O SER DERIVA DO CRIADOR, QUANDO SOPRA NAS NARINAS DO BONECO DE BARRO, E O DÃ À POTÊNCIA PELO “SOPRO DA VIDA”. LOGO É O SER VIVENTE. ENTÃO, É POR ISSO, QUE EM TÓPICOS, ARISTÓTELES ELUCIDA À CONSCIÊNCIA, AO DIZER: “Devemos dizer agora o que são “definição”, “propriedade”,, “gênero” e “acidente”. Uma definição é uma fonte que significa a  essência de uma coisa. Apresenta-se ou  sob a forma de uma frase em lugar de um termo,  pois às vezes também é possível definir o significado de uma frase.  Aqueles cuja explicação consiste apenas em um termo, por mais que façam,  não conseguem dar a definição da coisa em questão, porque uma definição é sempre certo tipo de frase.” (vide Aristóteles, POLÍTICA E TÓPICOS I, II,III e IV, p. 80) POR ISSO NÃO SE DEVE BRINCAR E NEM CONTESTAR AQUILO QUE É UNIVERSAL E DIFUSO, SÃO DEFINIÇÕES DAQUILO QUE EU SOU AQUELE SOU! (EX. 3:14).

 

 Pois em toda existência de cada persona (em Latim = máscara) em seu  vários estágios de crescimento e desenvolvimento  está em regra baseado na ilusão Mãyã (Sânscrito). “A grande ilusão de manifestação. Este universo e tudo o que ele contém, considerado em termos da sua relação mútua, é chamado a grande Ilusão ou Mahãmãyã. Este também o título habitual dado à Mãe Imaculada do Buda Gautama – Nyãdvi, ou “Grabde Mistéio”, como é chamada pelos Místicos”. (cf. Glossário Teosófico, p. 226) Evidente, que busca do conhecimento e saberes não deve cometer o “ledo engano”, já que à questão mais crucial à existência de Jesus de Nazaré, conviver junto à multidão, qual viera abolir pela paixão, morte e ressurreição, iniciada pela vaidade de Judas que deseja o posto de Ministro da Fazenda  no Rei de  Jesus, e por isso, por fprça da inveja, cobiça e vaidade entrega o Mestre aos escribas dos fariseus, pelo percebimento de trinta moedas de prata e o cínico e falso beijo, que dá como sinal aos chefes do Conselho Religioso de Israel Anás e Caifás, sogro e genro, que o condenam a pena capital no patíbulo de cruz. Por isso, justifica-se a premissa contida em postulado e acíoma, que diz a Pedro:

- Então,  Jesus lhe perguntou:

- “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro, respondeu:

- “Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse\;

- “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas meu Pai que está no Céu. Por isso éu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

E, Jesus, então ordenou sod discípulos que não dissessem a ninguém que Ele era o Messias. (cf. São Mateus 16:13-20)

Com certeza, este pressuposto, que outorga a Pedro como pedra alicerce e base em que se  constrói  sua Igreja, verifica-se sobriedade e poder da palavra enunciada por São Paulo, quando enuncia:

- “Ó profundidade da riqueza e sabedoria e da ciência de Deus! Como são inescrutáveis os seus juízos e impenetráveis os seus caminhos! De fato, quem conheceu o pensamento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem se antecipou em dar-lhe alguma coisa, de maneira a ter direito a uma retribuição? Na verdade, tudo é dele,  por ele e para ele. A ele a glória para sempre. Amém!” (cf. Romanos 11:33-36).

Logo, eis a força da verdade histórica,  observar-se-á à razoabilidade estabelecida ao nascimento da Igreja, e sua base em Pedro, eis aí causa e efeito da Igreja como Instituição possui sus fundamentos naa graça divina, sua existência na doutrina anunciada pelo Nazareno, e o êxito está em Unidade com o seguidores da Boa-Nova de Jesus Cristo, nascidos por crêr e batizados em água e no Espírito Santo, pois, ainda, que seja vítima de perseguição e atrocidade, à Igeja sobreviverá porque a potência maligna não sobreviverá contra Ela. Eis aí à Lógica da Igeja, expressa na no Evangeho de São Matues 16:13-20 e da Carta aos Romanos  11:33-36, do último domingo de Agosto, 27/08, do ano corrente.

