A REALIZAÇÃO DOS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS Á vida Espiritual de todo Cristão procura fazer continuadamente à prática dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola, para ajustar-se às exigências que a caridade e o bom exemplo requer de cada Cristão, transformado em Jesus Cristo em um novo homem. O novo homem encontra-se habilitado ao reino de Deus pela coerência entre fé e obra e bom senso, e assim, corre o bom combate e mantém a fé, e por isso: “231 – 1A segunda é que o amor consiste na comunicação recíproca, a saber, em dar e comunicar a pessoa que ama à pessoa amada o que tem ou do que tem ou pode; e, vice-versa, a pessoa que é amada à pessoa que ama; 2de maneira que, se um tem ciência, a dê ao que a não tem, e do mesmo modo quanto a honras ou riquezas; e assim em tudo reciprocamente, um ao outro.” Acredite.
Sem dúvida,
estamos a um ano depois de completarnos
dois séculos da declaração de independência da Coroa Portuguesa, realizada pela
então Princesa Leopoldina, que edita Decreta de independência, redigido por
certo, por José Bonifácio de Andrada e Silva, já que José Bonifácio e Leopoldina
reuniam-se, em face da invasão da força Portuguesa em Salvador e Rio de
Janeiro, exigindo a volta de Dom Pedro, ainda Princípe, à Corte de Lisboa –
Portugal, e em razão, de Dom Pedro ter ido à São Paulo, equacionar pendências com à região do Café, recebeu do
arauto de Leopoldina e José Bonifácio, alí no Vale do Impiranga, carta e
Decreto de decretação da extinção das
relações com à Coroa Portuguesa, então, acontece, que Dom Pedro, faz em São,
nascida da nação e tribo Tupiniquim, povo que José de Anchieta – o Santo -,
extraiu os étimos Tupís, e publica em Lisboa – Coimbra – o único Dicionário de
Tupí existente no planeta, e atualmente, está incorporado etimologicamente dez
mil étimos no Português do Brasil. Loogo
está expresso e pintado em memorável quando, o objeto e ação necessária em
ciência de Direito, proclamação e promulgação do ato de independência Decreta
pela Princesa Leopoldina – nascida em Viena - Austria, e conhecedora e amiga
pessoal de Goethe. Então, Dom Pedro, como proava de dar sua vida pela Pátria nascente,
diz: “Independência ou Morte!” E, pátria amada, idolatrada, salve, salve, está
aí, entre as nações do Planeta.
Evidente, que o segredo do exercício à senda do
reino Deus, buscado desde durante o processo civilizatório da humanidade, do
ciclo presente, e plano astral existente para todos os viventes, está expressa
na seguinte dedução:
“E a luz é um
corpo, ou não?
Dizem-nos, em
termos peremptórios, que a luz não é um corpo. As Ciéncias físicas afirmam que
a luz é uma força, uma vibração, a ondulação do Éter. É propriedade ou
qualidade da matéria, ou até mesmo um acidente desta – jamais um corpo!
Assim é. Essa
descoberta, Seja qual seja o seu mérito, isto é, o saber-se o que é a luz ou o calórico não é
um movimento de partículas materiais, a Ciência a deve principalmente, senão
por completo, a Sir William Grove. Foi ele o primeiro a demonstrar, em uma
conferência no Istituto de Londres em 1.842, que “o calor e a luz podem ser
considerados como afecções da própria matéria, e não como um fluido distinto,
etéreo e imponderável (hoje um estado de matéria), que a penetrasse”. É
possível, contudo, que para alguns
físicos (como Oersted, homens de ciência dos mais eminentes) a Força e as
Forças fossem, tacitamente, “o Espírito
(e portanto Espíritos) da Natureza”. O
que vários cientistas algo místicos ensinavam em que a luz, o calor, o
magnetismo, a eletricidade, a gravidade, etc.., não constituíam às Causas
finais dos fenômenos (aquilo que é externo) visível, inclusive do movimento
planetário, mas os efeitos secundários de outras Causas, a respeito das quais
mui pouco se preocupa a Ciência de nossos dias, nelas acreditando, porém, o
Ocultismo; pois os Ocultistas em todas as épocas deram provas da validade de
suas teses. E qual a época em que não
houve ocultismo e Adeptos?” (cf. Blavatsky, Helena P. A DOUTRINA SECRETA – Síntese
da ciência, da religião e da filosofia – Volume II –SIMBOLISMO ARCAICO E
UNIVERSAL -, pp. 193-194, Editora Pensamento-Cultrix Ltda, 1ª Edição 1.980, 18ª
Reimpressão 2.017).
