annie, UM ESTUDO SOBRE A
CONSCIÊNCIA – Uma Contribuição à psicologia -, p. 34, Editora Teosófica – 2.014).
Não se duvida,
que à verdade insofismável e objetiva, em razão de necessitar possuir
qualidade e qualificações, em exercício
da boa ação e fé, realiza e plantar que
dizer aquilo que Aristóteles ensina em Categorias, quando diz:
“VIII.
8b25 – Digo qualidade
segundo o que alguns aão, de alguma maneira, qualificados. E é a qualidade daquelas coisas que são ditas
de muitas maneiras.
8b26 – Uma
espécie de qualidade sejam ditos o hábito e a disposição. O hábito difere da
disposição pelo fato de ser mais durável e mais estável. Tais são os
conhecimentos e a virtude, pois o conhecimento parece ser do que é constante e
de difícil remoção, mesmo se alguém aprende moderadamente um conhecimento, se
não acontece uma grande mudança por doença ou por alguma coisa desse gênero. Da
mesma forma a virtude. Por exemplo, o sentido de justiça, a ponderação e equidade
desse tipo não parecem ser bem móveis, nem bem mutáveis. Disposição são ditas as que são bem móveis e
que se mudam rapidamente; por exemplo, o aquecimento e o resfriamento, a doença e a saúde, e todas as qualidades
desse tipo. De fato, o homem, de alguma forma, está disposto, segundo elas;
rapidamente se modifica de quente passa a frio; e do estar saudável a estar doente.” (cf. Aristóteles, Categorias,
pp. 87-88, Editora Martin Claret Ltda,
3ª Edição, 3ª Reimpressão – 2.015)
O descrito
acima pelo Filósofo Grego, está consoante com aquele que conhece o ofício,
comprometido em com aua habilitação, responsável civil e penalmente para não
violar regras fixadas e legítimas em Lei, e pelo desapego sabe que deve tomar
sua cruz cada dia e seguir o Mestre, pelo bom exemplo em qualidades e
qualificações exercita à fé, e realiza à
boa obra em favor do próximo, está no estágio de evolução como Ser, já apto à
ingressar na glória em justiça e santidade, justificado pela boa plantação, e
obtido pelo mérito da virtude, boa colheira em frutos que o habilitam ao reino
dos céus. Por isto, o ensinamento de São Paulo está de acordo com o que diz
Aristóteles a acima, e creia e veja na lógiaca:
“6. Irmãos,
Quem semeia pouco colherá também poudo e quem semeia com largueza colherá
também com largueza”. Dê cada um conforme tiver decidido em seu coração, sem
pesar nem constrangimento; pois Deus “ama que dá com alegria”.
8. Deus é
poderoso para vos cumular de toda sorte de graças, para que, em tudo, yrnhais sempre o necessário e ainda tenhais
de sobra para toda a obra boa, 9 como está escrito: “Distribuiu generosamente, deu aos pobres; a
sua Justiça; permanece para sempre”.
10. “Aquele que
dá a semente ao semeador e lhe derá o pão como alimento, ele mesmo multiplicará
as vossas sementes e aumentará os frutos da vossa justiça.” (cf. 2 Coríntios
9:6-10)
Ora, o semeador
é o que possui qualidade que é de alguma maneira, qualificados. E é a qualidade daquelas coisas que são ditas de
alguma maneira. Eis aí que colher frutos em sua plantação pelo semeador está
posto como predicado, e por isto, cada qual colherá, aquilo que, efetivamente,
tiver plantado, aí justificar-se-á a graça divina expressa sabiamente por São
Paulo. Por isto, é reto o dito por Jesus: “Aquele que me segue não caminhará
entre as trevas, mas terá a luz da vida.”