Não há dúvida, em nível de conhecimento, que o exposto no Evangelho de São Mateus  16:13-20 e São Paulo aos Romanos 11:33-36 se encontram postos à Cristandade, inicialmente, como “Definição”, premissa de raciocínio com argumento válido, pressuposto como fundamento de fé, enfim, axioma – Lei -, que os Cristãos nascentes se orientam no desapego dos bens, oração e palavra, e fração do pão, derivando à Unidade pelo batismo, e crê que em Jesus ressuscitado fez emergir por emanação de energia vibrante, do novo homem,  renascido em  Cristo, aprendido com aquele que é manso e humilde de coração, pois exprime em Filosofia como bom discurso Arist´teles, Tópicos, Livro I, 5,  quando nos diz:

“5

Devemos dizer agora o que são “definição”, “propriedade”, ”gênero” e “acidente”. Uma definição é uma frase quesignifica a essência de uma coisa. Apresenta-se ou sob a forma  de uma frase em lugar de um termo, ou uma frase em lugar de outra frase;  pois às vezes também é possível definir o significado de uma frase. Aqueles cuja explicação consiste apenas em um termo, por mais que façam, não conseguem dar definição da coisa em questão, porque uma definição é sempre certo tipo de frase. Pode-se, contudo, aplicar o qualificativo “definitório” a uma observação como  “o que é conveniente é belo”, bem assim como à pergunta: “São a mesma coisa ou coisa distintas o conhecimento e a sensação?” Pois os debates a respeito de definições se ocupam na maioria das vezes com questões de identidade e diferença. Em suma, podemos chamar “definitório” tudo aquilo que pertença ao mesmo ramo de pesquisa que as definições;  e que todos os exemplos mencionados acima possuem esse caráter é evidente  à primeira vista. Porque, se estamos em condições de afirmar que duas coisas são idênticas ou diferentes, estamos munidos, pela mesma forma de argumento, de linha de ataque no que se refere às suas definições: com efeito, quando houvermos mostrado que elas não são idênticas, teremos demolido a definição. Note-se, porém, que o contrário desta última afirmação não é válido, apenas demonstrar que as coisas são idênticas não bastas para estabelecer uma definição. Já apontar que não são idênticas é suficiente para destruir uma definição.

Uma “propriedade” é um predicado que não indica a essência de uma coisa, mas pertence exclusivamente à ela e dela se predica de maneira conversível. Assim, é uma propriedade humana ser capaz de aprender gramática: porquê, se A é um ser humano,  é capaz de aprender gramática, e,  se é capaz de aprender gramática, é um ser humano. Com efeito, ninguém chama de “propriedade” uma coisa  que pode pertencer a algo diferente. Por exemplo, não se afirma que o “sono” é uma propriedade do ser humano, ainda que em dado momento possa pertencer somente a ele. Quer dizer, se a alguma coisa desse tipo se chamasse atualmente “propriedade”, ela não receberia tal nome em sentido absoluto, mas como uma propriedade “temporária” ou “relativa”, pois “estar ao lado direito”  é uma propriedade temporária, enquanto “bípede” e, em suma, atribuído como propriedade em certas relações:  constitui, por exemplo, uma propriedade do ser humano em relação a um cavalo ou um cão. É evidente que nada que possa pertencer a alguma outra coisa que não seja A é um predicado conversível de A, pois do fato de alguma coisa esar adormecida não se segue necessariamente que seja umm ser humano.

Um “gênero” é aquilo que é predicado  na categoria  do que é (categoria da substância) de várias coisas que apresentam diferenças específicas.  Devemos tratar como predicados na categoria de essência todas as coisas que seriam apropriadas mencionar em resposta à pergunta: “Qual é o objeto que tens diante de ti?” Por exemplo, no caso do ser humano,  se nos fizessem tal pergunta, seria apropriado dizer “é um animal”.  A pergunta: “uma coisa pertence ao mesmo gênero que outra ou a um gênero diferente?”, também  é “genérica”,  pois uma questão desse tipo se inclui no  mesmo ramo de investigação que o gênero.  Com efeito, ao afirmar que “animal” é o gênero do ser humano assim como do boi, teremos indicado que eles pertencem ao mesmo gênero, se mostrarmos, ao contrário, que é o gênero de um,  porém, não do outro, teremos afirmado que essas coisas não pertencem ao mesmo gênero.

