NA
VERDADE, Á BOA AÇÃO SE ENTENDE PELO CONHECIMENTO DE TODO CONTEÚDO, E SE
COMPREENDE PELO EXERCÍCIO DA SEMEADURA EM SUAS TERRA, A FIM DE QUE NO TEMPO DE
COLHEITA, ESTEJA APTO À COLHER BONS FRUTOS, COMO SE ENXERGA:”135. Semeia boas
ações e colherás os seus frutos. A inação num ato de misericórdia se converte
em ação num pecado mortal. 151. É do botão da renúncia de próprio ser que nasce
o doce fruto da libertação final”. (cf. Blavatsky, Helena P. A Voz do Silêncio –
versão em português de Fernando Pessoa -, pp. 152-162, 3ª Ed. Brasileira: Editora
Teosófica 2.018). LOHO SÓ ESTÁ APTO E HABILITADO À INGRESSAR NA SENDA DO REINO
DE DEUS, ÀQUELE NA EXISTÊNCIA ANUCIAR A PALAVRA PELO EFICIENTE DISCURSO
FILOSÓFICO, UTILIZAR DA FRATERNIDADE HUMANA, AGIR COM BONADE E SEMPRE TER AMADO
O PRÓXIMO COM SABEDORIA (cf. São Marcos 12:31 e São Mateus 22:39, Levítico
19:18). SÓ DESTA FORMA SE QUALIFICA PELA RESSURREIÇÃO E INTERCESSÃO DA SEMPRE
VIRGEM MARIA À INGRESSAR NA GLÓRIA DE JUSTIÇA E SANTIDADE. SER JUSTO E
JUSTIFICADO PELA FÉ (Romanos 1:17).
1.
A necessidade
de se conceber o Discurso Filosófico em preliminar à existência na Senda
da Espiritualidade, e pelo mérito de virtudes está qualificado pelo poder da
boa ação, pensamento fundado em argumento válido, e à palavra coerente às
exigências ao ingresso na morada do Pai Eterno, apto e habilitado à fruição de
sua glória em justiça e Santidade. Eis aí as razões objetivas:
2.
Evidente, que
cada passo dado na trilha existente em
caminho possui meios, embarcações, e por fim, metodologia, conteúdo,
pensamento, transformado em ideia, que fundamenta o anúncio da boa-nova divina,
pelo conhecimento dos mandamentos e leis universais e difusas, exprimidas em
argumentos sólidos e válidos, como se deduz o enunciado pela Filosofia da ÍNDIA, como se verifica a seguir:
“Os Fundamentos
da Filosofia indiana.
1.
A FILOSOFIA
COMO MODO DE VIDA
Na Índia antiga
cada ramo do saber estava associado a uma arte altamente especializada e a um
modo de vida consoante com este. O saber não devia apenas ser colhido nos livros, palaestras,
conversas e debates, mas dominado por meio da aprendizagem ao lado de um mestre
compentete. Era necessário que o
discípulo, dócil à autoridade do guru, se entregasse a ele de todo o
coração, sendo pré-requisitos básicos a
obediência e aa fé absoluta. É o
fervoroso desejo de ouvir, obedecer e reter o que se ouve; implica
respeito, reverência e serviço. E confiança e a firmeza da mente, exige a
ausência de todo tipo de pensamento e crítica independentes por parte do
discípulo, denotando também reverência, bem como um forte e intenso anseio de
aprender. Essa palavra sânscrita
significa também “o desejo ardente de uma mulher grávida.”
O discípulo que
tem em suas entranhas a verdade anelada – do mesmo modo que aquele filhote
trazia em si o tigre da selva -
submete-se sem reservas ao seu guru, prestando-lhe reverência como
à encarnação do saber divino que será ministrado, pois o mestre é porta-voz
da sabedoria superior e possuidor de uma arte especial. O discípulo, em seu
culto religioso, deve devotar-se à divinidade que preside a arte especial e à sabedoria que será, dali em diante, o princípio formativo de sua
trajetória. Deve compartilhar a moradia
de seu mestre durante anos, servi-lo em
sua casa e ajuda-lo no trabalho, seja
seu ofício o de sacerdote, mago, asceta, médico ou oleiro. As técnicas
necessitam ser aprendidas pela prática
constante, enquanto a teoria é ensinada par meio da instrução oral, supemtada
por um estudo completo dos manuais básicos. Todavia, o mais importante de tudo
é que deve ser realizado uma “transferência” psicológica entre mestre e
discípulo, pois uma espécie de transformação precisa ocorrer. O discípulo como
metal maleável, deve ser formado seguindo o molde do mestre que lhe serve de
matriz, e isso não apenas em relação às
questões de arte e saber, mas também a toda atitude pessoal. No que conncernne
à vida e à moral do guru, é necessário
que haja uma identificação absoluta, uma correspondência ponto por ponto entre
seus ensinamentos e seu modo de vida, uma espécie de identidade que no Ocidente
só poderíamos esperar de um monte ou de um sacerdote.