(cf. São João 8:12bc)
Neste caso:
“Naquele tempo
disse Jesus a seus discípulos:
- “Em verdade,
em verdade vos digo: Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele
continua só um grão de trigo; mas se
morre, então produz muito fruto. Pois quem se apega â sua vida, perde-a; mas quem
faz pouca conta da sua vida deste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se
alguém me quer servir, siga-me, e onde
eu estou estará também o servo. Se alguém me serve,meu Pai o honrará”. (cf. São
João 12:24-26)
Evidente, que
se necessita de conhecimento e ciência para se entender e compreender, o que é
o homem. Pois Clara Codd, em sua obra A Técnica da Vida Espiritual, com
reflexão lúcida diz que: “O homem não somente
este corpo que pode ser visto com os olhos físicos. Há para ele bem mais que
isso. Com esse corpo ele se movimenta e age. São, porém, bem mais importante para
ele seus pensamentos e sentimentos subjetivos. São eles originários do cérebro
e das células nervosas do corpo? Se
assim fosse eles deixariam de existir
após a morte.” (cf. p. 13, Editora Teosófica – 2.013)
Verifica-se que
o êxito no caminho está em fazer insistentemente o plantio, e não pretender
colher em terras alheias, sem, o efetivo plantião, porque aí está a incorrer em
desonestidade e deslealdade, pois a perseverança, eficiência, sobriedade, e
conhecimento, aplicar em práticas dignas e reais, pois é dever de cada qual
executar e realizar com perfeião e humildade boa obra, pois como reitera São
Paulo em Gálatas 6:7, o que o homem plantar, isso mesmo, colherá.
Logo só terá
vida de luz, aquele que não andar em trevas em São João 8:12bc, e por isto, o
trigo morre, para dar fruto, eis aí a lição do bom semeador.
É salutar saber
que o 2 Coríntios 9:6-10 e o Evangelho de São João 12:24-26, está na Liturgia desta
quinta-feira, 10/08.
Com certeza, a
premissa digna à realizar por aquele que tiver escolhido à senda que conduz à
plenitude da vida eterna, pela boa ação, à virtude, e testemunho dos mandamentos
e leis universais emanadas do Uno, estão, escolherá (como ensina Santo
Tomás em Suma Teológica: pela eleição), sem reserva, aplicará a regra expressa
pelo Mestre, como se verifica em sua pregação:
Pois, Jesus
disse a seus discípulos:
- “Se alguém
quer me seguir, renuncie a si
mesmo, tome a si mesmo, tome a sua cruz
e me siga. Pois quem quiser salvar a sua vida vai perde-la, e quem perder a sua
vida por causa de mim, vai encontra-la. De fato, de que adianta ao homem ganhar
o mundo inteiro mas perder a sua vida?
Porque o Filho do Homem virá na glória de seu Pai, com os seus Anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta. Em
verdade vos digo: Alguns daqueles que estão aqui não morrerão antes de ver o
Filho do Homem vindo com seu Reino.” (cf. São Mateus 16:24-28)
O marco
contextual apresentado no Evangelho do Senhor Jesus, reitera com sobriedade e
consciência que, cada qual necessita
possuir tesouro nos céus, e para tanto, necessita manter coerência, aptidão e
habilitação, e agir como à semente de trigo, que morre e germina com frutos, e
seu objeto será à colheita, daquilo que tiver semeado em plantação em terras
férteis, por isso como está posto como
axioma é: “Se alguém quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga.” (cf. São Mateus
16:24).
Não duvide da
verdade, nem dê opinião, porque à prática é critério da verdade, e o atestado
da fé, da obra viva, e o testemunho reto da compatibilidade da Boa Nova, deverá ser justificado pela fé, como ensina
São Paulo em Romanos 1:17.
E no dia do
Advogado à Liturgia que nos está apresentada é
de São Mateus 16:24-28, referente à 11/08/23.
Que aprendamos
aquilo que é sabedoria desde à criação pelo Imperados dos cursos Jurídicoa no
Brasil, o da cidade de São Paulo – Largo de São Francisco - e Olinda - Pernambuco, em data de 11 de agosto
de 1.827, sancionada por Dom Pedro Iº, à LEI DE 11 DE AGOSTO DE 1.827.
O dia foi conhecido como o “Dia do Pendura”.
2 – Hiroshima e Nagazaki - A Triste Dor das Lembras-se do Bombardeio
Nuclear das cidades de Hiroshima e Nagasaki situadas
no Japão:
Com certeza,
merece lúcida reflexão sobre o triste fato em que inocentes são mortos, pela
iniciativa tirânica exercida pelo poder de dominação, e capacidade de criar o
artefato letal, no termo final noticiado pela descida dos aliados em
Normandia, e prestes à obtenção do final da Guerra, pela vitória aliada sobre o
eixo, cujo litígio armado executado
pelos Alemães, Italianos e Japoneses. Pois é história de dor.