Um “acidente” é alguma coisa que, não sendo nada do que precede, isto é, nem uma definição, nem uma propriedade, nem um gênero, pertence, no entanto, à coisa. Ele também é algo que pode pertencer ou não pertencer  a alguma coisa, sem que por isso a coisa deixe de ser ela mesma. Por exemplo, “a posição sentada” pode pertencer ou deixar de pertencer a uma coisa idêntica a si mesma.  E do mesmo modo a “brancura”, pois nada impede que uma mesma coisa seja branca em dado momento e em outro momento não o seja. Das definições de acidente, a segunda é a melhor, pois todo aquele que adotar a primeira deverá saber de antemão, a fim de compreendê-la, o que significam “definição”, “gênero” e “propriedade”, ao passo que a segunda e por si mesma suficiente para nos instruir sobre o significado essencial do termo em questão. À classe de “acidente” devem ser também referida todas as comparações de coisas entre si, quando expressas em uma linguagem que, de um modo qualquer, diga respeito ao que “sucede” ser verdadeiro delas, como a pergunta:  “é preferível o honroso ou o vantajoso?” ou “é mais agradávwl a vida virtuosa ou a vida dos prazeres?”.  Isso serve para qualquer outro problema que seja formulado em termos semelhantes. Pois em todos esses casos a questão é: “a qual dos dois sucede que  o predicado em apreço se aplique mais estreitamente?” É evidente, desde logo,  que nada impede que um acidente venha ser uma propriedade temporária ou relativa.  Assim, a posição sentada é um acidente, mas será uma propriedade temporária sempre que um ser humano seja a única pessoa sentada. Portanto, nada impede por  conseguinte, que um acidente se torne uma propriedade tanto relativa como temporária. Porém, “ela jamais terá um sentido absoluto.” (cf. Aristóteles, POÉTICA E TÓPICOS I, II, III e IV – LIVRO I,  Capítulo 5,  pp. 80-81-82-83, ‘ Edição Hunter Books Ltda -2.013)

Logo,  o pensamento  exposto por  Aristóteles, sobre  sobre “Definição”, Propriedade”, “Gênero” e “Acidente nos transforma aptos e habilitados para entender pela inteligência, discernir e compreendermos o significado do enunciado à Pedro, como a pedra, que está eficada a Igreja do Senhor Jesus, por se encontrar alicerçada em razoabilidade, pelo dito se deduz pela exegese e hermenêutica que o descrito em São Mateus 16:18-19, estabele fundamentos como definição, propriedade e  gênero divina, como discurso filosófico exprime premissa maior, postulado e axioma, a fim de existir como Ser, e ação de ligar na terra e desligar está expresso como predicado da Igraja  do Senhor Jesus, e seguida pelos discípulos e batizados, que andarem pela senda do reino. Pois Jesus de Nazaré, utiliza, como argumento terrestre o pensamento de Arist´teles, bastante conhecido na época, e certamente, Jesus em seu conhecimento difuso e universal, vindo do Pai,  e a pedagogia adotada naquele período estava em obras com Banquete de Platão, e Metafísica de Aristóteles, naquela  parte relacionada com o Ser.

Evidente, que  todos os dias, devemos agir sempre com boa-fé, lealdade, dignidade, e amar o próximo como a si  mesmo, a fim de alcaçarmos a glória em justiça e santidade, sempre agir com razoabilidade e desapego, para possuir sabedoria, discernimento, e inteligência, piedade e temor a Deus, como dom do Espírito Santo, para  oferecer vigilância, oração pelo mérito de virtude, em argumento válido e santo, que:

- Minhas ovelhas escutam minh voz, eu as conheço e elas me seguem.  (cf. São João 10:27)

Com certeza,  o conhecimento da ovelha pelo seus Pastor e, Mestre e, somente o Mestre possui discípulo, razoavelmente, no dizer de Hermes Trismegisto – Thot -, “quando o discípulo cresce, o mestre aparece”, daí aflora "emanação" da energia iluminadora da inteligência, eis aí ao brotar de Psique – Anims - Alma – e, na antig6uidade a. C., é conhecida com o étimo de “Mahat (Sânscrito). Leteralmente, “o Grande”.O primeiro princípio da inteligência e Consciência  Universal. Na filosofia Purânica, é o primeiro produto da natureza-raiz, ou Pradhãna (o mesmo que Mûlaprakriti), o produto de Manas, o princípio do pensamento,  e Ahankãra, o egoísmo ou o sentimento de Eu sou eu” (no Manas inferior).” (cf. Glossário Teosófico, p. 228) E à matéria primordial, daquilo que dá origem ao homem, também, na antigüidade  é conhecida etimologicamente como “Pradhãna (Sânscrito). Sbstância indiferenciada, chamada por outros e por escolas diferentes, Akãsa e, pelos Vedantinos, Mûlaprakriti ou Raiz da Matéria. Em suma, a Matéria Primordial.” (cf. Glossário Teosófico, p. 202).