Não se procura
uma atitude crítica e sim um
crescimento da gradual dentro do modeo
da disciplina. A Instrução é aceita e
seguida, por assim dizer, às cegas;
porém, com o decorrer do tempo, quando aumenta a capacidade do discípulo para
captar o ensinamento, a compreensão vem sozinha. Esta aceitação cega e
consequente compreensão intuitiva da verdade, pela atitude que lhe
corresponde, é conhecida na Europa como
prática fundamental da Igreja Católica Romana. Tome-se como exemplo um dos romances de
Flaubert, Bouvard et Pécuchet, onde é descrito o cas de dois lires-pensadores
que, desapontados com seus modos de
vida, e após tentarem o suicídio, voltam à fé da infância e retornam ao
ambiente campestre de seus primeiros anos.
Recorrem ao Padre e o assaltam com seu ceticismo e dúvidas
inquietantes, ao que ee simplesmente
responde: Pratiquez d’abord, isto é, “Adotem e pratiquem primeiro o método ortodoxo dos deveres
ritualísticos, assistindo à missa regularmente, rezando, indo à confissão e
comungando. Então, pouco a pouco entenderão,
e suas dúvidas irão se desvanecer como névoas à Luz do Sol. Não precisam
sondar as profundezas do dogma da Trindade nem dos outros mistérios, mas é
necessário que professem e sintam uma fé absoluta, pois, em última instância,
essas coisas devem ser – de algum modo – verdadeiras. E assim manter as esperanças de que seu
significado possa ser-lhes revelado à medida que aumenta em seu interior o efeito da graça sobrenatural”.
De igual
maneira a filosofia oriental é acompanhada e auxiliada pela prática de uma
formam de vida: a reclusão monástica, o ascetismo, a meditação, a a oração,
os exercícios de yoga e as horas diárias
dedicadas ao culto. A função do culto é imbuir o devoto da ess\~encia divina da verdade. Esta se manifesta sob as formas
simbólicas das divindades ou de outras
figuras sobre-humanas, sagradas, cuja função é direcionar o pensamento; também
se manifesta por meio do próprio mestre que – representantando a verdade
encarnada – a revela continuamente, seja pela sua conduta diária. Neste
sentido, a filosofia da Índia está estreitamente ligada à religião, aos sacramentos, às
iniciações e às formas da prática litúrgica, como a filosofia ocidetal moderna
está para as ciências naturais e seus
métodos de investigação.
Esta concepção
indiana – da identidade da personalidade e conduta com o ensinamento – está muito bem colocada
num cometário inteligente que um amigo meu, hindu, fez acerca de um livro
popular sobre filosofia do Oriente:
Em última
análise – disse ele – a verdadeira aquisição é somente aquela que se encontra confirmada em nossa própria vida. O valor dos escritos de
um homem depende o grau em que sua
própria vida patenteia.” (cf. Zimmer, Heinrich, FILOSOFISD DA ÍNDIA, pp. 50-51,
Palas Athena Editora, 5ª Edição – maio de 2.012)
3. Não se pode
em questão de filosofia se abri controvérsia, em face de sobre filosofia à base
está metodologicamente previstas em exposição de argumento válido, que dá juízo
de valor ao “Discurso Filosófico”. Evidente, que o discurso e argumentos da
classe trabalhadora, pós IIº Guerra Mundial, expresso pela JUC – Juventude
Universitária Católica, JEC – Juventude Estantil Católica e a JOC – Juventude
Operária Católica, cujo maior e notável interprete do momento está no ser
quando Bispo de Milão, o formidável
Santo Papa Paulo VIº, que legara o método indiscutível deste movimento ao
expressar em: “Ver, julgar e agir”, método repassado nos anos de 1.978 a 1.981
à Pastoral Universitária, bem assinalada por Dom Vicente, Cardeal e Arcebispo
de Porto Alegre - RS, como os Sacerdotes Jesuítas, que como assistente dos
Universitários, e os visitantes da CNBB, sempre em suas locuções expressavam
que toda chave do desenvolvimento e a libertação da opressão se encontrava no bom exemplo, boa ação, e por fim, exercitar
o método de “ver, julgar e agir”. Crê-se, que à adesão do Presidente Figueiredo à
acolher e remeter à Anistia ao Congresso
\\\nscional, e a revogação dos Decretos cerceadores dos direitos Estudantis, e
tolerância à eleição da UNE está na filosofia nascida no seio da Pastoral
Universitária, expressas por estudantes conhecidos, e sacerdotes notáveis, que
se fez chegar o conteúdo da matéria aos Deputados e Senadores comprometidos filosoficamente com
às causas populares, e com à doutrina social expressas em Encíclicas pelos
Papas Santos João XXIII, Paulo VIº e João Paulo IIº, colocadas expressas em
texto documentalmente pela CNB, por meio de Bispos notáveis exemplificado em
Dom Helder Câmara e outros. Por isso, cremos que, à prática “é o critério da
verdade”, deduz-se, que à causa do bem comum e geral aplicada, concretamente,
está derivada da conduta e do pensamento filosófico fundado no primado de “ver
– julgar e agir”.