Logo, nada mais
razoável que perscrutar o ensinamento
sobre a Tirania, que deixa Aristóteles,
em sua obra A Política, como segue:
“Capítulo X.
Temos ainda que tratar da natureza da
tirania, a fim de que ela possa ter seu lugar em nossa investigação, embora não
haja muito a dizer a a seu respeito. Já
o havíamos feito antes, quando examinamos a monarquia, a fim de considerar-se
era ou não vantajosa às Cidades, que tipo de realiza deveria ser estabelecida,
como, e qual a sua origem.
Quando falamos de monarquia também
talamos das duas espécies de tirania, ambas as quais governam segundo a lei e
se aproximam da monarquia. Entre osbárbaros há certos posvos que elegem
monarcas que exercem um poder despótico; e também entre os antigos helenos
havia governantes despóticos chamados aisimetas. Esses monarcas, quando
comparados com outros, exibem certas diferenças; eles são, conforme dissemos antes, reis,
enquanto devem à lei e à vontade dos súditos a sua existência; mas são
tirânicos enquanto seu exercício é despótico e de acordo com seus próprios
desejos. Há também um terceiro tipo de tirania, que é sua forma típica a
contraparte da monarquia perfeita. Essa
tirania não é nada mais que o poder arbitrário de um indivíduo, que governa todos os súditos, iguais ou
mehores que ele, visando ao interesse
dele e não aos do súditos e, portanto,
contra o desejo destes. Nenhum homem livre, se pudesse escapar, suportaria um
tal governo.
Pelas razões “oferecidas, são essas as
espécies e o número de tirania.” (cf. Aristóteles. POLÍTICA, p. 63, Editora
Martin Claret Ltda., publicado na primavera de 2.007)
Então, à
crueldade tirânica é lançada sobre o alvo, que é Hiroshima, cidade Japonesa com
256 mil habitantes. Às 8h15 de 6 de agosto
1.945, a bomba denominada Little Boy, com 72 quilos de urânio 235, foi
lançada sobre a cidade, a mais de 10 mil metros de altura.
Demorou 43
segundos até explodir.
Certamente, que
aprendamos que o ódio, a soberba, o rancor, o despotismo e tirania, objeto de
ideologias arcaicas e atrasadas defendidas pelos extremistas desagrega, desunem,
e não eleva o estado da população, especialmente, por meio da ausência da boa
educação, pell egoísmo e apego do governante, que não emprega e nem realiza pleno
emprego, distribuição justa da renda, e nem opera o desenvolvimento huma e
crescimento social, cujo desejo está em oprimir massas e retirar a vida de
inocentes pela atrocidade, crueldade e todas as formas de violência. A maledicência dos defensores nas praças em
seus discursos dos admiradores e fanáticos em defesa de carrascos e algozes em
seus viés ideológico malditos, que em Fátima, Nossa Senhora dissera aos Pastorinho
em 1.917: “Está em acabar esta guerra. Mas, haverá uma outra originada pelo
pecado mortal, que destruirá mais de seis milhões de seres humanos.”
Por isso, é
razoável ler o exame realizado a seguir
sobre a IIª Guerra Mundial, e o
bombardeio feito nas cidades de
Hiroshima e Nagazaki, a seguir:
Os
bombardeamentos atômicos (português brasileiro) ou atómicos (português europeu)
das cidades de Hiroshima e Nagasaki[a] foram dois bombardeios realizados pelos
Estados Unidos contra o Império do Japão durante os estágios finais da Segunda
Guerra Mundial, em agosto de 1945. Foi o primeiro e único momento na história
em que armas nucleares foram usadas em guerra e contra alvos civis.
Depois de uma
campanha de bombardeios que destruiu várias cidades japonesas, os Aliados
preparavam-se para uma invasão do Japão. A guerra na Europa terminou quando a
Alemanha nazista assinou o acordo de rendição em 8 de maio de 1945, mas a
Guerra do Pacífico continuou. Juntamente com Reino Unido e China, os Estados
Unidos pediram a rendição incondicional das forças armadas japonesas na
Declaração de Potsdam em 26 de julho de 1945, ameaçando uma "destruição
rápida e total".