Logo o conhecer das ovelhas a doutrina do Mestre, e o seguem no discipulado, que em regra, depois de Cristo se conhece pelo étimo “Adepto (Latim). Adeptus, aquele que alcançou”. No ocultismo, aquele que atingiu o nível  e o que se tornou um Mestre na ciência da filosofia Esotérica.” (cf. Blavatsky, Helena, GLOSSÁRIO TEOSÓFICO – A Versão Original Póstuma  de 1.892, editada por George Mead -,  pp. 20-202-326-228, Editado: CLUC - Centro Lusitano de Unificação Cultural – Lisboa – Portugal -, e distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF – 2.022 e 2.023).

Portanto, para melhor acrescentar em nossa existência, e darmos luz como meio de nos oferecer clarividência sobre à realidade nua e crua, e compreendermos à lição que nos passa Jesus de Nazaré, ao enunciar:

 Eis como o contexto conduz à necessidade de conhecer como acontecem os fatos e às demais coisas. Pois em sua vida pública, naquele tempo disse Jesus:

- “Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós fechais o Reino dos Céus aos homens. Vós porém não entrais,  nem deixais entrar aqueles que o desejam. Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós percorreis o mar e a terra para converter alguém, e quando conseguis,  o tornais merecedor do inferno, duas vezes pior do que vós.

E prossegue Jesus:

- “Aí de  vós, guias cegos! Vós dizeis:

- “Se alguém jura pelo Templo, não vale; mas, se alguém jura pelo ouro do Templo, então vale! Insensatos e cegos! O que vale mais: O ouro ou o Templo que santifica o ouro? Vós dizeis também:  Se alguém jura pelo Altar, não vale;  mas, se alguém jura pela oferta que está sobre o Altar, então vale!

- Cegos! O vale mais: a oferta, ou o Altar que santifica a oferta?

- Com efeito, que jura pelo Altar, jura por ele e por tudo  o que está sobre ele.  E quem jura pelo Templo, jura por ele e por Deus que habita Templo. E quem jura pelo céu, jura pelo trono  de Deus e por aquele que nele está sentado.” (cf. São Mateus 23:13-22)

Ora, aí está ação indesejável à dignidade humana, porque náo há quem deseje igualar-se ou assemelhar-se à prática mesquinha exercida pelos escribas e fariseus. Logo os fariseus são  péssimo exemplo e a desumanidade deles está como soberba, arrogância, insolência, vê-se que a maledicência está como ideologia  de resultado, já que levaram à mulher inocente a Jesus, por desejar apedrejá-la, o  Jesus disse a eles:

- “7. Como eles insistiam, ergueu-se e disse-lhes: Quem de vós estiver sem pecado,  seja o primeiro a lhe atirar uma pedra.” Pois essa advertência  sobre à vaidade, egoísmo, arrogância e prepotência, e como aduladores da violência contra o feminino  está evidente  no  “Discípulo Amado”  - explicitado no Evangelho de São   João 8:7.

Com acerto, esta doutrina descrita em São  Mateus 23:13-22,  é Liturgia da Palavra de 28/08.

O Ano do prenúncio da Luta pela Conquista da Igualde entre Humanos e dos DIREISTOS CIVIS,  percebe-se  apostar no extremo, smsr à Pátria não significa amar às armas, nem  utilizar de tirania contra minorias fragilizadas. Logo eis a premissa do Reverendo Martin Luther King: “Eu tenho um sonho... que  chegue a hora que nossos filhos não sejam mais conhecidos pela cor da pela, mas sim, pelo  caráter.” EUA, 28 de agosto de 1.963, eis aí como é a história:

É notável e grato, celebrar-se neste mês de agosto, em notícia deste dia 28 do mês em curso à LUTA POR IGUALDADE – ocorrida nos EUA à 60 (sessenta) anos se ouviu  o digno discurso em praça pública, que:

“EU TENHO UM SONHO”; há 55 anos Martin Luther King porferia discurso  histórico, no dia 28 de agosto de 1.963, que completa neste mê e ano 60 (sessenta) anos, milhares de negros e negras estadunidenses  marcharam em Washington paraexigir direitos.

O Reverendo Martin Luther King acena ao público presente na Marcha  em Washington por direitos civis para negros e negras.

