O QUE BUSCAIS EM SUA EXISTÊNCIA, SATISFAZER O EGO  PELO PODER E DINHEIRO? E APRENDER DO MESTRE A SER MANSO E HUMILDE CORAÇÃO?  CONHECER “EU SOU” O QUE ESTÁ EM PISTIS SOPHIA? AINDA, SABER O QUE É HARMONIA ENTRE MENTE E CORAÇÃO?  MELHOR, CONHECER O QUE DISSE HERMES -  O TRÊS VEZES GRANDE -  TRISMEGISTO, DISSE:  - “Oh, filho meu! A matéria se torna; a princípio ela era;  porque a matéria é o veículo para a transformação.  O vir a ser é o modo de atividade do Deus incriado e previsor. Tendo sido dotado  dos germes do vir a ser, a matéria (objetiva)  foi conduzida ao nascimento;  pois as forças criadoras a molda de acordo com as formas ideiais.  A matéria, ainda não gerada, não tem forma; ela vem a ser quando é posta em ação.” Citado em Fundamentos da Filosofia Esotérica, pp. 53-54. Curiosidade: Hermes é parceiro de José do Egito, e escrevem o Kaybalion.

 

1.0 - Não existe   nada sábio efetivo e consistente que o conhecimento, ademais impedir controvérsias sobre matérias pacificadas em milênios, contadas pelos ciclos de todos os processos civilizatórios ocorridos entre às   nações Egípcia, hindu, Hebreia e Grega, notadamente, com escola Pitagórica, já em perído dentro da Grécia Mitológica, existem os estudiosos de  “Theo”, e mais adiante com Tales de Mileto e Zenão  preconiza a concepção do Philo e Sophia – amigo  da sabedoria – S´crates e Platão, considerado um dos iniciados, dá ênfase  à ideia – nominada como cópia -, em suas obras, especialmente, em A REPÚBLICA, parece o Demiurgo – Divindade -, e cada homem necessita obter à evolução, evitar ter sido gera e nascido em alma de ferro e bronze, mas nos mostra que cada qual para estar efetivamente no bem, e  se qualificado como Ser, necessita vir ao  ciclo no plante em “Alma de Prata e o mais adequado à governança: Alma de Ouro”, explicitado no §415a-e, pp. 109-110, Livro III, da República, também delineia o duelo entre Cosmos e Caos, a rigor mostra duelo mortífero apontado sobre o motivo da queda humana, aliciada pela Serpente, cujo objeto é: conhecer o bem e o mal, está aí a dualidade entre os Gregos: De Cósmos com Caos, e genealogia mitólogica grega. Evidente, que o conhecimento das forças da espiritualidade Phistis-sophia – O Ser, sua predicação, como conhecer os predicados, que em regra, derivam de virtudes, pois enuncia que felicidade está no exercício pleno de virtude, está aí a força da obra de Aristótes, em magistral comentário de Santo Tomás de Aquino. Logo está nessa concepção à pedagogia de São Paulo adotada aos Colossenses, como se verifica a seguir:

- “Estai alerta, para que ninguém vos enrede com sua filosofia e com doutrina falsa, baseando-se em tradição humana e remontado às forças elementares do mundo, sem se fundamentar em Cristo”.

Pois nele  habita corporalmente toda a plenitude de   divindade.

Dele também vós estais replotos, pois ele é a cabeça de todas as forças e de todos os poderes.

Nele, vós também recebestes uma circuncisão, não feita por mão humana,  mas uma circuncisão que é de Cristo, pelo qual renunciais ao corpo perecível.

Com Cristo fostes  sepultado no batismo; com ele também fostes ressuscitados por meio da fé no poder de Deus, que ressuscitou a Cristo dentre os mortos.

Ora, vós estáveis mortos por causa dos vossos pecados, e vossos corpos não recebido a circuncisão, até que Deus vos trouxe para a vida, junto com Cristo,, e a todos nós perdoou  os pecados.