Em agosto de
1945, o Projeto Manhattan dos Aliados tinha testado com sucesso um artefato
atômico e produzido armas com base em dois projetos alternativos. O 509º Grupo
Composto das Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos foi equipado com
aeronaves Boeing B-29 Superfortress que poderiam ficar em Tinian, nas Ilhas Marianas.
A bomba atômica de urânio (Little Boy) foi lançada sobre Hiroshima em 6 de
agosto de 1945, seguido por uma explosão de uma bomba nuclear de plutônio (Fat
Man) sobre a cidade de Nagasaki em 9 de agosto. Dentro dos primeiros 2-4 meses
após os ataques atômicos, os efeitos agudos das explosões mataram entre 90 mil
e 166 mil pessoas em Hiroshima e 60 mil e 80 mil seres humanos em Nagasaki;
cerca de metade das mortes em cada cidade ocorreu no primeiro dia. Durante os
meses seguintes, vários morreram por causa do efeito de queimaduras,
envenenamento radioativo e outras lesões, que foram agravadas pelos efeitos da
radiação. Em ambas as cidades, a maioria dos mortos eram civis, embora
Hiroshima tivesse muitos militares.
Em 15 de
agosto, poucos dias depois do bombardeio de Nagasaki e da declaração de guerra
da União Soviética, o Japão anunciou sua rendição aos Aliados. Em 2 de
setembro, o governo japonês assinou o acordo de rendição, encerrando a Segunda
Guerra Mundial. O papel dos bombardeios na rendição do Japão e a sua
justificação ética ainda é motivo para debates.
Antecedentes
Guerra do
Pacífico
Ver artigo
principal: Guerra do Pacífico
Situação da
Guerra do Pacífico até 1 de agosto de 1945. O Império do Japão ainda tinha o
controle de todo o Manchúria, Coreia, Taiwan e Indochina, além de uma grande
parte da China, incluindo a maioria das principais cidades chinesas, e grande
parte das Índias Orientais Holandesas.
Em 1945, a
Guerra do Pacífico entre o Império do Japão e os Aliados entrou em seu quarto
ano. Das 1,25 milhão de baixas em combate incorridas pelos Estados Unidos na
Segunda Guerra Mundial, incluindo as dos militares mortos e feridos em combate,
quase um milhão ocorreu no período de doze meses entre junho de 1944 e junho de
1945. Em dezembro 1944, o número de vítimas norte-americanas em combate bateu
um recorde histórico mensal de 88 mil, como resultado da Ofensiva das Ardenas pelos
alemães. [2] No Pacífico, os Aliados voltaram para as Filipinas,[3]
recapturaram a Birmânia[4] e invadiram Bornéu. [5] Ofensivas comprometeram-se a
reduzir as forças japonesas remanescentes em Bougainville, Nova Guiné e
Filipinas.[6] Em abril de 1945, as forças norte-americanas desembarcaram em
Okinawa, onde violentos combates continuaram até junho. Ao longo do caminho, a
relação de baixas japonesas e norte-americanas caiu de 5:1, nas Filipinas, para
2:1 em Okinawa.[2]
Conforme o
avanço aliado mudava inexoravelmente para o Japão, as condições de vida
tornaram-se cada vez piores para o povo japonês. A frota mercante do Japão
diminuiu de 5,25 milhões de toneladas brutas em 1941 para 1,56 milhões de
toneladas em março de 1945 e 557 mil toneladas em agosto de 1945. A falta de
matérias-primas forçou a economia de guerra japonesa a um forte declínio a
partir de meados de 1944. A economia civil, que tinha lentamente deteriorado-se
durante toda a guerra, chegou a níveis desastrosos em meados de 1945. A perda
de transportes também afetou a frota de pesca e a produção em 1945 foi de
apenas 22% em relação a de 1941. A safra de arroz de 1945 foi a pior desde 1909
e a fome e a desnutrição generalizaram-se pelo país. Em fevereiro de 1945, o
príncipe Konoe Fumimaro aconselhou o Imperador Hirohito que a derrota era
inevitável e exortou-o a abdicar.[7]
Preparativos
para invadir o Japão
Ver artigo
principal: Operação Downfall
Mesmo antes da
rendição da Alemanha nazista, em 8 de maio de 1945, planos estavam em andamento
para a maior operação da Guerra do Pacífico, a Operação Downfall, o nome dado
para a invasão do Japão.[8] A operação teve duas partes: as operações Olympic e
Coronet. Começando em outubro de 1945, a Olympic envolveu uma série de
desembarques do Sexto Exército dos Estados Unidos com o objetivo de capturar a
terceira principal ilha japonesa mais ao sul, Kyūshū.[9] A operação Olympic
devia ser seguida em março de 1946 pela Operação Coronet, a captura da planície
de Kantō, perto de Tóquio, na principal ilha japonesa de Honshū, pelos
Primeiro, Oitavo e Décimo Exércitos dos Estados Unidos. A data limite foi
escolhida para permitir que a Olympic completasse seus objetivos, para as
tropas reafetar da Europa e o inverno japonês terminarem.