4. Eis a
importância, para nossa vida espiritual, e educação formal e intelectual de
base de cada qual, ensinado pela filosofia Indiana, pelo fato de
sabermos que à Índia é povo antigo, nascido de Noé, gerados por Cem, também, os
Persas, por isso à sabedoria vinda da Índia, e os ensinamentos de Zoroastro, e
às advindas dos Caldeus, vindo à originar-se em conhecimento dos Hebreus, que
Abraão é natural de Hur, Caldeia, como os Gregos dão codificação à verdade, já
que o estudo da espiritualidade inicia-se com Sólon, rei da Grecia, que possuía
como seu mais alto conselheiros Tales de Mileto ou Zenão, pois Sólon tivera
contato com o conhecimento Egípcio por meio de Hermes Trismegisto, que é ligado
a José do Egito, pode ser que o fato de Pitágoras, Platão, e outros Gregos
serem considerados iniciados, isto significa, que o conhecimento da
espiritualidade e sobre os Senhores do Universo é anterior à mitologia Grega, e
depois andou em unidade com a Filosofia, pois bom estudo sobre evolução e
desenvolvimento humano está explicitado por Platão, basta observar o
significado de nascer como “alma de ouro ou de prata” está posto em A REPÚBLICA
– Livro III, § 415a-e, pp 109-110, como diz Platão a seguir:
“Vós sois
efetivamente todos irmãos nesta cidade”,
como diremos ao contar-lhes a história, “mas o deus que vos modelou,
àqueles dentre vós que eram aptos para governar, misturou-lhes ouro na sua
composição, motivo por que são mais preciosos;
aos auxiliares, prata; ferro e bronze aos lavradores e demais
artífices. Uma vez que são todos
parentes, na parte dos casos gerareis filhos semelhantes a Vós, mas pode
acontecer que do ouro nasça uma prole
argêntea, e da prata, uma áurea, e assim
todos os restantes, uns dos outros.Por
isso o deus recomenda aos chefes, em primeiro lugar e acima de tudo, que aquilo
em que devem ser melhores guardiões e exercer mais aturada vigil\~sncia é sobre
as crianças, sobre a mistira que entra na composição das suas almas, e, se sua
própria descendência tiver qualquer
porção de bronze ou ferro, de modo algum se compadeçam, mas atribuam a honra
que compete à sua conformação, atirando com eles para os artífices ou
lavradores; e se, por sua vez, nascer destes alguma criança com uma parte de ouro ou prata, que lhes dêem as
devidas honras, elevando-se uns a guardiões, outros a auxiliares, como se
houvesse um oráculo segundo o qual a cidade seria destruída quando um guardião
de ferro ou de bronze a defendesse”. (cf. Platão, A REPÚBLICA – Livro III, 415a-e,
pp. 109-110)
5. Não há como
perquiririr concernente à validade do argumento, que exprime o pensamento, que “-
que servem para purificar a mente, as “meditações” visam leva-la a um estado de concentração em “um só
ponto”. Pois todo aquele que estiver no bem, e adiantado na sua iniciação e
discipulado, fará por si mesmo: “- recorrerá a um guru versado nos Veda que,
tendo alcançado o ideal do Vedãnta, vive sereno na consciência initerrupta da
essência do ser imperecível. O adhikãrin deve
ir ao se guru levando presentes em suas mãos, pronto para servir e
preparado para obedecer de todos os modos.” (cf. FILOSOFIAS DA ÍNDIA, p. 52)
6. Evidente,
que no exercício da existência do caminho
é necessário estar qualificado, apto e habilitado para subir os degraus
da escada que o conduzirá à senda do reino de Deus – Nirvana –que ingressará,
inicialmente, pelo mérito de virtude, bom exemplo, testemunho da palavra viva,
pela abolição do pecado, e desapego dos bens, feito caridade, vigilância
incessante e meditação com oração, porque como ensina Jesus aos discípulos que
estavam dormindo, e disse a Pedro: “Vigiai e orai, para não cairdes na
tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.” (cf. São Mateus 26:41).