Em 29 de agosto de 1.963, Washington DC, capital estadunidense, recebia mais de 250 mil negros e negras de todo o país para  a “Grande Marcha por Emprego e Liberdade”, também chamada “Marcha de Washington” ou “A Grande Maecha”, ato convocado por organizações religiosas, sindicatos e movimentos populares pelos dreios civis da população negra dos Estados Unidos.

Até aquele momento, a última ação significativa do Estado – estadunidense no sentido de garantir direitos à população negra do país havia ocorrido  a um século, em 1.965, após o fim de Guerra Civil entre confederações de estados do sul (escravista) e do norte (abolicionista) do país: o fim do  confronto, vencido pelo norte,  tornou ilegal a escravidão, reconheceu como cidadãos os negros  Norte-Americanos e garantiu direito ao voto aos homens negros.

A primeira metade do século 20 foi marcada por uma agressiva campanha cultural racista, que incluiu filmes como “O Nascimento de uma Nação” (1.915), que demoniza a população negra e  e enaltece o culto  supremacista  branco Klu Kux Klan, além de linchamentos, encarceramento em massa,  relações de trabalho análo à  escravidão – embora oficialmente a prática estivesse abolida do país -, diversas leis regionais (chamada leis Jim Crow de segregação, que proibiam a negros e negras frequentar  as mesmas escolas, usar os mesmos ônibus e até os mesmos bebedouros e sanitários que os brancos, entre outros espaços ditos públicos.

O grande ato em Washington, fruto desse contexto, tornou-se pico da efervescência contra a segregação no seio do país mais rico do mundo. E foi neste ato que o Reverendo  Martin Luther King, liderança e referência da resistência pacífica contra o racismo, proferiu seu discurso mmais famoso: “Eu tenho um sonho”, repetiu por diversas vezes em sua fala, ao profetizar uma terra de liberdade e oportunidade em que: “Nossos filhos não serão julgados pela cor de suas peles, mas pelo conteúdo de seu caráter.”

Finalmente livres! Finalmente livres! (cf. Publicação Brasil de Fato, Edição de Diego Sartorato) Que agradecemos.

O poder e força da Consciência e não utilizar como base o pensamento dos homnes, mas sim, enxergar e sentir  de coração à Palavra, mandamentos e Lei universal e difusa divinas e dos conhecidos na antigüidade  de “Filhos da mente” – ‘Mahat  (Sânscrito).  Literalmente, “o Grande”. O primeiro princípio da Inteligência e Consciência Universal. Na filosofia Purânica, é o primeiro produto da natureza-raiz,  ou Pradhãna (o mesmo que Mûlaprakriti, o prudto de Manas, o princípio do pensamento, e Ahankâra, o egoísmo ou o sentimento do “Eu sou eu” (no Manas inferior(.” (cf. Glossaário Teosófico, obra citada, p. 228)

No entanto,  em preliminar  é saudável  conhecer  o ensinamento de São Paulo que dá aos Romanos,  quando leciona:

- Pois “a noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da  Luz. Comportemo-nos honestamente, , como em pelno dia: nada de orgias; nada de bebedeira;  nada de desonestidades nem  dissoluções; nade de contendas, nada de ciúmes.  A contrário, revestívos do Senhor Jesus Cristo e não façais caso da carne  nem lhe satisfaçais apetites”. (cf. Romanos 13:12-14)

Evidente, que a  ansiedade preocupapnte de Jesus, nosso irmão – fraternalmente – pela Unidade  restaurada com o Pai – Eu sou -, justificada pela queda do homem em desejar  se igualar e semelhança ao ao anjo decadente, e sair “do Sopro da  Vida” dado pelo Criador – ou Creador, e o fez ser vivente, ao esyabelece  princípio  fundamental de unidade consigo mesmo, igualdade e semelhança ao promulgar o axioma pelo inegável “sopro de Vida” ao sacramentar como ser: – “O  Senhor Deus formou, POIS,  o homem do barro da terra,  e inspirou-lhe nas narinas o sopro da vida e o homem se tornou um ser vivente” (cf. Gênesis 2:7).