3 - Qual o
procedimento que se deve possuir para se libertar da Ilusão? – Mãyã.
Ora, à Ilusão
como escreve Honoré de Balzac, na obra Ilusões Perdidas, significa que a
realialidade existente e visível nos conduz à nova consciência e, leva-nos a
rejeitar inversão e à perversão de atitudes por ação humana, deduzida como
pecado, e valorizar a ideologia criminógena. Logo à ilusão se perde na hora do
desafio pela realidade, e exigência da observância dos postulados e paradigmas construídos
pela cultura e tradição, e aí aprede-se algumas regras de sobrevivência:
a)
Jamais
efetuar pagamento de despesa de compras antecipadamente, pois a regra do adimplemento
da obrigação está relacionada com a tradição (entrega) do bem, objeto,
comparado e pago com o suor do rosto, já que agir de forma funesta e vil, viola
o direito do Consumidor, previsto no CDC – Lei nº 8.078/90, também, pode estar
caracterizado como extorsão, e estelionato, se praticado contra o idoso,
infringe o Art. 158, e §4º, do Art. 171, do Código Penal;
b)
Também,
não pretender obter aposentadoria, reforma e inatividade, com proventos justos se não tiver contribuído
com tempo de contribuição previsto em Lei, sem existência da contribuição
Previdenciária, exceto na hipóse de aposentadoria por invalidez ou especial;
c)
Cuide
com cautela e prudência, pois o êxito e sucesso na existência está em
substância e potência em realizar a plantação e na realizar à colheita dos
frutos, e com humildade e desapego, porque é necessário renunciar a si mesmo,
tomar a sua cruz e seguir o caminho;
d)
É
imperioso abolir o pecado e a criminalidade de violência, crueldade, corrupção,
pecaloto, egoísmo, cobiça, inveja, lesão corporal, e explorar o homem pelo homem,
contra à criança, à mulher e o idoso com deficiência, e conscientizar-se de que
todos são vulneráveis nos termos Parágrafo único, do Art. 5º, da Lei nº 13.146,
de 6 de julho de 2.015.
Diante de todo
o exposto, que tenhamos sobriedade, licitude, prudência e justiça, e sempre
boa-fé no exercício da habilitação em nossa existência, com consciência, e
conhecimento da plantação e depois, da colheita – safra;
Que tenhamos
atitude de fé, e execução da boa obra, e não descuidar da vigilância e oração,
e sempre suplicar ao Deus Uno, que nos livre do corrupção, do peculato, da
murmuração, fofoca, e dos pedicheiros e ladrões, e cada qual receba à graça da
saúde e da prosperidade, e de fato, seja
protegido de todos os perigos, como enfermidade, catástrofe, acidentes, e dos
riscos que sempre estamos sujeitos, igualmente, pedir com afeição a intercessão
da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, mãe do Filho e nossa mãe;
E, por fim,
neste dia que se celebra à criação dos Cursos Jurídicos no Brasil, com apreço,
afeição, deixa-se a todos e à todas nosso cordial e verdadeiro abraço.
Criciúma (SC(,
11 de agosto de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e
Filosofia.
OAB nº SC
003978.
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