“Existia contra   nós uma conta a ser paga, mas ele cancelou, apesar das obrigações legais, e a eliminou, pregando-a na cruz; Ele despojou as autoridades e os poderes sobre-humanos, e os expôs publicamente em espetáculo, levando-os em cortejo triunfal”. (cf. Colossense 2:6-8-15)

Com certeza, à filosofia falsa, enunciada por São Paulo, refere-se no período de sua existência terrestre a existência de  - murmuração – falar o que não é e não existe, e vender argumentos só por serem vantajoso, pois, estava relacionado com o pagão, bárbaro – os que não eram gregos --, igualmente, não estavam nos gentios – os não hebreus -, e faziam parte do rebanho pregado pro Paulo, e os que enredavam os que acreditavam da “palavra viva”, anunciada por Jesus de Nazaré, esses recebem à sã doutrina, rica em concepção da filosofia Platônia, Aristóteles, e princípios da Esvola  Pitagórica, pois é verossímil que tanto à Escola de Allexandria, já em Patrística, Plotino e  Amônio Sacas, baseados em Aristóteles, touxeram-nos  o significado de Unidade, e o Uno, três seres num só – o Um – Plotino enuncia em  Enéada I, II, III, IV, V, que desenvolve à concepção de Uno, que hoje, possuímos o conceito fundamental do nosso Deus, e acreditamos que Jesus – Verbo – é o Uno no Pai – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.  Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”. (cf. São João 14:6). Eis  o que está posto, o Ser concebido em Aristóteles, é fundamento em plenitude de estado de aptidão e habilitação pelo conhecimento, prática da boa obra, à fé e testemunho da palavra do Ssenhor, explicitada no caminho.

Pois a constituição do “Discurso Filosófico”  se funda em alicerce, como o disse Jesus ao escolher os dozes   que dá o nome de Apóstolos, como disse ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles aos quais deu o nome de Apóstolos:

- “Simão,  a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Felipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu (filho da irmã de São José), e Simão, chamado de Zelota Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou o traidor.

Pois a multidão toda procura tocar em Jesus, porque uma força  saia dele, e curava a todos”. (cf. São Lucas 6:12-19)

Logo o conteúdo expresso na presente matéria está constituído de argumento válido, cuja premissa é maior em lógica, pela escolha de sucessores e anunciadores – mensageiros – de sua doutrina e palavra, e isto, estabelece como exposto o significado do em “Discurso Filosófico”, porque no dizer de Aristóteles: “A prática é o critério  de verdade”. Logo se justifica em Liturgia o conteúdo da Carta aos Colossenses 2:6-15 e o Evangelho explicitado por São Lucas 6:12-19, do dia 12/09/2.023.

2.0 – O caminho feito por cada qual na senda da  Reino de Deus. Lotgo  à sabedoria antiga é universal, há conteúdo bom à existência humana, expresso em o Banquete, de Platão, em O Discurso de Fedro, pois eis o que Fedro nos ensina:

“O Discurso de Fedro. Fedro que deu inicio ao seu Discurso mais ou menos  assim:

- “Deus grande e admirável tanto pela divindades como pelos homens é Eros. E por vários motivos, mas principalmente pela sua origem. Devemos honrá-lo e louvá-lo como um dos mais velhos deuses, e a prova disso é que Eros não teve pai nem mãe, e que não lhe atribuem porgenitores nenhum prosador ou inspirado poeta nosso. Hesíodo afirma:

“Primeiro foi o Caos; depois a Terra larga e residência eterna dos imortais, e depois Eros”. Isto quer dizer que Géia e Eros tiveram nascimento imediatamente depois do Caos.

A mesma coisa disse Parmênides, a respeito da origem:

“A Eros ela inventou como  primeiro de todos os deuses”. Acusilau pensa da mesma forma que Hesíodo. Assim, pois, todos estão de acordo em considerar a Eros como um dos mais velhos deuses. E, o mais velho, e além disso a causa dos maiores bens que recebemos; pois não sei de bem maior que se pode proporcionar a um mancebo do que amá-lo virtuosamente, nem para um amante do que amar um objeto virtuoso.

Porque, de fato,  o que deve orientar os homens que desejam viver uma vida honesta, isto não o dão nem as linhagens, nem as honrarias, nem a riqueza. Só o amor consegue dar isso.  Que pretendo seguir com isto?  Que coisa deve orientar os homens? Julgo que às ações vis e desonestas  se liga a desonra e às boas ações está ligado o amor.

Sem essas duas coisas, bem o  sabeis, tanto o Estado como o cidadão estão impossibilitados de realizar o bem e o belo. Ouso até afirma que, se um homem ama e comete uma ação feia ou sofre uma injúria sem revidar, sofre muito mais com a reprovação da pessoa que ama do que com a que viesse de seu pai, de algum parente ou amigo. O mesmo se dá com o que é amado. Nunca um individo se mostra mais confuso do que quando, por via de alguma falta sua, é surpreendido pela pessoa que ama. De sorte que se fosse possível fornar, por algum modo, um Estado ou um Exército exclusivamente composto de amantes e amados, assim se obteria uma constituição políticainsuperável, pois ninguém faria o fosse desonesto, e todos, naturalmente, se estimulariam para a prática de belas coisas. Na luta, um desses Exércitos, mesmo reduzido, obteria vitórias sobre todos os inimigos, pois, se um soldado às vezes suporta que os seus companheiros o vejam largar as armas e  desertar, jamais desejaria que o seu amado o visse fugir, e a isso preferiria a morte; além disso, ninguém é tão covarde que sucumba ao medo, fuja e não auxilie o  seu amado, abandonando-o nos perigos! Eros inspira coragem a seus adeptos e os torna semelhante aos que por natureza são bravíssimos.