A força da Luz está evidente e clara,
pois faz referência a citação de Lavoisuer, estudado até o tempo presente em
escolas de educacionais, que está no
Jornal de Colonies:
“Aqueles
desgraçados pagãos consideram, em sua superstição, até os elementos como coisa
dotada de inteligência... Ainda tem fé em seu ídolo Vâru, o Deus, ou melhor, o
demônio do Vento e do Ar... Crêem piamente na eficácia de suas orações e nos poderes de seus brâmanes sobre os
ventos e as tempestades”.
Com resposta, podemos citar uma passagem de São Lucas
8:24: “E Jesus levantou-se, e ordenou aos ventos e à fúria da água que
se acalmassem; e se acalmaram e logo veio a bonança”. E eis aqui outra passagem
de um Livro de Orações: “Oh! Virgem do Mar, bendita Mãe e Rainha das Águas,
acalma as tuas Ondas!” Esta oração dos marujos napolitano e provençais e cópia
textual da que os marinheiros fenícios
dirigia à sua Deusa-Virgem Astartéia.” (cf, Doutrina Secreta, obra citada
acima, p.177),
3.00 – O conhecimento que nos conduz à
efetiva conquista pela boa atitude e ações dignas ao executar atribuições existentes no exercício do labor,
especialmente, naqueles predicados originados naturalmente do exercício do
dever e função conquistadas pela via de concurso público, empregado regido pela
CLT, então, aos habilitados e aptos por meio de escolas especializadas. Daí
deriva à obrigação estatutária de
realiazar suas atribuições consoante à
ética, os princípios esculpidos em mandamentos e doutrinas filosóficas, como à
universalidade de amar com sabedoria “seu próximo como a si mesmo”, como se lê
em São Marcos 12:31 e São Mateus 22:39,
sem descuidar do primado para obter boa colheita, e bons frutos, é necessário
plantar constantemente, e initerruptamente, como se enxerga em 1Coríntios 3:6; Efésios 4:11;
Gálatas 6:7-9; pois quem planta fartura,
colherá fartamente 2Coríntios 9:6; digo
vos, pois se o grão de trigo não cair e não for
plantado não dará fruto bom, São João 12:24; São Tiago 3:18; Hebreus
12:11; 1 João 3:9; São Mateus 6:26.17:20; Malaquias 3:10; Joel
1:12; Provérbios 3:9.27:8; Jó 4:8. Certamente, àquele que pela ambição, cobiça,
e desconhecimento, até mesmo pela inconsciência, também, pela sanha da
exploração, já que, mau procedimento de esperar pelo outro, enxergar um centavo
nas mãos de outrem, quer para si, e faz à sutil proposição: “Por favor, faça
uma vaquinha de cinquenta mil para mim, porque – eu preciso?” Logo eis aí os
vadios descrito por São Paulo em 2
Tessalonicenses 3:11, que jamais quis alguma coisa com o trabalho exemplar e
plantar para colher.
Indubitávelmente,, está posto a rede para pescarmos nossos
peixes, e observemos à lição pedagógica e educativa, ensinada aos discípulos
pelo sábio Mestre Jesus de Nazaré, que elucida:
Pois naquele tempo, Jesus estava na
margem do Lago de Genesaré, e a multidão apertava-se em seu redor para ouvir a
palavra de Deus. Jesus viu duas barcas parada na margem do Lago. Os pescadores
haviam desembarcado e lavavam as redes.
Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da
margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava às multidões. Quando acabou de
falar disse a Simão:
- “Avança, para águas mais profundas, e
lançai vossas redes para a pesaca”. Simão respondeu:
- “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos, em atenção a
tua palavra, vou lançar às redes”. Assim
fizeram, e apaharam tamanha quantidade
de peixes que as redes se rompiam. Então fizeram sinal aos companheiros
da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas
barcas, a ponto de quase afundarem.
Logo, ao ver aquilo, Simão Pedro
atirou-se aos pés de Jesus, dizendo:
- “Senhor, afasta-te de mim, porque sou
um pecador!” E que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus
comapanheiros, por causa da pesaca que acabavam de fazer. Tiago e João, filhos
de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém,
disse a Simão:
- “Não tenhas medo! De hoje em diante
tu serás pescador de homens”.
Então levaram as barcas para a margem,
deixaram tudo e seguiram a Jesus. (cf. São Lucas 5:1-11)
Com certeza, cada qual necessita está
consciente de que à existência é obsessão ´posta à disposição do adepto,
iniciado ou catecúmeno, então, na esfera de “Ser”, vencedor à decadência da
queda, e desabodiência à vontade da Substância criadora que pelo “Sopro da Vida”,
fê-lo potência, objetivamente, ontologicamente, Ser, que está apto e habilitado
à doravante iniciar “a pescaria de homens” à grande messe, com poucos
operários. Logo à premissa e postulado estabelecido a Simão Pedro, a fim de
que, desse momento em diante vos “fareu oescadires de homens”, por intuir e
perceber que Pedro é alma – Psique – apta e habilitada ao exercício do
Pontificado e aliança com o Mestre, despois de sua morte e ressurreição,
precisamente, o que acontece com Pedro e Paulo, em mãos do corvo negro
Imperador Romano em 67 d.C., então, está nesse postulado doutrina´rio o significado
de Potência à existência Cristológica que cada qual deve realizar para
conquistar o Reino de Deus, como está em
Cometátio da Metafísica de Aristóteles, realizada por Santo Tomás de Aquino,
como leciona a seguir:
“15. As partes do Uno pertencem à
consideração da Metafísica assim como as
partes do ente. Pelo fato de que o Uno e
o ente significam o mesmo, e que as espécies de cada um sejmma as mesmas, é
necessário que tantas quantas forem as
espécies do ente sejam as espécies do Uno, e que se correspondam mutuamente. Desta maneira,
assim como as partes do ente são São substância, a quantidade, a qualidade, etc, assim também as
mesmas serão as partes do Uno, iguais e
semelhantes. E assim como a uma ciência, isto é, a Metafísica, pertence a
consideração de todas as partes do ente,
assim também [a esta mesma ciência da Metafísica] pertence a consideração de todas as partes do UNO.”
Verifica-se, que o Uno – Substância
-, dá o status de Ser assemelhado e
igual ao Uno, pelo meio da energia vibratória, eletricidade, que existente por
meio de Psique – Mente -, nominada por Aristóteles como “Potência”, descrito em
Comentário da Metafísica de Aristóteles por Santo Tomás de Aquino, como se
constata a seguir:
“Livro IX - 2. Como se tratará da
potência e do ato na Metafísica.
A Poténcia que é dita de modo maximamente próprio não é útil para as
informações da Metafísica. A potência e o ato, o mais das vezes, são ditas das
coisas que estão em movimento, porque o movimento é o
ato do ente em potência [enquanto tal].
Mas a intenção principal da Metafísica não é tratar da potência e do ato
enquanto estão nas coias móveis, mas
enquanto se seguem ao ente em comum. Assim é que nas coisas imóveis são
encontradas a potência e o ato, como ´[por exemplo] por exemplo nas coisas
intelectuais.