Com certeza, após  de dignidade e ser o homem, por de Eva,  pela cobiça, vaidade, e inveja, desejam igualar-se aos Elohim, e com por isso, caem no aliciamento da Serpente – o diabo e demônio travestidos de serpente que alí pretendem significar utilidade, o bem razoável, e sdeuz Eva ao lhe argumentar:

- “Oh, não! – tornou a serpente – vós não morreis! Mas Deus bem sabe qyem  no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abrirão, e sereis como duses, conhecedores do bem e do mal”. (cf. Gênesis 3:4-5)

Sem dévida, é por aí que deriva à queda do estado angelical, para sobreviver no planeta como cultivador daa terras para ter o que  saciar sua fome ou apetite, e estar não na condição de ser, mas acreditar em ações realizadas por Caim, por ter escolhdi comer do fruto da àrvore do conhecimento, que estava no meio do Jardim. Logo está na desobediência e no crescimento do olho, já que, com a ação os olhos abriram-se demais, criado à morte, às enfermidades, à miserabilidade, e o mais grave, à ignorância. Logo o Marco situacional da queda estaá descrito em Gênesis 3:7, e: Então os olhos abriram-se; e, vendo que estavam nus, tomaram folhas de figueira, ligaram-nas e fizeram tangas para si.

Evidente, que é necessário à compreensão e inteligência para  obter lucidez naquilo que diz Jesus a Pedro, quando diz-lhe, que “iria ser morto e ressuscitaria no terceiro dia, e então vejamos o teor dos fatos:

- Certamente, como os acontecimentos estavam próximos. Pois naquele tempo,  Jesus começou a mostrar  a seus discípulos que devia ir à Jerusalém  e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.

Pois, então Pedro tomou Jesus a parte e começou a repreendê-lo, dizendo:

-  “Deus não permita tal coisa Senhor! Que isso nunca te aconteça!”

E, Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse:

- “Vai para longe, satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coias de Deus, mas sim as coisas dos homens”. Então Jesus disse aos discípulos:

- “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga”. Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la.

De fato, que adianta  ao homem ganhar o mundo inteiro,  mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca da sua vida?

Porque o Filho do Homem virá na glória do  seu Pai, com os seus anjos,  e então retribuirá a cada um  de acordo com a sua conduta”. (cf. São Mateus 16:21-27)

Logo cada qual deve como bom procedimento e agir sempre com lealdade e boa-fé, a fim de não cometer impropriedade como a realizado pelo formidável Pedro, e Santo, já que, em razão de Jesus estar como o ícone do Plano do Pai eterno, na reabilitação e dar ao homem aptidão de filho de Deus, pelo perdão dos pecados de desobediência, da enfermidade crônica e vencer à morte, cujo objeto é poder  estar conforme à Lei Universal, e compatível em palavra e obra, especialmente, amado o próximo como a si mesmo, e por acreditar, ter sido batizado em água e no Espírito Santo, habilita-se pela graça e misericórdia  do Pai, Filho e Espírito, cuja porta do reino abrir=se-a pela Bem-Aventurada Virgem Maria, pela ressurreição como primícias dos que morreram, colhendo-a, ingressam na glória, pelo mérito de virtude, e usufruirão em justiça e santidade. Eis aí  a causa da advertência e  à insensatez de Pedro, feita por Jesus. Saiba, que a Liturgia explicitada por São Mateus 16:21-27,  está referente ao domingo de Setembro de 3/09.

Logo à evolução humana  pode dar cada qual  o predicado como ser de  “Dhyan  Chohans (Sânscrito). Literalmente, “os Senhores da Luz”. Os deuses mais elevados, correspondentes aos Arcanjos do Catolicismo Romano. As inteligências divinas encarregadas da supervisão do Cósmos”. (cf. Glossário Teosófico, obra citada, p. 124)

Sem exceção, todos  devem possuir prudência e cautela em sua conduta, jamais esquecer o ensinamento existente em Aos Pés do Mestre, quando  recomenda:

“(§34) Nuca de te permitas sentir tristeza ou deprimido. A depressão é um erro, porque contamina os outros,, e torna suas vidas mais difíceis, o que não tens o direito de fazer. Portanto, sempre que ela vier a ti, rechaça-a imediatamente”. (cf. Krishnamurti, Jiddu, AOS  PÉS DO MESTRE, p. 59,  Editora Teosófica – Brasília – DF, 8ª Edição em Português, maio de 2.010)