É, aliás, o que Homero diz: “O deus unsuflou coragem a  alguns dos heróis”. Eis o que faz Eros com os amantes!” (cf. Platão, APOLOGIA DE SÓCRATES – BANQUETE,  pp. 163-164, Editora Martin Claret Ltda, 3ª Edição – 1ª Reimpressão 2.008)

Com certeza, pela sugestão de sua digna mãe, educada no Templo, e conhecedora do pensamento de Platão e Aristóteles, matérias lecionadas na escola do Templo, então, contam-nos alguns historiadores, especialmente, ligados à Filosofia, que na sua formidável e obra de Mestre a explicitada no Sermão da Montanha, tanto que Gandhi, disse: “Que  se o Sermão do Monte de Jesus Cristo for lido e aplicado às bibliotecas públicas do planeta serão fechadas”. Mas, o que nos faz meditar sobre o Sermão da Montanha, é que sua mãe o sugeriu que fizesse o Sermão com base na obra Banquete, de Platão, então, como fê-lo à grande obra, decorremos com humildade  e dignidade, descrição dos fatos como está posto a seguir:

Pois naquele tempo, Jesus, levantando os olhos para os seus discípulos, disse:

- “Bem-aventurados vós, oz pobres, porque vosso é o Reino de Deus! Bem-aventurados vós que agora tendes forme, porque sereis saciados!  Bem-aventurados vós que agora chorais, porque havereis de rir! Bem-aventurados sereis, quando os homens  vos odiarem, vos expulsarem,  vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome, por causa do Filho do Homem! Alegrai-vos, nesse dia,  e exultai pois será grande  a vossa recompensa no céu;  pois era assim que os antepassados deles tratavam os profetas.

Mas, aí de vós, ricos, porque já´tendes vossa consolação! Aí de vós que agora tendes fartura, porque passareis forma! Aí de vós que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! Aí de vós quando vos elogiam! “Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas”. (cf. São Lucas  6:20-26)

Verifica-se que o Sermão da Montanha também está explicitado em São Mateus 5:3-12, com conteúdo de premissas e axiomas filosóficos, ainda paradigma de comportamento social digno didático e pedagógico, capaz de realizar à efetiva aptidão e habilitação à entrar no Reino dos Céus, pelo esforço e penitência, porquue o Rei dos Céus está próximo (cf. Mateus 4:17). Logo à explicitação do Evangelho de São LUCAS 6;20-26, está na Liturgia de 13/09/2.023, dia  que se celebra Nossa Senhora das Dores do 15 de setembro.

3.0 – PISTIS SOPHIA nos   ensina e conscientiza sobre o CONCEITO DE EU SOU:

“Um dos ensinamentos  maus reveladores da natureza divina e humana,  contidos em P.S.,  e na Bíblia, extrai-se da compreensão da expressão EU SOU, usada inúmeras vezes por Jesus (“Eu Sou este mistério”,  “Eu Sou o caminho, a verdade e a vida”, etc.) Para os Cristãos ortodoxos, essa expressaão é uma confirmação da natureza divina de Jesus. Sabendo-se, porém, que Jesus representa a natureza superior em todo homem, a Pura Luz do Cristo, pode-se concluir que EU SOU se refere a um aspecto da natureza divina Simmbolizada por Jesus. Destarte, quando Jesus diz de forma simbólica: “Eu Sou este mistério”, está, de fato, expressando a verdade impessoal de que “EU SOU é este mistério”;

As verdades fundamentais costumam ser expressas de forma sintética, e esse é o caso da realidade por trás de EU SOU, duas breves palavras que  resumem na  natureza do Divino. O homem comum, vivendo na consciência da separatividade, sempre procura diferenciar-se dos outros,  qualificando-se. Assim diz: eu sou fulano, eu sou brasileiro, eu sou católico, eu sou alto, etc. A Deidade, como é Totalidade, diz simplesmente EU SOU, englobando tudo o que existe no mundo, visível e invisível, sem nenhum qualificativo restritivo.