Logo se não existir vigilância e oração, acredite que o inimigo maligno está a
rugir como um leão, como leciona Pedro: “8. Sede sóbrios e vigiai. Vosso
adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a
quem devorar. 9. Resisti-lhe fortes na
fé.” (cf. 1Pedro 5:8-9a)
7. Prestai
atenção no bom exemplo de sobriedade, prudência, e necessidade de ser aplicada corretamente à regra de justiça,
conhecer à verdade e sensatez para discernir que somente aquele que tiver
plantado em suas terras, isso mesmo colherá. É o que se deduz do ensinamento de
São Paulo, ao dizer com conhecimento:
“O que o homem semeia, isso mesmo colherá”. (cf. Gálatas 6:7).
Então, veja com sabedoria e consciência
da Parábola ensinada por Jesus, ao
explicitar a seus discípulos, quando disse-lhes:
Pois naquele
tempo, Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles
pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo.
Então, Jesus
disse:
- “Um homem
nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. Chamou, então, dez dos seus empregados,
entregou cem moedas de prata a cada um e disse: Seus concidadãos, porém, o
odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo:
-‘Nós não
queremos que esse homem reine sobre nós’. Mas o homem foi coroado rei e
voltou. Mandou chamar os empregados, aos
quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. O primeiro
chegou e disse:
- ‘Senhor as
cem moedas renderam dez vezes mais’. O homem disse:
- ‘Muito bem,
servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez
cidades’.
O segundo
chegou e disse:
-‘Senhor, as
cem moedas renderam cinco vezes mais’. O homem disse também a este:
-‘Recebe tu
também o governo de cinco cidades’.
Chegou o outro
empregado e disse:
-‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num
lenço, pois eu tinha medo de ti, porque es um homem severo. Recebes o que não
deste e colhes o que não semmeaste’.
O homem disse:
-‘Servo mau, eu
te julgo pela tuua própria boca. Tu sabes que eu sou um homem severo, que
recebo o que não dei e colho o que não plantei. Enntão, por que não depositaste
meuu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. Depois disse aos
que estavam aí presentes:
-‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’.
Os presentes
disseram:
-‘Senhor, este
já tem mil moedas!’ Ele respondeu:
-‘Eu vos digo:
a todo aquele que já possui será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será
tirado até mesmo o que tem. E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu
reinasse sobre eles, trazei-o aqui e
matai-os na minha frente’”.
Jesus caminhava
à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém. (cf. São Lucas 19:11-28)
8. Ora, todo ser sensato, coerente, e
consciente do dever ético e de retidão, compreenderá e inteligirá que não é razoável guardar pecúnia – dinheiro
– alheio, sem o devido resultado favorável ao proprietário do quantum sob seus
cuidados e poder. Pois os juros pagos em valor depositado é à remuneração do capital
depositado naquele período. Igualmente, à posse para si do valor alheio,
significa extorsão e apropriação indevida da quantia. Por isso, disse o Senhor,
ao servo, cujo valor em cem moedas de prata não originou resultado positivo, em
favor do Senhor, obtido responsavelmente pelo servo. Logo pelo descumprimento
da premissa e violação dos usos e costumes, o servo se transforma em: - “Servo
mau, eu te julgo pela tua própria boca..” (Lucas 19:22) Eis o significado de
procedimento com boa-fé, por isso, o servo probo e honrado restituiria o valor
em dinheiro, devidamente acrescentado de remuneração financeira com prudência, até poderia abater do valor o seu sustento, mas o que não
é justo e nem razoável é lhe devolver sem nada em acréscimo. Concretamente,
fata-lhe lealdade, que é predicado e quesito da boa-fé, como está no art. 5º, do NCPC, e consagrado no
inciso II, do Art. 14, do CPC revogado – Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de
1.973, como se lê:
“Art 14.....