Ora, descartar tristeza patológica, conhecida como “depressão”, pode ser realizada pela meditação, iniciada na antigüidade pelos que meditam  conscientemente, os mais antigos os Yogues, igualmente, como dá em sua pedagogia de estar em sintonia consigo mesmo “Eu sou”, ao advetir o discípulo Pedro, ao reiterar, quando Judas estava a chegar para o entregar aos fariseus, e aos do Conselho Religioso de Israel, Anás e Caifás, sogro e genro, então Jesus  o diz: “Não podeis vigira comigo nem uma hora, por que os discípulos dormiam. E, com sabedoria memorável dá o magistral conselho: “Vigiai e orai, para que não venhas a cair em tentação, o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (cf. São Mateus 26:38-40-41) Porque veja  conselho cllínico, e filosófico, que dá aos discípulos com generosa sabedoria: “Fiquemm aqui e, vigiem comigo!” Não há dúvida,  que a lição que nos dá Krishnamurti, citado acima, está plausível e razoável, a fim de nos livrar da depressão patológica, que em nada contribui ao bem, mas sim, aniquila satisfação de persistir seu caminho neste ciclo atual no planeta, de desenvolvimento e evolução, cujo objeto é realizas lições existentes de origem, que estão como  parte do Kárma, e não pretender repousa em “Kãmalõka (Sânscrito). O plano semi-material, subjetivo e invisível para nós, onde as “personalidades”  desencarnadas , as formas atrais, chamadas Kãmarupa, permanecem, até desaparecerem dele pelo completo esgotamento dos efeitos dos impulsos mentais que criaram tais espetros de paixões e desejos. (ver “Kãmadhãtu”)”.  (cf. Glossário Teosófico, obra citada, p.196)

Logo é dever de cada um dos seres humanos, que existir no caminha com a senda do reino explicitado em Boa-Nova – palavra viva – anunciada em sua Vida Púbica, pelo Mestre e irmão maior na unidade com o Pai, realizar-se-á pelo meio de escolha, consciente, vontade, e comprometimento o desapego, renunciar a si mesmo, e seguir o caminho ao reino Deus, que o espera pela aptidão e habilitação exigida, a fim de ingressar na glória por ter colhido primícias da ressurreição, e estar revestido do novo homem, pela graça e mérito de virtude, usufrui em justiça e santidade à alegria da vida eterna, e de não mais morrer.

Então, eis a razão, que nos cabe aprendermos sempre  sobre o bem espiritual que nos eleva, e nos faz sair das trevas, e ntrarmos em luz benigna, ao conhecer o que  são  verdades divinas:

Evidente, que naqule tempo, veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume,  entrou na Sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. Deram-lhe o livro do Profeta Isaias. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito:

- “O  Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele  me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da Vista;  para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor”. Depois fechou o livro. Entregou-o ao ajudante e sentou-se.

Todos os que estavam na Sinagoga tinhm os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes:

- “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”.

Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saiam da sua boca. E diziam:

- “Não é este o filho de José?”

Jesus, poreém, disse:

- “Sem dúvida,  vós me repetireis o provérbio:

- “Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum.”

E acrescentou:

- “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. De fato, eu vos  dig:

- “No tempo do Profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome e toda  a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma Viúva que vivia em Serepta, na Sidônia.

E no tempo do Profeta Elias, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado,  mas sim Naamã, o Sírio”.

Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na Sinagoga ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até o alto do monte sobre o que a cidade estava construída, com a intenção de lança-lo no precipício. Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho. (cf. São Lucas  4:16-30).

Com certeza, causa-nos profundo constrangimento  interior perceber o cinismo e hipocrisia, insana ignorância, no dizer de Aristóteles, afirmação feita  pelos ouvintes de Jesus na Sinagoga. E agem como mau procedimento,  inconsciente, insensatez, porque não refletiram – pensar – com acerto, pelo fato de que, Jesus Filho do Homem, já fora objeto de premonição pelo Profeta Isaias como se verifica na Leitura de Jesus em São Lucas 16:18. Por isto, é razoável lermos o que nos ensina à Sabedoria, como em Índia e nominado Deus, segundo Ser da Trindade, e para conhecermos como é o Verbo e Logos, homem gerado com DNA de Maria, ser Mãe notável do Universo, e derivada das águas, como se vislumbra em  “Vishnu (Sânscrito). A segunda pessoa da Trimûrti  (Trindade) Hindu, composta por  por Brahmã, Vishnu e Siva. Vem da raiz vish, que significa “penetrar”. No Rig Veda,  Vishnu  não é um deus superior mas apenas uma manifestação da energia solar, descrita como “percorrendo as sete regiões de um extremo  ao outro do Universo em três pessoas e envolvendo todas as coisas com o pó (que irradia dos seus raios)”. Quaisquer que sejam os outros  seis significados ocultos desta afirmação, isto está relacionado com a mesma classe de protótipos que são as sete e as dez Sephitoth, os sete e os três orifícios do Adam Kadmon perfeito, os sete “princípios” e a Tríade superior no homem, etc,. Mais tarde, esta personagem mística veios a tornar-se um grande deus, o preservador e o renovador, o “de mil nomes – Sahasranãma”. (cf. Blavatsky, Helena P. GLOSSÁRIO TEOSÓFICO -   A versão original e póstuma de 1.892, editada por George Mead,  pp. 124-226-228-406-407, CLUC – Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa – Portugal, distribuído no Brasil pela Editora Teosófica – DF, nos anos de 2.022 e 2.023)