EU SOU, portanto, resume aqueles aspectos da natureza divina que chamamos de Onipresença, Onisciência e Onipotência. Nesse sentido, EU SOU é tempo presente para todo o sempre, a consciência do eterno e glorioso AGORA que expressa a Onipresença. Esse atributo Divino é geralmente concebido como se  referindo à simultânea presença do Deus em todos os pontos do Espaço. Porém, é mais do que isso.  É também a presença simultânea de Deus ao longo do Tempo, este ilusório reflexo do eterno Agora. Outrossim, Aquele, ou Aquilo, que é tudo, também Sabe  e Pode tudo, ou seja, os atributos da Onipresença, Onisciência e Onipotência estão inexoravelmente interligados.

De acordo com o postulado da tradição hermética, de que assim como é em cima também é em baixo, os atributos divinos também devem ser  expressos pelo homem. Realmente, quando o homem alcança a consciência da Unidade, simbolizada pela frase de Jesus “Eu e o Pai somos Um”, e torna-se um iniciado, também viverá no eterno AGORA,   livre do sentimento de culpa pelos erros do passado e das ansiedades e incertezas do futuro. O homem que pode elevar sua consciência ao nível do Divino em si, também pode exercer, pela Vontade, o domínio sobre todas as coisas e sintonizar-se com o Divino em todas as coisas, tornando-se, assim, Onisciente.

É possível que Jesus,  como profundo conhecedor da Cabala, tenha conhecido dessa fonte seu conhecimento sobre a natureza de EU SOU. Segundo a tradição esotérica do Judaismo, essa expressão resume a essência última do  que o homem pode conhecer da natureza divina, como resume um renomado cabalista: “Deus está além da existência. Deus é Ayin – Nada. Do nada surge  En Sof, ou o todo Infinito. Do  infinito suge a Vontade de Em Sof, chamada  Em Sof Aur, a Luz. Uma analogia para a primeira manifestação da Vontade da Existência não manifestada é é um ponto  sem dimensão. Esse ponto  da existência manifestada é fonte de tudo o que era, é e será. Ele é EU SOU e na cabala é chamado  de Primeira Coroa, o Ancião”. E mais  adiante esse mesmo Autor diz: “O Ato de criação ocorre, nos é dito, quando é proferida uma palavra. Essa plavra é o primeiro de todos os sons ouvido na Existência Manifestada.  Ela é o Nome supremo de Deus:  EHYEH – EU SOU.”

Em Pistis Sophia, é apresentada  a interpretação de várias sentenças proferidas por Jesus durante a sua pregação pública. Dentre essas, destacam-se uma sobre os princípios do homem e como atuam ao longo da vida. Nessa máxima, Jesus expressa-se da seguinte maneira, conforme registrado pelo Apóstolo Lucas: “Pensais que vim para estabelecer a paz sobre a terra? Não, eu vos digo, mas a divisão.  Pois doravante, numa casa com cinco pessoas, estarão divididas três contra duas e duas contra três.” (Lucas 12:51-52) A casa é o ser humano. Jesus, a Pura-Luz, promeve a divisão. De um lado ficam a Alama e  o poder (uma alusão ao princípio espiritual) e do outro, o falso espírito, o destino e o corpo que buscam manter o ser humano prisioneiro do mundo material. O falso espírito é apresentado como o grande  inimigo da Alma. Esse falso espírito é criado pelos regentes, à imagem da alma (daí o termo falso espírito), mas contém a substância dos regentes, que é condicionada ao pecado. O falso espírito é o corpo astral, que acompanha a alma desde o momento da concepção, por toda a vida do individuo, até seu julgamento após a morte do corpo físico. Sua única função é atormentar a alma, procurando por todos os meios leva-la ao pecado.

Em Pistis Sophia encontramos um verdadeiro tesouro de ensinamentos esotéricos legados diretamente pelo Mestre aos seus discípulos de todos os tempos e não somente àqueles que o acaompanahram em sua Vida Terrena na Palestina.