“II – proceder
com lealdade e boa-fé”
9. Logo toda
boa conduta presume agir com lealdade,
sem deixar mácula capaz de violar o mandamento legal e os princípios sociais em
usos e costumes, e no caso apontado na parábola expressa sabiamente por Jesus
nos conduz à praticar ação sempre com cautela, respeito, e observar os
mandamentos e a Lei de Deus, e sempre
agir com comportamento legítimo e digno. Pois à parábola enunciada por Jesus é
lição salutar, que devemos explicitar em atitude humana, e sempre procurar o
bem querer e dignidade sua e alheia. Pois o mandamento é: “Amar o próximo como
a si mesmo” (Marcos 12:31, e Mateus 22:39, Levítico 19:18). Pois o que se
deduz, que o servo bom é o que fiel também nas coisas pequenas, porque eis aí o
pressuposto da lealdade, necessário ao êxito nas ações, e sucesso no
empreendimento, porque toda boa obra e fidelidade são bons investimentos, para
guardar tesouro nos céus. Logo o Evangelho de São Lucas 19:11-28, e da
celebração da Liturgia de 22/11/2.023.
10. É verdade,
que acontecimentos sinistrosos, tragédias que ocorrem sem vontade e desejo
expresso pelos gestores, também, destruição pelas tespestades e catástrofes,
observadas pela ação da natureza, como excesso de chuvas, ventos em alta
velocidade, trovões e relâmpagos, ciclones, tornados e furacões, em regra se
dão, pela ausência de planejamento, investimento em infra-estrutura, efeitos
climáticos, como pela omissão (prevaricação) humana, pior, falta de fé,
meditação, oração e incessante vigilância, conhecimento, e ter noção da
sabedoria generosa e amorsa de Jesus, quando ensina ao enunciar: “Eles
esmagarão a ti e a teus filhos. E não
deixarão em ti pedra sobre pedra. Porque tu não reconheceste o tempo em que
foste visitada”. (cf. São Lucas 19:44) e, então, deduza pela descrição do explicitado a
seguir:
10.1. Evidente,
que naquele tempo, quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar. E disse:
- “Se tu também
compreendesses hoje o que te pode trazer a paz! Agora, porém, isso está escondido aos teus olhos! Dias
virão em que os inimigos farão trincheiras contra ti e te cercarão de todos os
lados.
Eles esmagarão
a ti e a teus filhos. E não deixarão em pedra sobre pedra. Porque tu não
reconheceste o tempo em que foste visitada”. (cf. São Lucas 19:41-44)
10,2. Como se
vê Jesus, em premonição e vidência enxerga a destruição que o imperador Tito,
fez contra Jerusalém – Pa cidade Santa -, certamente, com a traição de Judas, e
armação dos fariseus e escribas, e mais os conselheiros do povo com forte poder
sacerdotal, como chefia do Conselho Religioso, pelo sogro e pelo genro, Anás e
Caifás, e tendo como Governador o cruel Pôncio Pilatos, que mandou martirizar
sua mulher, por pedir que não fizesse nada contra Jesus, mas, a mata no caminho
quando se dirigia ao encontra das Santas Mulheres, e Maria à mãe de Jesus, no
sábado, e trucida Cláudia Procla, e o mesmo fagela, coroa de espinhos, e deixa
cuspir no rosto, e com efeito, manda-o carregar à cruz nos ombros até o
Calvário, e no caminho encontra Simão de Cirene que o leva sua cruz até o
Calvário, e Verônica – à Santa – que lhe limpa o sangue o rosto, e o dá sua
toalha, e ele lhe devolveu com sua imagem na toalha. Chega! Morre, e é posto
nos braços da Mãe, e sepultado no túmulo feito por José de Arimatéia, e
ressuscita no domingo, e assim, vence a morte. Então, diz com excelsa
propriedade,, pois Jerusalém não o reconhece, e o mata, com gritos de:
Crucifica! Eis porque aconteceu à maledicência do Imperador Tito, pela
aplicação universal da lei da retribuição – da ação e reação -, conhecida no
popular como: Retorno! Logo é o universo que aplica suas leis, então, por que
Jerusalém não reconheceu e não o prestou dignas e merecidas homenagens ao filho único
do Pai? (cf. Tácito, ANAIS – Volume XXV,
pp. 269-30, LIVRO DUODÉCIMO, w. M. JAXKSON INC. Editores, Rio de Janeiro, São
Paulo e Porto Alegre e Josejo, Flávio, HISTÓRIA DOS HEBREUS, pp.