As, tratássemos
de potência como está nas coisas móveis, e do ato a ele correspondente, poderíamos depois tratar da
potência e do ato, segundo que estejam nas coisas inteligíveis, que pertencem
às Substâncias separadas, das quais se tratará mais adiante. E esta é [realmente] a ordem conveniente,
sendo as [coisas] sensíveis que estão em movimento mais manifestas para nós.
Por isso, através delas é que chegaremos ao conhecimento das coisas imóveis.
II. A DETERMINIAÇÃO DA POTÊMCOA.
1.
De quantos
modos a potência é dita.
Devemos
em seguida mostrar de quantos modos é dita a potência ´[conforme o Livro V], a
potência é dita de 4 modos.
2.
O primeiro modo
pelo qual a potência é dita.
De
um primeiro modo, é dito potência o
princípio do movimento e de mutação em outro enquanto outro. [este primeiro moedo é o que se chama de]
potência ativa.
Existe
um certo princípio de mutação ou movimento naquilo que é mudado, que pode ser ou a própria matéria, ou algum princípio formal, ao qual se segue o movimento, como por
exemplo, à forma pesada ou leve se segue o movimento para baixo ou para cima.
Não obstante, entretanto, [ser
sempre verdadeiro] que tudo o que é movido é movido por um outro, os princípios acima mencionados não
podem ser ditos potência ativa. A potência que é segundo que seja princípio de movimento naquilo que [ocorre o movimento] como ocorre nos exemplos acima] não pode ser enquadrada na potência ativa, mas sim na passiva. A potênca ativa do
movimento está em outro que não aquele
que é movido. Assim como a potência edificativa não está no edificado, mas no edificante. “É assim que, universalmente falando, a
potência é dita de um primeiro modo princípio de mutação ou de movimento em
outro, enquanto outro.”
Percebe-se,
contudo que o ensinamento de Jesus de Nazaré concernente à responsabilidade e
atribuição enunciada e vista em Pedro e André, como também, Tiago e João,
filhos de Zabedeu, chamados por Jesus - “Filhos
do Trovão”. Logo Jesus, como “Eu sou” –
Ser em plenitude, em “Substância”, e “Potência”,
gerado por Maria, anunciado pelo Anjo (São Lucas 1:28-38) – Verbo (São João 1:1-2-3-4-14)
– Logos -, está em “Filho do Homem” e Uno, estabele às atribuições a Simão
Pedro missão em discipulado, a partir daquele instante: É alicerce e fundamento
da Igreja e, suas redes de exemplo e palavra, vigilância e oração, em
essência transformados ambos em “pescadores
de homens” para os transformar em seres
e homens novos, revestidos pela nova vestimenta da primícias da ressurreição do
Senhor Jesus. Logo o
Evangelho descrito por São Lucas 5:1-11, está em Liturgia do dia 7/09, do ano
corrente, mensagem compatível e segura à conquista de graça e glória de entrar
em justiça e santidade no reino de Deus, e possuir morada na casa do Pai.
Evidente, que é
razoável o pensamento e luz do Profeta, relacionado com à Virgem Maria, ao
receber à visão, disse com enorme sabedoria sobre Belém:
Assim diz o
Senhor:
- “Tu, Belém de
Éfrata, pequenina entre os mil povoados de Judá, de ti há de sair aquele que
dominará em Israel; sua origem vem de
tempos remotos, desde os dias da eternidade. Deus deixará seu povo ao abandono,
até o tempo em que uma mãe der a Luz; e
o resto de seus irmãos se voltará para os filhos de Israel. Ele não recuará,
apascentará com a força do Senhor e com a majestade do nome o Senhor seu Deus;
os homens viverão em paz, pois ele agora estenderá o poder até aos confins da
terra, e ele mesmo será a Paz”. (cf. Miqueias 5:1-4.a)
Vede, a
formidável lição que está na existência de cada qual em caminha na senda dos
desígnios e graça de ser discípulo e
amar à virtude, que dignifica o próximo, como se deduz a seguir no dizer de São
Pauo,como se enxerga:
- “Pois aquele
que Deus contemplou com seu amor desde sempre, a esses ele predestinou q serem conforme à imagem de seu Filho, para
que este seja o primogênito numa multidão de irmãos.