Considerações Finais:

Logo  não como fugir da necessidade de alcançar o desenvolvimento e crescimento humano, e possuir ciência e consciência de que, desde o instante do recebimento da Substância – Senhor criador – nos dá  o “SOPRO DA VIDA”, pondo-nos a “Potência”,  e naquela hora ao darmos o suspiro e respirar, e o coração pulsar, e começar a extrair para o pulmão oxigênio, e fazendo igual ao Criador, em imagem e semelhança, daí pelo sopro nas narinas o faz “Ser vivente”.

É óbvio  que à criatura é Ser, e igual a si mesmo,  ao Eu sou, por isto, a existência do provérbio que: “A criatura imita e assemelha ao criador”.

Está evidente, que ao dar o sopro da vida no boneco de barro, o Criador o faz semelhante aos anjos como ser, perfeitos, que não possuíam necessidade nem de passar pela doença nem pelo grilhão da morte.

Ora, todas sequelas  e limitações existentes no homem são trazidas pela queda e desobediência praticada por Adão e Eva, ocorrida pela unidade que pretenderam realizar com o demônio e o diabo travestido de serpente, por terem a concepção egosita omo há atualmente, de apego no poder e dinheiro. Na verdade, é o status que a serpente fizera enxergar com o aliciamento e adulação, ao dizer: “Oh, vocês não morrerão...”

Compreenda-se que a evolução e crescimento humano, só acontece  na hora em que for abolido o crime, pecado mortal, ganância, insolência, inveja, soberba, e estiver abolida da cultura humana violência, crueldade, inveja, lesão corporal, extorsão, , calúnia, injúria e os estelionato, e a exploração do homem pelo homem, praticadas com criança, à mulher e o idoso com deficiência. Pois tais manias e maledicência só acontecem por convivermos com grupo social em atraso, ainda com ranço de pecador, porque buscar interesse e conveniência são tumores malignos que  trazem cada qual no caráter, e por comportar-se como: “Alma pequena, e por isso,  que  não vale a pena!” Fernando Pessoa.  Pois aquele que se alimenta com ideologia, não possui conteúdo, nem está capaz de realiza bom discurso filosófico.  Então, nem pensam, e nem são, como diz Descartes.

O Ser possui bom discurso filosófico, porque sua existência se funda em princípios sólidos e eficar. A razoabilidade do argumento.

Diante disto, vamos olhar para frente, e acreditarmos na fora da virtude, especialmente na lei sublime e eficaz do amor, solidariedade, cooperação, e atitudes de bondade, e humildade, geradoras de união sóbria e afinidade, honestidade e sinceridade;

Que todo dia e hora,  tenhamos nossa menta e coração em unidade com o infinito, e com a luz do Uno, que fortalece o fraco, e da consistência pelo exemplo o desapego à matéria, enfim, que que nosso olhos e o coração, e sentir estejam em incessante vigília e oração, como súplica ao Pai eterno, que deseja-nos estar sempre com ele, por isto,  supliquemos  pela sua generosa graça e misericórdia libertadora, que nos dê saúde e prosperidade, conhecimento pelo nosso esforço, enfim, nos proteja sempre contra a corrupção, peculato, estelionato, gope reiterado,  r qualquer forma de violência contra os vulneráveis, e nos proteja contra riscos e enfermidades, tempestades e catástrofes,  suplicamos  tudo isso, e contamos coma intercessão da Mãe do Filho de Deus e de toda humanidade, para que a graça seja perene e com fé digna;

Então, com lealdade e apreço, deixa-se a todos e à todas o mais sóbrio cordial abraço.

Criciúma (SC), 4 de setembro de 2.023.

 

Gilson Gomes

Advogado e Filosofia.

OAB nº SC 003978.

 

 

 

 

O Evangelho de São Lucas 4:16-30, é da Liturgia do dia 4/09, do ano corrente.

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