1537-1538-1543-1545, Editora CPAD, 21ª
Impressão 2.012).
10.3. Logo eis
a iturgia expressa no Evangelho de São Lucas 19:41-44, referente a celebração
do dia 23/11/2.023.
11. Da questão
de mérito: O conhecimento está imbricado no armazenamento dos conteúdos dos “saberes”
adquiridos em Livros, fragmentos de anais históricos, construídos pela
experiência – Empiria – existentes por meio de hábitos, usos e costumes, conhecida como à tradição,
especialmente às concebidas em milênios, iniciadas pelo testemunho dos discícipulos
e Apóstolos, os Filósofos da Patrística, decisões Conciliares, pelos Santos como
Santo Tomás de Aquino, por nos
introduzir na Metafísica, pela Suma Teológica e Comentãriario à Metafísica de
Aristóteles, que inicialmente é desenvolvido o conhecimento de Aristóteles por
Roger Bacon (1.229-1.292), na Inglaterra, e transferiu seu conhecimento ao filósofo Francis Bacon,
posteriormente, o que dá à Igreja Católica e Cristãos o conhecimento de
Aristóteles é o formidável Doutor Angélico – Santo Tomás de Aquino,
especialmente, o conhecimento do Ser –
e, por isso Descartes estabelece primado inesquecível que: “Se penso, então, eu
sou”. É mais sabedoria nos traz São João da Cruz, Santa Catarina de Sena em
suas Cartas, e obra vendida na Idade Média, e entra na Idade Moderna está em
Santa Teresa de Jesus ou d’Ávila, em suas obras – Livro da Vida, Caminho de
Perfeição e Castelo Interior ou Moradas, e não se pode deixar de lado em lembrar
nossa Doutra da Fé – Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face, em
História de uma Alma completa. Lembrome-me, quando o Padre Quinto traz de
França à urna com relíquias e restos mortais de Santa Teresinha, e deixa
exposta dentro de nossa Catedral São José, bem aqui Praça Nereu Ramos. O que
enobrece e dignifica os Cristãos e devotos da Santa de nossa igreja e cidade,
sede diocesana, dado encanto à bela e Santa Catarina à prece da doutora mais
jpvem da Santa Igreja. Logo eis às causas de nosso desenvolvimento, evolução e
crescimento, que temos no coração sua nobre e santa lição de: - Pela oração e
vigilância expressarmos e crermos pela seu exemplo de fé, fidelidade em exemplo
de nosso Senhor Jesus Cristo, que “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo
sempre, será:
- Para
sempre, seja louvado!” (citação
utilizada sempre por Santa Teresa de Jesusu e d’Ávila, que se encontra em sua
obra Livro da Vida, Editora Paulus, 1ª Edição 1.983, 15ª Reimpressão 2018.
11. Logo às
últimas ações do Governo Federal, relacionado com direitos humanos da pessoa
com deficiência, devidamente previstos em vigor no direito interno como Emenda
Constitucional nos termos do §3º, do Art. 5º, da §Constituição da República
Federativa do Brasil, e aprovada pelo Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho
de 2.008, em conformidade com o procedimento previsto no §3ª, Art. 5º, da
Constituição da República Federativa do Brasil, em vigor para o Brasil no plano
jurídico externo, desde 31 de agosto de 2.008, e promulgados pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2.009, data de
início de sua vigência no plano interno, e devidamente regulamentada nos termos
do Parágrafo único, do Art. 1º, da LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2.015, que Institui a Lei Brasileira de Inclusão da
Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) destinada a
assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercícios dos direitos e
das igualdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando a sua inclusão
social e cidadania À Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU de
2.007 e seu Protocolo Facultativo, ratificado pelo Congresso Nacional por meio
do Decreto Legislativo nº 186, de 9 de julho de 2.008. Pois o Presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, lança nesta quinta-feira (23) o Novo Plano Nacional de
Direitos da Pessoa com Deficiência. De acordo com o Governo a previsão de investimento é da ordem de R$ 6 Bilhões.
12. A igualdade
perante a Lei é um dos princípios chave da Constituição Brasileira. Isso significa
que é obrigação do Governo Federal garantir que todos tenham a mesma
oportunidade no acesso aos serviços e órgãos púbicos, independente das
dificuldades físicas que possam ter. Esta acessibilidade deve existir tanto no
campo digital (sites dos órgãos, páginas e sistemas de serviços, etc.) quanto
no campo físico (prédio dos órgãos púbicos, transporte público, vias públicas, etc.).