E aqueles que
Deus predestinou, também os chamou. E
aos que chamou, também os tornou justos;
e aos que tornou justos, também os glorificou”. (cf. Romanos 8:29-30)
Pois na
descrição do Evangelho, São Mateus, de forma consciência nos oferece a
genealogia de Jesus Cristo, filho de Daví, filho de Abraão, Abraaão gerou Isaac; Isaac
gerou Jacó, e Jacó gerou Judá e seus irmãos. Judá gerou Farés e Zara...
Salmon gerou
Booz, cuja mãe era Raab, Booz gerou Obed, cuja mãe era Rute. Obed gerou Jessé.
Jessé gerou o rei Daví. Daví gerou Salomão, daquela que tinha sido a mulher de
Urias Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa....
Mat´gerou Jacó.
Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. (cf. São Mateus
1:1-16-.18-23).
Então, como
parte do contexto genealógico da origem de Jesus, nascido da descendência de
Daví, é bom elucidar que à descrição narra que José é descendente de Daví, mas,
mostra-nos outras fontes que Ana e Joaquim, também, originados de Belém, da
comunidade de Daví, e se encontravam na mesma descendência de Daví, por isso, é
importante pelo de Maria estar como descendente de Daví da gema. Somente a
título de elucinar às gerações, pois de Abraão até Daví passaram quatorze
gerações, de Davi até o exílio da Babilônia, quatorze gerações, e da Babilônia,
também, até o nascimento de Cristo em Belém, quatroze gerações.
Então, a
premonição d Miqueias dá nobreza à Virgem anunciada pelo Anjo, que seria mãe do
Filho de Deus, em termos do Plano salvífico do Senhor Deus, Maria, com seu “Sm”
– Fiat – abre à humanidade às portas do reino de Deus, porque consigo
origina-se vitória contra à morte em
Adão, perdão dos pecados e unidade com o Pai eterno. Maria, é exemplo lógico da
realização, efetiva, do Plano de Deus, que sempre se possa saber e compreender
que de fato e de direito, o que dissera
ao Anjo é regra consistente, pois: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim
segundo a vossa palavra”> (cf. São Lucas 1:38). Pois está presente na
Liturgia explicitada em Miqueias 5:1-4.a, Romanos 8:28-30 e São Mateus 1:1-16.18-23, pois são a
Liturgia do dia 8/09, do corrente ano.
Evidente, não
se pode arguir sobre força, energia e poder derivado da “Substância” em Eu sou,
por Nidade entre seres, está o Uno -, matéria enunciada entre os
Neoplatonistas, especialmente, Plotino – obra Enéada I, II, III, IV e V em
Patrística -, e estão, em prática, Jesus Justifica contrário à controvérsia posta
pelos fariseus como se deduz a seguir:
Numm dia de
sábado, Jesus estava passando através de plantações de trigo. Seus discípulos
arrancavam e comiam as espigas, debulhando-as com as mãos. Então alguns
fariseus disseram:
- ‘Por que
fazeis o que não permitido em dia de sábado?”
Jesus
respondeu-lhes:
- “Acaso vós
não lestes o que Davi e seus companheiros fizeram, quando estavam sentindo
fome? Davi entrou na casa de Deus, pegou dos pães oferecidos a Deus e os comeu,
e ainda por cima os deu a seus companheiros. No entanto, só os sacerdotes podem comer desses pães”. E Jesus acrescentou:
- “O Filho do
Homem é Senhor também do sábado”. (cf. São Lucas 6:1-5)
Logo é que
significa ser Senhor também do sábado, em razão pela Unidade com o Pai, Jesus é
internamente – essência – da “Substância, como leciona Aristóteles, em
Categorias, como se deduz:
“V – 2a11 –
Substância é a qu é dita, no sentido mais fundamental, primeiro é absoluto, a
que não é dita de nenhum sujeito, por exemplo, o homem individual e o cavalo
individual. São substâncias segundo as espécies
em que subsistem as substâncias ditas no sentido primeiro. Elas e também
seus gêneros. Por exemplo, o homem
individual subsiste na espécie homem, e o gênero dessa espécie é animal. Segunda são ditas essas substâncias, como o
homem e o animal.