O mito de Soogua oferece o  esquema cosmológico mais completo e sitemático de toda a tradição Ocidental.  Ao desvelar os diferentes díveis da  manifestação, com os correspondentes princípios que atuam no homem que busca ardentemente libertar-se do caos, despertar as pessoas para a realidade de sua origem divina e de sua missão na Terra. Visto sob esse ângulo, o texto poderia ser interpretado como “um mapa do tesouro”. Ele indica a rota da grande jornada, assinala os principais acidentes de percurso e deixa implícitas as precauções a serem tomadas. Esse mapa de pouco uso para o simples leitor desatendo, é, no entanto, extremamente precioso para o estdante abnegado que já se engajou na viagem. Esse andarilho, porém, deverá traduzir os marcos simbólicos em termos práticos para seu próprio uso”.  (cf. Branco, Raul Tradução e Interpretação, Comentários: Helena P. Blavatisky – PISTIS SOPHIA – OS MISTÉRIOS DE JESUS -, pp. 62-63-64, Editora Teosófica – Brasília – DF, edição publicada no Brasil em 1.009)

Evidente, como  nos habilitamos à examinar os acontecimentos pelo olhar do raciocínio lógico, que  nos conduz à constatação de fatos descritos nos Evangelhos canônicos, relacionado com à Maternidade  de Maria, de fato, é Mãe de toda Humanidade, pela restauração da unidade com o Pai, e gerado seu filho único e Verbo, como ser e da espécie e gênero humano, por meio do DNA, exclusivo, de Maria. Então, iremos observar como acontece à Maternidade em favor de toda humanidade, e pelo seu tênue e notável significado, como se vê a seguir:

- “Naquele tempo, perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria de Cléofas,  e Maria Madalena. Jesus ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que amava, disse  à mãe:

- “Mulher, este é o teu filho”. Depois disse ao discípulo:

- “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em  diante o discípulo a acolheu consigo”. (cf. São João 19:25-27)

Logo não há como se duvidar, pelo gesto e ação do filho em cruz, ao compreender que sua mãe necessitaria ter consigo alguém para à auxiliar à sobrevivência com dignidade, e como não podia ser diferente em razão de sua afinidade com João, que estava alí por ser testemunho viva dos fatos praticados por Pilatos contra o inocente Jesus de Nazaré.  Então, diante do momento de difícil, ele instituiu João como digno curador e zelador de sua mãe, e o João o aceita, e depois a leva para residir consigo em Éfeso, pois lá pela relação com à população a deram o nome de “SOPHIA”, pois é disso, que deriva o nome de SANTA SOPHIA – SOFIA -,  o que faz digna da humanidade e daquele povo grego, lá  residente. Eis a razão objetiva que Maria é mãe de toda humanidade, e intercessora em nossas necessidades, igualmente, é princípio e sua devoção universal à premissa maior, axioma, paradigma daqueles que acreditam na intercessão da mãe, e por ela, sempre obtém graças.  Existem fatos como é o caso da imaculada conceição, que desde  o século VIIIº  já é posto o dogma, mas seu decreto, como proclamação e promulgação de autoridades pontifícias tão-somente a partir do século XIX,   pelo Papa Pio IX, em 1.854, e nobres manifestações Papais, especialmente, os Papas Paulo VIº, e João Paulo IIº, já no século  XX. Por isso, é com base em São João, que todos estamos como filhos e filhas  da Imaculada sempre Virgem Maria. Logo  se justifica, à Liturgia  do Evangelho de São  João  19:25-25, em dia de Nossa Senhora das Dores, dia 15/09/2.023.

4.0 – O   fundamental em nossa existência e seguir o aprendizado em ser: “Aprendam  de mim, que sou  manso e humilde coração e vocês enncontrarão  o descanso para suas almas” (São Mateus 11:29), então, conheçamos a lição em Doutrina do Coração, a seguir:

“Não devemos nos iludir de forma alguma.  Algumas verdades são realmente amargas, mas o caminho mais sábio é conhece-las e enfrenta-las. Habitar um paraiso fantasioso e fechar a porta para o real Campos Elísios. É verdade que se deliberadamente nos sentarmos para para descobrir se ainda existe em nós algum traço de separatividade ou personalidade, ou algum desejo de contrapor-se ao curso natural dos acontecimentos, não encontraremos qualquer motivo ou razão para  tal autoafirmação ou desejo. Como sabemos e acreditamos que a ideia de isolamento é umm mero produto de Mãyã, que a ignorância e todos os desejos pessoais fluem somente deste sentimento e que são a raiz  de toda a nossa miséria, não podemos senão rechaçar estas noções falsas e ilusórias, quando pensamos ou refletinos sobre elas. Mas, se anilisarmos os fatos verdadeiros e nos observarmos durante o dia todo, verificando as várias maneiras de conduta, que se alteram com as diferentes circnstâncias, uma decisão bem diferente se imporá sobre nós por si mesma, e descobriremos que a verdadeira realização em nossa vida do nosso conhecimento e crença é ainda um incidente distante que se aproxima ocasionalmente por um pequeno momento, quando  estamos inteiramente esquecidos do corpo e do ambiente material, completamente envolvidos na contemplação do Divino – mais ainda, mergulhados na Própria Deidade.” (cf. Besant, Annie, A DOUTRINA DO CORAÇÃO, pp.41-42, Editora Teosófcia, Brasília – DF -2.012)