13. o tamanho e
características de nosso país apresentam dificuldades que nós ainda não
conseguimos superar totalmente e, portanto, não temos ainda o 100% de
acessibilidade física, mas o Governo Federal, através de sus órgãos e
entidades, vem buscando cada vez mais melhorar
a acessibilidade conforme demonstram os
diversos serviços de oferta e de promoção da acessibilidade. (cf. Universidade
Federal do Espírito Santo; também,
gov.br)
14. Na última
sexta-feira, dia 24/11, está veiculado nos meios de comunicação e na “Voz do
Brasil”, que o Governo Federal por meio da Secretaria que cuida dos Direitos da
Pessoa com Deficiência, por meio de sua titular disse que: “O Governo Federal
irá discutir e fixar por meio de instrumento
jurídico medidas que fixarão o valor da remuneração de cuidadores de membros da
família, idosos e pessoas com alguma forma de deficiência, especialmente, às
existentes no Cadastro de inclusão previsto em Lei.” Olha, a medida é avanço,
porque irá acabar à exploração, apropriação de proventos e outras rendas da
pessoa idosa e com deficiência. Não há
dúvida, que à iniciativa é legítima e saudável, que o recurso disponível dará à
pessoa com deficiência e idosa, no caso, condição mais justa e digna. Com
efeito, com às medidas propostas pelo Senhor Presidente melhorarão significativamente
os riscos e miserabilidade das pessoas em nível de vulnerabilidade elevado,
cuja proteção se encontra expressa em Parágrafo único, do Art. 5º, da Lei nº
13.146/2015, especialmente o idoso com deficiência. Igualmente, circula também no
Governo Federal, atitude, importante e sensata, que está na regulamentação da
atividade profissional de “Cuidador” de pessoa idosa e com deficiência. Pois é
fato, que o que há é exploração, e o desvio de recurso, tanto da aposentadoria, quanto outras rendas
vinda de alugueres, por exemplo, mas, o que há é o olho gordo apenas, deseja
surrupiar bens eletrônicos, equipamentos, cartões, e dinheiro, pois sempre os que
precisam, praticam a extorsão e apropriação indevida de quantia além do
razoável e justo à garantia de dignidade da pessoa com deficiência. E se
fenecer o pai e mãe, em regra o filho ou filha deficientes, não conseguem ver
em seu nome casa dos pais, e direito à pensão por morte, em face da dependência
desde à infância, por toda existência, pois se for limitado e estiver em estado
de necessidade, nada virá para si, somente violação criminal do disposto no
Art. 88 e art. 89, da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015, que está
tipificado à discriminação e:
“Apropriar-se ou desviar bens, proventos, pensão,
benefícios, remuneração ou qualquer outro rendimento da pessoa com deficiência.”
Logo isto está tipificado no art. 89, da Lei nº 13.146/2.015.
Entao, que os sarados, invejosos (olho gordo)
deixem de cobiçar às garantias de dignidade do vulnerável com deficiência. É
preciso com urgência coibir os abusos e o descaramento humano, e tudo o que
desejam é: “Matar o velho e deficiente, para depois chorar no velório...” Neste
particular, o Governo Federal atual, com o programa e os recursos que existirá
nele, merece nossas homenagens e nosso sincero agradecimento.