2a19 – A partir
do que já foi dito, torna-se evidente que,
das coisas que são ditas do sujeito, é necessário tanto o nome quanto o
enunciado sejam predicados do Sujeito. Por exemplo, o homem é dito de um sujeito, do homem individual, é o nome
se predica, pois homem é predicado de homem individual, ppois homem individual
também é homem. Por conseguinte, tanto o nome quanto o enunciado serão
predicados do sujeito. Entretanto, na maior parte das coisas que estão em
sujeito, nem o seu nome, nem o seu enunciado são predicados do sujeito. Em algumas,
porém, nada impede que o nome seja predicado do sujeito, mas ao enunciado isso
é impossível. Assim, o branco, estando
em um sujeito, em um corpo, é
predicado do sujeito, pois o corpo é dito branco. O “enunciado de branco,
entretanto, jamais se predicará do corpo”. (cf. Aristóteles, CATEGORIAS, pp. 73-74,
Editora Martin Claret Ltda, 3ª Reimpressão – 2.015).
Logo,
concretamente, Jesus, está apto e habilitado pela natureza divina em si – é Ser
-, que predica em si mesmo no Pai, e ilumina ser consigo, igualmente, Espírito
Santo. Logo Jesus Cristo ungido – verbo – logos -, indubitavelmente é
exclusivamente, por ter sido gerado pela mãe – Filho do Homem -, é sem dúvida,
à inimitável, igual e iamgem do homem, como irmão no Pai eterno, é única
Substância humana, ressuscitado, que está entre nós. Então, pela Unidade entre
seres, Ele também, é Senhor do Sábado. Pois os fariseus vagavam no ignoto sem
trégua alguma, por casa da vaidade e ambição. Logo o Evangelho de São Lucas 6:1-5, está na Liturgia
do dia 9/09, do ano corrente.
Evodemte, que é salutar conhecer algumas verdades ditas
por Ezequiel, que esteve em Babilônia e de corpo presente, percebe à crueldade e
violência aplicada ao povo Hebreu exilado compulsoriamente em regime de
maledicente opressão escravocrata imposta pelo Nabucodonosor à população, e
até, pôs Daniel exemplo de bondade, em cova de leões, e os leões não praticaram
nenhum malefício ao notável Daniel exemplo de conhecimento como estadista
naquela época, e como Ezequiel e Daniel possuam conhecimento e temor a Deus,
fez Ezequiel advertir ao dizer-nos:
Assim diz o
Senhor:
- “Quanto a ti,
filho do homem, eu te estabeleci como
vigia para a casa de Israel. Logo que ouvires alguma palavra deminha boca, tu
os deves advertir em meu nome.
Se eu disser ao
ímpio que ele vai morrer, e tu não lhe falares, advertindo-o a respeito de sua
conduta. O ímpio vai morrer por própria culpa, mas eu te pedirei contas da sua
morte.
Mas, se
advertires o ímpio a respeito de sua conduta, para que se arrependa, e ele não se arrepender, o ímpio morrerá por
própria culpa, porém, tu salvarás a tu Vida”. (cf. Ezequiel 33:7-9)
É. Pois,
constatação, daquilo que Ezequiel descreve aos que praticam à virtude,
especialmente, quando cumprir-se a lei universal, então, perceba o ensinamento
de São Paulo aos Romanos, que elucida-nos:
- “Não fiqueis
devendo nada a ninguém, a não ser o amor mútuo, pois quem ama o próximo está
cumprindo a Lei.