O significado dos étimos, especialmente o citado na obra por Annie Besant, a seguir:

“Mãyã (Sânscrito). Ilusão; o poder Cósmico que torna possível a existência fenomenal e as suas percepções.  Na filosofia hindu, só aquilo que por si é imutável é eterno e chamado realidade; tudo que está sujeito a mudança como resultado da decadência e diferenciação, e que consequentemente tem um começo e um fim, é considerado como mãyã – ilusão.

Parabrahm (Sânscrito). Literalmente, “Para além de Brahmã”. O supremo e infinito  Brahmã, o “Absoluto” – a realidade sem atributos, sem segundo. O princípio universal impessoal  e sem nome.

Laya ou Layam (Sânscrito). Da raiz !LI”, que significa “dissolver, desintegrar”; ponto de equilíbrio (ponto zero) em física e química. No ocultismo, é o ponto onde a  Substância se torna homogênea  e é incapaz de agir ou diferenciar.” (cf. Blavatisky, Helena P. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO – A versão original e póstuma  de 1892, editada por George Mead -          pp. 212-238-280, Edição: CLUC – CENTRO LUSITANO DE UNIFICAÇÃO CULTURLA – Lisboa – Portugal, e distribuído no Brasil pela Editora Teosófica, Brasília – DF, em 2.022 e 2.023)

3.1 – Evidente, que à pregação pública de Nosso Senhor Jesus Cristo, indubitavelmente, está em sintonia com a doutrina do coração,  constata im totum, pelo ensinamento tanto no Antigo quanto em Novo Testamentos, como se verifica  a seguir:

Pois, é certo que:

- “O  rancor e a raiva são coisas detestáveis; até o pecador procura dominá-las.

- Quem se vingar encontra a vingança do Senhor, que pedirá severas contas  dos seus pecados.

- Perdoa a injustiça cometida por teu próximo; assim, quando orares, teus pecados serão perdoados.

-Se alguém guarda raica contra o outro, como poderá pedir a Deus a cura? Se não tem compaixão do seu semelhante, como poderá pedir perdão dos seus pecados?  Se ele que é um mortal, guarda rancor, quem é que vai alacançar perdão para os seus pecados?

- Lembra-te do teu fim e deixa de odiar; pensa  na destruição e na morte, e persevera nos mandamentos. Pensa nos mandamentos, e não guardes rancor ao teu próximo. Pensa na aliança do Altíssimo, e não leves em conta a falta alheia!”  e (cf. Eclesiástico 27:33-28:1-9)

No entanto,  relacionado com atitude e  conduta necessária ao adepto, em caminho ao Reino de Deus, habilitado pelo batismo, justificado pela fé e obras, e apto plo conhecimento, compreenderá o significado de compaixão e o bem do perdão à Alma e ao corpo, como se percebe:

Pois naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou:

- “Senhor, quantas vezes deveo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?”

Jesus, respondeu:

- “Não te digo até sete vezes,  mas até setenta vezes sete. Porque o Reino dos Céus é como um Rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. Quando começou o acerto, levaram-lhe um que lhe devia uma  enorme fortuna. Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida.

O empregado, porém,  caiu aos pés do patrão e, prostrado,  suplicava:

- “Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo!” Diante disso, o patrão teve compaixão e perdoou-lhe a dívida.

Ao sair dalí, aquele empregado encontrou um de seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo:

- “Paga o que me deves”.

O companheiro, caindo aos seus pés,  suplicava:

- “Dá-me um prazo, e eu te pagarei!” Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia.

Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo.

Então, o patrão, mandou chamá-lo e lhe disse\;

- “Empregado perverso, eu te perdoei todas as tuas  dívidas, porque tu me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?

O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua divida.

E Jesus, conclui com chave de ouro, e diz:

- “É assim que mmeu Pai que está nos Céus fará convosco, se cada um não  perdoar – “DE CORAÇÃO” –  ao seu irmão”.  (eis aí o pedido da prática da fraternidade  humana, e digna como lei universal e mandamento divino) – cf. Sáo Mateus 18:21-35 - .