15. É urgente
nos livrar da ideologia desde os séculos medievais, com adoção da forma de
governabilidade se servir de um “Sistema Feudal”, que os Senhores feudais adotavam
a expressão “extrema direita”, cuja ideologia fora adotada na Índia, pelos
arianos e Jainismo existentes no período, para se livrar da força da espiritualidade,
da fé e do temor ao Senhor Deus ou Buhdda, e obrigam os seguidores como
iniciados, adeptos e discípulos à deixar
à sabedoria do Mestre – guru. Com o
estabelecimento de um sistema dividido em Castas. Pois esse maleficio também
existiu nas comunidades Cristãs, porque tudo o que procuravam e desejam é o ter
bens, poder e dinheiro, e estavam pelo egoísmo apegado nos bens, e realizam
tudo como se estivesse continuamente em mercado de comprar e vender. Pois o
desejado é o resultado expresso em pecúnia. Evidente, que não existia o poder
do argumento, nem discurso válido, porque a Filosofia não está no pensar e
existir, porque não buscam o ser, mas, somente o ter. Por isso, Marx, baseado
na tese de seu professor Hegel, descreve à necessidade de possuir o poder em
dinheiro, o que ele chama de “Materialismo Histórico”, em razão de necessidade
existente na sociedade anterior a Idade Moderna. Evidente, que a organização da
Igreja Católica, com o asceticismo e espiritualidade, e busca da oração e
vigilância, fez que saíssemos do século XiX, e entrássemos no século XX, já na vigência da
Igreja, da encíclica do Papa Leão XIII – Rerum Novarum -, que realiza à
exposição à comunidade trabalhadora com base na ínciclica papal, doutrina
social, com nova leitura da relação laboral, cuja ação é dignficada pelo Santo
Padre o Papa João Paulo IIº, que publica interpretação da Rerum Novarum, com a
incíclica “Laborem Exercens,” de 14 de
setembro de 1.981, pois fiz considerações sobre esta magistral obra como anexo
no meu TCC, de final de curso de Direito, UNISINOS, que me dera no trabalho
corrigido e dado à ordem final, feita pelo revisor da Editora Globo, do
formidável Érico Veríssimo. Por isto, se deduz,
que no limiar do século XX, inicia-se nova interpretação e exegese do discurso
filosófico, e com à existência da Grande
Alma Gandhi, dera novo respirar à humanidade, especialmente, com a
independência da Índia, e eleição de novo Presidente e Primeiro Ministro, cujo
acompanhamento fora feito pela formidável escritura e c tutora e curadora de
Krishnamurti, e amiga pessoal de Ganndhi, à grande Annie Besannt.
16. Logo o
crescimento humano, sua evolução está em
dar ênfase à espiritualidade, vida íntegra e conhecimento em potência em substância
da palavra de Deus altíssimo, expressado em suas mandamentos e Leis universais pelo “Eu
sou aquele que sou. E ajuntou: “Eis como responderás aos Israelitas: (Aquele
que se chma EU SOU enviou-me junto de vós” (cf. Êxodo 3:14.20:12-17), com
efeito: “vigiar e orar para não cair em tentação. O espírito está pronto, mas a
carne é fraca” (cf. Mateus 26:41), e nas sua ações com fé sempre ser expressada em: “Amar o próximo como a si
mesmo” (cf. Marcos 12:31, e Mateus 22:39); igualmente, trabalhar
incessantemente para abolir da existência e cultura o crime e pecado,
especialmente, à violência, crueldade, discriminação, lesões corporais, estelionato contra à pessoa
idosa, exploração, cobiça, inveja e o egoísmo, praticados contra à criança e
adolescente, à mulher e o idoso com deficiência, fundar sua existência em bom
discurso filosófico, e realizar justificadamente à justiça, boa-fé, pelo bom
procedimento sempre com a lealdade, indubitavelmente, observar à Lei,
especialmente, àquela de proteção à mulher, à criança e idoso com deficiência, notadamente os
amparados como vulneráveis pelo Parágrafo único, do Art. 5º, At. 88, Art. 89,
da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2.015. Certamente, a existência deverá estar
melhor e mais harmoniosa com unidade em plenitude.
17. Por fim,
que tenhamos sempre mais luz no caminho pela base na espiritualidade e na
filosofia, dentro de conteúdo vivo da evolução humana no estado de Ser;
Que, sempre
sejamos testemunhas de bondade, de fraternidade, mãos limpas e consciência pura
sem mácula e, cada dia que passar nos transformemos em seres melhores, aptos e habilitados, com
qualificação ao reino de Deus;
Que cada dia
estejamos em sintonima pela boa ação, fé, e em estado de oração e vigilância, e
suplicar a graça do Dus Uno, e não esquecer de suplicar a intercessão da digna
Mãe do Filho Único de Deus, e entregue no alto da Cruz à humanidade, por meio
de João, e supliquemos que tenhamos a graça de saúde e prosperidade, que nos
livre da corrupção e peculato, e que nos proteja de todos os perigos,
especialmente, tempestades, ciclones e catástrofes, e tudo esteja sobre a graça
do Deus Uno, e proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria;
18. Diante
disto, que sempre sejamos sensatos, e agir com boa-fé, meditar e possuir
cautela e prudência, com humildade, e por isto, que com apreço e probidade,
deixa-se a todos e à todas um grande e afetuoso cordial abraço.
Criciúma (SC),
25 de novembro de 2.023.
Gilson Gomes
Advogado e
Filosofia.
OAB nº SC
003978
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