De fato, os
mandamentos:
- “Não
cometerás adultério”,
“não matarás”,
“não cobiçarás”, e qualquer outro mandamento, se resumem neste:
- “Amarás ao
teu próximo como a ti mesmo”.
- O amor não
faz nenhum mal contra o próximo, o amor é o cumprimento perfeito da Lei”. (cf.
Romanos 13:8-10)
Logo, eis o
primado estabelecido por Jesus aos
discípulos, Pedro, André, João e Tiago, referente à necessidade da oitiva da
palavra anunciada por Jesus em sua vida pública, como também, aconselhar os
irmãos fraternalmente, e se os irmãos não ouvire-os, que seja feita a boa ação
em presença de até três testemunhas,
conhecidas e do povo, pois a regras está posta com premissa e axioma de verdade
canônica, quando ele diz:
- “Em verdade
vos digo, tudo o qe ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que
desligardes na terra será desligado no céu.
De novo, eu vos
digo:
- Se dois de
vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso
lhes será concedido por meu Pai que está nos céus.
Pois, onde dois
ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”. (cf.São Mateus 18:15-20)
Logo não há
como descartar na senda do reino de
Deus, omitir – prevaricar – sobre sobre a eficácia e eficiência da reunião em
nome do Senhor Jesus, a fim de de refletri como sensatos e meditarmos na
condição de estar ligados em união com com o Pai, Filho e Espírito Santo. Pois
o procedimento propostos por Jesus é à chave do crescimento, desenvolvimento e
por fim, evoluçõ oferecida a todos e todas, poro Jesus Cristo. Não há dúvida,
onde se reúnem dois ou três em seu nome, com certeza, ele está sempre no meio,
com graça e generosa misericórdia. ogo à palavra divina explicitadas em Ezequiel
33:7-9, Romanos 13:8-10 e o Evanegelho de São Mateus 18:15-10, pois é a
Liturgia des domingo, 10/09, do ano em curso.
Considerações
finais:
Devemos tomar
consciência d que, o mérito para se obter
à graça de Deus e apoio é necessário habilitar-se pela mérito de virtude, e
mostrar como prova aptidão pelo conhecimento, pela fé e boa obra, imperioso
está no desapego à matéria, renunciar a si mesmo, tomar cada dia sua cruz, e
segui-lo. Pois só terá lugar na casa de meu Pai, quem tiver abolido o crime e todas as formas
de pecados, também, evitar sair da boca asneiras, e deixar de pensar que o asno pode dar certo.
Logo infrações como violência e crueldade, praticadas costumeiramente contra os
vulneráveis, como crianção, mulher e pessoa idosa com deficiência, é imprescindível
sair da cultura e dos usos e costumes. Então, deixemos de descumprir a Lei, e
que cesse o apreço aos pervertidos, aduladores, murmuradores, e mentirosos, pior,
valorizar aparência, só interesse e conveniência. Basta a encarnação de Sodoma
aqui, já é o mehor que os demais.
Diante disto,
que cresçamos na graça do Senhor, conhecimento e boa e razoável educação,
sempre nos dons divinos como sabedoria, discernimento, fortaleza, ciência,
inteligência, temos a Deus e piedade;
E, como Ser,
igual e semelhante ao Pai, Eu sou, que caminhemos em vigilância incessante e
oração, sempre em bom testemunho e no exercício da verdade, que supliquemos ao
Uno, saúde, prosperidade, êxito, e
proteção contra os riscos dos perigos, especialmente, contra ciladas do inimigo
maligno, que tenhamos paz, e nunca é demais pedir a intercessão da
Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, que sejamos auxiliados sempre;
Então, nada
mais digno e louvável que o apreço e afeição, e por isso, deixamos a todos e à
todas nosso maior grato cordial abraço.
Criciúma (SC),
10 de setembro de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e
Filosofia
OAB nº SC
003978.
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