É necessário brotar sempre frutos  qualificadores por meio de exemplo e fidelidade ao aprendizado extraído da virtude, cujo mérito nos mostra o significado de perdoar à infração alheia “setenta vezes sete”, de fato, para prevalecer unidade da criatura com o criador, expressa em igualdade e semelhança, pela senda de ingresso no estado de glória, em justiça e santidade, por isto,  é necessário abolir ódio, rancor, vingança, perversidade, e tratamento indigno ao próximo, porque isto apraz retribuição, retorno, nominada na antigüidade como:

  “Sansãra (Sânscrito). Literalmente, “rotação”; o oceano de nascimentos e mortes. Os nascimentos humanos representados como um circulo contínuo, uma roda sempre em movimento, (cf. Blavatsky, Helena, Glossário Teosófico, p. 329, Edição CLUC, Lisboa – Portugal)

E ao atingimento do mérito pelo persão, ação recíproca em amor e fraternidade, acontecerá o sato de  qualificação, e com este procedimento, os antigos diziam que um:

“Sat (Sânscrito). A única Realidade sempre presente no mundo infinito; a essência divina que é, mas não se pode dizer que exista, pois é a Absolutidade, a própria Seidade.” (cf. Glossário Teosófico, p. 332, Edição CLUC, Lisboa, Portugal, distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF, 2.022 e2.023). 

Logo à aptidão está expressa em Livro de Eclesiástico 27:33-28:1-9 e explicitado no Evangelho de São Mateus 18:21-35, neste domingo, dia 17/09/2.023.

4.0 – Ora, é pelo conhecimento que se sabe que à Metafísica igressa em existência humana, quando se buscar  saber o fluido das energias emanadas da  Divindade estabelecidas em Unidade – Uno – Um -, compreendermos pela inteligibilidade – inteligência, discernimento, sabedoria, piedade e temor a Deus –  Dons  do Espírito Santo, daí somos conduzidos a entender e compreender o ensinamento de G. W. Leibniz, a seguir:

“IX. Que cada Substância individual exprime  o Universo todo a seu modo, e que sua noção já encerra tudo o que lhe acontecerá, as circunstâncias desses acontecimentos e a sucessão das coisas externas.

Seguem-se daí vários paradoxos consideráveis, como, entre outros, que não é verdade que duas Substâncias se assemelhem inteiramente e se difiram solo numero (em Latim: só pelo número); que o que Santo Tomás afirma neste ponto sobre os anjos ou inteligências (quod ibi onne individuum sit species ínfima, em Latim: “nesse caso cada individuo é uma espécie em particular”) é verdade para todas as Substâncias, desde que consideremos a diferença específica (quer dizer diferença de espécie, não de número), como o que fazem os geômetras em relação a suas figuras; item, que uma Substância só pode nascer por criação e perecer por aniquilação; e que não dividimos uma Substância em duas nem fizemos de duas Substâncias uma; e que, portanto, as Substâncias não aumentam nem diminuem em número, embora frequentemente se transformem.

Mas, toda Substância é como um mundo inteiro e como um espelho de Deus, ou melhor, do Universo, que cada exprime a seu modo, mais ou menos como ua cidade é representada diversamente segundo as diferentes posições de quem a vê.  Assim, o Universo é, de algum modo, multiplicado por quantas Substâncias há nele, e a glória de Deus, igualmente, é multiplicada pelo total de representações diferentes de sua obra.  Podemos até dizer que, de certo modo, toda Substância traz consigo o caráter da infinita sabedoria e onipotência  de Deus, e que o imita tanto quanto possível, pois que exprime, ainda que indistintamente, tudo o que se passa no Universo – passado, presente e futuro -, o que, de algum modo, se assemelha a uma percepção ou conhecimento infinito. É como, por sua vez, todas as outras Substâncias se referem e se acomodam, podemos dizer também que esta, imitando a Onipotência do  Criador, estende seu poder sobre todas as outras.” (cf. Leibniz, G. W, DISCURSO DE METAFÍSICA -  Texto Integral -, pp. 53-54, Editora Martin Claret Ltda, 1ª Reimpressão 2.011)

Então, está oportuno que cada passo de nossa caminhada pela senda  da verdade expressa na vontade e graça do Uno – Verbo – Logos -, descido e gerado pela Mãe, cabe-nos discernir como seus seguidores, renunciado a si mesmo, pela escolha tomado  cada dia a cruz, solidário com o próximo desafortunado, e pela ciência e compreensão posto em consciência como suprema e legítima juíza, que todos  estão em Unidade com o Pai, e realizar com leadade e boa-fé boas ações, e abolir toda forma de pecado e crime, especialmente, ajustar, evitar ação e reação, e sempre transformar à obra ealizada em bondade, realizada e emanada pelos “Senhores da Luz”, conhecidos na antigüidade como:

“Dhyan Chohans (Sânscrito). Literalmente, “Os Senhores da Luz”. Os deuses mais elevados, correspondentes aos Arcanjos do Catolicismo Romano. As inteligências Divinas encarregadas da supervisão dos Cosmos.” (cf. Glossário Teosófico, p. 124, Edição CLUC, Lisboa, Portugal, distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF, em 2.022 e 2.023)

Logo é pelo caminho estabelecido, que devemos    realizar  o  bem com atitude digna, e bom procedimento, e aprender sempre, porque: tudo o que era, é e será.  Ele é             EU SOU – Senhor Deus, que nos dá alegrias, graça, proteção, e por mérito, sobrevivência eterna, pelas primícias da ressurreição, revestido do novo homem e nova mulher, espelho salutar da Mãe, e exemplo amoroso do Filho único do Pai.

Que cresçamos sempre, ingressemos no estado de evoluídos – Ser -, expresso em Aristóteles., porque  eis a questão, é ser ou não ser!

5,0 – Considerações Finais:

Que tenhamos sempre humildade de aprendermos a lição vinda da Luz Divina, e observemos o que diz  Krishna  ao Principe Arjuna, com sabedoria e apreço:

“6 – Tudo aquilo são córregos no mundo das existências – eu, porém, sou a essência de tudo quanto existe; eu sou o princípio dos mundos e sou o seu fim. (roadapé: “Eu sou o princípio e o fim, o Alfa e o Ômega – Apocalipse 22:13 -, são a primeira e a última letra do alfabeto Grego).

7 – Nada existe mais alto que eu, ó príncipe, nem há outro senhor ou criador.

8 – Os mundos todos estão inseridos em mim,  assim como as pérolas unidas por um fio. Eu sou o sabor da água que bebes; eu sou o fulgor da lua e do sol; eu sou o AUM dos cantos sacros dos Vedas; eu sou a harmonia dos espaços; eu sou a força procriadora dos homens.

9 – Eu sou a fragrância da terra; eu sou o brilho do fogo; eu sou a vida de todos os vivos.

10 – A santidade de todos os santos; eu sou a semente da imortalidade, a sabedoria dos sábios e inteligência dos inteligentes. (cf. Krishna, BHAGAVAD GITA, Capítulo 7, pp. 71-72, Editora Martin Claret Ltda, 4ª Reimpressão 2.015).

Logo este é o mérito do bem, é buscar  à verdade sempre naquele que  é “Alfa e Ômega”, o primeiro e o último, o princípio e o fim, como está em Apocalipse 22:13, pois está em observar o Sermão da Montanha, o conhecer o significado daquele que possuir espírito de  pobre, pelo desapego à matéria, e assim, buscar sempre a bondade, agir com sabedoria e amor, e cada dia melhorar na graça do Senhor Deus.

5.1 – Diante de todo o exposto, que tenhamos existência digna e honrada, baseada no testemunho e bom exemplo, evitar os grilhões da opinião e ideologia, e pensar e existir, com reflexão e sensatez, e realizar com fundamento seu discurso filosófico, sempre focado em premissa, postulados e axiomas, já consagrados como paradigmas, utilizar argumentos válidos, que no mínimo  ser tolerados, que o agir esteja calcado na prudência, humildade, ssabedoria e discernimento;

Que seja prezada à justificação pela justiça, e fé, prudência, solidariedade, sobriedade, fortaleza e temperança, e toda obra seja baseada na bondade, solidariedade, lealdade, e com boa-fé, e observar sempre a retidão de caráter, com honestidade;

Qua esteja sempre em incessante vigilância contra as ciladas do espírito maligno, contra a corrupção, peculato, extorsão, apropriação indevida, estelionato contra à pessoa idosa, evitar à violência e crueldade, calúnia, injúria e especialmente, à racial, e suplicar ao Uno sempre saúde e prosperidade, e suplicar proteção contra os perigos, os riscos fortuitos e por força maior. Doenças, sinistros, acidentes, catástrofe e tempestades, e também, suplicar o perdão das infrações pelo dolo ou culpa, por pensamento, palavras e obroas, e sem esquecer de que, suplicar  à Santa Mãe ddo Filho único do Pai, à Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, que interceda por todos nós;

E, pelo apreço, e a graça de estarmos sempre em unidade pela bondade, e afeição, deixar nosso fraterno a todos e à todas, nosso cordial abraço.

Criciúma (SC), 17 de setembro de 2.023.

Gilson Gomes

OAB nº SC 003978.

 

 

 

 

 

 

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